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Everton Sabú
Fundador

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Histórias inspiradoras: Antônio Luiz Seabra — fundador da Natura

A inspiração é um excelente combustível para a ação. Por isso, conhecer histórias inspiradoras é, sem dúvida, uma atitude bastante positiva para desconstruir paradigmas e estimular novas metas.

Neste post, você vai conhecer um pouco mais sobre a trajetória de sucesso de Antônio Luiz Seabra, a mente por trás da Natura, uma das maiores (e mais lucrativas) empresas do país. Preparado? Vamos em frente e boa leitura!

Antônio Luiz Seabra: a trajetória profissional do fundador da Natura

Há um denominador comum na maioria das histórias profissionais de sucesso: o trabalho árduo. Até que um empreendedor seja reconhecido e admirado por sua ideia, é certo que tenha empregado grandes esforços para viabilizar seu sonho.

Com Antônio Luiz Seabra, hoje listado entre os bilionários da Forbes (uma renomada revista americana), não foi diferente. Sua trajetória de trabalho começou cedo e foi repleta de desafios, superações e, é claro, muito empenho!

Já aos 15 anos, Seabra começou a trabalhar na mesma empresa do pai, como calculista de custos indiretos. Mais tarde, identificando afinidade com a área, escolheu a faculdade de Economia.

Logo após concluir sua graduação, conquistou uma vaga de trainee na Remington Rand, empresa multinacional que atuava na fabricação de computadores. Quando deixou o emprego, oito anos depois e com a intenção de migrar para a área de cosméticos, já era superintendente da operação.

Foi, portanto, nessa nova oportunidade profissional que Seabra teve a ideia embrionária da Natura. Ao gerenciar a operação do laboratório, Antônio teve contato com novas expertises e formulou um esboço conciso do que viria a ser, mais tarde, uma das marcas mais valiosas do Brasil.

Aos 27 anos, juntamente ao sócio Jean Pierre Berjeaout, Seabra fundou a Indústria e Comércio de Cosméticos Berjeaout Ltda. A adoção da palavra “Natura” foi feita poucos meses depois, quando a utilização de ativos vegetais foi definida como uma das estratégias do produto.

Começava, então, a história de uma empresa inovadora, ousada e, acima de tudo, muito bem gerida. O resultado dessa combinação pode ser visto no mercado até hoje, dia após dia, em números cada vez mais positivos.

Os principais sucessos de Seabra

Como já mencionamos, o sucesso é o produto de uma série de ações integradas. Não basta, por exemplo, conceber uma ideia e jamais colocá-la em prática. Da mesma forma, é inviável operacionalizar um negócio sem pensar em sua estratégia de mercado.

Não seria equivocado dizer, portanto, que um dos méritos de Seabra está justamente na sua capacidade de aliar competências e expertises, adicionando a elas boas doses de confiança, comprometimento e trabalho duro.

Em sua trajetória empreendedora à frente da Natura, uma convicção esteve sempre muito presente na gestão de Antônio: entender, de fato, a percepção de beleza e os desejos relacionados a esse ideal. De acordo com ele, o contato com o público foi fundamental para endereçar as demandas sociais e, assim, desenvolver estratégias capazes de prosperar.

O empresário inclusive declarou, em diversas entrevistas que concedeu, que o uso de produtos cosméticos nunca foi uma questão puramente estética; tratando-se, ao contrário, de um hábito cotidiano que resgata sentimentos ligados à autoestima, à satisfação pessoal e ao bem-estar.

Com uma visão ampla, centrada no consumidor, e uma proposta de valor diferenciada, optando por insumos naturais, a Natura desenvolveu seu modelo de negócios e intensificou sua abrangência.

As inovações, por outro lado, sempre foram uma característica da empresa. Seabra apostou, de início, no modelo de vendas diretas, recrutando pessoas comuns e transformando-as em consultoras de beleza para compor sua estratégia de penetração e propagação de marca.

Outro feito foi quando, ainda em 2007, a marca foi a primeira a oferecer refis de cosméticos no Brasil. Além disso, em função de sua preocupação com a sustentabilidade, foi pioneira em optar por produtos de carbono neutro — reduzindo e compensando a emissão de gases causadores do efeito estufa.

Já em 2015, a Natura foi contemplada com o prêmio Champions of the Earth, promovido pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), na categoria “Visão Empreendedora”, em reconhecimento aos seus esforços para destacar a sustentabilidade na condução dos negócios.

Muito embora não haja receita pronta para o sucesso, é inquestionável que a Natura, sob o comando de Seabra, trilhou um caminho próspero e de intensa ascensão. A combinação consistente de um modelo de negócios coeso com estratégias diferenciadas de produtos contribuiu para dar gás à operação.

Hoje, a empresa extrapolou as fronteiras brasileiras e mantém atividades também na Argentina, Colômbia, México, Peru, Venezuela e França — organizando, ainda, sua entrada no mercado norte-americano.

São cerca de 7.000 funcionários engajados nos processos internos e mais de um milhão e meio de consultores independentes. A grandeza da operação justifica o valor de mercado da marca: estima-se que a Natura valha, hoje, algo em torno de U$ 3,15 bilhões e lidera o ranking das mais valiosas da América Latina, de acordo com a Interbrand.

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As maiores lições do empreendedor (e como aproveitá-la no seu negócio)

Como tivemos a oportunidade de conhecer, a trajetória profissional de Seabra foi marcada por muito trabalho, desafios e oportunidades. Antônio soube identificar e endereçar as demandas de mercado e, assim, criar produtos pertinentes aos desejos de consumo para a área de cosméticos.

Diante disso, é comum que outros empreendedores se questionem: “como posso me valer da experiência de Seabra para alavancar o meu próprio negócio?”. Veja algumas das principais lições do fundador da Natura e considere aplica-las sob a ótica da sua operação!

Amplie sua visão de negócios

As primeiras experiências de trabalho de Seabra (na área financeira ou na multinacional de tecnologia) não foram propriamente determinantes para seu desejo de empreender na área cosmética. Ainda assim, sua bagagem profissional foi enriquecida a cada contato com variados setores — e isso pode ser importante para construir uma visão ampla e coerente do mercado.

Encontre (e fortaleça) diferenciais competitivos

Ainda que não tenha sido a concepção inicial da Natura, o uso de ativos vegetais foi o que, de fato, proporcionou à marca um diferencial robusto. Por isso, certifique-se de construir, fortalecer e divulgar aquilo que destaca o seu negócio (produto ou serviço) dos demais concorrentes.

Aposte no seu modelo de negócios

A Natura apostou nas vendas diretas para alavancar sua abrangência e expandir sua operação. Atualmente, é possível perceber que a estratégia foi bastante acertada e proporcionou ganhos expressivos para a empresa. Vale a pena, portanto, revisar a estrutura do negócio e ajustar o que for passível de melhorias.

Antônio Luiz Seabra tem uma dessas histórias inspiradoras que costumam revigorar as energias do empreendedorismo. Aproveite as dicas e prepare-se para realizar seus sonhos — um por vez, todos os dias. Boa sorte!

O conteúdo despertou seu interesse e você deseja conhecer histórias semelhantes? Veja a trajetória de Paulo Lemann, um dos principais empreendedores brasileiros.

Break even: afinal, como descobrir se ele foi alcançado?

Toda empresa começa a partir de algum investimento — seja pela participação dos sócios, seja por algum tipo de financiamento externo. Sendo assim, o break even é um dos momentos mais aguardados por elas.

Afinal, um dos principais objetivos de uma empresa é atingir uma certa margem de lucros. Sem conseguir arcar nem com todos os seus custos, isso seria impossível.

Mas nem todos os empresários sabem, ao certo, como se planejarem corretamente para alcançar esse ponto o mais rápido possível. Além disso, saber se a sua empresa tem gerado receitas suficientes para determinar que o break even foi alcançado não é assim tão simples.

Mas não precisa se desesperar! Neste post, vamos mostrar como o cálculo deve ser feito e ainda daremos dicas para você preparar toda a sua equipe para alcançar o break even e começar a ver a sua empresa gerando lucros. Confira!

A importância do acompanhamento financeiro constante

Desde a abertura, uma empresa gera diversas movimentações financeiras. A princípio, o volume de saída será bem maior que o de entrada — e isso está totalmente dentro do esperado. Afinal, é preciso fazer diversos investimentos iniciais com a estruturação da empresa, compra de mobiliário, equipamentos, contratação de profissionais, aluguel de espaço, entre outros.

Nesse período, é preciso ficar bastante atento para que as contas não fiquem “no vermelho” além do necessário. Por outro lado, é preciso fazer um esforço grande para conquistar os primeiros clientes e fazer com que a empresa comece a faturar. Assim, “atenção” é a palavra-chave para garantir o controle.

Uma empresa que tem o controle sobre suas entradas e saídas tem muito mais facilidade em encontrar seu ponto de equilíbrio financeiro e ter o retorno sobre o investimento feito. Além de ter uma capacidade de reação muito mais eficaz e rápida quando algo começa a desviar da normalidade. Por isso, é importante fazer um acompanhamento constante e detalhado.

Conhecendo melhor o break even

Antes de dizer como você pode alcançar o break even na sua empresa, é preciso esclarecer o que é. De forma sucinta, ele é como se fosse uma linha que separa dois momentos financeiros muito importantes.

Antes de ultrapassar essa linha, a sua empresa ainda não tem condições de pagar todas suas contas apenas com os valores faturados nas vendas. Ao ultrapassá-la, a sua empresa começa a gerar lucros.

Sendo assim, o break even é o momento em que a sua empresa começa a “caminhar com suas próprias pernas” — já que ela para de depender de investimentos externos ou do uso de fundos de acionistas. Em outras palavras, ela para de dar prejuízos.

Mas nada de parar por aí! Afinal, a empresa apenas chegou ao ponto de transição. Os esforços para aumentar o volume de entrada e para reduzir os custos devem seguir com força total.

O cálculo

Para calcular o ponto de equilíbrio financeiro da sua empresa, é preciso considerar três elementos: custos fixos, custos variáveis e margem de contribuição.

Os custos fixos são os mais fáceis de serem identificados e calculados. Eles envolvem todas as contas a serem pagas todos os meses que não sofrem grandes alterações de valores. São exemplos: aluguel, folha de pagamento, energia elétrica, internet etc.

