transformamos a vida de milhares de jovens através da educação.

Everton Sabú
Fundador

Junte-se a Nós nesta missão!

Break even: afinal, como descobrir se ele foi alcançado?

Toda empresa começa a partir de algum investimento — seja pela participação dos sócios, seja por algum tipo de financiamento externo. Sendo assim, o break even é um dos momentos mais aguardados por elas.

Afinal, um dos principais objetivos de uma empresa é atingir uma certa margem de lucros. Sem conseguir arcar nem com todos os seus custos, isso seria impossível.

Mas nem todos os empresários sabem, ao certo, como se planejarem corretamente para alcançar esse ponto o mais rápido possível. Além disso, saber se a sua empresa tem gerado receitas suficientes para determinar que o break even foi alcançado não é assim tão simples.

Mas não precisa se desesperar! Neste post, vamos mostrar como o cálculo deve ser feito e ainda daremos dicas para você preparar toda a sua equipe para alcançar o break even e começar a ver a sua empresa gerando lucros. Confira!

A importância do acompanhamento financeiro constante

Desde a abertura, uma empresa gera diversas movimentações financeiras. A princípio, o volume de saída será bem maior que o de entrada — e isso está totalmente dentro do esperado. Afinal, é preciso fazer diversos investimentos iniciais com a estruturação da empresa, compra de mobiliário, equipamentos, contratação de profissionais, aluguel de espaço, entre outros.

Nesse período, é preciso ficar bastante atento para que as contas não fiquem “no vermelho” além do necessário. Por outro lado, é preciso fazer um esforço grande para conquistar os primeiros clientes e fazer com que a empresa comece a faturar. Assim, “atenção” é a palavra-chave para garantir o controle.

Uma empresa que tem o controle sobre suas entradas e saídas tem muito mais facilidade em encontrar seu ponto de equilíbrio financeiro e ter o retorno sobre o investimento feito. Além de ter uma capacidade de reação muito mais eficaz e rápida quando algo começa a desviar da normalidade. Por isso, é importante fazer um acompanhamento constante e detalhado.

Conhecendo melhor o break even

Antes de dizer como você pode alcançar o break even na sua empresa, é preciso esclarecer o que é. De forma sucinta, ele é como se fosse uma linha que separa dois momentos financeiros muito importantes.

Antes de ultrapassar essa linha, a sua empresa ainda não tem condições de pagar todas suas contas apenas com os valores faturados nas vendas. Ao ultrapassá-la, a sua empresa começa a gerar lucros.

Sendo assim, o break even é o momento em que a sua empresa começa a “caminhar com suas próprias pernas” — já que ela para de depender de investimentos externos ou do uso de fundos de acionistas. Em outras palavras, ela para de dar prejuízos.

Mas nada de parar por aí! Afinal, a empresa apenas chegou ao ponto de transição. Os esforços para aumentar o volume de entrada e para reduzir os custos devem seguir com força total.

O cálculo

Para calcular o ponto de equilíbrio financeiro da sua empresa, é preciso considerar três elementos: custos fixos, custos variáveis e margem de contribuição.

Os custos fixos são os mais fáceis de serem identificados e calculados. Eles envolvem todas as contas a serem pagas todos os meses que não sofrem grandes alterações de valores. São exemplos: aluguel, folha de pagamento, energia elétrica, internet etc.

Já os custos variáveis são aqueles que sofrem alterações diretamente relacionadas à capacidade de confecção de um produto ou de prestação de um serviço. Ou seja, quanto maior for a produção ou a demanda pelos serviços, maior serão os custos variáveis.

A margem de contribuição está relacionada ao valor necessário para produzir cada unidade a ser vendida. Ela é calculada a partir do valor faturado nas vendas, descontados todos os custos fixos e variáveis, além das deduções fiscais. Além disso, é um excelente parâmetro para o dono do negócio definir o quanto precisa receber para cobrir os custos adicionais ao investimento realizado.

Atitudes que ajudam a alcançar o break even na sua empresa

Agora que você já sabe porque é importante se preocupar com o ponto de equilíbrio financeiro da sua empresa e como fazer o cálculo dele, vamos mostrar algumas formas de ajudar, não apenas a alcançá-lo, mas também a superá-lo e garantir que sua organização gere lucro todos os meses. Confira!

