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Everton Sabú
Fundador

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Principais noções de administração para ter uma franquia

Você tem um dinheiro guardado e pensa em empreender. Inclusive, já sabe que apostar no franchising é a melhor ideia. Afinal, é um segmento seguro e que está em crescimento. Porém, uma dúvida ronda a sua mente: “quais são as noções de administração que preciso ter?”.

É fato que o seu negócio só terá sucesso se você souber geri-lo. Além dos conhecimentos técnicos, também é importante ter uma dose de determinação, responsabilidade e planejamento. Assim, você será mais um case de sucesso e alcançará os seus objetivos.

Como chegar a esse patamar? Vamos mostrar o caminho neste artigo. Aqui, você verá as vantagens de abrir uma franquia, quais conceitos importantes deve conhecer, os aspectos que devem ser analisados e livros para ajudá-lo a ampliar seu conhecimento. Que tal saber mais? Aproveite a leitura!

As vantagens de abrir uma franquia

O segmento de franquias é um dos que mais cresce atualmente. O relatório da Associação Brasileira de Franchising (ABF) — com dados preliminares de 2017 e projeções para 2018 — demonstra que o cenário é positivo.

De acordo com o levantamento ainda não consolidado sobre 2017, o faturamento obteve uma alta de 8%, chegando a R$ 163 bilhões. Para 2018, a expectativa é que a receita registre uma elevação de 9% a 10%. O total de unidades, crescimento das redes e do número de empregos também deve permanecer estável ou aumentar.

Esses dados significam que as suas chances de sucesso são maiores. Afinal, você tem todo o apoio da franqueadora e a credibilidade da marca a seu favor. Mas o que são franquias? É um modelo de negócio que prevê o compartilhamento de vantagens entre todos os participantes de sua rede. Nesse cenário, a marca é licenciada para um terceiro e repassa seu conhecimento ao franqueado, para que ele adote as melhores práticas em sua empresa.

Portanto, essa é uma relação de ganha-ganha. Para a franqueadora, é a oportunidade de expandir as atividades e fortalecer o empreendimento. Para o franqueado, é uma forma de abrir seu negócio próprio e minimizar os riscos. Outros benefícios de optar por essa modalidade de negócios são:

Confiabilidade da marca

A franqueadora já é uma marca conhecida e respeitada pelos clientes. Assim, tem seu público fiel e conta com uma margem de participação significativa no mercado. Essa consolidação do negócio se traduz em confiabilidade e segurança para quem abre uma unidade.

Aumento do poder de negociação

O modelo de franchising favorece a compra por parte dos franqueados, pelo fato de as marcas já contarem com fornecedores cadastrados. Essa situação facilita a obtenção de condições especiais na realização dos pedidos, como descontos para uma quantidade maior de itens ou prazos mais longos de pagamento.

Reconhecimento dos produtos e serviços

Os itens comercializados já são reconhecidos pelo público. Os clientes conhecem sua qualidade e confiam na marca. Além disso, sempre que um novo produto ou serviço é lançado, são feitos testes e pesquisas de mercado para reduzir o risco de rejeição. No final, isso resulta em vantagem competitiva.

Apoio da franqueadora

empreendedor tem total suporte da marca ao abrir sua unidade e durante todo seu funcionamento. Você conta com o manual de franquia, obtém ajuda para escolher o melhor ponto comercial e seus colaboradores fazem treinamento na marca para manterem o sistema padronizado.

Auxílio no processo de planejamento

A falta de programação pode levar o empreendedor ao fracasso. Na franquia, esse risco é reduzido, porque a marca ajuda a prever o valor necessário para investimento inicial e capital de giro. A franqueadora também repassa o prazo médio de retorno, o que ajuda a fazer um planejamento bem adequado.

Flexibilidade do formato de negócio

A marca pode trabalhar com um ou mais modelos, conforme o perfil de público e os pontos comerciais aceitos em seu planejamento. Os tipos de franquia mais comuns são:

  • home based, no qual o franqueado trabalha de casa;
  • loja em rua;
  • estabelecimento em shopping centers, centros comerciais ou aeroportos;
  • quiosque;
  • móvel ou de food truck;
  • virtual, baseada na internet.

Ainda existem as microfranquias, que são aquelas unidades que exigem um investimento inicial de até R$ 80 mil. Apesar de não fazerem parte do formato de negócio, são uma boa alternativa para quem quer começar a empreender e investir menos dinheiro.

Agora, todos esses benefícios só são conquistados se você tiver conhecimento técnico. Mesmo com o apoio da marca, é necessário aprender sobre gestão para controlar todos os aspectos que levam ao sucesso.

10 noções de administração importantes para quem tem franquia

O começo de um negócio pode ser difícil, especialmente se você desconhecer os elementos necessários para a gestão. É por isso que dados do Sebrae indicam que a sobrevivência das empresas com até dois anos de funcionamento é de 76,6% — índice que tende a diminuir com o passar dos anos.

Mas o que significa fazer uma boa administração do negócio? Esse conceito abrange a estrutura, funcionamento e rentabilidade da empresa. Em outras palavras, envolve toda a organização dos recursos necessários, que podem ser financeiros, humanos, operacionais e mais.

Por isso, entender o gerenciamento como algo simples é errado. O ideal é ter uma visão mais ampla, que considere todos esses aspectos. Para ajudá-lo a entender essa abordagem, a seguir, listamos as 10 principais noções de administração:

1. Remuneração dos colaboradores

O valor pago aos funcionários da sua franquia é um tópico relevante, porque os trabalhadores podem contribuir ou prejudicar o sucesso da sua unidade. Além disso, o salário e os benefícios são alguns dos atrativos para a retenção de talentos.

Para pagar um valor justo, é necessário verificar qual é a referência do mercado, ou seja, a remuneração média paga aos vendedores. Em seguida, divida o montante em: salário fixo, comissões, benefícios e auxílios de custo.

A regra é ter mais empenho dos colaboradores e, consequentemente, melhores resultados quando a porcentagem da quantia variável for maior. Em outras palavras, você deve pagar uma comissão interessante. Os benefícios também são imprescindíveis para a motivação da equipe. Perceba que, aqui, a busca é alcançar um equilíbrio entre os quatro elementos.

2. Recrutamento e seleção

Esse processo costuma ser centralizado no empreendedor em negócios menores, como as franquias. Ainda assim vale a pena contar com um responsável pelo RH para que a metodologia adotada seja a mais apropriada.

O básico é analisar currículos e entrevistar os selecionados nessa primeira etapa. Você ainda pode complementar essas técnicas com provas, indicações, testes individuais e em grupo. No caso dos vendedores, é importante avaliar se os candidatos têm as seguintes características:

  • capacidade de assumir riscos;
  • disposição para solucionar problemas;
  • determinação;
  • habilidade para cuidar dos clientes e estabelecer um relacionamento com eles;
  • empatia;
  • autoconfiança;
  • desejo por serem constantemente desafiados.

3. Supervisão da equipe

O gerente da unidade franqueada precisa fazer um trabalho focado a fim de garantir que as metas estabelecidas sejam atingidas pela equipe. Esse profissional também é responsável por garantir que o negócio funcione de maneira adequada. Nesse sentido, o gestor deve analisar:

  • se as visitas de clientes estão sendo convertidas em vendas;
  • se a equipe é produtiva;
  • quais são os gastos relativos a auxílios de custo;
  • qual é o feedback dos clientes sobre determinado vendedor;
  • se os colaboradores têm alcançado as metas individuais;
  • se a equipe tem um bom relacionamento ou há conflitos entre alguns indivíduos.

Nesse processo, vale a pena contar com softwares de gestão, como os ERPs, e de relacionamento com os clientes, os CRMs. Esses sistemas reúnem os mais diversos dados sobre a administração do negócio, o que facilita a atividade de supervisão.

4. Motivação dos vendedores

Esses profissionais já contam com as comissões, mas é importante oferecer bônus e prêmios quando as metas forem alcançadas. Essa é uma solução bastante válida para melhorar o desempenho da equipe e contar com uma maior eficácia no desenvolvimento das atividades.

Saiba que, segundo a Pesquisa dos Profissionais Brasileiros da Catho, divulgada pelo jornal O Dia, a assistência médica é o benefício mais valorizado, chegando a um índice de 74,6%. Em seguida vêm: participação nos lucros (57,2%), vale-alimentação (52,4%) e vale-refeição (50,7%).

5. Formalização

A franquia impede que você abra sua unidade com pendências nesse aspecto. Ainda assim, é fundamental reforçar a importância da formalização, porque sua ausência pode impedir o crescimento do negócio.

Por mais burocrático que seja, obtenha todos os alvarás necessários, entregue os documentos na Junta Comercial do seu município e registre sua empresa na Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz). Assim, poderá emitir nota fiscal e solicitar empréstimos, se necessário.

Lembre-se ainda de ter uma conta-corrente de pessoa jurídica e de contar com máquinas de cartão, já que muitos clientes optam por adquirir os produtos e serviços por débito ou crédito.

Planilha-de-Controle-Financeiro

 

6. Organização das finanças

A sua empresa só terá resultados positivos se você tiver um bom planejamento financeiro. Aproveite que o investimento inicial e o capital de giro necessário são especificados na Circular de Oferta de Franquia (COF), e só comece seu negócio se tiver a quantia recomendada.

Assim que colocar a unidade em funcionamento, mantenha o fluxo de caixa organizado, e insira todas as entradas e saídas. Além disso, atualize os dados diariamente e faça a comparação com o fechamento de caixa.

Uma dica relevante é usar planilhas financeiras ou softwares de gestão para fazer projeções de despesas e receitas. Na prática, isso significa colocar os valores de contas a pagar e a receber dos próximos meses, para ter uma ideia de quanto é necessário ganhar para quitar todos os gastos e obter lucro.

Lembre-se de que, por ser franqueado, é necessário pagar algumas taxas. Todas as cobranças estão estipuladas em contrato e na COF. Entre elas estão:

  • taxa de franquia: é um valor inicial pago para ter direito a fazer parte do sistema de franchising da marca;
  • taxa de royalties: é uma quantia repassada periodicamente devido ao repasse de tecnologia. Costuma ser um percentual fixo calculado sobre o faturamento bruto;
  • taxa de propaganda e promoção: é paga mensalmente como forma de custear as atividades promocionais promovidas pela marca, como divulgação de produtos;
  • taxa de compras: é cobrada em alguns casos porque o franqueado usa a estrutura da franqueadora. É mais comum quando há fornecimento de insumos, caso das franquias de idiomas;
  • taxa de serviço: incide quando são realizados serviços extras, já que os comuns são remunerados pelos royalties.

7. Retorno sobre o investimento

ROI de uma franquia é um indicador altamente relevante para o empreendedor. Ele ajuda a medir qual foi a rentabilidade obtida com os recursos empregados. Seu cálculo é feito pela divisão entre o lucro líquido e o investimento realizado em um período predeterminado.

A importância do ROI é direcionar as tomadas de decisão e controlar o custo-benefício do projeto executado. No caso do franqueado, é preciso contabilizar todos os gastos essenciais, como taxa de franquia, aluguel e reformas do ponto comercial, custos operacionais — equipamentos, salários, ações de marketing local, impostos etc. —, entre outros.

Em seguida, veja quanto será cobrado por produto ou serviço. Por fim, avalie os ganhos conseguidos ou projetados e os subtraia do investimento inicial. O total é dividido pelo montante aplicado inicialmente.

O resultado é o ROI, que varia conforme o tipo de empreendimento e segmento escolhidos. Perceba que inexiste um valor único a ser batido, mas o objetivo é sempre obter o melhor percentual.