Já os custos variáveis são aqueles que sofrem alterações diretamente relacionadas à capacidade de confecção de um produto ou de prestação de um serviço. Ou seja, quanto maior for a produção ou a demanda pelos serviços, maior serão os custos variáveis.

A margem de contribuição está relacionada ao valor necessário para produzir cada unidade a ser vendida. Ela é calculada a partir do valor faturado nas vendas, descontados todos os custos fixos e variáveis, além das deduções fiscais. Além disso, é um excelente parâmetro para o dono do negócio definir o quanto precisa receber para cobrir os custos adicionais ao investimento realizado.

Atitudes que ajudam a alcançar o break even na sua empresa

Agora que você já sabe porque é importante se preocupar com o ponto de equilíbrio financeiro da sua empresa e como fazer o cálculo dele, vamos mostrar algumas formas de ajudar, não apenas a alcançá-lo, mas também a superá-lo e garantir que sua organização gere lucro todos os meses. Confira!

Planejamento financeiro

Esse é um dos pontos mais importantes para garantir a saúde financeira da sua empresa. A estruturação de um planejamento é uma excelente ferramenta para ter previsões de curto, médio e longo prazos. Com essas previsões em mãos, a tomada de decisão fica muito mais fácil e certeira.

Não se esqueça de considerar os dados históricos da sua empresa e de direcionar todas as ações do planejamento para as metas corporativas. Outro ponto de atenção é manter os valores o mais próximo do real possível, nada de criar metas e expectativas de faturamento fora da realidade do mercado, hein?

Gestão de processos otimizada

A melhoria da gestão dos processos da empresa tem impacto direto nas questões financeiras. Processos otimizados geram economia de insumos, de tempo e melhor aproveitamento da mão de obra. Além disso, processos mais fluidos ajudam na comunicação interna e no clima organizacional.

Analise cada processo da empresa e identifique pontos de melhoria. Se for preciso, contrate uma consultoria externa para garantir que esse trabalho seja feito de maneira correta e precisa. Implante as correções, estabeleça os parâmetros e metas e acompanhe tudo periodicamente.

Conhecimento profundo dos pontos que influenciam no cálculo

O ponto de partida para conhecer o break even da sua empresa é estar por dentro de tudo o que está envolvido no cálculo. Faça questão de saber cada detalhe sobre os custos, tanto os fixos quanto os variáveis. Acompanhe o andamento de cada número, veja se estão seguindo a tendência esperada de crescimento e queda.

É papel do dono da empresa saber o que se passa em seu cotidiano. Não deixe tudo nas mãos de terceiros — se interesse, se envolva. Só assim é possível tomar todas as providências para, não apenas alcançar o ponto de equilíbrio, mas superá-lo e gerar ganhos reais e sustentáveis.

O break even é apenas o primeiro grande desafio! Quando a sua empresa começar a se tornar autossustentável, o crescimento será apenas uma questão de tempo e dedicação.

Se este post contribuiu para o seu conhecimento sobre o assunto, curta a nossa página no Facebook e fique por dentro de todas as nossas novidades!

Histórias Inspiradoras: Paulo Lemann — sucesso no empreendedorismo

Uma história de sucesso é, com certeza, permeada de desafios, obstáculos e até mesmo tropeços. As maiores provas de resiliência — que, por si só, já é uma característica dos líderes obstinados — são fortalecer-se na dificuldade, sonhar grande e perseguir os objetivos com cada vez mais empenho. Paulo Lemann, atualmente o homem mais rico do Brasil, é um exemplo que reúne todas essas características!

Se você deseja conhecer e se inspirar na trajetória dele, encontrou o conteúdo perfeito. Neste post, você encontrará informações sobre a vida, as escolhas e as conquistas de Lemann, compreendendo como ele se tornou um ícone de sucesso.

Além disso, você também terá acesso a dicas preciosas para que consiga traçar seu próprio caminho, aproveitando as lições pessoais e profissionais do maior empreendedor do país. Preparado? Vamos em frente e boa leitura!

Paulo Lemann: infância e juventude

Embora seja natural do Rio de Janeiro, Paulo Lemann tem ascendência suíça: filho de mãe brasileira, seu pai emigrou da região de Emmental e se fixou na capital carioca antes de seu nascimento, em agosto de 1939.

Não seria exagerado dizer, também, que o tino empreendedor está no sangue: o pai de Lemann é o fundador da Leco (abreviação de Lemann & Company), fábrica de laticínios que tem expressividade em todo o território nacional e que foi recentemente incorporada à Vigor Alimentos.

No que diz respeito ao seu desenvolvimento, a educação básica de Paulo foi concluída na Escola Americana do Rio de Janeiro, ainda aos 17 anos. Para o ensino superior, sua escolha foi a Faculdade de Economia de Harvard, uma das mais renomadas instituições do mundo.

Na universidade, um episódio de rebeldia marcou a trajetória acadêmica de Lemann: ao participar de uma revolta estudantil, Paulo foi pego pelo reitor ao jogar bombinhas no pátio de Harvard, o que culminou em sua suspensão temporária. Ao retornar, Lemann concluiu o curso antes do previsto, em apenas três anos.

A trajetória do líder: como Paulo Lemann construiu seu império

Em 1961, já formado, Lemann mudou-se para Genebra, na Suíça, e estagiou no Credit Suisse, uma das maiores instituições financeiras do mundo. Não demorou, porém, a voltar para o Brasil, onde, em 1971, adquiriu seu primeiro negócio: a corretora Garantia.

Desde essa época, Lemann contou com a expertise de dois fiéis escudeiros: Marcel Telles e Beto Sicupira, seus sócios. Juntos, trabalharam para expandir e desenvolver o negócio, que posteriormente se tornou o Banco Garantia. Em paralelo, adquiriram as Lojas Americanas, importante rede varejista brasileira.

Quando, pouco antes do ano 2000, o Garantia foi vendido, os três continuaram juntos e fundaram a GP Investimentos, considerada a primeira empresa de private equity do país, perpetuando a injeção de capital e o investimento em negócios promissores, embora momentaneamente cambaleantes. O intuito era reestruturá-los e, em seguida, vendê-los por um preço superior ao da aquisição.

Mais uma vez, a empreitada se mostrou um sucesso. E, em reconhecimento ao bom trabalho de seus funcionários, Lemann entregou parte da companhia àqueles que o ajudaram a prosperar. A GP foi, então, parcialmente desfeita.

Era hora de Lemann, Telles e Sicupira estacionarem sua avidez pelo mercado? Certamente que não! O trio se lançou em mais um desafio e abriu, em 2004, a 3G Capital. A duplicidade de sedes — uma no Rio de Janeiro e outra em Nova York — já indicava que os planos eram ambiciosos. E o tempo apenas comprovou a tese.

O segmento de bebidas interessava a Lemann. Prova disso foi o surgimento da Ambev, com a aquisição da marca Brahma e sua associação com a cervejaria Antarctica, ainda em 1999.

Mais tarde, em 2004, a empresa também comprou a belga Interbrew, dando origem à InBev. E não parou por aí! A AB Inbev é resultado da incorporação da Anheuser-Busch, a maior cervejaria do mundo e detentora da marca Budweiser.

Em 2010, a 3G também incorporou a Restaurant Brands International a seu portfólio, passando a deter marcas globalmente fortes, como Burger King e Popeyes.

Dando continuidade à expansão da holding no segmento alimentício, a compra da gigante Heinz, líder no ramo de molhos e condimentos, foi também um marco na trajetória da 3G: Paulo, em parceria com o megainvestidor (e bilionário) Warren Buffett, a mente por trás da Berkshire Hathaway, passou a deter a Kraft Heinz.

Vale lembrar, por fim, que o trio à frente da 3G também gerencia a Gera Venture e a Innova Capital, aceleradoras destinadas a investir em empreendimentos com grande potencial de crescimento. Além disso, Lemann mantém iniciativas voltadas a estimular a educação de alta qualidade e a prática esportiva: a Fundação Estudar e o Instituto Tênis são ótimos exemplos.

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As lições de Paulo Lemann: aprenda com o sucesso do empresário

Pessoas bem-sucedidas merecem nossa atenção. Afinal, sempre poderemos aprender algo com uma trajetória de êxitos (que nem por isso está isenta de percalços ou fracassos pontuais).

A carreira de Lemann não foi diferente. Os obstáculos enfrentados certamente geraram grandes aprendizados que, mais tarde, endossaram o sucesso do empreendedor.

Entre as lições que ele se dedica a propagar na missão de desenvolver os líderes e os negócios brasileiros, com certeza alguma (senão todas) também será útil para você! Confira algumas delas a seguir.

Aprenda com os erros

O primeiro empreendimento do qual Lemann fez parte (com apenas 2% das ações), a Invesco, foi à falência em 1966, quando ele tinha 27 anos. Apesar da decepção, Paulo não se acanhou e seguiu em frente com ainda mais vontade de fazer acontecer. E, claro, deu certo!

Por isso, Lemann faz questão de reforçar que erros são comuns e, ao mesmo tempo em que nos esforçamos para evitá-los, devemos aprender com cada tropeço.

Foque no essencial

Em um mundo de distrações, Lemann afirma que é preciso identificar o que é fundamental e, assim, focar naquilo que precisa ser feito e que efetivamente fará diferença.

Essa mentalidade formou-se ainda na universidade, quando Paulo estava decidido a terminar o curso no menor tempo possível. Essa ambição fez com que criasse uma metodologia de absorção para cada disciplina: dedicava-se a gravar as cinco coisas mais importantes de cada matéria.

O método deu tão certo que é aplicado até hoje nos empreendimentos de Lemann. Suas companhias e sua equipe, por exemplo, têm cinco metas essenciais.

Valorize as pessoas que trabalham com você

Por fim, embora não menos importante, cabe citar uma frase bastante emblemática, dita por Lemann em uma de suas entrevistas: “Nosso negócio não é cerveja, nem hambúrguer ou ketchup, é gente”.

Com essa mentalidade, o empreendedor reforça seu compromisso com aqueles que o auxiliam no cotidiano operacional e administrativo. Paulo Lemann destaca que investir na equipe, proporcionando um ambiente atrativo de bem-estar e aprendizado, é indispensável para que a empresa tenha sucesso.

Este conteúdo despertou seu interesse e motivou você a querer fazer mais (e melhor)? Então, aproveite para compartilhá-lo nas redes sociais e permita que seu círculo de amigos também tenha acesso às lições desse grande líder. Bons negócios e até a próxima!

