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Everton Sabú
Fundador

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Ser multifranqueado? Descubra o que é e saiba se vale a pena!

O mercado de franquias vem crescendo no mundo todo, o que mostra a força e a atratividade do setor. Com isso, tornar-se um multifranqueado tem se tornado cada dia mais comum.

Ainda que essa prática seja mais vista em praças mais experientes, como os EUA, ela já apresenta adeptos brasileiros. E, neste artigo, vamos explicar o que é essa estratégia, quais são as suas principais vantagens e se realmente vale a pena investir nela. Então, acompanhe e boa leitura!

O que é ser multifranqueado?

Ser um multifranqueado nada mais é do que possuir mais de uma unidade de uma franquia. Essas lojas podem ser da mesma marca — ou não — e podem ser, até mesmo, de setores da economia completamente distintos.

Ou seja, é um formato de investimento bastante diversificado e vem ganhando cada vez mais notoriedade graças à maior profissionalização das franquias no mercado.

Quais são as vantagens dessa estratégia?

Tornar-se um multifranqueado proporciona algumas vantagens interessantes com relação às franquias unitárias. A seguir, vamos listar algumas das principais.

Profissionalização da gestão

Cuidar de mais de uma franquia é coisa muito séria. Por isso, um multifranqueado tende a ter uma gestão mais profissionalizada e, consequentemente, mais eficaz para conseguir atender a toda demanda com excelência.

Assim, a qualidade e a efetividade de cada unidade são maiores e refletem no resultado do grupo todo. Até mesmo para as franqueadoras é mais vantajoso, visto que demonstra maior capacidade de cumprir requisitos administrativos do modelo de negócios.

Otimização da estrutura administrativa

Um benefício importante é a economia com a estrutura administrativa das franquias. Nesse aspecto, é possível manter uma equipe única para atender a todas as unidades, a exemplo de setores como o financeiro, o RH e algumas das gerências. Além disso, com um time centralizado, fica mais fácil manter uma padronização das ações.

E para ajudar a contabilizar os resultados de forma prática e unificada, a empresa pode utilizar diversos softwares e ferramentas de gestão de forma integrada.

Potencialização dos ganhos

Por fim, essa estratégia ajuda a potencializar os lucros do empresário, principalmente nos casos em que o negócio de cada franquia envolve questões sazonais ou regionais.

Dessa forma, um empresário pode adquirir franquias em diferentes estados do país, para aproveitar as particularidades de cada região, ou investir em setores diferentes, abrindo uma rede de sorvetes para faturar mais no verão, e outra de moletons, para lucrar mais no inverno, por exemplo.

Afinal, vale a pena investir em várias franquias?

A resposta para essa pergunta é: depende. Diversos fatores podem influenciar no sucesso ou insucesso dessa empreitada, e o primeiro deles é o capital inicial necessário. É preciso lembrar que estamos falando de mais de uma empresa para sustentar.

Outro ponto de atenção é a capacidade de gestão. Mesmo com a centralização do time administrativo, existem desafios importantes no cotidiano, como a integração de processos e modelos de negócios diferentes.

Tornar-se um multifranqueado tem seus benefícios e desafios. Porém, com força de vontade e o capital necessário, é um investimento que pode fazer de você um grande empresário.

Agora que você aprendeu mais sobre o mundo das franquias, que tal ficar por dentro das nossas novidades? Basta seguir os nossos perfis no Facebook, Twitter e Instagram!

Entenda quais são as taxas de franquias e para que elas servem!

A criação de franquias é um negócio promissor e que vem atraindo a atenção de investidores de diversos segmentos. O empresário interessado nesse negócio precisa conhecer um pouco mais sobre o assunto e estar consciente da existência de algumas taxas de franquias que deverá desembolsar no momento de investir nesse tipo de estabelecimento.

Algumas franquias cobram alguns tipos de taxas; por outro lado, outras não fazem essa cobrança. Tudo vai depender do tipo do negócio. Dessa maneira, é importante planejar bem antes de fechar qualquer negócio para que tudo saia bem e você consiga alcançar o sucesso.