8. Gerenciamento do estoque

Os itens armazenados representam dinheiro parado. Ou seja, o ideal é que o estoque seja suficiente para atender à demanda sem ficar parado por muito tempo. Conseguir esse equilíbrio pode ser difícil, mas a franqueadora pode ajudar.

Geralmente, existe uma quantia mínima que deve ser adquirida em determinado período de tempo. Analise os itens mais solicitados pelos clientes e veja qual é a saída deles. Aposte naqueles que têm maior giro. No caso dos itens com pouca saída, mas cuja margem de lucro é maior, pense em elaborar estratégias específicas para atrair clientes, como criar uma promoção, desde que isso esteja permitido no contrato com a marca.

9. Estratégias de comunicação

A franqueadora já tem ações para a divulgação da marca, mas é importante que você também adote estratégias específicas para que seu estabelecimento seja conhecido localmente. Isso também leva a uma atração maior dos clientes.

É indicado que você tenha um perfil nas redes sociais e até mesmo um site específico da sua unidade, porque, assim, o seu público-alvo pode pesquisar sobre o negócio e entrar em contato sempre que necessário. Estabelecer o envio de newsletter para e-mails cadastrados é outra iniciativa bem-vinda, que pode resultar em fidelização e alavancagem das suas vendas.

10. Clientela

Esse é o último item dessa lista, mas é fundamental. Afinal, sem clientes, é impossível ter um negócio. Antes mesmo de abrir a sua unidade, verifique se os produtos ou serviços da marca atendem às necessidades do público do local em que o estabelecimento será inserido. Essa questão pode ser analisada por meio de uma pesquisa de mercado simples, entrevistas e outras estratégias focadas nos compradores.

Como você pôde perceber, os itens indispensáveis para a administração de um negócio são bastante variados e abordam diferentes critérios. Porém, ainda existem alguns aspectos a considerar.

Os aspectos que você deve analisar antes de adquirir uma franquia

O começo de um negócio exige que você analise algumas questões essenciais. Antes de tomar a sua decisão, considere os seguintes elementos:

Modelo de negócio

O modelo de franchising é mais fechado e exige que o empreendedor siga as diretrizes da marca. Se você não está disposto a fazer isso, desista. O objetivo nesse caso não é inovar e fazer diferente, mas sim seguir um modelo já testado e comprovado.

Segmento de atuação

Sua escolha deve recair em preferências pessoais e pesquisas previamente realizadas. Veja os setores disponíveis para o franchising, as marcas com as quais mais se identifica e suas características. Assim, selecionará a melhor opção para você.

Forças e fraquezas

A franquia escolhida deve ser condizente com suas expectativas. Por exemplo: de nada adianta optar por uma loja de doces se você não entende nada do assunto e detesta vender. Então, converse com seus amigos e familiares, descubra suas peculiaridades, forças e fraquezas para, então, definir a melhor opção.

Recursos financeiros

O investimento inicial e capital de giro necessários já serão destacados na COF. Mas você também precisa considerar o ROI esperado para ter uma ideia de quanto precisará ter para manter a empresa funcionando. Caso não tenha todos os recursos financeiros necessários, busque a melhor forma de consegui-los. O ideal é juntar por si próprio, em vez de optar pelos investimentos.

Reputação da marca

O recomendado é sempre pesquisar sobre o relacionamento da franqueadora com os franqueados. Faça uma pesquisa na internet e converse com antigos e atuais proprietários de unidades. Os contatos estão indicados na COF.

Dessa forma, você consegue saber se há algum problema, se a empresa cumpre tudo o que está estabelecido em contrato, se há o suporte indicado e mais. Uma franqueadora referência em reputação é a Jumper! Franchising, empresa que atua no ramo educacional.

Voltada para cursos profissionalizantes e de idiomas, essa é uma alternativa consolidada para quem quer ter sucesso nesse segmento. A Jumper! Franchising ainda oferece suporte em gestão de empresas, educação e franquias.

Circular de Oferta de Franquia

A COF é o documento principal antes da assinatura do contrato. Ela é entregue pelo menos 10 dias antes de fechar o negócio e especifica todos os detalhes da relação que deverá ser estabelecida com a marca. Tire um tempo e analise os pormenores. Se possível, peça a avaliação de um advogado, porque assim você evita imprevistos e arrependimentos.

Entre os principais aspectos destacados na COF estão:

  • solidez da empresa com a especificação dos balanços contábeis, pendências jurídicas e quadro societário;
  • descrição do negócio, inclusive, com o detalhamento da exclusividade do território, características do franqueado ideal, prazo de retorno, investimento inicial e canais de comunicação;
  • condições contratuais para o sucesso em caso de morte dos cotistas;
  • serviços que serão prestados;
  • histórico da franquia e seu registro de marca no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI).

Analisou todos esses aspectos? É só ampliar seus conhecimentos técnicos e começar a atuar!

5 livros sobre administração que você deveria ler

Os livros são uma das melhores maneiras de entender sobre administração e ampliar o seu ponto de vista. Para ajudá-lo a fazer as leituras corretas, a seguir, listamos as melhores indicações:

1. O poder da ação, de Paulo Vieira

Essa obra é definida como um coach integral sistêmico, que foca a elaboração de um plano de ação eficiente e prático. O autor apresenta diversas ferramentas que podem ser usadas no processo, todas relacionadas aos segmentos de contabilidade e financeiro. Entre elas estão o 5W2H, uma das mais conceituadas.

2. Estratégia competitiva, de Michael Porter

Esse livro é dos anos 1980, mas continua bastante atual. O autor é um dos pensadores mais conceituados do mundo corporativo. Por isso, também são recomendadas suas obras posteriores: “Vantagem competitiva” e “A vantagem competitiva das nações”.

Nesse livro, Porter explica como a empresa deve se portar diante da economia e da concorrência. Ele também traz uma metodologia para avaliar o mercado e permitir que o empreendedor se antecipe e se prepare para as mudanças de cenário.

3. Como fazer amigos e influenciar pessoas, de Dale Carnegie

Sua leitura é bastante recomendada para quem quer entender mais sobre vendas e compras. O livro é uma espécie de manual do comportamento do consumidor e traz sugestões para melhorar o atendimento aos clientes.

4. Como organizar sua vida financeira, de Gustavo Cerbasi

Esse autor é mais direcionado para o planejamento financeiro pessoal. Nesse livro, Gustavo Cerbasi indica como o cuidado com as finanças pode ajudar a construir um futuro mais tranquilo. Então, por que ele é importante para o empreendedor? Primeiro, por ajudar a entender que as despesas pessoais devem ficar separadas das empresariais. Segundo, porque traz informações sobre gestão de inadimplência.

5. Getting things done, de David Allen

O método GTD é bastante conhecido no mundo corporativo por ser um aliado da produtividade. Essa metodologia é usada para gerenciar ações e “fazer acontecer”. Por meio dela, você estabelece quais são suas prioridades, o que permite entregar as tarefas no prazo. É bastante recomendado para quem precisa organizar melhor o tempo e quer conciliar a vida pessoal e profissional.

Em resumo, para empreender, você precisa ter noções de administração. Neste post, você viu que é importante reconhecer as vantagens da franquia, conhecer conceitos inerentes à gestão, fazer uma análise pessoal e ler sobre o assunto. Esse é o caminho para o sucesso!

Gostou? Então, conheça a oportunidade de empreender com segurança e fazendo o que gosta! Entre em contato com a Jumper! Franchising e veja como nosso modelo de negócio pode facilitar o alcance dos seus objetivos!

 

Próprio negócio: como se organizar para começar a ser empresário?

A ideia de ser o seu próprio chefe e poder aproveitar todos os benefícios de trabalhar por conta própria tem se tornado cada vez mais atrativa no Brasil. Mesmo em épocas de crise financeira, ser empresário é um caminho vantajoso.

Além de poder aumentar sua renda progressivamente, o empreendedor também desfruta de horários de trabalho mais flexíveis, aumentando sua qualidade de vida. Mas para ter um negócio de sucesso é fundamental que você saiba se planejar.

A falta de preparação dificulta muito a caminhada da empresa e pode até mesmo causar o seu fracasso. Para ajudar você, trouxemos neste post um passo a passo para montar um negócio. Aproveite!

Escolher um nicho de mercado

A primeira escolha que você vai fazer diz respeito ao seu negócio propriamente dito. Com o que você quer trabalhar? O que você pretende oferecer ao mercado? As possibilidades são infinitas. Você pode vender produtos, oferecer serviços, trabalhar com consultoria, etc.

Para definir seu produto, uma boa dica é pensar no que você já sabe fazer e no que você gosta ou tem facilidade. Suas habilidades e conhecimentos atuais podem ser muito úteis para fazer um negócio independente, que você consiga desenvolver até mesmo sozinho nos primeiros meses.

Outro ponto que deve ser analisado é o mercado. Toda empresa existe para solucionar algum problema ou oferecer algo diante de uma necessidade do mercado consumidor. Nesse sentido, você pode desenvolver um aplicativo que facilite a vida das pessoas ou pode abrir a primeira cafeteria de um bairro, por exemplo.

Um novo negócio não precisa necessariamente ser algo inédito. É possível observar o mercado e ver o que pode ser melhorado. Para isso, a ideia de focar em um nicho é muito interessante. Você pode ter muito sucesso abrindo um comércio comum, mas que foque em um público específico e ofereça a ele experiências diferenciadas.

Verificar a viabilidade do negócio

Para ser empresário e obter sucesso, você precisa de muita preparação. Uma ótima ideia não se sustenta sozinha. Sem um bom modelo de negócio e muita capacidade administrativa, muitos empresários acabam desperdiçando ideias promissoras.

Para evitar isso, é preciso desenvolver uma base sólida para sua empresa. Você deve realizar uma extensa pesquisa e montar um plano de negócio. Ele é um documento que reúne todas as informações relevantes para que seu sonho se torne realidade e conquiste o sucesso. Assim, você conhece o que é necessário para desenvolver sua ideia e pode avaliar a viabilidade dela.

Se você tem pouca experiência, procurar o auxílio de um profissional pode ser muito útil nessa etapa. Há diversos consultores ou órgãos de consultoria que podem ajudar você a entender pontos importantes, como a legislação da área que você quer atuar, a documentação necessária para abrir a empresa, os riscos e potenciais da ideia, etc.

No plano de negócio, você tem uma espécie de mapa que indica os caminhos da empresa. Nele você expressa como sua ideia vai ser colocada em prática: quais são os recursos necessários para o funcionamento, como será a entrega de produtos ou serviços para o cliente e qual é a base financeira. Esse documento é reavaliado frequentemente — você pode rever caminhos e pensar em outras estratégias depois de abrir a empresa.

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Escolher o local do negócio

Essa escolha vai depender bastante do tipo de empresa que você pretende abrir. Alguns negócios podem começar na própria casa do empreendedor, como serviços de consultoria. Mas se você vai montar um escritório ou ponto comercial, a localização é decisiva e precisa ser pensada com cuidado.

O local que você escolhe para abrir uma loja ou escritório vai marcar a experiência dos clientes com a sua empresa. Um dos principais pontos a considerar é a estrutura oferecida para eles. Aspectos como estacionamento próprio, facilidade de acesso e movimento das ruas próximas podem fazer muita diferença para o consumidor.

Além disso, você deve procurar locais que concentram um bom fluxo de clientes em potencial para você. Atenção: não estamos falando apenas de uma localização movimentada, mas de um espaço que concentre o maior número de pessoas dentro do seu perfil de consumidor, ou seja, com potencial de adquirir seus produtos ou serviços.

Capacitar-se para o trabalho

Outro ponto fundamental é a sua capacitação não só para oferecer o serviço, mas também para gerir uma empresa. Muitas pessoas abrem negócios na área em que já trabalham e oferecem produtos de qualidade, mas enfrentam inúmeras dificuldades para consolidar a empresa por não terem se preparado para os desafios do gerenciamento.