7 líderes que mudaram de carreira com sucesso

Mudar de profissão é sempre um desafio! Desse modo, não são raras as histórias de líderes que mudaram de carreira e se encontraram na nova vida. Algumas pessoas já sabem, desde crianças, a profissão que gostariam de seguir, muitas acabam seguindo uma tradição de família e outras levam mais tempo para encontrar a carreira ideal.

Nesse sentido, não importa a forma nem o tempo que levou para chegar onde chegou, mesmo pessoas que são profissionalmente bem-sucedidas podem não estar felizes com suas carreiras. Assim sendo, se está insatisfeito com a área em que trabalha atualmente e tem pensado em mudar de carreira, saiba que isso não acontece só com você!

Por isso, neste post, vamos apresentar sete histórias de líderes que mudaram de carreira de forma bem-sucedida, a fim de inspirá-lo. São pessoas que deixaram bons empregos para correr atrás de seus sonhos. Vamos às histórias?

1. Manuela Vilella

Manuela Vilella é do Rio de Janeiro, filha de dentista e começou sua carreira seguindo nessa profissão. Com 4 anos de formada, ela já era uma dentista bem-sucedida trabalhando na Marinha. Apesar de ganhar bem e ter chegado ao topo, em uma conversa com sua mãe, percebeu que não era feliz e que algo precisaria ser feito.

Com o casamento, mudou-se para São Paulo e aproveitou a oportunidade da mudança de cidade para mudar também sua carreira. Conversando com amigos, começou a enxergar novas possibilidades. Assim sendo, resolveu se enveredar pela área da Publicidade.

O período de transição foi marcado por medos e incertezas. Várias vezes ela se sentiu jogando vários anos de estudo e toda uma carreira promissora por água abaixo. Mas teve força e determinação para superar todos os desafios!

Atualmente, é gerente de parcerias no YouTube e está muito mais feliz! O conselho que ela dá para quem pretende fazer uma mudança como a dela é ter, além de foco, de determinação e de maturidade, um bom planejamento financeiro e resiliência durante o processo.

2. Claudia Sender

Claudia Sender é formada em Engenharia Química e começou sua carreira como estagiária na consultoria Brains & Company, na qual ficou por 7 anos. Fez um MBA em Harvard, nos Estados Unidos, e trabalhou por outros 7 anos na Whirpool Latin America, que é a empresa dona das marcas Consul e Brastemp.

Mesmo com toda essa experiência, decidiu mudar até que, em 2011, assumiu como vice-presidente comercial de marketing da TAM. Um ano após a fusão entre a TAM e a LAN, Claudia assumiu como presidente da companhia aérea, que hoje é a maior da América Latina.

3. Jeff Bezos

Jeff Bezos se formou em Engenharia Elétrica e Ciência da Computação em Princeton, uma das mais renomadas universidades norte-americanas. Depois de trabalhar em Wall Street e na Banker Trust, ele resolveu fazer uma viagem de carro atravessando o país, partindo de New York até Seatle.

Durante essa viagem, desenhou o plano de negócios da Amazon.com que, na época, parecia uma ideia absurda. No entanto, hoje em dia, a gigante do comércio eletrônico é uma empresa bilionária que trouxe inovação e mudou o mercado.

 

 

4. Thais Perez

Thais Perez se formou em Publicidade, trabalhou para grandes marcas como Rebook, Microsoft, Fox e Yahoo!, e por mais de 10 anos se manteve no mundo corporativo.

No entanto, eventualmente, acabou achando esse ambiente muito frio e sem propósito, com jornadas cansativas e sem benefícios satisfatórios. Foi então que descobriu a Equoterapia.

Seu grande desafio foi migrar para uma área completamente diferente da sua, na qual não tinha quase nenhum conhecimento. Por isso, ela fez cursos e trabalhou como voluntária para conhecer melhor a rotina da profissão.

Depois de bastante planejamento e estudo, ela montou sua própria estância no interior de São Paulo. Atualmente, oferece métodos terapêuticos e educacionais sobre cavalos com foco em crianças especiais.

5. Jorge Bassalo

Após mais de 25 anos atuando na área da Tecnologia da Informação, Jorge Bassalo fez uma pós-graduação em Comportamento Organizacional e se encontrou na área de Ciências Humanas.

Na época em que tomou sua decisão, sua maior dificuldade foi sair da área de Exatas por causa de seu cargo e de suas responsabilidades. Ele precisou de um período de 2 anos para concluir sua saída da antiga empresa.

Outro desafio foi ter que replanejar suas finanças para conseguir se sustentar até que a nova carreira se estabilizasse. Um ponto que ele destaca como importante nessa transição é fazer alianças (e não passar por tudo sozinho). Além disso, ele sabia bem o que queria e teve foco.

6. Juliane Marinho

Depois de atuar por 18 anos como advogada, chegando a ocupar cargos de diretoria na Odebrecht, Juliane Marinho pediu demissão e passou pelo período de 1 ano de descanso.

Ela se sentia insatisfeita em sua carreira, mas não sabia que rumo tomar. Depois de se envolver em diversas atividades ambientais e sociais, descobriu que tinha vocação para o universo das artes!

No início, ela teve dificuldades em traduzir sua ideia para as pessoas e “vender o seu peixe”, mas com coragem e firmeza montou o espaço colaborativo Petalusa.

Assim sendo, o espaço abriga cursos, workshops e eventos diversos, todos ligados às artes. Hoje em dia, além da administração do espaço, ela ainda ajuda outras pessoas que pretendem mudar suas carreiras.

7. Marcos Amaro

Marcos Amaro é filho do fundador da TAM, o comandante Rolim Amaro, e começou como trainee nessa empresa. Depois de algum tempo, se tornou sócio das Óticas Carol e ajudou a rede a se tornar uma das maiores do Brasil no setor.

Sempre gostou de desenhar, mas nunca tinha encarado isso como uma possível profissão. Teve que vencer suas resistências internas e ganhar coragem para abrir mão de seu sucesso com a rede de óticas.

Além disso, precisou de muita persistência, de determinação e de organização. Ele conta que teve que suportar o julgamento alheio e ser firme na defesa de sua autenticidade.

Como vimos, o sucesso profissional nem sempre significa um bom cargo com um bom salário. A satisfação na carreira vai muito além disso! No fim das contas, é muito mais gratificante trabalhar com aquilo que vai ao encontro dos seus valores e propósitos.

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Como empreender e cuidar da família? Descubra!

Conciliar trabalho e família não é tarefa simples. Para quem é dono do próprio negócio, isso pode ser ainda mais complexo. Ao mesmo tempo, empreender é uma ótima opção para quem tem filhos, visto que traz mais flexibilidade para cuidar dos familiares.

Mesmo que a dedicação ao trabalho não diminua quando você é o seu próprio chefe, ter o privilégio de organizar os seus horários e atividades ajuda na conciliação entre a carreira e a família.

Quer saber como empreender sem abrir mão da qualidade do seu relacionamento familiar? Veja as dicas especiais que separamos!

Tenha uma rotina planejada

Não poderíamos começar de outra forma! Ter organização é o primeiro passo para realizar qualquer atividade de forma satisfatória. Quando a tarefa é coordenar dois mundos distintos, o planejamento é uma ferramenta indispensável — principalmente para quem trabalha por conta própria.

Saber gerir o tempo é fundamental. Planeje as suas ações rotineiras, tanto na empresa quanto em casa. Estabeleça os horários que você dedica ao trabalho e as atividades que realiza na família. Se você pega os seus filhos na escola diariamente, por exemplo, deve incluir isso na sua organização.

A ideia é que consiga ver todas as atividades da sua rotina semanal, assim como o tempo que dedica a cada uma. Dessa forma, é possível identificar dificuldades, programar mudanças e aproveitar melhor as horas do dia. Colocando esse plano no papel, você vai ter certeza das parcelas de tempo que dedica ao trabalho e à sua casa.

Para conciliar a empresa e a família, todo empreendedor precisa também de organização financeira. Nem todo o dinheiro que o seu negócio movimenta é lucro, por isso é importante ter controle do orçamento doméstico para evitar gastos que comprometam o capital da empresa.

Saiba dividir a vida profissional e a pessoal

Sabemos que, para quem tem o próprio negócio, seguir essa dica é uma verdadeira missão. Muitas vezes, as atividades da empresa se misturam à sua vida familiar, e o resultado é muito trabalho sendo realizado em casa, em horários em que a família esperava aproveitar um pouco da sua companhia.

Para aprender como empreender sem deixar a vida pessoal de lado, dividir as duas rotinas é essencial. Claro que não falamos de uma divisão rígida. Afinal, um dos benefícios de dirigir o próprio negócio é a flexibilidade dos horários.

É possível deixar o trabalho de lado para acompanhar um familiar em uma consulta, assim como você pode precisar estender o seu horário na empresa algum dia. A questão é não fazer disso algo cotidiano, de forma que nem você nem a sua família saibam qual é, de fato, o seu horário de trabalho.

Portanto, ao planejar as suas atividades, saiba a hora de parar de trabalhar. O equilíbrio deve ser a principal meta. Embora seja desafiador, isso é necessário para a sua saúde pessoal e familiar. Até mesmo a empresa se beneficia, já que você pode trabalhar mais organizado e descansado.

 

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Delegue tarefas

Para conquistar o equilíbrio entre vida pessoal e profissional, você não deve trabalhar sozinho. Delegar tarefas é uma aprendizagem muito importante e pode ser colocada em prática tanto no trabalho quanto em casa.

Na empresa, tenha profissionais qualificados e de confiança, que você possa treinar para ações estratégicas. Contar com pessoas assim evita que se sobrecarregue. Para empreendedores cujos negócios já estão maduros, há a possibilidade de aumentar o número de funcionários para conseguir passar mais tempo em casa.

A mesma ideia vale para a organização das atividades domésticas. Nem tudo precisa ser responsabilidade sua. Talvez valha a pena contratar serviços para o que não puder ser dividido entre os familiares (ter uma diarista para limpar a casa ou um serviço de van para deixar as crianças na escola, por exemplo).

Além disso, os seus filhos podem participar da divisão de tarefas — desde que elas sejam condizentes com a idade de cada um. Também pode depender deles a programação do que vocês farão no fim de semana. Assim, vocês podem curtir bons momentos em família. Que tal?