Pensando nisso, vamos apresentar as quatro principais taxas de franquias e suas funções neste post. Acompanhe a leitura!

Taxas de royalties

A taxa de royalties representa a cobrança pelo uso da marca e pelo know-how que o franqueador cedeu à franquia (franqueado). Geralmente, é cobrada mensalmente e exigida até o fim da vigência do contrato.

O cálculo varia conforme a modalidade de franquia. No geral, ele é feito com base na porcentagem de faturamento bruto que a unidade alcançou. Dessa maneira, as franquias de serviço cobram uma porcentagem que varia entre 4% e 10% do faturamento bruto de cada franqueado, por exemplo. Nos casos em que o franqueador não tem a obrigação de fornecer os produtos às unidades, a taxa cobrada é bem menor.

Por outro lado, se o franqueador é fabricante e fornecedor do produto vendido em suas unidades, a taxa de royalties incide sobre as compras mensais e o franqueado deve pagar entre 20% e 40% do valor bruto arrecadado. Essa prática é comum nos setores de alimentação.

O valor arrecadado com as taxas de royalties é usado para melhorar a qualidade da própria empresa e cobrir as despesas do franqueador.

Assim, o valor da taxa de royalties inclui:

  • tecnologia oferecida;
  • uso da marca;
  • fornecimento de produtos;
  • pesquisas para aprimorar a qualidade;
  • desenvolvimento de novos serviços ou produtos;
  • ações, treinamentos e eventos.

Taxa de propaganda e promoção

A taxa de propaganda e promoção é cobrada mensalmente da franquia. As contribuições oriundas dessa taxa formam o fundo de marketing (ou fundo de propaganda) da rede.

Ela tem o objetivo de criar um fundo para investir em estratégias e ações publicitárias e de marketing que promovam a divulgação da unidade e também de toda a rede da franquia, a imagem da marca, os produtos oferecidos etc. Dessa forma, é possível investir na criação de banners e anúncios em mídias de massa e redes sociais, por exemplo.

O valor da taxa de propaganda e promoção gira entre 2% a 5% sobre o faturamento bruto mensal de cada unidade. Ele é administrado pelo franqueador e é reinvestido em ações de marketing. O dever da empresa é tomar conta do dinheiro e usar em prol de campanhas publicitárias.

Por outro lado, os franqueados que realizam o pagamento têm o direito de receber a prestação de contas e conferir a forma como o seu dinheiro está sendo redirecionado para as campanhas publicitárias.

Assim, a taxa de publicidade é uma espécie de investimento que o franqueado realiza. Logo, o valor deve retornar a ele na forma de maior publicidade, aumento de público e maior quantidade de vendas, por exemplo.

Taxa de licença

A taxa de licença é conhecida como taxa de franquia. Ela é cobrada uma única vez do franqueado no momento da assinatura do contrato.

Trata-se do valor pago pelo franqueado ao franqueador que permite que ele abra uma unidade e tenha o direito de fazer parte da rede de franquias. Assim, ele poderá usar a imagem do franqueador em seu empreendimento. Ela simboliza o ingresso do franqueado na rede.

A taxa de licença representa uma forma de remunerar a empresa franqueadora por todo o uso de imagem, transferência de know-how e demais investimentos que ela teve de fazer para que a franquia pudesse iniciar as suas atividades.

Além disso, o valor da taxa de licença inclui:

  • apoio de tecnologia operacional;
  • treinamento inicial da equipe;
  • manual de operação;
  • apoio e suporte;
  • direito de uso da marca;
  • auxílio para escolher o ponto comercial;
  • assistência no projeto arquitetônico etc.

Taxa de renovação

A taxa de renovação é cobrada do franqueado quando o seu contrato de franquia perde a validade e a vigência. Assim, se houver o interesse mútuo na continuação do acordo, será feita a renovação do contrato, que geralmente dura cinco anos. Nesse caso, deverá ser cobrada essa taxa.