Para evitar esse erro muito comum, estude bastante. Pesquise sobre todos os detalhes do negócio que você escolheu e se capacite para atuar na área. Identifique quais são os conhecimentos que você sente falta e busque livros, palestras e cursos sobre o assunto. Se for necessário, contrate um consultor para prestar suporte no início.

Além disso, conheça o perfil necessário para ser empreendedor e prepare-se. Para abrir uma empresa, você deve desenvolver visão estratégica, capacidade de calcular e enfrentar riscos, habilidade de liderança e boa comunicação. Precisa também se preparar para trabalhar muito e ter paciência quanto ao retorno do investimento nos primeiros anos. O apoio da sua família e rede de amigos é muito importante nesse período.

Fazer um planejamento financeiro

Ao sonhar em ser empresário, a independência financeira e o aumento da renda são os benefícios mais buscados. Mas não se pode esquecer que uma empresa precisa de caixa e capital de giro para começar. Assim, é preciso se planejar financeiramente antes de abrir o seu próprio negócio.

Você deve ter em mente que, por mais simples que sua empresa comece, será preciso investir dinheiro nela e o retorno financeiro pode demorar alguns meses ou anos. Para ter saúde financeira e não enfrentar dificuldades ao deixar o emprego formal e virar empreendedor, avalie todas as suas possibilidades e se organize.

Se você não tem dinheiro para abrir o negócio agora, há a opção de adiar os planos e continuar poupando ou procurar alternativas. É possível, por exemplo, encontrar um sócio, conquistar um investidor anjo ou solicitar uma linha de crédito para empreendedorismo no banco. Avalie os pontos positivos e negativos de cada opção antes de decidir.

Para conquistar a independência financeira e aproveitar as vantagens de ser empresário é preciso muito planejamento e cuidado. Uma ótima opção para simplificar esse passo a passo é investir em franquias. Assim, você conta com um modelo de negócio já consolidado e com todo o suporte de empreendedores de sucesso.

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7 líderes que mudaram de carreira com sucesso

Mudar de profissão é sempre um desafio! Desse modo, não são raras as histórias de líderes que mudaram de carreira e se encontraram na nova vida. Algumas pessoas já sabem, desde crianças, a profissão que gostariam de seguir, muitas acabam seguindo uma tradição de família e outras levam mais tempo para encontrar a carreira ideal.

Nesse sentido, não importa a forma nem o tempo que levou para chegar onde chegou, mesmo pessoas que são profissionalmente bem-sucedidas podem não estar felizes com suas carreiras. Assim sendo, se está insatisfeito com a área em que trabalha atualmente e tem pensado em mudar de carreira, saiba que isso não acontece só com você!

Por isso, neste post, vamos apresentar sete histórias de líderes que mudaram de carreira de forma bem-sucedida, a fim de inspirá-lo. São pessoas que deixaram bons empregos para correr atrás de seus sonhos. Vamos às histórias?

1. Manuela Vilella

Manuela Vilella é do Rio de Janeiro, filha de dentista e começou sua carreira seguindo nessa profissão. Com 4 anos de formada, ela já era uma dentista bem-sucedida trabalhando na Marinha. Apesar de ganhar bem e ter chegado ao topo, em uma conversa com sua mãe, percebeu que não era feliz e que algo precisaria ser feito.

Com o casamento, mudou-se para São Paulo e aproveitou a oportunidade da mudança de cidade para mudar também sua carreira. Conversando com amigos, começou a enxergar novas possibilidades. Assim sendo, resolveu se enveredar pela área da Publicidade.

O período de transição foi marcado por medos e incertezas. Várias vezes ela se sentiu jogando vários anos de estudo e toda uma carreira promissora por água abaixo. Mas teve força e determinação para superar todos os desafios!

Atualmente, é gerente de parcerias no YouTube e está muito mais feliz! O conselho que ela dá para quem pretende fazer uma mudança como a dela é ter, além de foco, de determinação e de maturidade, um bom planejamento financeiro e resiliência durante o processo.

2. Claudia Sender

Claudia Sender é formada em Engenharia Química e começou sua carreira como estagiária na consultoria Brains & Company, na qual ficou por 7 anos. Fez um MBA em Harvard, nos Estados Unidos, e trabalhou por outros 7 anos na Whirpool Latin America, que é a empresa dona das marcas Consul e Brastemp.

Mesmo com toda essa experiência, decidiu mudar até que, em 2011, assumiu como vice-presidente comercial de marketing da TAM. Um ano após a fusão entre a TAM e a LAN, Claudia assumiu como presidente da companhia aérea, que hoje é a maior da América Latina.

3. Jeff Bezos

Jeff Bezos se formou em Engenharia Elétrica e Ciência da Computação em Princeton, uma das mais renomadas universidades norte-americanas. Depois de trabalhar em Wall Street e na Banker Trust, ele resolveu fazer uma viagem de carro atravessando o país, partindo de New York até Seatle.

Durante essa viagem, desenhou o plano de negócios da Amazon.com que, na época, parecia uma ideia absurda. No entanto, hoje em dia, a gigante do comércio eletrônico é uma empresa bilionária que trouxe inovação e mudou o mercado.

 

 

4. Thais Perez

Thais Perez se formou em Publicidade, trabalhou para grandes marcas como Rebook, Microsoft, Fox e Yahoo!, e por mais de 10 anos se manteve no mundo corporativo.

No entanto, eventualmente, acabou achando esse ambiente muito frio e sem propósito, com jornadas cansativas e sem benefícios satisfatórios. Foi então que descobriu a Equoterapia.

Seu grande desafio foi migrar para uma área completamente diferente da sua, na qual não tinha quase nenhum conhecimento. Por isso, ela fez cursos e trabalhou como voluntária para conhecer melhor a rotina da profissão.

Depois de bastante planejamento e estudo, ela montou sua própria estância no interior de São Paulo. Atualmente, oferece métodos terapêuticos e educacionais sobre cavalos com foco em crianças especiais.

5. Jorge Bassalo

Após mais de 25 anos atuando na área da Tecnologia da Informação, Jorge Bassalo fez uma pós-graduação em Comportamento Organizacional e se encontrou na área de Ciências Humanas.

Na época em que tomou sua decisão, sua maior dificuldade foi sair da área de Exatas por causa de seu cargo e de suas responsabilidades. Ele precisou de um período de 2 anos para concluir sua saída da antiga empresa.

Outro desafio foi ter que replanejar suas finanças para conseguir se sustentar até que a nova carreira se estabilizasse. Um ponto que ele destaca como importante nessa transição é fazer alianças (e não passar por tudo sozinho). Além disso, ele sabia bem o que queria e teve foco.

6. Juliane Marinho

Depois de atuar por 18 anos como advogada, chegando a ocupar cargos de diretoria na Odebrecht, Juliane Marinho pediu demissão e passou pelo período de 1 ano de descanso.

Ela se sentia insatisfeita em sua carreira, mas não sabia que rumo tomar. Depois de se envolver em diversas atividades ambientais e sociais, descobriu que tinha vocação para o universo das artes!

No início, ela teve dificuldades em traduzir sua ideia para as pessoas e “vender o seu peixe”, mas com coragem e firmeza montou o espaço colaborativo Petalusa.

Assim sendo, o espaço abriga cursos, workshops e eventos diversos, todos ligados às artes. Hoje em dia, além da administração do espaço, ela ainda ajuda outras pessoas que pretendem mudar suas carreiras.

7. Marcos Amaro

Marcos Amaro é filho do fundador da TAM, o comandante Rolim Amaro, e começou como trainee nessa empresa. Depois de algum tempo, se tornou sócio das Óticas Carol e ajudou a rede a se tornar uma das maiores do Brasil no setor.

Sempre gostou de desenhar, mas nunca tinha encarado isso como uma possível profissão. Teve que vencer suas resistências internas e ganhar coragem para abrir mão de seu sucesso com a rede de óticas.

Além disso, precisou de muita persistência, de determinação e de organização. Ele conta que teve que suportar o julgamento alheio e ser firme na defesa de sua autenticidade.

Como vimos, o sucesso profissional nem sempre significa um bom cargo com um bom salário. A satisfação na carreira vai muito além disso! No fim das contas, é muito mais gratificante trabalhar com aquilo que vai ao encontro dos seus valores e propósitos.

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Como calcular o ROI de uma franquia? Descubra!

Mesmo sendo um modelo de negócio interessante e uma boa forma de investimento, as franquias ainda geram muitas dúvidas em investidores e empresários. Entre elas, temos uma que tira até mesmo o sono de quem sonha em investir nesse sistema: o cálculo de retorno do investimento.

Conhecido como ROI, esse tipo de medida é um bom fator para saber se a franquia vale ou não a pena. Para te ajudar a entender melhor, separamos o que você precisa saber para calcular o ROI de uma franquia. Confira!

O que é ROI?

ROI é a sigla para Return over Investiment ou em bom português, retorno sobre investimento. Esse indicador aponta quanto em recursos financeiros a empresa está ganhando ou perdendo nos investimentos realizados.

A partir desse cálculo, é possível mensurar mais do que a viabilidade do investimento, mas também como aprimorar aqueles que já estão trazendo bons resultados.

​No caso de franquias, ele é calculado a partir dos custos de uma operação dividida pelo lucro líquido mensal. Quando não se sabe o valor do ganho líquido, pode-se usar uma projeção.

Existe uma estimativa para ROI?

Sim, ela gira em torno de 1 ano e meio a 3 anos. Mas esse prazo depende do valor da franquia: quanto mais cara for, maior será o tempo para que o investimento seja recuperado.

É importante ressaltar que esses valores são somente uma estimativa, já que existem diversos aspectos que podem determinar o prazo, como por exemplo o tipo de empresa, a localização, etc.

Quais são as variáveis para calcular o ROI?

Existem algumas variáveis determinantes para o cálculo do ROI. Para auxiliá-lo, listamos abaixo as principais. Entenda:

  • tarifa de compra da franquia;
  • reformas e adaptações do ponto de venda;
  • móveis;
  • maquinários;
  • capital de giro;
  • valores do estoque inicial;
  • salários dos funcionários;
  • documentações e permissões para oficializar a operação;
  • tributos;
  • ações de publicidade e marketing;
  • viagens.

É importante esclarecer que vender muito não é sinônimo de um retorno melhor ou mais ágil. É preciso, ainda, analisar o lucro líquido — tanto o obtido quanto o calculado —, os custos e as vendas.

Como o ROI não é sinônimo de dinheiro em caixa, a empresa pode até ter um cofre positivo, contudo, isso não significa que é o valor do retorno do investimento inicial.

 

 

Como calcular o tempo de retorno de investimento?

Bem, para efetuar o cálculo, primeiramente, você soma todo o investimento inicial, e subtrai desse montante o que a empresa lucrou. Para elucidar melhor, separamos o que é cada componente. Confira!

Investimento Inicial

Aqui estão todos os gastos do empreendimento antes de iniciar suas vendas. Geralmente estão incluídos a taxa de franquia (valor para ter o direito de usar o nome e modelo de negócio da empresa), capital de giro (quantia separada para emergências), alugueis, aquisição do ponto comercial, reforma, estoque inicial e equipamentos.

Receita

Todo o dinheiro que entra no negócio fica nesse tópico. Como antes de funcionar o empreendedor não sabe qual será esse valor, ele pode fazer uma projeção usando os números que já tem do estabelecimento.