Planejamento financeiro

Esse é um dos pontos mais importantes para garantir a saúde financeira da sua empresa. A estruturação de um planejamento é uma excelente ferramenta para ter previsões de curto, médio e longo prazos. Com essas previsões em mãos, a tomada de decisão fica muito mais fácil e certeira.

Não se esqueça de considerar os dados históricos da sua empresa e de direcionar todas as ações do planejamento para as metas corporativas. Outro ponto de atenção é manter os valores o mais próximo do real possível, nada de criar metas e expectativas de faturamento fora da realidade do mercado, hein?

Gestão de processos otimizada

A melhoria da gestão dos processos da empresa tem impacto direto nas questões financeiras. Processos otimizados geram economia de insumos, de tempo e melhor aproveitamento da mão de obra. Além disso, processos mais fluidos ajudam na comunicação interna e no clima organizacional.

Analise cada processo da empresa e identifique pontos de melhoria. Se for preciso, contrate uma consultoria externa para garantir que esse trabalho seja feito de maneira correta e precisa. Implante as correções, estabeleça os parâmetros e metas e acompanhe tudo periodicamente.

Conhecimento profundo dos pontos que influenciam no cálculo

O ponto de partida para conhecer o break even da sua empresa é estar por dentro de tudo o que está envolvido no cálculo. Faça questão de saber cada detalhe sobre os custos, tanto os fixos quanto os variáveis. Acompanhe o andamento de cada número, veja se estão seguindo a tendência esperada de crescimento e queda.

É papel do dono da empresa saber o que se passa em seu cotidiano. Não deixe tudo nas mãos de terceiros — se interesse, se envolva. Só assim é possível tomar todas as providências para, não apenas alcançar o ponto de equilíbrio, mas superá-lo e gerar ganhos reais e sustentáveis.

O break even é apenas o primeiro grande desafio! Quando a sua empresa começar a se tornar autossustentável, o crescimento será apenas uma questão de tempo e dedicação.

Se este post contribuiu para o seu conhecimento sobre o assunto, curta a nossa página no Facebook e fique por dentro de todas as nossas novidades!

Principais noções de administração para ter uma franquia

Você tem um dinheiro guardado e pensa em empreender. Inclusive, já sabe que apostar no franchising é a melhor ideia. Afinal, é um segmento seguro e que está em crescimento. Porém, uma dúvida ronda a sua mente: “quais são as noções de administração que preciso ter?”.

É fato que o seu negócio só terá sucesso se você souber geri-lo. Além dos conhecimentos técnicos, também é importante ter uma dose de determinação, responsabilidade e planejamento. Assim, você será mais um case de sucesso e alcançará os seus objetivos.

Como chegar a esse patamar? Vamos mostrar o caminho neste artigo. Aqui, você verá as vantagens de abrir uma franquia, quais conceitos importantes deve conhecer, os aspectos que devem ser analisados e livros para ajudá-lo a ampliar seu conhecimento. Que tal saber mais? Aproveite a leitura!

As vantagens de abrir uma franquia

O segmento de franquias é um dos que mais cresce atualmente. O relatório da Associação Brasileira de Franchising (ABF) — com dados preliminares de 2017 e projeções para 2018 — demonstra que o cenário é positivo.

De acordo com o levantamento ainda não consolidado sobre 2017, o faturamento obteve uma alta de 8%, chegando a R$ 163 bilhões. Para 2018, a expectativa é que a receita registre uma elevação de 9% a 10%. O total de unidades, crescimento das redes e do número de empregos também deve permanecer estável ou aumentar.

Esses dados significam que as suas chances de sucesso são maiores. Afinal, você tem todo o apoio da franqueadora e a credibilidade da marca a seu favor. Mas o que são franquias? É um modelo de negócio que prevê o compartilhamento de vantagens entre todos os participantes de sua rede. Nesse cenário, a marca é licenciada para um terceiro e repassa seu conhecimento ao franqueado, para que ele adote as melhores práticas em sua empresa.

Portanto, essa é uma relação de ganha-ganha. Para a franqueadora, é a oportunidade de expandir as atividades e fortalecer o empreendimento. Para o franqueado, é uma forma de abrir seu negócio próprio e minimizar os riscos. Outros benefícios de optar por essa modalidade de negócios são:

Confiabilidade da marca

A franqueadora já é uma marca conhecida e respeitada pelos clientes. Assim, tem seu público fiel e conta com uma margem de participação significativa no mercado. Essa consolidação do negócio se traduz em confiabilidade e segurança para quem abre uma unidade.