Além disso, a taxa de franquia cobrada na época em que o contrato foi celebrado será praticada novamente. Geralmente, o valor cobrado no momento da renovação corresponde ao mesmo que o franqueador exigiu na época da adesão — embora ambos tenham objetivos diversos. No entanto, podem ser incluídos os juros e a inflação.

Dessa forma, a taxa de renovação representa a continuidade do contrato realizado entre franqueador e franqueado.

É muito importante que ambas as partes tenham atenção no momento de celebração do acordo e na administração do valor das taxas. Além disso, é importante mencionar que o franqueado tem o direito garantido pela lei das franquias de ter acesso livre aos fundos dessa cobrança e de saber como os valores estão sendo reinvestidos na sua unidade

As taxas de franquias são instrumentos essenciais ao desenvolvimento de um negócio em redes. A quitação de todos os valores deve estar apresentada no contrato e, de preferência, devem ser emitidos recibos confirmando o pagamento. Por isso, é essencial se certificar de que todas as cobranças são devidas. Isso ajuda a evitar problemas no futuro.

Como você percebeu, são diversos os valores que precisam ser pagos no momento de abrir uma franquia. Portanto, é importante que o investidor interessado conheça melhor as taxas de franquias antes de se associar a esse tipo de rede. Nesse caso, conhecê-las previamente é a principal ferramenta para fazer um planejamento e garantir o sucesso do negócio!

E aí, você está preparado para investir em sua franquia e ter sucesso nesse novo empreendimento? Ficou com alguma dúvida sobre o assunto? Então, entre em contato conosco para podermos ajudá-lo!

Saiba os principais pontos que a lei de franquias aborda!

Para ter uma empresa de sucesso é fundamental estar atento e em dia com todas as obrigações legais. No segmento de franchising, a lei de franquias é responsável por determinar as diretrizes desse tipo de negócio.

Se estiver pensando em se tornar um franqueado, este artigo foi feito para você!

Nele, vamos explicar em detalhes os pontos abordados por essa lei e porque é importante segui-la à risca. Acompanhe!

Diferenças entre franquia e licença de uso

Antes de falar sobre a lei de franquias, é importante esclarecer uma dúvida recorrente.

Apesar de muito parecidos, os conceitos de franquia e licença de uso possuem diferenças relevantes e, sendo assim, vamos começar entendendo cada conceito para em seguida entender suas diferenças. Confira.

Conceito de franquia

A franquia empresarial é um acordo, garantido por contrato, em que o dono de uma franquia cede ao franqueado o direito de:

  • usar uma marca ou patente;
  • distribuir de forma exclusiva ou semiexclusiva produtos ou serviços;
  • usufruir de tecnologia de implantação e administração de negócio ou de sistemas de operação desenvolvidos ou detidos pelo franqueador.

Por todos esses direitos, o franqueado deve remunerar o franqueador de forma direta ou indireta. Entretanto, não deve ficar caracterizado vínculo empregatício.

Conceito de licença de uso

O direito de uso de uma marca é um contrato mais simples. Ele permite que uma empresa faça o uso de uma marca de outra empresa em seus produtos ou serviços em troca de um pagamento. Ou seja, o licenciamento de uma marca prevê apenas o uso da marca.

Principais diferenças

A diferença mais importante entre esses dois tipos de contrato está em sua natureza. Enquanto a licença de uso visa ceder apenas um direito limitado, a franquia é mais completa e abrangente.

Outro ponto importante que diverge entre as duas situações é que o contrato de licença de uso precisa ser registrado junto ao INPI, o que envolve certa burocracia. Já no caso das franquias, basta que seja assinado por duas testemunhas.

Ou seja, a franquia proporciona mais benefícios e menos complicações. Inclusive, vale ressaltar que a lei de franquias não é aplicável às licenças de uso.

Lei de franquias e suas diretrizes

Lei 8.955/94 foi criada com base nas leis norte-americanas. Portanto, ela abrange apenas as questões mais básicas e genéricas a respeito da relação entre as partes. Porém, essas são diretrizes muito importantes.