Despesa

Neste ponto, estão todos os valores que são gastos em certo período de tempo. Geralmente, se coloca esse número na planilha a cada mês. Já que a maioria dos custos tem um valor mensal, nesse tópico, ficam os custos com luz, aluguel, funcionários, materiais, impostos, fornecedores e royalties.

Lucro

O resultado da receita menos as despesas é o lucro. Para calcular o retorno, é necessário colocar o investimento inicial também. Veja um exemplo:

  • Investimento = R$200.000
  • Prognóstico mensal de receitas = R$ 30.000
  • Prognóstico mensal de despesas = R$ 20.000
  • Ganho médio mensal = R$ 10.000

Para saber o tempo médio de retorno do investimento é preciso dividir o investimento pelo lucro médio. No caso acima (200/10 = 20), o prazo ROI ficaria em torno de 1 ano e 8 meses.

É possível reduzir o prazo de retorno do investimento?

Sim, há certos fatores que ajudam a acelerar o tempo de retorno. Separamos alguns que podem ajudar a melhorar o retorno de investimento:

Localização

Essa é uma questão bastante relevante para o sucesso da empresa. Por essa razão, é importante que sejam feitos estudos para determinar o melhor endereço para a franquia e que seja de fácil acesso aos clientes.

Porém, apesar de ser um item a se considerar, é preciso explicar que, geralmente, o ponto comercial fica fora do investimento inicial. Como o seu valor tende a ser alto, as franquias costumam não considerar esse elemento, já que para elas, ele é um desembolso e não um investimento. Além disso, é comum que o ponto perca a valorização com o tempo, o que dificulta a padronização.

Atendimento

Para que a empresa entregue um excelente serviço e seja bem-vista pelos clientes, o atendimento é fundamental. Ele deve estar em harmonia com a cultura do negócio e, assim, oferecer aos clientes um trabalho impecável.

Planejamento

Mesmo que o dono da franquia dê várias informações importantes sobre a empresa, ainda assim ela será responsabilidade do franqueado. E, nesse contexto, o planejamento daquele ponto é sua obrigação.

Portanto, é importante tomar algumas condutas para não prejudicar o investimento e garantir um ROI mais rápido, como, por exemplo, criar um plano de negócios que não fuja da cultura da empresa.

Quais são os benefícios de se investir em uma franquia?

A franquia é uma ótima chance para o empreendedor aprender. Afinal, ela oferece suporte e treinamento, assim como traz a oportunidade de melhorar suas noções de marketing. Outro ponto importante é que, com as franquias, não há necessidade de correr atrás de clientes, uma vez que ela já possui fregueses estabelecidos.

Salientamos que, antes de fechar o negócio com uma, verifique o número do ROI, pois ele pode auxiliar a entender se o empreendimento terá um bom rendimento.

Esperamos que esse post tenha mostrado o quanto calcular o ROI é importante para a sua franquia. Gostou desse conteúdo? Quer saber mais sobre o mundo dos negócios? Então, dê uma olhada em nosso artigo sobre 3 alternativas para aplicar o seu Fundo de Garantia do Tempo de Serviço!

O que são franquias? Seu guia completo!

Atualmente, um novo modelo de negócios tem despertado a atenção dos empreendedores, especialmente aqueles que não contam com recursos financeiros próprios e desejam investir menos ao mesmo tempo em que contam com o apoio de marcas consagradas e experientes.

Neste guia, mostraremos tudo sobre o sistema de franquias: o que são franquias, o seu funcionamento, como abrir esse modelo de negócio, os tipos existentes e algumas boas opções para você escolher. Acompanhe tudo isso nos tópicos que seguem!

1. O que são franquias?

Para saber o que são franquias, considere o significado da palavra. Franquia é uma palavra que significa privilégio, isenção. Tanto é assim que se costuma usar o verbo “franquear” no sentido de “permitir”, “dar passagem”, “favorecer”.

No universo dos negócios, franquia é o nome dado a um sistema de comércio, o franchising. Trata-se de uma espécie de filial da empresa principal, de uma representante da marca que atua em outro lugar.

Podemos definir franquia também como uma estratégia de uma empresa matriz para distribuir e comercializar produtos e serviços em lugares diferentes por meio de representantes físicos (outras empresas). O nome “franquia” é usado tanto para se referir ao modelo de negócio como à pessoa jurídica que integra uma rede de franquias, ou seja, a unidade franqueada.

Lei nº 8.955/94 define franquia empresarial como:

o sistema pelo qual um franqueador cede ao franqueado o direito de uso de marca ou patente, associado ao direito de distribuição exclusiva ou semiexclusiva de produtos ou serviços. Eventualmente, também ao direito de uso de tecnologia de implantação e administração de negócio ou sistema operacional desenvolvidos ou detidos pelo franqueador, mediante remuneração direta ou indireta, sem que, no entanto, fique caracterizado vínculo empregatício”.

2. Franquia ou negócio próprio: qual o meu perfil?

Antes de optar pela franquia, o empreendedor deve ter certeza de que é isso mesmo que ele deseja. Afinal de contas, muitos empreendedores preferem abrir um negócio próprio. O perfil do empreendedor é fundamental para essa decisão. Convém comparar a franquia com um negócio próprio e visualizar as vantagens e desvantagens de cada um conforme seu próprio perfil.

Se você prefere mais autonomia em seu empreendimento, o mais recomendável é abrir um negócio próprio. Assim, você terá mais liberdade e terá total responsabilidade pelas decisões relativas sobre os tipos de produtos que serão vendidos, onde eles serão comercializados, a que preço, quem será o público-alvo e a forma de vender.

Ou seja, para abrir um negócio próprio, você terá que ter a ideia inicial e mais importante, deverá criar sua própria marca, deverá desenvolver ações de marketing para lançar o produto no mercado, deverá definir o perfil do cliente, escolher o ponto e os canais onde os produtos serão vendidos. Deverá também estar a par da legislação sobre o assunto, bem como compreender o mercado onde atua, as possibilidades e as limitações que ele oferece.

Outro aspecto a considerar é o seu conhecimento sobre o negócio que vai abrir e sua capacidade administrativa para controlar as finanças e tudo o mais que estiver relacionado à sua empresa.

Se você tem um perfil mais conservador e não está disposto a correr grandes riscos e lidar com a incerteza na construção de uma marca que pode ou não fazer sucesso, a franquia é uma boa opção. Você poderá contar com o know-how de uma marca já famosa ou de uma marca que está em fase de expansão.

Uma das características de uma franquia é que ela representa um modelo de negócio que já foi testado no mercado e já apresenta resultados mais consistentes. Ou seja, o empreendedor tende a correr menos riscos em relação ao investimento em um negócio próprio. Não se trata de risco zero, mas certamente é um modelo de negócio com riscos menores, mais moderados e, em alguns casos, previsíveis.

Contudo, para participar de uma franquia, é preciso renunciar a uma autonomia integral e respeitar um padrão predefinido pela marca franqueadora. As regras dessa empresa deverão ser seguidas e, ao mesmo tempo, ela oferecerá suporte profissional e qualificado para que o empreendedor abra seu negócio, selecione o melhor ponto de venda e de inauguração, bem como oferecerá treinamento ao empreendedor e sua equipe de trabalho.

3. Como funciona uma franquia?

Sabendo o que são franquias, você precisa compreender agora como funciona esse sistema de negócio. Veja alguns conceitos fundamentais para entender o funcionamento de uma franquia:

Franqueador

A empresa que disponibiliza a franquia, ou seja, ela possui os direitos sobre uma marca determinada, formata o modelo de negócio e cede o direito de utilização da marca a terceiros, acompanhado do conhecimento necessário para a abertura, desenvolvimento e divulgação do negócio (por tudo isso, o franqueador é remunerado pelos terceiros beneficiados).

Franqueado

Pessoa física ou jurídica que opta pelo sistema de franchising desenvolvido pelo franqueador, pagando pela concessão desse direito.

Royalty

É o valor que o franqueado paga ao franqueador periodicamente (geralmente, o royalty corresponde a uma porcentagem incidente sobre o faturamento bruto).

Taxa de franquia

Também chamada de taxa inicial ou franchise fee, é um valor único definido pelo franqueador que permite ao franqueado adotar o sistema, sendo pago na assinatura do pré-contrato ou do contrato de franquia (essa taxa também remunera a empresa franqueadora pelos serviços que já foram oferecidos ao franqueado e alguns franqueadores cobram um percentual da franchise fee todas as vezes em que o contrato é renovado).

Fundo de promoção (fundo de propaganda)

Trata-se do valor que é pago pelo franqueado e estabelecimentos próprios dos franqueadores para custear as campanhas de marketing que divulgam a marca (na maioria das vezes, o próprio franqueador administra o fundo, mas sempre coloca o franqueado a par de como o dinheiro foi gasto).

Conselho de franqueados

Grupo formado pelo franqueador e pelos franqueados com caráter consultivo e destinado especialmente à administração do fundo de propaganda.

Circular de oferta de franquia

Trata-se do documento que, conforme determina a lei, precisa ser entregue pelo franqueador ao candidato à proposta de franquia no período que antecede em até 10 dias a assinatura do pré-contrato, contrato ou pagamento de qualquer quantia.

A circular de oferta de franquia deve ser redigida com clareza e entregue por escrito. Nesse documento, devem constar todas as informações sobre a franquia, a rede de franqueados e todas as condições que o franqueado deverá seguir antes e após o contrato ser assinado.

Caso o franqueado resolva desistir do negócio, isso é permitido, ou seja, ele não precisa renovar o contrato. Mas, caso decida desistir antes do final do contrato, precisará pagar uma multa por rescisão. O ponto físico pode ser passado adiante, considerando que seja um patrimônio do franqueado.

Da mesma maneira, o franqueador pode desistir do negócio, considerando que a franquia não está dando os resultados almejados ou por não ter mais interesse no ponto.

4. Quais são as vantagens de ser um franqueado?

Ser franqueado apresenta algumas vantagens, como correr menores riscos, o que não aconteceria se tivesse que iniciar seu negócio do zero. Tendo isso em vista, o franqueado está respaldado por uma marca conhecida do público, com um status garantido e também tem todo o conhecimento da empresa franqueadora à sua disposição.

O franqueador também se favorece do negócio, pois poderá ampliar sua rede por estados, cidades e/ou bairros diferentes, conseguindo sócios que investem algum capital para abrir suas unidades de franquia.

Como o franqueado recebe conhecimento especializado do franqueador, pode se engajar no negócio com mais segurança e confiança, efetivando uma gestão mais eficaz. Esses aspectos contribuem para resultados mais satisfatórios que os conquistados em um negócio próprio. O franqueado trabalhará sempre buscando como objetivos principais a maior lucratividade e a maior rentabilidade — o ROI (retorno sobre o investimento) poderá ser mais rápido do que se pensa.

Em relação aos aspectos jurídicos, o sistema de franquias já tem maturidade suficiente na economia, contando com uma legislação que define de forma explícita as responsabilidades de ambas as partes e a não vincularidade trabalhista e fiscal entre franqueador e franqueado.

Juridicamente estabelecida, a franquia oferece a possibilidade de controlar padrões e procedimentos operacionais, identidade visual e outros detalhes que proporcionam experiências mais efetivas ao consumidor.

Com o conhecimento compartilhado, os franqueados têm a oportunidade de difundir práticas que se mostrem eficientes e lucrativas, aumentando o potencial da rede e gerando vantagens competitivas para eles.

Na verdade, é um sistema de negócio baseado no trabalho conjunto e, trabalhando em parceria, tudo se torna mais fácil, inclusive a expansão da rede (novos espaços poderão ser ocupados com mais rapidez, possibilitando fazer frente à concorrência, especialmente as empresas que não adotam sistemas de franquias). A expansão da marca acontece, portanto, com mais agilidade, mas também com mais economia.