Aumento do poder de negociação

O modelo de franchising favorece a compra por parte dos franqueados, pelo fato de as marcas já contarem com fornecedores cadastrados. Essa situação facilita a obtenção de condições especiais na realização dos pedidos, como descontos para uma quantidade maior de itens ou prazos mais longos de pagamento.

Reconhecimento dos produtos e serviços

Os itens comercializados já são reconhecidos pelo público. Os clientes conhecem sua qualidade e confiam na marca. Além disso, sempre que um novo produto ou serviço é lançado, são feitos testes e pesquisas de mercado para reduzir o risco de rejeição. No final, isso resulta em vantagem competitiva.

Apoio da franqueadora

empreendedor tem total suporte da marca ao abrir sua unidade e durante todo seu funcionamento. Você conta com o manual de franquia, obtém ajuda para escolher o melhor ponto comercial e seus colaboradores fazem treinamento na marca para manterem o sistema padronizado.

Auxílio no processo de planejamento

A falta de programação pode levar o empreendedor ao fracasso. Na franquia, esse risco é reduzido, porque a marca ajuda a prever o valor necessário para investimento inicial e capital de giro. A franqueadora também repassa o prazo médio de retorno, o que ajuda a fazer um planejamento bem adequado.

Flexibilidade do formato de negócio

A marca pode trabalhar com um ou mais modelos, conforme o perfil de público e os pontos comerciais aceitos em seu planejamento. Os tipos de franquia mais comuns são:

  • home based, no qual o franqueado trabalha de casa;
  • loja em rua;
  • estabelecimento em shopping centers, centros comerciais ou aeroportos;
  • quiosque;
  • móvel ou de food truck;
  • virtual, baseada na internet.

Ainda existem as microfranquias, que são aquelas unidades que exigem um investimento inicial de até R$ 80 mil. Apesar de não fazerem parte do formato de negócio, são uma boa alternativa para quem quer começar a empreender e investir menos dinheiro.

Agora, todos esses benefícios só são conquistados se você tiver conhecimento técnico. Mesmo com o apoio da marca, é necessário aprender sobre gestão para controlar todos os aspectos que levam ao sucesso.

10 noções de administração importantes para quem tem franquia

O começo de um negócio pode ser difícil, especialmente se você desconhecer os elementos necessários para a gestão. É por isso que dados do Sebrae indicam que a sobrevivência das empresas com até dois anos de funcionamento é de 76,6% — índice que tende a diminuir com o passar dos anos.

Mas o que significa fazer uma boa administração do negócio? Esse conceito abrange a estrutura, funcionamento e rentabilidade da empresa. Em outras palavras, envolve toda a organização dos recursos necessários, que podem ser financeiros, humanos, operacionais e mais.

Por isso, entender o gerenciamento como algo simples é errado. O ideal é ter uma visão mais ampla, que considere todos esses aspectos. Para ajudá-lo a entender essa abordagem, a seguir, listamos as 10 principais noções de administração:

1. Remuneração dos colaboradores

O valor pago aos funcionários da sua franquia é um tópico relevante, porque os trabalhadores podem contribuir ou prejudicar o sucesso da sua unidade. Além disso, o salário e os benefícios são alguns dos atrativos para a retenção de talentos.

Para pagar um valor justo, é necessário verificar qual é a referência do mercado, ou seja, a remuneração média paga aos vendedores. Em seguida, divida o montante em: salário fixo, comissões, benefícios e auxílios de custo.

A regra é ter mais empenho dos colaboradores e, consequentemente, melhores resultados quando a porcentagem da quantia variável for maior. Em outras palavras, você deve pagar uma comissão interessante. Os benefícios também são imprescindíveis para a motivação da equipe. Perceba que, aqui, a busca é alcançar um equilíbrio entre os quatro elementos.

2. Recrutamento e seleção

Esse processo costuma ser centralizado no empreendedor em negócios menores, como as franquias. Ainda assim vale a pena contar com um responsável pelo RH para que a metodologia adotada seja a mais apropriada.