Vamos ver o que ela diz com relação aos principais pontos. Acompanhe!

Contrato

A Lei 8.955/94 determina, em seu artigo primeiro, que todos os contratos de franquia são regidos por ela. Além disso, no artigo sexto ela afirma a necessidade da assinatura de duas testemunhas, bem como a dispensa do registro em cartório para sua validade.

COF

A Circular de Oferta de Franquia (COF) é o ponto mais importante abordado pela lei. Trata-se de uma espécie de pré-contrato, que deve ser entregue ao franqueado antes da assinatura do contrato final.

De acordo com a lei, nesse contrato devem constar todas as informações essenciais do acordo. Acompanhe, a seguir, as principais informações exigidas na COF.

Franqueadora

Sobre a franqueadora, devem constar seu histórico e quadro societário. Além disso, devem ser informadas as empresas coligadas e seus respectivos nomes fantasia, além dos endereços.

Outro ponto importante é apresentar os balanços financeiros e possíveis pendências judiciais. Ou seja, tudo que pode interferir na decisão de adesão do franqueado.

Modelo de franquia

A COF deve descrever o funcionamento do negócio, trazendo informações sobre o perfil esperado do franqueado, bem como a indicação do que é oferecido pelo franqueador, como treinamentos, suporte, processos e manuais.

Inclusive, o documento deve informar as obrigações relativas a aquisições de bens e produtos e lista de fornecedores do modelo de franquia.

Valores envolvidos

Nesse quesito devem ser estabelecidos dois pontos:

  • valores referentes a investimentos iniciais com taxa de franquia, instalações e estoque;
  • valores mensais, referentes aos royalties e demais taxas recorrentes.

Rede de franqueados

O franqueador também é obrigado pela lei a entregar informações sobre a rede de franqueados e ex-franqueados dos últimos doze meses. Além disso, ele deve apresentar as providências em caso de dissolução do contrato e tratar das cláusulas de confidencialidade do negócio.

Processo de formalização

O processo de formalização é bastante simples. Conforme mencionado, basta a assinatura das partes — franqueador e franqueado — e de duas testemunhas para garantir a validade do acordo. Entretanto, a COF deve ter sido entregue ao pretendente a franqueado com antecedência mínima de 10 dias.

Importância do cumprimento da lei

O cumprimento de qualquer lei é um fator muito importante para as empresas. Afinal, isso evita problemas de diversas naturezas. Com relação à lei de franquias, vamos apresentar as vantagens a partir de três pontos de vista diferentes. Confira.

Para o franqueador

O principal benefício percebido pelo franqueador está na garantia da titularidade do negócio. Sendo assim, ao seguir todas as obrigações legais, ele tem seu patrimônio — principalmente intelectual, a respeito do modelo de negócio criado — resguardado.

Para o franqueado

Já do ponto de vista do franqueado, a lei proporciona mais segurança e confiabilidade ao negócio. Todas as informações exigidas na COF servem para ajudá-lo na verificação da idoneidade da franquia.

Além disso, a circular traz dados que auxiliam na identificação das obrigações e pré-requisitos para se tornar um franqueado. Assim, é possível averiguar se há o cumprimento desses requisitos antes de buscar montar uma unidade.

Para o cliente

O cumprimento da lei de franquias também promove benefícios para os clientes finais. Um dos pontos mais importantes para o sucesso de uma franquia se dá pela padronização do serviço ou produto oferecido. Portanto, é desenvolvida uma expectativa específica na mente do cliente.

Isso significa que as pessoas já conhecem o negócio e já se afeiçoaram por ele, o que ajuda as novas unidades a faturar logo no início. Nesse sentido, o que garante que todas as unidades sigam uma mesma linha é justamente o cumprimento dos pontos descritos na COF.

Portanto, fica clara a importância da lei da franquia para o setor: ela garante vantagens para todos os envolvidos, principalmente para franqueador e franqueado. Além disso, a lei deixa todos os principais detalhes — que não podem deixar de ser considerados — esclarecidos antes mesmo da assinatura do contrato final.

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