Cada franqueado deve lembrar que o sucesso de cada unidade ajuda a marca a se fortalecer ainda mais e gera maiores possibilidades para cada um deles. Veja o resumo das vantagens específicas para o franqueado:

  • o negócio já começa contando com a credibilidade de uma marca (que pode ser muito consagrada entre os consumidores);
  • o apoio do franqueador;
  • a existência de um plano de negócio: geralmente, empreendedores com menos recursos financeiros e patrimoniais não têm tempo e habilidades suficientes para fazer a previsão de fatos político-sociais e econômicos que podem interferir no negócio. Por outro lado, com o suporte do franqueador, os riscos diminuem, principalmente os financeiros;
  • uma maior garantia de mercado: o franqueado usufrui da vantagem competitiva oferecida pelo franqueador, o qual já testou e vendeu seus produtos em larga escala, além de ter planejado a expansão e deter o conhecimento mais aprofundado de seu público-alvo (o franqueador dispõe de informações importantes sobre o processo de produção e venda, bem como conhece melhor as estratégias das marcas concorrentes);
  • o planejamento otimizado dos custos de instalação: ao oferecer projetos de arquitetura e as plantas de engenharia das edificações, o franqueador calcula e divide os custos com o franqueado (da mesma forma na hora de executar a fiscalização da obra e definir equipamentos e máquinas);
  • uma economia de escala: os gastos com marketing são rateados entre todos os franqueados, reduzindo a necessidade de investimentos mais elevados e permitindo otimizar a qualidade do trabalho publicitário. O franqueado também pode comprar com desconto na rede de compras e adquirir maquinário a preços mais acessíveis devido à quantidade;
  • a possibilidade de pesquisa e de desenvolvimento a baixos custos: os gastos com pesquisas e desenvolvimento de produtos novos e/ou com os aprimoramentos daqueles que já existem são responsabilidade do franqueador (a empresa matriz é quem testa os produtos nas unidades antes de lançá-los);
  • mais independência jurídica e financeira: apesar de o franqueado ter que se submeter às condições definidas pelo franqueador, ele terá sua própria razão social, configurando assim uma pessoa jurídica distinta (nesse caso, as operações financeiras dessa empresa serão de responsabilidade única e exclusiva dela).

 

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5. Como abrir uma franquia?

Veremos agora como abrir uma franquia com segurança e com tudo legalizado. Primeiramente, é importante fazer o cadastro, preenchendo uma ficha específica (geralmente, é possível fazer isso pela internet).

Por meio dessa ficha, o franqueador poderá analisar o perfil do franqueado. Quanto mais perguntas forem respondidas e quanto mais questões forem esclarecidas é melhor para ambas as partes (o franqueado não corre o risco, por exemplo, de entrar em um negócio ao qual não se ajusta).

Caso a empresa franqueadora aprove a ficha, ela convocará o candidato para uma reunião. Nesse encontro, o candidato receberá a COF (circular de oferta de franquia), que registra todas as informações relevantes sobre a franquia, contendo ainda a minuta do contrato.

A COF contém:

  • os valores que deverão ser pagos, como a taxa de franquia, os royalties e os custos com propaganda;
  • o tipo de suporte ofertado e como é o treinamento;
  • a existência ou não de pendências judiciais;
  • se o franqueado tem a obrigação de comprar apenas dos fornecedores indicados pela rede;
  • os nomes, os endereços e os telefones dos franqueados e ex-franqueados do último ano;

Nesse encontro, é importante que o franqueado pergunte ao franqueador:

  • se ele dispõe de um manual para tirar dúvidas;o período de duração do treinamento e o assunto que é tratado nele;
  • se o negócio é afetado pela sazonalidade e o que deve ser feito nesses períodos de movimento escasso;
  • a quantidade de franquias que ele pretende vender ao longo do ano;
  • de que forma a empresa pretende crescer respeitando a sustentabilidade;
  • qual é a estrutura de fornecimento dos produtos e o suporte dado.

Como já é sabido, na circular de oferta de franquia estão registrados os contatos da rede. O candidato deve aproveitar para fazer uma visita a essas unidades e conhecer os franqueados. Comporte-se como se fosse um cliente e fique atento ao atendimento prestado e à opinião dos consumidores.

A legislação oferece um prazo mínimo de 10 dias para que o candidato considere a circular de oferta de franquia. Antes de terminar esse prazo, o candidato não deve pagar nada ao franqueador.

O candidato deve conversar com os outros franqueados (no mínimo, três deles) para ter informações mais precisas das operações de rotina e do relacionamento que o franqueador mantém com eles. Nesse sentido, ele pode perguntar qual o valor efetivo do capital de giro necessário, se o suporte dado pelo franqueador é satisfatório, se os fornecedores são bons e entregam no prazo, qual é o faturamento do ponto e outros detalhes importantes.

É fundamental ler cuidadosamente a minuta do contrato a fim de saber se a relação com o franqueador será realmente positiva. Na maior parte das vezes, as cláusulas seguem um padrão e não existe muita margem para alterações.

Mesmo assim, talvez seja possível combinar alguns aspectos do contrato, como um desconto sobre a taxa inicial ou sobre o valor dos royalties. Também poderá amenizar as multas por invasão territorial. A taxa de franquia é paga no momento em que o contrato ou pré-contrato é assinado.

Depois de assinar o documento de adesão, o franqueado recebe um cronograma explicando o que precisará ser feito. Nesse cronograma, estarão registrados, por exemplo, os prazos para abrir a empresa, reformar o ponto se for necessário, contratar os funcionários e implantar o sistema. Esse processo consome aproximadamente entre 90 a 120 dias.

O franqueado precisa ficar ciente de qual será sua responsabilidade com a marca, como será realizado o fornecimento dos produtos, de que modo pode ser feita a rescisão de contrato e outros aspectos relevantes.

A escolha do ponto comercial também é outro aspecto de fundamental importância para abrir uma franquia. Provavelmente, será necessário realizar algumas adaptações no imóvel para que ele corresponda aos objetivos do negócio. O ponto pode ser tanto próprio como alugado. Caso o franqueado já disponha de um imóvel para estabelecer sua unidade franqueada, melhor ainda, pois significa que ele terá menos custos.

O ponto precisa estar localizado, preferencialmente, em uma região com boa movimentação de pessoas e veículos. Em alguns casos, o franqueador ajuda o franqueado a escolher o melhor ponto. Vale ressaltar que é necessário informar-se na prefeitura se a região escolhida permite a abertura de ponto comercial (caso contrário, não será possível conseguir o alvará de funcionamento).

Se o imóvel for alugado, é recomendado fazer um contrato de locação de, no mínimo, 5 anos, considerando que a maior parte dos contratos de franquia se estende por esse prazo.

Antes da inauguração, o franqueado e sua equipe de funcionários terão que passar pelo treinamento, de modo que seja possível conduzir o negócio de acordo com as regras e o manual de operações do franqueador.

Por fim, o dia da inauguração é especial. A partir dela, o franqueado deve engajar-se ao máximo com seu negócio a fim de que ele ofereça boa rentabilidade e mantenha-se muito tempo no mercado. E lembre-se de procurar orientações e suporte do franqueador sempre que for necessário.

6. Tipos de franquia

Além de saber o que são franquias, é importante conhecer os diferentes tipos que existem.

A franquia individual

O primeiro tipo é a franquia individual, em que não há a possibilidade de divisão de espaço com outras franquias. Nesse caso, o franqueado é exclusivo de uma determinada marca franqueadora. O ponto para estabelecer o negócio é definido a partir de critérios que consideram o potencial do ponto para recebê-lo.

A franquia unitária

A franquia unitária é outro tipo de franquia e caracteriza-se por ser situada em um lugar preestabelecido. Nela, franqueado goza de livre poder de atuação exclusiva. Inclusive, é possível desenvolver outras franquias unitárias, desde que existam recursos financeiros e desempenho suficiente que justifiquem e permitam essa ação.

A franquia shop in shop

A franquia shop in shop é aquela na qual um estabelecimento comercial pretende dividir espaço com uma franquia de segmento diferente. Nesse caso, o franqueado não precisa encontrar um ponto, pois ele já existe. A finalidade desse tipo de franquia é permitir a alavancagem de um negócio que já existe, possibilitando ao empreendedor gozar de outra fonte de renda.

A franquia master

A franquia master representa a possibilidade de terceirizar ou implementar outros pontos de franquia em uma determinada zona. Nesse caso, o franqueado tem direito a um percentual dos royalties e da taxa de franquia. O franqueador recebe pela operação da franquia e pelas comissões de todas as outras da região.

A franquia mista

A franquia mista é o tipo que comercializa tanto produtos como serviços. O franqueador é um fornecedor enquanto o franqueado distribui os produtos e os serviços.

A franquia de distribuição

Na franquia de distribuição, os royalties não são cobrados, nem é cobrada a taxa inicial da franquia. Assim, o franqueado remunera o franqueador vendendo seus produtos/serviços.

7. Veja algumas opções de franquias

Agora, vamos listar algumas opções de franquias. Esta seleção foi adotada pelo Portal do Franchising, considerando as seguintes categorias em ordem alfabética:

  • acessórios pessoais e calçados;
  • alimentação;
  • bares, restaurantes e pizzarias;
  • bebidas, cafés, doces e salgados;
  • beleza, saúde e produtos naturais;
  • comunicação, informática e eletrônicos;
  • construção e imobiliárias;
  • cosméticos e perfumaria;
  • educação e treinamento;
  • escolas de idiomas;
  • fotografia, gráficas e sinalização;
  • hotelaria e turismo;
  • limpeza e conservação;
  • livrarias e papelarias;
  • móveis, decoração e presentes;
  • negócios, serviços e conveniência;
  • serviços automotivos;
  • vestuário.

Apesar de não constar nesta lista, existem franquias de óticas e joalherias, bem como de farmácias.

Depois de compreender o que são franquias, as suas vantagens e as suas limitações, cabe a você decidir se prefere optar por esse sistema ou prefere abrir um negócio próprio. Cabe também a você decidir que tipo de franquia acha mais vantajoso e em que segmento prefere atuar.

As franquias são boas alternativas para o empreendedor que está começando e tem pouco capital de giro disponível, bem como para aquele que deseja mudar de carreira. Mas é fundamental estudar bem antes de escolher qual opção será melhor. Pesquise franqueadores diversos, fale com franqueados, analise seu próprio perfil e só então decida!

O que achou do post? Sente-se mais esclarecido sobre o assunto? Deseja adquirir uma franquia? Qual o ramo que mais atrai seu interesse? Deixe sua opinião ou dúvida no espaço abaixo!

 

Mudar de carreira: saiba como escolher uma nova área profissional

Escolher uma profissão não é tarefa fácil — e não é raro que se perceba isso apenas depois de estar estabelecido em um mercado ou área. Nessas horas, buscar mudar de carreira é uma solução para tentar alcançar a realização profissional, uma transição que, por sua vez, pode trazer muita insegurança.

Se você está passando por um momento como esse, acompanhe este texto e saiba como escolher uma área profissional mais adequada ao seu perfil. Boa leitura!

1. É realmente preciso mudar de área de atuação?

Mudar de carreira é uma decisão que gera consequências. Por isso, é preciso ter cautela e considerar se essa alternativa será a solução para o seu problema. Assim, o primeiro passo diante à insatisfação com a carreira e vontade de mudança deve ser analisar e definir se é realmente necessário trocar a área de atuação.

Alguns fatores podem indicar que você está ansioso por uma mudança na sua vida profissional — como frustração e desânimo constante em relação à sua carreira. Algumas situações, no entanto, podem fazer com que esses sentimentos piorem: estar diante de poucas possibilidades de avanço e crescimento no trabalho é uma delas, por exemplo.