Faça bom uso da tecnologia

As soluções tecnológicas estão aí para facilitar a nossa rotina. Com elas, você pode estar presente na rotina da sua família mesmo durante o horário de trabalho.

Mantenha canais de comunicação com os seus familiares, seja realizando ligações nos intervalos da empresa, seja utilizando aplicativos de mensagens e redes sociais. Isso pode fazer a diferença na qualidade das suas relações.

Não é incomum que o empreendedor se deixe levar pelos desafios e acabe esquecendo compromissos familiares. Para evitar esse risco, você pode usar o calendário do celular ou algum aplicativo para inserir os compromissos e programar um lembrete.

Além disso, os recursos tecnológicos podem ser muito úteis também para o trabalho. Alguns aplicativos de agenda auxiliam naquela tarefa de planejar a rotina, por exemplo. Também é possível fechar negócios e realizar reuniões pela internet, permitindo que você trabalhe de casa, algumas vezes.

Reconheça o valor da sua família

Gerir o próprio negócio não é fácil. Dedicar-se a ele e vê-lo crescer é um grande motivador, mas você não pode perder de vista que a sua família é a razão de tudo. Afinal, não faria sentido tanto esforço na empresa se não fosse para garantir boas condições de vida para os seus familiares, não é?

Assim, não vale a pena transformar o trabalho na maior prioridade, deixando a família de lado. É importante encarar a sua vida pessoal com a mesma responsabilidade que você dedica à empresa. O seu casamento e os seus filhos também precisam de atenção e esforço.

Além disso, os momentos em família alimentam e fortalecem você para a rotina de trabalho. Fica mais fácil se concentrar na empresa quando você vive momentos de descanso e lazer com as pessoas que ama. Esse equilíbrio torna a rotina mais saudável e produtiva.

Neste texto, você recebeu ótimas dicas sobre como empreender e cuidar da família ao mesmo tempo. Com organização e compromisso, é possível conciliar a vida pessoal e profissional da melhor forma. O amor e o incentivo dos seus familiares, com certeza, impulsionam o sucesso do seu negócio!

O que achou dessas informações? Tem outra dica para compartilhar? Ficou com alguma dúvida? Deixe o seu comentário no post!

Planejamento pessoal: saiba como fazer passo a passo!

Em um mundo de constantes evoluções, no qual as pessoas são impelidas a fazerem cada vez mais atividades simultâneas, o planejamento pessoal se tornou uma ferramenta de sobrevivência.

O tempo gasto no trabalho, no trânsito e nos afazeres domésticos parece ocupar cada minuto das 24 horas do dia e não sobra tempo para curtir a família, os amigos e os hobbies. É muito fácil se perder em meio a tantas tarefas e obrigações. A sensação é de que o tempo e o dinheiro têm ficado cada dia mais curtos.

Não é raro também ver pessoas insatisfeitas em seus cargos que acham que mudar de carreira será a solução, mas que estão tão perdidas que não sabem sequer para qual área querem migrar.

De acordo com a Revista Melhor, a satisfação no trabalho foi apontada como a principal definição de sucesso por profissionais de diversos setores. Portanto, as pessoas que não estão satisfeitas em suas profissões sofrem com isso e não têm condições de terem uma vida plena.

Para evitar todas essas frustrações, tanto no nível pessoal quanto no nível profissional, e as consequências que elas podem causar (por exemplo, doenças graves, como a depressão, a síndrome do pânico e os transtornos de ansiedade), preparamos um passo a passo para você seguir e colocar o seu planejamento pessoal em prática o quanto antes. Vamos lá?

Afinal, o que é um planejamento pessoal?

Qualquer empresa bem-estruturada elabora, segue e monitora seu planejamento estratégico. É ele que define as diretrizes a serem seguidas para que a organização alcance seus objetivos de mercado.

Assim como nas empresas, a vida de cada pessoa também pode ser planejada. O planejamento pessoal, ou planejamento estratégico pessoal, é um plano estruturado de ações e controles que visam a guiar a pessoa na tomada de decisões e na execução das atividades do dia a dia, com foco nas metas estabelecidas.

Em outras palavras, o planejamento pessoal é uma ferramenta para ajudá-lo a se organizar a fim de conseguir fazer tudo aquilo que você gostaria de fazer além das suas obrigações, otimizando seu tempo e seu dinheiro.

Por meio desse planejamento, também é possível definir a carreira profissional que você deve seguir e como se preparar para desenvolvê-la, caso ainda não esteja atuando na área dos seus sonhos.

Por que devo fazer um planejamento pessoal?

A resposta para essa pergunta é muito simples: para assumir o controle sobre a sua vida.

A partir do momento em que você elabora um planejamento pessoal e começa a segui-lo, assume o controle total da sua vida.

Por mais que imprevistos sempre aconteçam, ter um planejamento permitirá que você tenha artifícios sempre à mão para contornar os empecilhos que forem surgindo.

Imagine que você é um representante comercial que passa o dia visitando clientes e que passou um ano inteiro juntando dinheiro para fazer uma viagem nas férias. Faltando um mês para a tão sonhada viagem, o seu carro estraga. De onde você imagina que virá o dinheiro para o conserto do veículo? Exatamente! Da reserva para a viagem.

Se você tivesse um planejamento pessoal bem-estruturado, essa situação poderia ter sido diferente de, no mínimo, duas formas. A primeira, e mais provável, é que o carro não teria estragado, pois as manutenções preventivas estariam em dia. A segunda é que, mesmo que o automóvel estragasse, você teria uma reserva específica para isso, além de contar com a cobertura do seguro.

Problemas todo mundo tem — o difícil é ter as soluções. O planejamento pessoal deixa o caminho pronto para que as soluções sejam encontradas de forma mais fácil, prática e sem afetar os planos do futuro.

 

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Quais são as etapas do planejamento pessoal?

Nas seções anteriores, explicamos o que é o planejamento pessoal e por que você deve ter um. Agora, vamos detalhar o passo a passo para você elaborar o seu próprio planejamento estratégico pessoal e conseguir realizar, de uma vez por todas, aquele sonho que ficou engavetado. Preparado?

Passo 1: entenda mais sobre você

Para começar o planejamento pessoal, a primeira coisa a ser feita é conhecer melhor a si mesmo. O planejamento é o desenho do caminho ideal a ser seguido, e todo caminho tem um início. Ao conhecer melhor a si próprio, você está definindo o ponto de partida da sua caminhada rumo aos seus objetivos.

O conhecimento pessoal envolve questões internas e externas. Afinal, além de indivíduos, somos produtos do meio em que vivemos. Logo, é preciso analisar questões pessoais e internas, bem como a influência de questões externas sobre as nossas vidas.

Para ajudar a entender melhor, e de forma mais abrangente, a si mesmo, a ferramenta mais indicada é a análise SWOT.

O nome dessa ferramenta vem da sigla em inglês para forças (Strengths), fraquezas (Weaknesses), oportunidades (Opportunities) e ameaças (Threats). Vamos detalhar melhor cada um desses pontos nos tópicos a seguir.

Forças

As forças fazem parte da análise de questões internas de cada pessoa. Elas são suas principais qualidades, ou seja, aquilo em que você é realmente bom.

Identificar as forças é importante para ajudar a definir quais serão os caminhos mais fáceis a serem seguidos. Elas serão as grandes aliadas do planejamento estratégico pessoal.

Se você ainda não definiu sua carreira profissional, conhecer as suas forças é fundamental para encontrar sua profissão ideal.

Para o planejamento estratégico pessoal, é indispensável que todas as forças sejam listadas, por mais aleatórias que sejam. Mesmo que elas não pareçam servir de nada, você pode acabar descobrindo uma aptidão para a qual não tinha atentado e alcançar o sucesso seguindo esse caminho.

Portanto, liste tudo sem preconceitos. Não tenha medo ou vergonha de ser bom em alguma coisa. Se você é bom em algo, precisa valorizar isso.

Fraquezas

Assim como as forças, as fraquezas fazem parte da análise interna do planejamento pessoal. Porém, ao contrário da primeira, as fraquezas são seus pontos fracos. Aquilo para o qual você “não leva jeito”.

Conhecê-las bem é imprescindível para saber quais caminhos não seguir de forma alguma, bem como para identificar quais dessas fraquezas valem a pena serem tratadas para que se tornem forças.

Para os rumos profissionais, o conhecimento das próprias fraquezas ajuda a definir as áreas com as quais você não deve flertar, pois terá grandes chances de sofrer alguma frustração.

Não tenha medo de listar suas fraquezas — isso não fará com que você pareça mais fraco. Pelo contrário, ao conhecê-las e admiti-las, você se torna mais forte e mais capaz de direcionar melhor a sua vida.

Oportunidades

Aqui, começamos as análise externas. As oportunidades são todos os aspectos que apresentam um potencial positivo para a sua vida. Em suma, são coisas que você acha interessante e que lhe farão bem.

As oportunidades nos mostram alguns rumos que podem ser tomados. Vêm daqui a definição dos objetivos e, posteriormente, as metas a serem alcançadas.

Quanto aos rumos profissionais, as oportunidades sugerem as áreas de atuação mais propensas para você. Inclusive, é recomendado listar algumas atividades profissionais que você se vê realizando no futuro, seja ele próximo, seja ele mais distante.

Uma boa dica é listar suas oportunidade com base em suas forças. Por exemplo, se uma força sua é saber desenhar, então, suas oportunidades podem ser trabalhar como grafiteiro, tatuador ou ilustrador. E isso vale para profissão e para hobby.

Faça a si mesmo a seguinte pergunta: “se eu sou bom em [força], então, posso fazer [oportunidade]?”.

No campo profissional, o post Trabalho, carreira e profissão: qual a diferença? pode ajudá-lo.

Ameaças

O último quesito de análise são as ameaças. Elas representam as ações externas que podem prejudicar a sua vida e o atingimento de seus objetivos.

O conhecimento das ameaças permite que você saiba quais cuidados deve tomar ao longo do caminho. São essas informações que permitem que você consiga transformar imprevistos em pequenos percalços.

Lembra do exemplo do representante comercial? Uma das ameaças mais importantes que ele tem são os problemas com o carro. Sabendo que, caso o veículo apresente problemas, ele será bastante prejudicado, agirá preventivamente a fim de evitar que o carro estrague e ele perca dias de trabalho.