O básico é analisar currículos e entrevistar os selecionados nessa primeira etapa. Você ainda pode complementar essas técnicas com provas, indicações, testes individuais e em grupo. No caso dos vendedores, é importante avaliar se os candidatos têm as seguintes características:

  • capacidade de assumir riscos;
  • disposição para solucionar problemas;
  • determinação;
  • habilidade para cuidar dos clientes e estabelecer um relacionamento com eles;
  • empatia;
  • autoconfiança;
  • desejo por serem constantemente desafiados.

3. Supervisão da equipe

O gerente da unidade franqueada precisa fazer um trabalho focado a fim de garantir que as metas estabelecidas sejam atingidas pela equipe. Esse profissional também é responsável por garantir que o negócio funcione de maneira adequada. Nesse sentido, o gestor deve analisar:

  • se as visitas de clientes estão sendo convertidas em vendas;
  • se a equipe é produtiva;
  • quais são os gastos relativos a auxílios de custo;
  • qual é o feedback dos clientes sobre determinado vendedor;
  • se os colaboradores têm alcançado as metas individuais;
  • se a equipe tem um bom relacionamento ou há conflitos entre alguns indivíduos.

Nesse processo, vale a pena contar com softwares de gestão, como os ERPs, e de relacionamento com os clientes, os CRMs. Esses sistemas reúnem os mais diversos dados sobre a administração do negócio, o que facilita a atividade de supervisão.

4. Motivação dos vendedores

Esses profissionais já contam com as comissões, mas é importante oferecer bônus e prêmios quando as metas forem alcançadas. Essa é uma solução bastante válida para melhorar o desempenho da equipe e contar com uma maior eficácia no desenvolvimento das atividades.

Saiba que, segundo a Pesquisa dos Profissionais Brasileiros da Catho, divulgada pelo jornal O Dia, a assistência médica é o benefício mais valorizado, chegando a um índice de 74,6%. Em seguida vêm: participação nos lucros (57,2%), vale-alimentação (52,4%) e vale-refeição (50,7%).

5. Formalização

A franquia impede que você abra sua unidade com pendências nesse aspecto. Ainda assim, é fundamental reforçar a importância da formalização, porque sua ausência pode impedir o crescimento do negócio.

Por mais burocrático que seja, obtenha todos os alvarás necessários, entregue os documentos na Junta Comercial do seu município e registre sua empresa na Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz). Assim, poderá emitir nota fiscal e solicitar empréstimos, se necessário.

Lembre-se ainda de ter uma conta-corrente de pessoa jurídica e de contar com máquinas de cartão, já que muitos clientes optam por adquirir os produtos e serviços por débito ou crédito.

Planilha-de-Controle-Financeiro

 

6. Organização das finanças

A sua empresa só terá resultados positivos se você tiver um bom planejamento financeiro. Aproveite que o investimento inicial e o capital de giro necessário são especificados na Circular de Oferta de Franquia (COF), e só comece seu negócio se tiver a quantia recomendada.

Assim que colocar a unidade em funcionamento, mantenha o fluxo de caixa organizado, e insira todas as entradas e saídas. Além disso, atualize os dados diariamente e faça a comparação com o fechamento de caixa.

Uma dica relevante é usar planilhas financeiras ou softwares de gestão para fazer projeções de despesas e receitas. Na prática, isso significa colocar os valores de contas a pagar e a receber dos próximos meses, para ter uma ideia de quanto é necessário ganhar para quitar todos os gastos e obter lucro.

Lembre-se de que, por ser franqueado, é necessário pagar algumas taxas. Todas as cobranças estão estipuladas em contrato e na COF. Entre elas estão:

  • taxa de franquia: é um valor inicial pago para ter direito a fazer parte do sistema de franchising da marca;
  • taxa de royalties: é uma quantia repassada periodicamente devido ao repasse de tecnologia. Costuma ser um percentual fixo calculado sobre o faturamento bruto;
  • taxa de propaganda e promoção: é paga mensalmente como forma de custear as atividades promocionais promovidas pela marca, como divulgação de produtos;
  • taxa de compras: é cobrada em alguns casos porque o franqueado usa a estrutura da franqueadora. É mais comum quando há fornecimento de insumos, caso das franquias de idiomas;
  • taxa de serviço: incide quando são realizados serviços extras, já que os comuns são remunerados pelos royalties.