Para definir se mudar de carreira é realmente preciso, existem algumas questões. Confira os próximos tópicos e saiba mais:

1.1. Identifique as causas da vontade de mudar

Como mencionamos, diversos motivos podem estar relacionados com a insatisfação profissional e ter consciência disso é o primeiro passo para o problema de forma eficaz e sem tomar decisões precipitadas (e prejudiciais!).

Assim, coloque-se a pensar: o problema pode estar ligado ao atual emprego e às políticas da empresa — e não à carreira em si. Numa situação dessas, se a questão não for corretamente identificada, a mudança pode não trazer os efeitos desejados, e sim mais frustração.

Talvez você esteja desmotivado por estar em uma empresa que não oferece mais chances de crescimento, que não reconhece os seus esforços ou que não respeita os seus direitos. Nesses casos, o seu problema não é a carreira — e sim onde ela está no momento.

Nesse caso, a solução pode surgir em meio a uma conversa clara com os superiores ou na busca de outro emprego com a mesma função em outra empresa (o que é bem menos impactante do que iniciar uma nova carreira em outra área).

Outro ponto se relaciona com a sua vida pessoal. Você já parou para pensar se os problemas que você atribui ao trabalho têm ligação com outras áreas da sua vida — como problemas financeiros, pessoais e familiares? É preciso ter em mente que eles afetam o seu desempenho e modo de agir. E, portanto, leve-os em consideração.

Caso a situação dure por muito tempo, isso pode afetar a forma como você lida com o trabalho, deixando dúvidas sobre sua carreira e sua própria capacidade — o que faz com que você fique insatisfeito e cogite uma mudança drástica em relação à área de atuação profissional.

Nesses casos, a mudança pode até mesmo agravar o problema, tendo em vista que afetará a sua rotina e poderá ter impactos na sua situação financeira, piorando, assim, o seu estado emocional.

Contudo, a vontade de mudar de carreira pode ser realmente motivada por insatisfação e por problemas diretamente relacionados ao segmento de atuação da empresa em que você trabalha e/ou à função que você exerce.

Isso pode acontecer por diversos motivos — rotinas estressantes, burocracias excessivas e funções que não condizem com os seus propósitos são alguns exemplos de razões que desgastam a motivação dos profissionais.

Você deve se perguntar por que escolheu essa carreira e o que faz com que queira abandoná-la. Busque responder a perguntas como: a escolha dessa profissão levou em conta as suas afinidades e habilidades? Você precisou ingressar no mercado de trabalho cedo demais e não teve tempo ou oportunidade de fazer a graduação desejada?

É fundamental analisar, cuidadosamente, quais são as causas da insatisfação com o trabalho e o que gerou a vontade de mudar de carreira para tomar uma decisão consciente e evitar arrependimentos.

1.2. Busque auxílio profissional

Tendo em vista que a compreensão dessa fase da vida pode ser complicada, é recomendável contar com apoio profissional para identificar os motivos da sua insatisfação.

O auxílio nesse momento é fundamental, pois, como mencionamos, a insatisfação pode não estar ligada à carreira, mas a alguns pontos específicos da atuação profissional em determinada empresa — ou, ainda, a alguns problemas pessoais.

Você pode contar com um psicólogo ou com um coach. Esse profissional trabalhará os aspectos relacionados à sua carreira e à sua vida pessoal para ajudar você a compreender melhor a situação.

Afinal, um olhar “de fora” da situação sempre ajuda a identificar situações que você não enxerga, facilitando o entendimento sobre as causas e as soluções. O objetivo disso tudo é encontrar formas de trabalhar na melhora dos aspectos que estão incomodando e, se necessário, encontrar maneiras e traçar estratégias para escolher um novo caminho.

2. Como planejar-se para mudar de carreira?

Após ter a certeza de que a mudança de carreira é o caminho correto para você, é fundamental planejar cuidadosamente essa transição. É preciso considerar o tempo disponível e as condições financeiras para descobrir a melhor forma de se preparar para atuar em uma nova área.

É preciso ter muito cuidado para não agir por impulsos e de cabeça quente. Lembre-se: nunca é uma boa ideia tomar decisões baseadas em situações isoladas, dificuldades pessoais, modismos ou promessas de rápida melhora financeira.

Mudar de carreira é um passo sério e significa reiniciar a luta pelo crescimento e reconhecimento profissional. Nesse sentido, decisões impensadas podem gerar mais frustrações e dificuldades. Você não quer errar novamente, certo?

Contudo, se você tiver certeza de que precisa mudar, lute por isso e não tenha medo de perseguir os seus sonhos. Muitas pessoas desistem de mudar os rumos profissionais por não ter certeza em relação aos próprios objetivos, por ter medo de mudança ou até mesmo por achar que já passaram da idade para buscar algo novo.

Todos esses aspectos podem — e devem — ser trabalhados. Realizando um bom planejamento, a mudança de carreira pode ser realizada com segurança e responsabilidade — assim ela certamente trará satisfação pessoal e melhorias na sua vida profissional.

Para isso é recomendável que você siga diversas etapas. A seguir daremos algumas dicas para facilitar essa mudança. Acompanhe!

 

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2.1. Identifique suas necessidades

Tenha sempre em mente que mudar de carreira afetará todos os aspectos da sua vida. Por isso, é muito importante ter autoconhecimento e saber quais são as suas necessidades, o que você busca com a nova carreira, o que você espera, o que é preciso para que você desfrute do padrão de vida pretendido e vários outros detalhes.

Também é necessário saber o que será preciso fazer para adotar uma nova carreira: você precisará fazer outra graduação? Uma especialização ou outros cursos técnicos podem servir? Qual será o investimento necessário? Tudo isso influenciará os próximos passos que devem ser tomados.

Enfim, é preciso pensar com calma em tudo o que você precisa para viver bem e realizado — e ponderar se a mudança de área de atuação poderá te proporcionar isso. Em caso positivo, comece a pensar no que é necessário para colocar essa mudança em prática.

2.2. Descubra suas habilidades

Se você não está feliz na sua profissão mas não tem certeza de onde quer atuar, é preciso descobrir algumas coisas sobre você: quais são as suas habilidades, quais são as suas afinidades, em que tipo de trabalho você se sai melhor? Você pode fazer isso por meio de testes vocacionais — preferencialmente aplicados por um profissional capacitado.

Atuar em uma área que favoreça ou necessite das suas habilidades tornam o trabalho mais prazeroso e recompensador — o que leva a uma carreira de sucesso. Por isso, é importante saber em quais áreas e com quais tipos de trabalho você se dá bem. Assim é possível visualizar de forma clara as alternativas e possibilidades de mudança.

2.3. Estabeleça seus objetivos e metas

Objetivos e metas são essenciais na vida — é preciso criar um plano que estabeleça objetivos e prazos para realizar essa transição. Isso é importante para que você mantenha o foco e não desista diante de dificuldades.

Defina os passos necessários para essa mudança e elenque as etapas que você deverá concluir. Na hora de definir metas e prazos, seja realista. Estude as possibilidades com calma, pois não adianta nada criar objetivos que exigem demais ou que não permitem erros — isso só gerará mais frustração.

Sempre que possível, quebre os objetivos grandes em vários objetivos menores e de curto prazo. Ao alcançar pequenas metas, você criará ânimo para continuar investindo nessa mudança e verá que é capaz de realizar tudo o que quiser.

2.4. Faça um planejamento financeiro

Para fazer a transição de carreiras é importante fazer um planejamento financeiro para o período. Afinal, toda mudança exige investimento — seja em cursos, graduações ou especializações, seja na abertura de um novo negócio. Além disso, no início da carreira os rendimentos costumam ser mais baixos.

Uma boa ideia é conciliar uma nova carreira com a antiga até que você consiga alguma estabilidade — contudo, nem sempre isso é possível. Às vezes, mesmo que no início essa conciliação seja possível, com o tempo a rotina pode ficar muito pesada e prejudicar o seu rendimento nas duas atividades.

Assim, é preciso fazer uma escolha — e com um bom planejamento financeiro é possível manter os planos de mudar de carreira sem passar por dificuldades financeiras. Desse modo, é fundamental planejar os gastos e criar uma reserva financeira para conseguir passar por essa fase da forma mais estável possível.

2.5. Prepare-se emocionalmente para a mudança

A mudança de carreira também exige um período de adaptação — por isso, estar preparado emocionalmente é essencial para que você não se frustre. É normal que o início traga algumas dúvidas, dificuldades e desafios — nesse sentido, um bom planejamento é essencial para que você não desanime e desista diante de tais problemas.

Converse com sua família e pessoas mais próximas: essa fase de transição poderá afetá-las. Explique detalhadamente a situação e todos estarão prontos para apoiar as suas decisões.

Todas essas dicas são essenciais para fazer uma transição tranquila de carreiras. Contudo, existe um fator essencial para o sucesso dessa mudança: saber qual carreira seguir e ter segurança sobre essa decisão. Confira o próximo tópico e veja o que você deve fazer.

3. Como encontrar a carreira certa?

Conforme já explicamos, para encontrar a carreira certa é preciso descobrir quais são as suas afinidades. Não se limite ou tenha medo do tempo: mesmo que a nova carreira não pareça ter qualquer ligação com a sua área de atuação, é importante lembrar que conhecimento nunca é demais.

Algumas rotinas e questões relacionadas à antiga profissão podem ajudar você a crescer e se destacar no novo segmento. Novamente, o apoio profissional também é válido: por meio de testes psicológicos e de aptidões um psicólogo poderá indicar áreas que se encaixem às suas preferências e ao seu estilo comportamental.

Essa ajuda profissional ajudará você a identificar quais atividades podem ser mais prazerosas, aliando, assim, rentabilidade e satisfação. Depois de definir essas questões é importante analisar alguns fatores relacionados às profissões pelas quais você nutre interesse.

Veja mais a seguir:

3.1. Desafios da área

O primeiro passo é saber quais serão os desafios da área de atuação escolhida — ou daquelas que você tem afinidade — para entender se você está disposto a passar por todas as etapas e dificuldades do início de uma nova carreira.

Toda carreira terá desafios e obstáculos, isso faz parte do mercado de trabalho e de todas as profissões. Porém, em alguns casos os sacrifícios necessários não valem a pena. Por isso, os desafios e obstáculos que deverão ser enfrentados devem ser ponderados para que não sejam motivos de novas insatisfações no futuro.

3.2. Prós e contras da profissão

Para mudar de carreira é fundamental saber o que você está procurando e com o que deseja atuar. Caso você esteja dividido entre várias opções, faça uma lista de prós e contras de cada profissão.

Liste as coisas que você considera vantagens e atrativos e as que você considera dificuldades e desvantagens. Dessa forma você conseguirá avaliar melhor as opções e riscar algumas delas da lista.

Outro fator essencial é ter uma lista com as suas habilidades e necessidades — lembre-se da importância do autoconhecimento para o planejamento da sua mudança de carreira. Assim, diante de mais de uma oportunidade, você pode buscar a que mais se encaixa nas suas expectativas.

Afinal, tendo em vista que a mudança de carreira costuma ser impulsionada pela insatisfação, é fundamental buscar a que mais tem a ver com os seus ideais e propósitos de vida.

3.3. Limitações da carreira

Também é importante saber as limitações de cada carreira. Busque saber, por exemplo, quais são as suas chances de crescimento, quais são os sacrifícios envolvidos, se essa carreira trará alguma limitação em relação ao seu modo de vida atual e como será o impacto dessa escolha na sua família.

Tendo consciência das limitações você evita criar expectativas e gerar novas frustrações graças aos obstáculos existentes. Por isso, ao se identificar com uma carreira é importante buscar estudar e entender todas as suas características e limitações antes de investir dinheiro e esforços em prol dela.