De uma forma generalizada, para cada ameaça, é preciso pensar em um “plano B”. Caso ela aconteça e crie algum problema, você já tem uma solução mais adequada pronta, de forma que seus planos não sofrerão muitos danos.

Passo 2: defina sua missão e seus valores

Uma das coisas mais ignoradas pelas pessoas que não fazem um planejamento estratégico pessoal é a missão. Ela representa a sua razão de existir no mundo.

Para algumas pessoas, o termo pode parecer, de certa forma, um pouco lúdico, mas ele é de suma importância para a definição do planejamento.

A missão é o que determina o grande objetivo da sua vida. É o maior de todos os motivos que regem a sua existência. É ela que dará o norte para a definição de seus objetivos pessoais e profissionais.

Uma missão bem formulada precisa responder às seguintes perguntas: o que eu quero ser; como eu farei para sê-lo e; por que eu quero fazê-lo. Entenda com um exemplo a seguir:

“Ser um influenciador de destaque da preservação do meio ambiente por meio das minhas ações e de exemplos para contribuir para um futuro melhor.”

Já os valores são um conjunto de características que vão determinar a forma como você vai enfrentar todas as questões que surgirem ao longo da vida.

Eles estão muito ligados à cultura e aos costumes pessoais e envolvem as crenças (religiosas ou não), a criação recebida da família e a forma como convive em sociedade.

Os valores determinam os limites aceitáveis e inaceitáveis de cada pessoa e são a base de todas as decisões. Tomar decisões que não estão de acordo com seus valores traz grandes incômodos e insatisfação. Conhecer e definir quais serão os valores que nortearão a sua vida ajudarão a trazer mais paz e tranquilidade para a sua consciência.

Alguns exemplos de valores são:

  • ética;
  • responsabilidade;
  • honestidade;
  • respeito;
  • empatia;
  • justiça;
  • amor ao próximo.

Passo 3: saiba quem são as pessoas que estão ao seu redor

O ser humano é um ser social. Isso significa que ele precisa de outros seres humanos para viver bem. Não estamos falando que precisamos ser totalmente dependentes das pessoas para sobreviver, mas que precisamos delas para vivermos bem e sermos felizes de uma forma mais concreta e duradoura.

Nas relações pessoais, temos os amigos, os parentes e os vizinhos. Nas profissionais, temos os colegas de trabalho, os clientes e os fornecedores.

É muito importante que essas pessoas sejam relacionadas e identificadas quanto a seus pontos de atenção. Existirão as pessoas com as quais você sabe que poderá contar caso precise de algum tipo de ajuda e existirão aquelas com as quais é melhor ter bastante cuidado.

Outro ponto relevante nessa etapa do planejamento estratégico pessoal é a escolha das suas referências. Se você conseguir um mentor, melhor ainda.

Ter alguém mais experiente na área que você escolheu seguir profissionalmente ou, até mesmo, um coach pessoal orientando-o vai potencializar o sucesso de seu planejamento.

Mas lembre-se de que essas pessoas não têm as respostas para todos os seus problemas. Elas apenas o ajudam a enxergar melhor o cenário com base na experiência que têm para que você possa tomar suas decisões e escolher o seu caminho.

Passo 4: estabeleça seus objetivos e metas

Os 3 passos anteriores são a preparação necessária para a definição dos objetivos e das metas pessoais. Um grande erro cometido por quem não faz um planejamento estratégico pessoal completo é criar objetivos aleatórios, com metas inalcançáveis, e acabar fracassando e frustrando-se.

Os objetivos devem ser traçados com base, primeiramente, na sua missão de vida. É por meio do atingimento deles que sua missão será cumprida, por isso, é tão importante que eles tenham essa ligação.

Para cada objetivo, é essencial que seja atribuída uma meta. A meta é a definição do que será feito para que o objetivo seja alcançado e o estabelecimento do prazo.

Uma estratégia que facilita a definição e a organização dos objetivos e das metas é a montagem de uma planilha. Nessa planilha, você pode separar os objetivos por áreas, como saúde e lazer, desenvolvimento pessoal, profissão e carreira, finanças e família.

As metas devem ser divididas entre curto, médio e longo prazo. As de curto prazo devem ser cumpridas em, no máximo, 12 meses. Já as metas de médio prazo, em geral, serão cumpridas entre 12 e 24 meses. Por fim, aquelas de longo prazo são as que levarão mais de 24 meses para serem cumpridas.

É muito importante levar em consideração a análise SWOT para estabelecer as metas, assim, é possível deixá-las mais factíveis, mas mantendo-as desafiadoras.

Por exemplo, se um objetivo seu é se tornar músico profissional, uma meta de curto prazo pode ser aprender a tocar um instrumento em até 12 meses. Uma meta de médio prazo, no entanto, poderia ser obter 3 certificados de cursos relacionados à música nos próximos 24 meses. Por último, uma meta de longo prazo poderia ser começar a atuar como músico profissionalmente no prazo de 36 meses.

Passo 5: defina e monitore indicadores

De nada adianta ter todo o trabalho de fazer um planejamento pessoal seguindo os 4 passos anteriores se você não fizer o acompanhamento constante de cada meta. Para isso, é indispensável que cada uma tenha seus indicadores.

Os indicadores são os parâmetros estabelecidos para medir o andamento de cada meta. Ou seja, são eles que dirão se ela será ou não cumprida com relação tanto ao prazo quanto ao que foi proposto.

Ter e acompanhar os indicadores também são formas de detalhar melhor cada meta, facilitando o seu cumprimento.

No exemplo do músico profissional, para a meta de aprender a tocar um instrumento, um dos indicadores poderia ser a quantidade de aulas realizadas por semana ou a quantidade de músicas aprendidas por mês.

Os indicadores precisam ter os prazos e os entregáveis bem-definidos para que haja evolução. E essas definições podem ser revistas a todo momento, de acordo com a necessidade identificada. Mas muito cuidado para não fazer modificações apenas para facilitar o cumprimento das metas, já que isso pode prejudicar a evolução do objetivo e, até mesmo, dificultar o seu atingimento.

Uma dica para facilitar o monitoramento dos indicadores é criar uma rotina de verificação. Você pode fazer uma espécie de “balanço” das metas semanalmente. Algumas, principalmente as de curto prazo, precisam de um acompanhamento mais minucioso e frequente.

Mas, em geral, ter uma conferência semanal, uma quinzenal e outra mensal é suficiente para verificar a situação de cada meta e ver se será preciso dar mais atenção a alguma delas ou, até mesmo, fazer ajustes para garantir que o objetivo final seja alcançado.

Passo 6: ordene suas finanças

A organização financeira faz parte de qualquer planejamento. Praticamente todos os objetivos que você traçar para a sua vida passarão, em algum momento, por uma avaliação orçamentária. Gostando ou não, vivemos em uma sociedade na qual o dinheiro é necessário.

É imprescindível ter o conhecimento sobre seu patrimônio, seus proventos e, principalmente, sobre seus gastos.

Para auxiliar no registro de todas a informações importantes sobre suas finanças e no acompanhamento diário dos gastos, o ideal é que você crie uma planilha ou faça o uso de algum aplicativo de gestão financeira.

Não se esqueça de anotar seu patrimônio e os financiamentos e as prestações, caso tenha. Um descuido muito comum das pessoas que não têm o controle sobre as suas finanças é esquecer de contar com o parcelamento de alguma compra ao calcular os gastos do mês.

Ao conhecer melhor o que você possui de bens e dívidas e o quanto recebe e gasta por mês, você estará apto a fazer os ajustes orçamentários necessários para conquistar as suas metas.

Dedique um tempo maior no começo para anotar todos os gastos do dia, até aqueles mínimos. Após aproximadamente uma semana, faça as contas de quanto você gastou e observe se houve muitos gastos desnecessários, que poderão ser cortados para sobrar mais verba para o que é mais importante de acordo com as metas traçadas.

Inclua em seu planejamento a economia de uma parte para cobrir os imprevistos, além das reservas específicas de cada objetivo (como viagens, cursos, aquisição de bens, etc.).

Passo 7: organize seu tempo

A cada dia, todas as pessoas do mundo todo têm exatamente as mesmas 24 horas para realizar suas tarefas. Se esse tempo é muito ou pouco, dependerá de como cada um faz uso de suas preciosas horas.

Nessas 24 horas, é preciso conciliar trabalho e família e ainda encaixar as atividades de crescimento pessoal e de lazer. Por isso, é importante organizar as tarefas do dia para que o tempo seja mais bem aproveitado.

Usar uma parte do seu tempo planejando como o restante dele será usado poupará esforços desnecessários. Assim, ele será otimizado e as metas se desenvolverão em um ritmo melhor.

Suas metas e indicadores devem ser os norteadores para a definição de uma agenda semanal e mensal de atividades. Considere também questões internas e externas ao estipular os melhores dias e horários de cada tarefa.

Cada pessoa produz melhor em um determinado horário. Existem ainda algumas atividades que têm dia e horário específicos e não podem ser remanejadas.

Sempre que houver deslocamentos, combine as tarefas de forma a passar o menor tempo possível no trânsito. A não ser que você utilize apenas o transporte público, no qual pode aproveitar para ler um livro ou assistir a alguma vídeo-aula, o tempo gasto no trânsito dificilmente pode ser aproveitado para outra atividade.

Nunca monte uma agenda sem folgas. Assim como na parte de finanças, os imprevistos também afetam a gestão de tempo. Se a sua agenda está muito “apertada”, você corre o risco de não conseguir cumprir com algum compromisso caso algo inesperado aconteça. Tenha sempre um tempinho de folga entre as atividades para garantir que tudo seja cumprido no tempo estimado.

Como vimos, planejar é a melhor escolha para conseguir realizar todos os sonhos que você tem na vida. É um tanto trabalhoso e exige dedicação, mas os resultados compensam todo o esforço.

Agora que você aprendeu o passo a passo de como fazer o seu planejamento pessoal, confira também nosso artigo com 7 dicas sobre como organizar o tempo no dia a dia.

Saiba como tomar decisões difíceis no trabalho

Na vida, nós estamos tomando decisões importantes a cada momento. Para chegar ao patamar profissional no qual você está hoje, com certeza muitas escolhas foram realizadas durante essa caminhada.

Quando é preciso tomar decisões que envolvam o trabalho e a família, as coisas podem ficar mais complexas. Afinal, são dois contextos muito importantes na vida de todos nós. Diante de escolhas difíceis, é normal se sentir confuso e até ansioso. Mas com atitudes simples você pode manter a calma e ter segurança na escolha. Veja nossas dicas!