7. Retorno sobre o investimento

ROI de uma franquia é um indicador altamente relevante para o empreendedor. Ele ajuda a medir qual foi a rentabilidade obtida com os recursos empregados. Seu cálculo é feito pela divisão entre o lucro líquido e o investimento realizado em um período predeterminado.

A importância do ROI é direcionar as tomadas de decisão e controlar o custo-benefício do projeto executado. No caso do franqueado, é preciso contabilizar todos os gastos essenciais, como taxa de franquia, aluguel e reformas do ponto comercial, custos operacionais — equipamentos, salários, ações de marketing local, impostos etc. —, entre outros.

Em seguida, veja quanto será cobrado por produto ou serviço. Por fim, avalie os ganhos conseguidos ou projetados e os subtraia do investimento inicial. O total é dividido pelo montante aplicado inicialmente.

O resultado é o ROI, que varia conforme o tipo de empreendimento e segmento escolhidos. Perceba que inexiste um valor único a ser batido, mas o objetivo é sempre obter o melhor percentual.

8. Gerenciamento do estoque

Os itens armazenados representam dinheiro parado. Ou seja, o ideal é que o estoque seja suficiente para atender à demanda sem ficar parado por muito tempo. Conseguir esse equilíbrio pode ser difícil, mas a franqueadora pode ajudar.

Geralmente, existe uma quantia mínima que deve ser adquirida em determinado período de tempo. Analise os itens mais solicitados pelos clientes e veja qual é a saída deles. Aposte naqueles que têm maior giro. No caso dos itens com pouca saída, mas cuja margem de lucro é maior, pense em elaborar estratégias específicas para atrair clientes, como criar uma promoção, desde que isso esteja permitido no contrato com a marca.

9. Estratégias de comunicação

A franqueadora já tem ações para a divulgação da marca, mas é importante que você também adote estratégias específicas para que seu estabelecimento seja conhecido localmente. Isso também leva a uma atração maior dos clientes.

É indicado que você tenha um perfil nas redes sociais e até mesmo um site específico da sua unidade, porque, assim, o seu público-alvo pode pesquisar sobre o negócio e entrar em contato sempre que necessário. Estabelecer o envio de newsletter para e-mails cadastrados é outra iniciativa bem-vinda, que pode resultar em fidelização e alavancagem das suas vendas.

10. Clientela

Esse é o último item dessa lista, mas é fundamental. Afinal, sem clientes, é impossível ter um negócio. Antes mesmo de abrir a sua unidade, verifique se os produtos ou serviços da marca atendem às necessidades do público do local em que o estabelecimento será inserido. Essa questão pode ser analisada por meio de uma pesquisa de mercado simples, entrevistas e outras estratégias focadas nos compradores.

Como você pôde perceber, os itens indispensáveis para a administração de um negócio são bastante variados e abordam diferentes critérios. Porém, ainda existem alguns aspectos a considerar.

Os aspectos que você deve analisar antes de adquirir uma franquia

O começo de um negócio exige que você analise algumas questões essenciais. Antes de tomar a sua decisão, considere os seguintes elementos:

Modelo de negócio

O modelo de franchising é mais fechado e exige que o empreendedor siga as diretrizes da marca. Se você não está disposto a fazer isso, desista. O objetivo nesse caso não é inovar e fazer diferente, mas sim seguir um modelo já testado e comprovado.

Segmento de atuação

Sua escolha deve recair em preferências pessoais e pesquisas previamente realizadas. Veja os setores disponíveis para o franchising, as marcas com as quais mais se identifica e suas características. Assim, selecionará a melhor opção para você.

Forças e fraquezas

A franquia escolhida deve ser condizente com suas expectativas. Por exemplo: de nada adianta optar por uma loja de doces se você não entende nada do assunto e detesta vender. Então, converse com seus amigos e familiares, descubra suas peculiaridades, forças e fraquezas para, então, definir a melhor opção.

Recursos financeiros

O investimento inicial e capital de giro necessários já serão destacados na COF. Mas você também precisa considerar o ROI esperado para ter uma ideia de quanto precisará ter para manter a empresa funcionando. Caso não tenha todos os recursos financeiros necessários, busque a melhor forma de consegui-los. O ideal é juntar por si próprio, em vez de optar pelos investimentos.