3.4. Mercado de trabalho

Conhecer e entender o mercado de trabalho é fundamental — afinal, é preciso ter consciência das possibilidades reais da nova carreira e saber em que território você está pisando.

Para isso, é necessário conhecer o público e saber como funciona o mercado na sua região para ver se é viável investir na nova carreira — seja para buscar uma recolocação no mercado de trabalho, seja para empreender e buscar seus próprios clientes.

Você deve investir em um trabalho de pesquisa para entender as necessidades do mercado de trabalho, o que está em alta, quais setores são mais promissores, quais são as funções mais requisitadas ou quais serviços e produtos são mais buscados. Enfim, é preciso fazer uma análise completa para ter certeza da viabilidade da mudança.

Isso é essencial, pois, ao buscar uma mudança de carreira, busca-se também a satisfação pessoal e a estabilidade financeira. Por isso, ao passar por essa mudança, é preciso ter muito cuidado para fazer uma escolha consciente, que dê reais possibilidades de crescimento e satisfação.

3.5. Converse com outras pessoas

Para conhecer melhor a carreira que você deseja trilhar o ideal é conversar com outros profissionais que atuam na área. Você também pode procurar outras pessoas que tenham passado por uma situação parecida para saber como foi feita a escolha e como se deu esse processo.

Também é importante ter uma boa rede de contatos, pois relacionamentos profissionais podem ajudar tanto na busca por um novo emprego na sua nova carreira quanto na captação de clientes para um negócio novo.

Uma coisa é saber como é a carreira na teoria, outra é verificar a experiência de outras pessoas, como elas se sentem e como determinada carreira realmente é na prática — isso pode garantir que você não se iluda com o novo trabalho.

3.6. Tenha certeza do que quer

Tendo em vista os impactos dessa decisão, ter certeza é fundamental. Quando você decide mudar de carreira, logo isso quer dizer que, em outro momento, você não fez a melhor escolha. Nessa situação, você também já teve de lidar com o início de carreira e as lutas diárias para buscar o crescimento profissional.

Desse modo, você deve estar certo em relação ao novo rumo escolhido para que possa enfrentar, sem hesitar, todos os passos necessários até conseguir estabilidade e sucesso no caminho que você decidiu percorrer.

Por isso, a análise de todas as questões relacionadas a essa mudança é essencial para garantir a melhor decisão. Assim, o recomendado é que você só coloque os seus planos em prática depois que tiver certeza do que você quer fazer — e de como fazer.

3.7. Busque as ferramentas necessárias e coloque a mudança em prática

Finalmente, após ter tomado todas as decisões, definido metas, traçado objetivos, estipulado prazos e escolhido qual carreira seguir, agora é a hora de colocar a mudança em prática. Nesse momento é preciso buscar as ferramentas necessárias para atingir os objetivos traçados.

Considere: matricular-se em um curso para expandir seus conhecimentos e melhorar o currículo, cursar uma graduação para se adequar à nova área, fazer uma especialização ou cursos de extensão que possam dar uma base para a nova carreira, criar uma rede de contatos para facilitar a recolocação e o reconhecimento profissional.

Caso você queira criar um negócio próprio, alguns cursos voltados para administração e outros aspectos específicos do empreendedorismo podem ser uma excelente ideia. Você também pode buscar parceiros e sócios para criar uma empresa e investir em um novo segmento.

Também é possível investir em franquias que atendam às suas expectativas. Elas consistem em negócios estruturados, com processos organizados, e permitem ao franqueado a abertura de um novo negócio por meio de um investimento inicial e do pagamento de uma licença para o uso da marca.

Por carregar nomes fortes e já consolidados entre o público, as franquias oferecem um  — fatores excelentes para quem busca uma nova carreira.

Enfim, tudo dependerá da escolha feita — novamente, o planejamento é essencial. Estruture um plano e revise-o sempre que necessário para verificar os objetivos, as metas e seus andamentos — talvez seja preciso adaptá-los periodicamente à realidade vivenciada.

Mudar de carreira é uma decisão importante e vai refletir em todos os aspectos da sua vida. Com essas dicas em mente será bem mais fácil planejar essa mudança, escolher uma nova área de atuação, colocar os seus planos em prática e realizar os seus sonhos.

Pronto! Agora você já sabe quais são os principais pontos a avaliar na mudança de carreira e como escolher uma nova área profissional. Se você gostou deste texto, curta a nossa página no Facebook e acompanhe as nossas atualizações!

Independência financeira: 6 passos para conquistar a sua!

Muitos trabalham por extensos períodos e no final do mês surge uma surpresa bem desagradável: o dinheiro não cobrirá todos os compromissos. E, essa dificuldade em manter a saúde financeira, que atinge boa parte da população brasileira, desequilibra o orçamento familiar e afeta a vida profissional também.

Contudo, é possível reverter essa situação a seu favor. Afinal, para manter as contas no azul, basta ter disciplina e, claro, muita organização. Inicialmente, parece uma tarefa difícil; entretanto, com alguns métodos, deixar o saldo positivo pode ser mais simples do que parece.

Gostaria de saber como conquistar a sua independência financeira, fechar o mês tranquilamente e com chances de criar uma poupança expressiva?  Confira, então, 6 superdicas para garantir um padrão de vida invejável!

1. Registre a movimentação financeira

Colocar cada detalhe no papel e anotar toda a movimentação do dinheiro é o primeiro passar para conseguir a autonomia financeira. O mais recomendado, nesse quesito, é registrar tanto as despesas quanto as receitas. Faça uma planilha completa e especifique tudo.

Em relação às despesas, não se esqueça de discriminar o tipo de gasto. Vale desde uma simples compra no mercado, até mesmo o pagamento do aluguel. O intuito, aqui, é ter pleno conhecimento da utilização da verba e, principalmente no que está sendo gasto o seu dinheiro.

São estratégias para entender melhor o fluxo financeiro e fazer os devidos ajustes para eliminar gastos desnecessários. Portanto, tenha o planejamento e a organização como prioridade, o que tornará todo o processo mais transparente e fácil de você acompanhar.

2. Estabeleça metas e planos

Outro aspecto que vai ajudar a economizar algum dinheiro para utilizar com aquilo que você realmente ama é estabelecer metas — tanto a curto, quanto a médio e longo prazo.

Não existe uma regra aqui. O importante é definir bem os seus propósitos para os próximos anos — seja fazer uma viagem para o exterior, seja abrir o seu próprio negócio, tornando-se um empreendedor. Ao determiná-las, saberá que cada sacrifício feito é em prol de um objetivo maior.

No entanto, não é só isso. É preciso também pensar em estratégias capazes de viabilizar as suas metas. Afinal, de nada adianta ter os objetivos bem definidos sem ter uma atitude para torná-los reais, não é mesmo?

A implementação dessas ações vai proporcionar mais motivação para se programar financeiramente. E, logo você perceberá que o seu desejo pode, sim, ser realizado. Sabe aquele sonho que já foi adiado diversas vezes devido a falta de recursos? Pois então, você pode, enfim conseguir colocá-lo em prática.

3. Evite empréstimos

Com o intuito de quitar as contas de uma vez, as pessoas pensam que a solução é realizar outras dívidas. Nesse caso, elas esquecem de analisar as taxas cobradas pelo banco, que normalmente são astronômicas. Ou seja, fuja dos empréstimos.

Se você está endividado, que tal tentar renegociar o valor juntamente ao credor? Empréstimos, em geral, não compensam porque você estará apenas mudando a dívida de lugar. E, ainda com o risco de pagar juros altos.

Renegocie a dívida com parcelas que, de fato, cabem no seu orçamento. Afinal, de nada adianta fazer um compromisso que você não conseguirá honrar.

Vale ressaltar que o empréstimo, muitas vezes, é o principal motivo pelo qual a situação financeira de qualquer indivíduo transforma-se numa bola de neve. Quando  a pessoa percebe, o dinheiro está sendo utilizado simplesmente para pagar multas e juros e a dívida original continua lá.

4. Extermine os cartões de crédito

Claro que se usado corretamente, o cartão de crédito pode ser um grande aliado, visto que o portador tem alguns dias para pagar a conta — isso sem falar na questão da possibilidade de parcelamento.

Mas, quando não há um controle rígido, o uso incorreto dos cartões torna-se no vilão que impede o sonho da estabilidade financeira.

Outro ponto desvantajoso do cartão é que ele pode estimular a pessoa a fazer dívidas, muitas vezes, desnecessárias. O motivo é simples: o dinheiro não está saindo do bolso naquele momento. Porém, quando a fatura chega, a pessoa percebe o estrago feito.

O mais recomendado, nesse contexto, é optar por compras no débito ou à vista. Ainda mais quando a empresa disponibiliza descontos. Deve-se desenvolver essa prática para evitar problemas futuros. Ou seja, se não tem dinheiro, não compra.

5. Adote um estilo de vida equilibrado

Pessoas endividadas, em geral, tentam manter um padrão de vida muito acima do permitido. Em outras palavras, elas vão em restaurantes caros, compram o celular da moda, adquirem roupas para ostentar grifes famosas e andam em automóveis luxuosos.

Entretanto, para manter esse estilo é preciso despender um valor elevado. Contudo, nem sempre o indivíduo tem um salário condizente com a vida que gosta de ostentar.

Talvez seja necessário refletir mais sobre isso, superar o consumismo exacerbado, evitar endividar-se e viver com simplicidade; porém, mais feliz.

O mal da sociedade contemporânea é pensar que a felicidade está nas coisas. De nada adianta usar objetos caros sabendo que não terá dinheiro para pagá-los. Por isso, não caia nesse erro. Saiba administrar bem os seus recursos com sabedoria e equilíbrio.

6. Reserve uma quantia da sua remuneração

Quando alguém quer emagrecer, qual é a atitude mais adequada? Além de malhar e ter uma alimentação balanceada, o ideal é que a quantidade de calorias queimadas no dia a dia seja maior do que as ingeridas, certo?

O raciocínio é o mesmo no mundo das finanças. Para conquistar a tão desejada independência financeira é fundamental gastar menos do que o valor recebido mensalmente. Não tem erro nesse cálculo. Pense nisso!

Faça um planejamento estruturado e certifique-se de guardar uma porcentagem do seu salário. Como já dizia o ditado, de grão em grão, a galinha enche o papo. Isso significa que, em questão de tempo, você conseguirá poupar um montante expressivo.

A conquista da independência financeira acontece por meio de um processo gradual. Não basta, por exemplo, manter as contas em dia e não se programar para poupar recursos. Assim, é preciso seguir à risca todos as etapas, pois cada aspecto está diretamente ligado com o sucesso dessa missão.

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Onde investir o FGTS? Veja 3 opções!

O Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) é um valor acumulado pelos trabalhadores formais ao longo de suas carreiras. Enquanto há um contrato de trabalho, o empregador é obrigado a depositar 8% do valor do salário, mensalmente, para a formação do FGTS − que antes do trabalhador se aposentar, poderá ser sacado em situações especificas.

Muitos têm dúvidas sobre onde investir o FGTS, afinal, geralmente é um valor considerável. Então, é importante acompanhar mensalmente os seus rendimentos, estar atento às regras para utilização e, claro, fazer planos para investir seu dinheiro da melhor forma possível.

Neste post, você vai entender melhor o que é o FGTS, em quais situações você poderá sacá-lo e também dicas sobre os melhores tipos de investimentos para você multiplicar seus ganhos. Confira!

O que é o FGTS e como usá-lo?

O FGTS foi criado pelo Governo Federal com o intuito de proteger o trabalhador formal de demissões sem justa causa. Todos os meses, o empregador é obrigado a depositar na conta do Fundo de Garantia de cada trabalhador o que corresponde a 8% do seu salário.