Faça um planejamento estratégico pessoal

Nenhuma grande escolha nasce do vazio. Para tomar decisões, nós nos remetemos ao que conhecemos da realidade e ao que queremos para o futuro. Por isso, ter um planejamento pessoal é uma estratégia para estar sempre preparado para reavaliar caminhos e fazer novas escolhas.

Não é produtivo viver sem estabelecer propósitos, principalmente em relação à carreira. É importante traçar metas e ter planos em curto e longo prazo. Assim, você tem mais elementos para avaliar as necessidades e embasar decisões importantes.

Todo planejamento estratégico começa pelo diagnóstico da sua condição atual. Praticar o autoconhecimento e a autoanálise é o primeiro passo. Depois, você deve refletir sobre seus desejos futuros. Lembre-se de incluir não só aspirações profissionais, mas também as necessidades da sua vida pessoal e familiar. É preciso integrar esses contextos e buscar a harmonia entre eles.

Tenha foco naquilo que deseja

Depois de traçar um planejamento estratégico para a sua vida, é importante manter o foco nos objetivos. Para cada meta, é possível definir estratégias que aproximem você da realização. Saber o que quer e concentrar-se nessa conquista é um fator importante na hora de tomar decisões.

Algumas escolhas podem auxiliar na sua caminhada ou distanciar você das próprias metas. Para saber o que decidir, é preciso estar centrado nos seus desejos e possibilidades. Quem tem clareza dos seus objetivos consegue pesar os prós e contras mais tranquilamente, tomando decisões mais efetivas.

Uma oportunidade aparentemente benéfica pode esconder escolhas muito difíceis. Por exemplo, se o seu desejo é deixar o emprego atual e começar a empreender, receber uma proposta de promoção na empresa coloca você diante de um conflito. Ter foco no que planejou anteriormente ajuda nessa tomada de decisão.

Separe um tempo para pensar

Evite tomar decisões precipitadas. Geralmente, as escolhas feitas com rapidez trazem mais risco de arrependimento futuro. Definir caminhos na profissão e na vida pessoal é algo importante, por isso, dê tempo ao tempo.

Mesmo que a pressão esteja grande e você não possa dedicar muitos dias ou semanas para pensar no assunto, encontre tempo de qualidade no período que você tem disponível. Vá para um ambiente calmo, reflita sobre suas opções e busque a melhor escolha.

Informe sua decisão final apenas quando sentir que teve tempo suficiente para pensar sobre ela. Além disso, procure conversar apenas com pessoas diretamente envolvidas na escolha ou com quem você acha que pode ajudar efetivamente. Buscar muitas opiniões pode deixar você mais confuso e dificultar esse momento.

Organize seus pensamentos

Aliada à pressa, a ansiedade é outro fator que atrapalha na hora de tomar decisões difíceis. Diante de uma escolha complexa, nossa mente tende a se sobrecarregar. Por um lado, isso ajuda a levantar mais informações sobre o problema e pensar mais rápido. Por outro, o excesso de tensão é um fator negativo.

Assim, procure acalmar seus pensamentos e organizá-los. Saber lidar com a pressão é uma aprendizagem necessária no mundo corporativo de hoje. Por isso, o ideal é não se deixar levar pelo estresse do momento, mas tentar concentrar-se em pensamentos produtivos.

Além de organizar a mente, reconheça também a sua intuição. Nem todas as decisões são puramente racionais. Na verdade, o fator emocional pesa muito nas nossas escolhas, principalmente quando elas afetam questões profissionais e familiares.

Se sentir necessidade, faça exercícios de respiração e meditação, a fim de se conectar melhor com seus sentimentos e pensamentos.

 

 

Pese as vantagens e desvantagens de cada opção

Sabe aquelas famosas listas de prós e contras? Elas continuam sendo uma das estratégias mais eficazes na hora de tomar decisões complexas. Colocar tudo no papel torna os fatores mais concretos, possibilitando maior consciência do processo de escolha.

Muitas vezes, certas vantagens ou desvantagens só são lembradas quando paramos para escrever. Além disso, é sempre importante lembrar que cada escolha representa uma (ou várias) renúncia. Ter clareza do que é deixado de lado também é fundamental no processo de escolha, evitando arrependimentos.

Toda decisão tem aspectos positivos e negativos — é a balança dos dois que vai fazer com que você chegue a uma opção consciente e segura.

Saiba como conversar e lidar com os familiares

Ter uma relação harmônica na família é fundamental tanto para a sua saúde pessoal quanto para o seu trabalho. É importante lembrar que a carreira não pode ser a prioridade absoluta, a ponto de deixar os familiares de lado. Afinal, eles são a razão de você sair todos os dias para trabalhar.

Por isso, valorize sua família e construa um relacionamento saudável e prazeroso com ela. Preze para que os familiares participem de suas decisões, por mais difíceis que sejam. Pode parecer complicado, mas, se todos souberem conversar, eles podem ser de grande ajuda nos seus processos de escolha.

Se você precisa tomar uma decisão que vai afetar sua dinâmica familiar, mas que você considera produtiva, não esconda nada deles. Dialogue, argumente, apresente alternativas para diminuir o impacto da mudança na rotina e, então, peça o companheirismo de todos.

Para lidar com a família, o respeito e o diálogo são essenciais. É importante saber ouvir a todos e aprender a se expressar da melhor forma, evitando mal entendidos e conflitos desnecessários. Além disso, as conversas não devem se limitar a momentos de pressão — busque construir uma boa convivência, fazendo refeições juntos, se divertindo em grupo e compartilhando o dia a dia de cada um.

Muitas vezes precisamos tomar decisões difíceis no trabalho, sobretudo quando envolvem também a vida familiar. Embora não seja um processo simples, fazer escolhas é algo que nos faz crescer e nos coloca diante do que queremos para o futuro. Com essas dicas, você pode passar por esse momento de maneira mais tranquila.

Que tal pensar um pouco mais nas escolhas que você faz para a sua carreira? Leia nosso texto sobre como lidar com a insatisfação profissional!

Trabalho, carreira e profissão: qual a diferença?

Você sabe a diferença entre trabalho, carreira e profissão? Apesar de, geralmente, utilizarmos os três como sinônimos, cada um tem o seu próprio significado. Duas pessoas, por exemplo, podem ter a mesma profissão e seguir carreiras bem distintas.

Ficou confuso? Neste post, explicaremos o conceito de cada um dos termos e ainda daremos dicas para ajudar no planejamento do seu futuro profissional. Continue lendo!

O que é trabalho?

Uma atividade ou conjunto de atividades exercidas por uma pessoa ou um coletivo em prol de um objetivo. Essa é a definição de trabalho. Em uma empresa, por exemplo, é o esforço realizado pelos funcionários de uma organização para desenvolver o negócio. É por meio do trabalho que os indivíduos conseguem se realizar profissionalmente e constroem sua carreira.

Também, é importante diferenciar o conceito de trabalho da definição de emprego, que é uma parte mais burocrática na relação entre o empregado e o empregador. Nele, é celebrado um contrato que determina uma compensação monetária pelas atividades realizadas pelo funcionário. Ou seja, em um emprego, você recebe pelo seu trabalho.

Qual é a definição de profissão?

Quando falamos de profissão, estamos nos referindo ao tipo de trabalho que você decidiu fazer. Para isso, é preciso duas coisas principais: estudo e prática. Ao escolher uma profissão, geralmente, a pessoa determina uma área de atividade em que passará um bom tempo trabalhando e se especializando.

Ter uma profissão permite que você conquiste espaço no mercado de trabalho e tenha uma ocupação que gere renda para suprir suas necessidades. Normalmente, para exercer uma profissão, é necessário adquirir conhecimentos específicos a partir — principalmente — de cursos técnicos ou superiores, assim como vivência naquele campo. Advogado, médico, administrador e professor são alguns exemplos de profissões.

O que é carreira?

Já a carreira é o caminho que você decidiu trilhar em sua vida profissional. Isso envolve suas metas e também os desejos para o futuro. Aqui, é importante frisar que, a partir de uma profissão, é possível seguir diferentes carreiras.

Alguém que fez um curso superior de Administração, por exemplo, pode escolher trabalhar na gestão de uma organização internacional ou seguir a área acadêmica e se tornar professor universitário. Além dessas possibilidades, pode ainda voltar seus conhecimentos para abertura de uma empresa, por exemplo.

A carreira que você vai seguir dependerá do estilo de vida e do tipo de atuação que você deseja ter. Não é obrigatório desenvolver uma trajetória na sua área de formação inicial, é possível, inclusive, mudar de carreira e fazer um novo plano mesmo depois dos 30 anos.

Para direcionar sua carreira, pense no que você pretende conquistar a longo prazo. Reflita quais são suas motivações e o que lhe traria um sentido de crescimento e realização. A partir dos seus interesses e habilidades, você conseguirá definir um plano para sua carreira e manter o foco nas suas metas profissionais.

 

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Dicas para fazer um planejamento de carreira

De maneira simples, o planejamento de carreira é um conjunto de objetivos estipulados a partir de uma análise das oportunidades, que incluem refletir sobre o que já foi conquistado até o momento e o que ainda pode ser alcançado.

Para isso, é importante fazer uma reflexão profunda sobre si mesmo e estabelecer metas bem definidas que servirão como um guia para o seu crescimento profissional. Assim, você aumenta as chances de sucesso no campo em que deseja atuar. Confira abaixo 5 sugestões para fazer um plano de carreira eficiente!

1. Conheça seu perfil

Não dá para criar um planejamento sem se conhecer. Invista em autoconhecimento e descubra quais são os seus pontos fortes e fracos. Entenda quais são os seus desejos e perceba quem você é e quem você gostaria de ser daqui a alguns anos. Reflita sobre o seu perfil profissional.

Quais são as suas características? Você tem um perfil empreendedor? Gosta da liderança ou prefere ficar nos bastidores da equipe? Quais são suas principais competências e aptidões? A compreensão de quem você é e o que deseja é fundamental para criar o seu plano de carreira.

2. Defina objetivos

O que você espera do seu futuro profissional? Essa pergunta vai servir de base para começar a planejar sua trajetória no mercado de trabalho. Se você já conhece suas características e sabe onde quer chegar, é hora de determinar seus objetivos.