Reputação da marca

O recomendado é sempre pesquisar sobre o relacionamento da franqueadora com os franqueados. Faça uma pesquisa na internet e converse com antigos e atuais proprietários de unidades. Os contatos estão indicados na COF.

Dessa forma, você consegue saber se há algum problema, se a empresa cumpre tudo o que está estabelecido em contrato, se há o suporte indicado e mais. Uma franqueadora referência em reputação é a Jumper! Franchising, empresa que atua no ramo educacional.

Voltada para cursos profissionalizantes e de idiomas, essa é uma alternativa consolidada para quem quer ter sucesso nesse segmento. A Jumper! Franchising ainda oferece suporte em gestão de empresas, educação e franquias.

Circular de Oferta de Franquia

A COF é o documento principal antes da assinatura do contrato. Ela é entregue pelo menos 10 dias antes de fechar o negócio e especifica todos os detalhes da relação que deverá ser estabelecida com a marca. Tire um tempo e analise os pormenores. Se possível, peça a avaliação de um advogado, porque assim você evita imprevistos e arrependimentos.

Entre os principais aspectos destacados na COF estão:

  • solidez da empresa com a especificação dos balanços contábeis, pendências jurídicas e quadro societário;
  • descrição do negócio, inclusive, com o detalhamento da exclusividade do território, características do franqueado ideal, prazo de retorno, investimento inicial e canais de comunicação;
  • condições contratuais para o sucesso em caso de morte dos cotistas;
  • serviços que serão prestados;
  • histórico da franquia e seu registro de marca no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI).

Analisou todos esses aspectos? É só ampliar seus conhecimentos técnicos e começar a atuar!

5 livros sobre administração que você deveria ler

Os livros são uma das melhores maneiras de entender sobre administração e ampliar o seu ponto de vista. Para ajudá-lo a fazer as leituras corretas, a seguir, listamos as melhores indicações:

1. O poder da ação, de Paulo Vieira

Essa obra é definida como um coach integral sistêmico, que foca a elaboração de um plano de ação eficiente e prático. O autor apresenta diversas ferramentas que podem ser usadas no processo, todas relacionadas aos segmentos de contabilidade e financeiro. Entre elas estão o 5W2H, uma das mais conceituadas.

2. Estratégia competitiva, de Michael Porter

Esse livro é dos anos 1980, mas continua bastante atual. O autor é um dos pensadores mais conceituados do mundo corporativo. Por isso, também são recomendadas suas obras posteriores: “Vantagem competitiva” e “A vantagem competitiva das nações”.

Nesse livro, Porter explica como a empresa deve se portar diante da economia e da concorrência. Ele também traz uma metodologia para avaliar o mercado e permitir que o empreendedor se antecipe e se prepare para as mudanças de cenário.

3. Como fazer amigos e influenciar pessoas, de Dale Carnegie

Sua leitura é bastante recomendada para quem quer entender mais sobre vendas e compras. O livro é uma espécie de manual do comportamento do consumidor e traz sugestões para melhorar o atendimento aos clientes.

4. Como organizar sua vida financeira, de Gustavo Cerbasi

Esse autor é mais direcionado para o planejamento financeiro pessoal. Nesse livro, Gustavo Cerbasi indica como o cuidado com as finanças pode ajudar a construir um futuro mais tranquilo. Então, por que ele é importante para o empreendedor? Primeiro, por ajudar a entender que as despesas pessoais devem ficar separadas das empresariais. Segundo, porque traz informações sobre gestão de inadimplência.

5. Getting things done, de David Allen

O método GTD é bastante conhecido no mundo corporativo por ser um aliado da produtividade. Essa metodologia é usada para gerenciar ações e “fazer acontecer”. Por meio dela, você estabelece quais são suas prioridades, o que permite entregar as tarefas no prazo. É bastante recomendado para quem precisa organizar melhor o tempo e quer conciliar a vida pessoal e profissional.

Em resumo, para empreender, você precisa ter noções de administração. Neste post, você viu que é importante reconhecer as vantagens da franquia, conhecer conceitos inerentes à gestão, fazer uma análise pessoal e ler sobre o assunto. Esse é o caminho para o sucesso!

Gostou? Então, conheça a oportunidade de empreender com segurança e fazendo o que gosta! Entre em contato com a Jumper! Franchising e veja como nosso modelo de negócio pode facilitar o alcance dos seus objetivos!