Ou seja, todos os trabalhadores registrados pela CLT têm direito a esse benefício, que pode ser solicitado em situações específicas. A primeira condição para você sacar o FGTS é ter sido demitido sem justa causa. O término de contrato por prazo determinado também possibilita a retirada do valor.

Há outras condições que permitem o saque do FGTS:

  • rescisão de contrato por conta de extinção da empresa;
  • aposentadoria;
  • necessidades pessoais decorrentes de situações de risco causadas por desastres naturais;
  • falecimento do trabalhador;
  • idade igual ou superior a 70 anos;
  • trabalhador ou dependente portador de HIV ou neoplasia maligna;
  • estágio terminal caracterizado por doença ou afastamento do trabalhador por 3 anos consecutivos fora do regime CLT.

Além do mais, o Governo Federal autorizou, neste ano, o saque do FGTS referente às contas inativas. Uma medida inédita para promover o aquecimento da economia e que deu ao trabalhador a chance de usar o dinheiro para a aquisição de bens ou mesmo apostar em investimentos.

Onde investir o FGTS?

Tudo vai depender do seu perfil, pois existem diversas possibilidades de investimentos que vão fazer o seu dinheiro do FGTS render. Comece analisando quais são os seus objetivos, se poderão ser cumpridos a curto ou longo prazo e também qual será o tipo de rendimento que você quer ter.

Por exemplo, há quem se preocupe em ter uma aposentadoria tranquila, não contando apenas com o INSS. Por isso, desde cedo aposta também nas previdências privadas, que funcionam como um complemento para a renda do trabalhador. Esse é um exemplo perfeito para quem pensa a longo e médio prazo.

No entanto, há também quem prefira fazer planos que poderão ser realizados a curto e médio prazo e que precisam do dinheiro mais rapidamente. Situações como troca de imóveis ou veículos, por exemplo, nem sempre podem esperar por um longo tempo. Levando tudo isso em consideração, é preciso que você determine quais são seus planos antes de pensar em investir o dinheiro.

 

 

1. Aplicações

Hoje, o mercado oferece uma série de investimentos compatíveis com diversos tipos de rendas. O CDB (Certificado de Depósito Bancário) é um título de renda fixa que, desde o início, informará exatamente o quanto você irá receber como rendimentos. Já o Tesouro Direto são títulos públicos que oferecem a garantia de que o próprio Governo Federal pagará seus juros ao final de um contrato pré-determinado.

Essas duas opções são compatíveis para quem tem planos para médio e longo prazo, além de oferecer um alto nível de segurança quanto ao retorno do seu dinheiro. Há outros tipos de investimentos mais arriscados, mas que também oferecem melhor rentabilidade, como ações na bolsa de valores.

Mesmo para investidores com pouca experiência, eles se tornam boas alternativas, assim como os fundos de investimentos. Afinal, existirá um time de especialistas administrando o seu dinheiro. Lembre-se de que tudo oferece vantagens e desvantagens. Por isso, a principal dica a ser seguida é definir quais são os planos a partir dos investimentos.

2. Casa própria

Uma alternativa muito comum usada para quem tem acesso ao dinheiro do FGTS é a aquisição de um imóvel. Caso seja o seu primeiro imóvel, é importante estar atento às regras estipuladas pela Caixa Econômica Federal quanto ao uso do crédito, pois uma delas diz que será preciso residir no imóvel financiado, por exemplo.

O FGTS poderá ser disponibilizado tanto para a compra de uma casa, quanto para uma reforma, com a opção de ser parte do pagamento ou o valor total. Para essa finalidade, a Caixa facilita a liberação do valor, pois basta que o trabalhador vá até uma agência com a documentação necessária.

Lembrando também que, caso você já tenha um imóvel quitado, uma alternativa interessante é financiar um melhor e fazer da primeira opção uma fonte de rendas através de alugueis. Esse, aliás, é um dos tipos de investimento preferidos entre os brasileiros, pela segurança e facilidade que proporciona.

3. Novo empreendimento

Uma matéria sobre investimentos não poderia deixar de citar os benefícios de se ter um negócio próprio. Apostar no empreendedorismo continua valendo a pena, especialmente se você focar no crescimento da empresa a médio e longo prazo.

A abertura de franquias se enquadra nessa categoria e, por ser um negócio consolidado, é o modelo perfeito para o novo empresário. Entre as vantagens oferecidas pelas franquias estão assistência e suporte especializado ao franqueado, modelo de negócios e plano de expansão já definidos e, normalmente, uma marca já consagrada.

Ou seja, já existe um time por trás da rede de franquias cuidando do planejamento diário do negócio. Com isso, sua função como franqueado será a de se inteirar dos valores da empresa, aprender com os treinamentos oferecidos e estar 100% presente em todas as etapas da implantação do projeto, como avaliação de custos e até mesmo no dia a dia da empresa.

Ficou interessado em alguma dessas dicas sobre onde investir o FGTS? Aproveite para entrar em contato com a Jumper, pois temos uma ótima solução de investimento para você!

Confira 8 opções para abrir um negócio próprio

Para muitas pessoas, trabalhar com carteira assinada não é o suficiente. Algumas precisam ter mais autonomia, seja para controlar o próprio horário ou melhorar o faturamento. Felizmente, existem várias opções para abrir um negócio próprio, desde que você saiba onde está entrando.

Claro, não é uma tarefa muito fácil. Você precisa conhecer o setor onde quer trabalhar, estudar o mercado, encontrar o lugar mais adequado para abrir o negócio, talvez fazer alguns cursos para se especializar e comprar um equipamento específico. Exige esforço, isso é fato. Mas se você fizer tudo corretamente, o resultado pode compensar seu trabalho facilmente.

Sabemos que você terá que passar por alguns desafios antes de conseguir retorno financeiro. Para te ajudar com a sua escolha, trouxemos aqui uma lista de negócios bem promissores nos quais você pode investir. Confira:

1. Alimentação diferenciada

Comer é necessário. Ninguém vai deixar de comprar comida, independentemente do corte no orçamento familiar. Por isso, entre todas as opões para abrir um negócio, esta é uma das mais seguras. Porém, nem todo mundo pode comer todo tipo de comida. Alguns têm intolerância a glúten, ou são alérgicos a iodo, entre outras restrições.

Para estas pessoas, é muito difícil conseguir comer em restaurantes sem ter nenhuma complicação. Isso significa que elas são, geralmente, um nicho de mercado bastante inexplorado. Ao criar um restaurante, serviço de entregas ou similar, oferecer opções para esse tipo de pessoa pode ser um ótimo negócio.

2. Beleza masculina

Já notou como vários homens estão cada vez mais vaidosos? Aumentou a preocupação com o estado da barba, o uso de perfumes e de penteados especiais, entre outras coisas para elaborar mais a aparência, e muitos negócios já estão aproveitando essa nova e crescente demanda. Há cada vez mais barbearias se especializando neste público, que promete apenas crescer. Estima-se que este mercado movimentou mais de R$19 bilhões em 2016.

Nesse tipo de negócio, o diferencial não está apenas na beleza, mas em toda a experiência. Pense nisso como uma evolução dos velhos grupos masculinos, como bares. Agora, as barbearias são ponto de encontro para assistir a campeonatos esportivos, jogar videogames, beber e se divertir de forma geral. E, claro, caprichar na barba.

3. Cursos de idiomas

Outra das opções para abrir um negócio próprio que parece nunca sair de moda é o aprendizado de línguas estrangeiras. Afinal, profissionais multilíngues são altamente valorizados no mercado. Se você tem domínio e formação adequados para ensinar esses idiomas, nada mais justo do que ganhar algo em troca.

Certas línguas, como inglês e espanhol, são altamente valorizadas no mercado. Mas outras opções, como alemão, mandarim e francês também possuem bastante busca. E não pense que não haverá tanta demanda para as línguas “secundárias”: muitas pessoas aprendem idiomas apenas por diversão, sem intenções profissionais.

 

 

4. Franquias

Com todos os riscos envolvidos em abrir o próprio negócio, é compreensível que muitos profissionais fiquem intimidados e optem pela maior segurança de um emprego estável. Porém, existe um bom meio termo: o modelo de franquia. Basicamente, você investe em uma grande empresa e ganha o direito de usar seus métodos e propriedade intelectual abrindo uma filial. E algumas opções podem sair por pouco mais de mil reais em investimento inicial.

Em troca, você pagará uma porcentagem do seu lucro, recebendo o equipamento e as instruções necessários para trabalhar. O resultado é que você consegue aproveitar todas as vantagens de uma marca já consolidada sem ter que passar pelas mesmas dificuldades de um novo empreendedor. Mesmo com o pagamento dos royalties, seu rendimento ainda será bem maior do que o de um novo negócio.

5. Lojas virtuais

De todas as opções para abrir um negócio próprio, o e-commerce parece um dos mais recorrentes. A maioria dos produtos comercializados hoje em dia pode ser entregue pelos correios, o que te permite vender para pessoas em qualquer lugar. E, com o alcance da internet, é possível encontrar qualquer pessoa interessada no seu produto.

Com uma loja virtual, você precisa se preocupar bem menos com estoques e pontos de vendas, já que tudo se resolve por meio do computador. Dependendo do produto, você pode fazer pedidos exclusivamente sob demanda, sem jamais ter que liberar espaço para acumular itens para sua loja.

6. Pet shops

Animais de estimação sempre são amados pelos seus donos. E muitos desses humanos estão dispostos a investir bastante no bem estar e na aparência de suas mascotes. Isso pode ir desde um banho especial por mês até uma roupa completamente decorada para um desfile. E, acredite, há muita demanda para isso, pois este setor já fatura mais de R$18 bilhões por ano.

Se você abrir um estabelecimento assim no lugar certo, vai receber dúzias de clientes trazendo seus bichinhos. E se você vender alguns produtos complementares, como pentes especiais, coleiras antipulgas, rações mais saudáveis e petiscos, pode conseguir uma clientela fiel com mais facilidade.

7. Produtos personalizados

Muitos consumidores querem mais do que opções. Eles querem colocar um pedaço de si em cada coisa que compram. Esse é o caso de quem busca roupas, acessórios, eletrônicos, decoração, entre outras peças que podem ser personalizadas para se adequarem às suas demandas. Se você tem alguma habilidade para isso, essa pode ser uma das melhores opções para abrir um negócio próprio.

Algo vantajoso nesse trabalho mais artesanal é que, dependendo do produto, haverá sempre alguma demanda. Camisas com estampas únicas ou roupas feitas para eventos específicos nunca ficam sem procura. Basta focar no nicho certo e sempre haverá um número razoável de clientes.

8. Saúde e bem-estar

Viver com saúde é uma das metas de muitas pessoas. Por isso tantas se exercitam, fazem dietas balanceadas e tentam encontrar outras atividades que melhorem o corpo. Se você tem alguma formação em áreas como fisioterapia, educação física ou nutrição, certamente pode começar um negócio para atender a esse público.

Você não precisa de necessariamente ser um atleta para ensinar alguém a fazer exercícios aeróbicos. Meditação, yoga, entre outras atividades similares, podem melhorar muito o desempenho físico, evitar o cansaço prolongado e melhorar o humor de forma geral. Se você se sente melhor quando pratica essas atividades, pode acreditar que outras pessoas também estarão interessadas.

Agora que você conhece algumas opções para abrir um negócio próprio, que tal ir mais afundo no assunto? Entre em contato com JUMPER! Franchising e tire suas dúvidas sobre o nosso sistema de franquia! Você pode se tornar um de nossos franqueados em nossos cursos e aumentar ainda mais sua renda.