No entanto, para evitar insatisfação, estabeleça metas realistas e bem definidas. Pense, também, de que forma você pode alcançar os seus objetivos e não esqueça de fazer uma revisão periódica desses propósitos. Às vezes, surgem oportunidades que não imaginávamos e pode ser que daqui a um tempo eles não façam mais sentido. Ainda assim, esses objetivos servem como um guia e lhe ajudarão a continuar focado no que você deseja.

3. Estabeleça prazos

Não basta definir objetivos, você também precisa estipular prazos para conquistá-los. Então, estabeleça datas para a realização de cada meta do seu planejamento. Considere o tempo necessário para alcançá-los e reflita sobre o que você precisará para completar cada etapa.

Para começar, veja quais objetivos só dependem de você e foque suas ações neles. As metas que dependem de outras pessoas podem ser mais difíceis de se tornar realidade, mas não desanime!

4. Adquira habilidades

Agora que você já sabe o que quer, o passo a seguir é descobrir o que é preciso para chegar lá. Quais são as competências necessárias? Existe alguma habilidade que você precisa melhorar? Tem alguma capacidade que ainda precisa adquirir? Falta conhecimento em gestão ou em comunicação? Não sabe alguma ferramenta específica?

Identifique o que precisa aprender e desenvolva as habilidades que são importantes para alcançar o seu sonho. Assim, você estará mais perto de fazer o seu planejamento se tornar realidade.

5. Tenha paciência

Em todo percurso existem obstáculos a serem transpassados. Por isso, mantenha a calma se as coisas não saírem como o esperado. Foque em uma meta de cada vez e não deixe de comemorar suas conquistas. Lembre, também, que fracassos são comuns na carreira de qualquer profissional.

Assim, esteja pronto para os desafios que vão surgir e continue focado no seu plano. Não tenha medo de recomeçar e continuar tentando. Com persistência e um bom planejamento de carreira, é possível atingir os seus objetivos.

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Mudar de carreira: saiba como escolher uma nova área profissional

Escolher uma profissão não é tarefa fácil — e não é raro que se perceba isso apenas depois de estar estabelecido em um mercado ou área. Nessas horas, buscar mudar de carreira é uma solução para tentar alcançar a realização profissional, uma transição que, por sua vez, pode trazer muita insegurança.

Se você está passando por um momento como esse, acompanhe este texto e saiba como escolher uma área profissional mais adequada ao seu perfil. Boa leitura!

1. É realmente preciso mudar de área de atuação?

Mudar de carreira é uma decisão que gera consequências. Por isso, é preciso ter cautela e considerar se essa alternativa será a solução para o seu problema. Assim, o primeiro passo diante à insatisfação com a carreira e vontade de mudança deve ser analisar e definir se é realmente necessário trocar a área de atuação.

Alguns fatores podem indicar que você está ansioso por uma mudança na sua vida profissional — como frustração e desânimo constante em relação à sua carreira. Algumas situações, no entanto, podem fazer com que esses sentimentos piorem: estar diante de poucas possibilidades de avanço e crescimento no trabalho é uma delas, por exemplo.

Para definir se mudar de carreira é realmente preciso, existem algumas questões. Confira os próximos tópicos e saiba mais:

1.1. Identifique as causas da vontade de mudar

Como mencionamos, diversos motivos podem estar relacionados com a insatisfação profissional e ter consciência disso é o primeiro passo para o problema de forma eficaz e sem tomar decisões precipitadas (e prejudiciais!).

Assim, coloque-se a pensar: o problema pode estar ligado ao atual emprego e às políticas da empresa — e não à carreira em si. Numa situação dessas, se a questão não for corretamente identificada, a mudança pode não trazer os efeitos desejados, e sim mais frustração.

Talvez você esteja desmotivado por estar em uma empresa que não oferece mais chances de crescimento, que não reconhece os seus esforços ou que não respeita os seus direitos. Nesses casos, o seu problema não é a carreira — e sim onde ela está no momento.

Nesse caso, a solução pode surgir em meio a uma conversa clara com os superiores ou na busca de outro emprego com a mesma função em outra empresa (o que é bem menos impactante do que iniciar uma nova carreira em outra área).

Outro ponto se relaciona com a sua vida pessoal. Você já parou para pensar se os problemas que você atribui ao trabalho têm ligação com outras áreas da sua vida — como problemas financeiros, pessoais e familiares? É preciso ter em mente que eles afetam o seu desempenho e modo de agir. E, portanto, leve-os em consideração.

Caso a situação dure por muito tempo, isso pode afetar a forma como você lida com o trabalho, deixando dúvidas sobre sua carreira e sua própria capacidade — o que faz com que você fique insatisfeito e cogite uma mudança drástica em relação à área de atuação profissional.

Nesses casos, a mudança pode até mesmo agravar o problema, tendo em vista que afetará a sua rotina e poderá ter impactos na sua situação financeira, piorando, assim, o seu estado emocional.

Contudo, a vontade de mudar de carreira pode ser realmente motivada por insatisfação e por problemas diretamente relacionados ao segmento de atuação da empresa em que você trabalha e/ou à função que você exerce.

Isso pode acontecer por diversos motivos — rotinas estressantes, burocracias excessivas e funções que não condizem com os seus propósitos são alguns exemplos de razões que desgastam a motivação dos profissionais.

Você deve se perguntar por que escolheu essa carreira e o que faz com que queira abandoná-la. Busque responder a perguntas como: a escolha dessa profissão levou em conta as suas afinidades e habilidades? Você precisou ingressar no mercado de trabalho cedo demais e não teve tempo ou oportunidade de fazer a graduação desejada?

É fundamental analisar, cuidadosamente, quais são as causas da insatisfação com o trabalho e o que gerou a vontade de mudar de carreira para tomar uma decisão consciente e evitar arrependimentos.

1.2. Busque auxílio profissional

Tendo em vista que a compreensão dessa fase da vida pode ser complicada, é recomendável contar com apoio profissional para identificar os motivos da sua insatisfação.

O auxílio nesse momento é fundamental, pois, como mencionamos, a insatisfação pode não estar ligada à carreira, mas a alguns pontos específicos da atuação profissional em determinada empresa — ou, ainda, a alguns problemas pessoais.

Você pode contar com um psicólogo ou com um coach. Esse profissional trabalhará os aspectos relacionados à sua carreira e à sua vida pessoal para ajudar você a compreender melhor a situação.

Afinal, um olhar “de fora” da situação sempre ajuda a identificar situações que você não enxerga, facilitando o entendimento sobre as causas e as soluções. O objetivo disso tudo é encontrar formas de trabalhar na melhora dos aspectos que estão incomodando e, se necessário, encontrar maneiras e traçar estratégias para escolher um novo caminho.

2. Como planejar-se para mudar de carreira?

Após ter a certeza de que a mudança de carreira é o caminho correto para você, é fundamental planejar cuidadosamente essa transição. É preciso considerar o tempo disponível e as condições financeiras para descobrir a melhor forma de se preparar para atuar em uma nova área.

É preciso ter muito cuidado para não agir por impulsos e de cabeça quente. Lembre-se: nunca é uma boa ideia tomar decisões baseadas em situações isoladas, dificuldades pessoais, modismos ou promessas de rápida melhora financeira.

Mudar de carreira é um passo sério e significa reiniciar a luta pelo crescimento e reconhecimento profissional. Nesse sentido, decisões impensadas podem gerar mais frustrações e dificuldades. Você não quer errar novamente, certo?

Contudo, se você tiver certeza de que precisa mudar, lute por isso e não tenha medo de perseguir os seus sonhos. Muitas pessoas desistem de mudar os rumos profissionais por não ter certeza em relação aos próprios objetivos, por ter medo de mudança ou até mesmo por achar que já passaram da idade para buscar algo novo.

Todos esses aspectos podem — e devem — ser trabalhados. Realizando um bom planejamento, a mudança de carreira pode ser realizada com segurança e responsabilidade — assim ela certamente trará satisfação pessoal e melhorias na sua vida profissional.

Para isso é recomendável que você siga diversas etapas. A seguir daremos algumas dicas para facilitar essa mudança. Acompanhe!

 

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2.1. Identifique suas necessidades

Tenha sempre em mente que mudar de carreira afetará todos os aspectos da sua vida. Por isso, é muito importante ter autoconhecimento e saber quais são as suas necessidades, o que você busca com a nova carreira, o que você espera, o que é preciso para que você desfrute do padrão de vida pretendido e vários outros detalhes.

Também é necessário saber o que será preciso fazer para adotar uma nova carreira: você precisará fazer outra graduação? Uma especialização ou outros cursos técnicos podem servir? Qual será o investimento necessário? Tudo isso influenciará os próximos passos que devem ser tomados.

Enfim, é preciso pensar com calma em tudo o que você precisa para viver bem e realizado — e ponderar se a mudança de área de atuação poderá te proporcionar isso. Em caso positivo, comece a pensar no que é necessário para colocar essa mudança em prática.

2.2. Descubra suas habilidades

Se você não está feliz na sua profissão mas não tem certeza de onde quer atuar, é preciso descobrir algumas coisas sobre você: quais são as suas habilidades, quais são as suas afinidades, em que tipo de trabalho você se sai melhor? Você pode fazer isso por meio de testes vocacionais — preferencialmente aplicados por um profissional capacitado.

Atuar em uma área que favoreça ou necessite das suas habilidades tornam o trabalho mais prazeroso e recompensador — o que leva a uma carreira de sucesso. Por isso, é importante saber em quais áreas e com quais tipos de trabalho você se dá bem. Assim é possível visualizar de forma clara as alternativas e possibilidades de mudança.

2.3. Estabeleça seus objetivos e metas

Objetivos e metas são essenciais na vida — é preciso criar um plano que estabeleça objetivos e prazos para realizar essa transição. Isso é importante para que você mantenha o foco e não desista diante de dificuldades.

Defina os passos necessários para essa mudança e elenque as etapas que você deverá concluir. Na hora de definir metas e prazos, seja realista. Estude as possibilidades com calma, pois não adianta nada criar objetivos que exigem demais ou que não permitem erros — isso só gerará mais frustração.

Sempre que possível, quebre os objetivos grandes em vários objetivos menores e de curto prazo. Ao alcançar pequenas metas, você criará ânimo para continuar investindo nessa mudança e verá que é capaz de realizar tudo o que quiser.

2.4. Faça um planejamento financeiro

Para fazer a transição de carreiras é importante fazer um planejamento financeiro para o período. Afinal, toda mudança exige investimento — seja em cursos, graduações ou especializações, seja na abertura de um novo negócio. Além disso, no início da carreira os rendimentos costumam ser mais baixos.

Uma boa ideia é conciliar uma nova carreira com a antiga até que você consiga alguma estabilidade — contudo, nem sempre isso é possível. Às vezes, mesmo que no início essa conciliação seja possível, com o tempo a rotina pode ficar muito pesada e prejudicar o seu rendimento nas duas atividades.

Assim, é preciso fazer uma escolha — e com um bom planejamento financeiro é possível manter os planos de mudar de carreira sem passar por dificuldades financeiras. Desse modo, é fundamental planejar os gastos e criar uma reserva financeira para conseguir passar por essa fase da forma mais estável possível.

2.5. Prepare-se emocionalmente para a mudança

A mudança de carreira também exige um período de adaptação — por isso, estar preparado emocionalmente é essencial para que você não se frustre. É normal que o início traga algumas dúvidas, dificuldades e desafios — nesse sentido, um bom planejamento é essencial para que você não desanime e desista diante de tais problemas.

Converse com sua família e pessoas mais próximas: essa fase de transição poderá afetá-las. Explique detalhadamente a situação e todos estarão prontos para apoiar as suas decisões.

Todas essas dicas são essenciais para fazer uma transição tranquila de carreiras. Contudo, existe um fator essencial para o sucesso dessa mudança: saber qual carreira seguir e ter segurança sobre essa decisão. Confira o próximo tópico e veja o que você deve fazer.

3. Como encontrar a carreira certa?

Conforme já explicamos, para encontrar a carreira certa é preciso descobrir quais são as suas afinidades. Não se limite ou tenha medo do tempo: mesmo que a nova carreira não pareça ter qualquer ligação com a sua área de atuação, é importante lembrar que conhecimento nunca é demais.

Algumas rotinas e questões relacionadas à antiga profissão podem ajudar você a crescer e se destacar no novo segmento. Novamente, o apoio profissional também é válido: por meio de testes psicológicos e de aptidões um psicólogo poderá indicar áreas que se encaixem às suas preferências e ao seu estilo comportamental.

Essa ajuda profissional ajudará você a identificar quais atividades podem ser mais prazerosas, aliando, assim, rentabilidade e satisfação. Depois de definir essas questões é importante analisar alguns fatores relacionados às profissões pelas quais você nutre interesse.

Veja mais a seguir:

3.1. Desafios da área

O primeiro passo é saber quais serão os desafios da área de atuação escolhida — ou daquelas que você tem afinidade — para entender se você está disposto a passar por todas as etapas e dificuldades do início de uma nova carreira.

Toda carreira terá desafios e obstáculos, isso faz parte do mercado de trabalho e de todas as profissões. Porém, em alguns casos os sacrifícios necessários não valem a pena. Por isso, os desafios e obstáculos que deverão ser enfrentados devem ser ponderados para que não sejam motivos de novas insatisfações no futuro.

3.2. Prós e contras da profissão

Para mudar de carreira é fundamental saber o que você está procurando e com o que deseja atuar. Caso você esteja dividido entre várias opções, faça uma lista de prós e contras de cada profissão.

Liste as coisas que você considera vantagens e atrativos e as que você considera dificuldades e desvantagens. Dessa forma você conseguirá avaliar melhor as opções e riscar algumas delas da lista.

Outro fator essencial é ter uma lista com as suas habilidades e necessidades — lembre-se da importância do autoconhecimento para o planejamento da sua mudança de carreira. Assim, diante de mais de uma oportunidade, você pode buscar a que mais se encaixa nas suas expectativas.

Afinal, tendo em vista que a mudança de carreira costuma ser impulsionada pela insatisfação, é fundamental buscar a que mais tem a ver com os seus ideais e propósitos de vida.

3.3. Limitações da carreira

Também é importante saber as limitações de cada carreira. Busque saber, por exemplo, quais são as suas chances de crescimento, quais são os sacrifícios envolvidos, se essa carreira trará alguma limitação em relação ao seu modo de vida atual e como será o impacto dessa escolha na sua família.

Tendo consciência das limitações você evita criar expectativas e gerar novas frustrações graças aos obstáculos existentes. Por isso, ao se identificar com uma carreira é importante buscar estudar e entender todas as suas características e limitações antes de investir dinheiro e esforços em prol dela.

3.4. Mercado de trabalho

Conhecer e entender o mercado de trabalho é fundamental — afinal, é preciso ter consciência das possibilidades reais da nova carreira e saber em que território você está pisando.

Para isso, é necessário conhecer o público e saber como funciona o mercado na sua região para ver se é viável investir na nova carreira — seja para buscar uma recolocação no mercado de trabalho, seja para empreender e buscar seus próprios clientes.

Você deve investir em um trabalho de pesquisa para entender as necessidades do mercado de trabalho, o que está em alta, quais setores são mais promissores, quais são as funções mais requisitadas ou quais serviços e produtos são mais buscados. Enfim, é preciso fazer uma análise completa para ter certeza da viabilidade da mudança.

Isso é essencial, pois, ao buscar uma mudança de carreira, busca-se também a satisfação pessoal e a estabilidade financeira. Por isso, ao passar por essa mudança, é preciso ter muito cuidado para fazer uma escolha consciente, que dê reais possibilidades de crescimento e satisfação.

3.5. Converse com outras pessoas

Para conhecer melhor a carreira que você deseja trilhar o ideal é conversar com outros profissionais que atuam na área. Você também pode procurar outras pessoas que tenham passado por uma situação parecida para saber como foi feita a escolha e como se deu esse processo.

Também é importante ter uma boa rede de contatos, pois relacionamentos profissionais podem ajudar tanto na busca por um novo emprego na sua nova carreira quanto na captação de clientes para um negócio novo.

Uma coisa é saber como é a carreira na teoria, outra é verificar a experiência de outras pessoas, como elas se sentem e como determinada carreira realmente é na prática — isso pode garantir que você não se iluda com o novo trabalho.

3.6. Tenha certeza do que quer

Tendo em vista os impactos dessa decisão, ter certeza é fundamental. Quando você decide mudar de carreira, logo isso quer dizer que, em outro momento, você não fez a melhor escolha. Nessa situação, você também já teve de lidar com o início de carreira e as lutas diárias para buscar o crescimento profissional.

Desse modo, você deve estar certo em relação ao novo rumo escolhido para que possa enfrentar, sem hesitar, todos os passos necessários até conseguir estabilidade e sucesso no caminho que você decidiu percorrer.

Por isso, a análise de todas as questões relacionadas a essa mudança é essencial para garantir a melhor decisão. Assim, o recomendado é que você só coloque os seus planos em prática depois que tiver certeza do que você quer fazer — e de como fazer.

3.7. Busque as ferramentas necessárias e coloque a mudança em prática

Finalmente, após ter tomado todas as decisões, definido metas, traçado objetivos, estipulado prazos e escolhido qual carreira seguir, agora é a hora de colocar a mudança em prática. Nesse momento é preciso buscar as ferramentas necessárias para atingir os objetivos traçados.

Considere: matricular-se em um curso para expandir seus conhecimentos e melhorar o currículo, cursar uma graduação para se adequar à nova área, fazer uma especialização ou cursos de extensão que possam dar uma base para a nova carreira, criar uma rede de contatos para facilitar a recolocação e o reconhecimento profissional.

Caso você queira criar um negócio próprio, alguns cursos voltados para administração e outros aspectos específicos do empreendedorismo podem ser uma excelente ideia. Você também pode buscar parceiros e sócios para criar uma empresa e investir em um novo segmento.

Também é possível investir em franquias que atendam às suas expectativas. Elas consistem em negócios estruturados, com processos organizados, e permitem ao franqueado a abertura de um novo negócio por meio de um investimento inicial e do pagamento de uma licença para o uso da marca.

Por carregar nomes fortes e já consolidados entre o público, as franquias oferecem um  — fatores excelentes para quem busca uma nova carreira.

Enfim, tudo dependerá da escolha feita — novamente, o planejamento é essencial. Estruture um plano e revise-o sempre que necessário para verificar os objetivos, as metas e seus andamentos — talvez seja preciso adaptá-los periodicamente à realidade vivenciada.

Mudar de carreira é uma decisão importante e vai refletir em todos os aspectos da sua vida. Com essas dicas em mente será bem mais fácil planejar essa mudança, escolher uma nova área de atuação, colocar os seus planos em prática e realizar os seus sonhos.

Pronto! Agora você já sabe quais são os principais pontos a avaliar na mudança de carreira e como escolher uma nova área profissional. Se você gostou deste texto, curta a nossa página no Facebook e acompanhe as nossas atualizações!

Como organizar o tempo no dia a dia? Veja 7 dicas!

Você já teve dúvidas sobre como organizar melhor seu tempo no dia a dia? Às vezes, esse objetivo parece difícil de alcançar em meio a tantos afazeres, não é mesmo?

Porém, com a devida organização, é totalmente possível cuidar do seu tempo para que ele seja utilizado com obrigações, tarefas, hobbies e momentos com familiares e amigos.

Cada um tem uma maneira própria de se organizar, que funciona melhor para seu estilo de vida e personalidade. No entanto, algumas dicas são muito úteis para otimizar a qualidade do seu tempo. Veja a seguir 7 ideias de como organizar o tempo no dia a dia:

1. Crie planejamentos, cronogramas e listas de tarefas

Planeje como você vai usar o seu tempo, anotando tudo o que tem para fazer. Para isso, crie um cronograma ou um planejamento onde você possa colocar todos os seus afazeres com prazos, datas e compromissos. Organize diariamente, semanalmente ou mensalmente, de acordo com sua preferência e necessidade.

Outra possibilidade é fazer listas com suas tarefas e metas. Anote tudo o que precisa ser feito e, para facilitar, divida as atividades em categorias. Por exemplo, separe as obrigações do trabalho das de casa.

Divida os afazeres de acordo com suas prioridades. Destaque o que é urgente do que é mais ou menos importante e leve isso em conta na hora de decidir o que fazer primeiro.

As listas, cronogramas e planejamentos são ótimos recursos, uma vez que te permitem uma melhor visualização das suas tarefas, distribuindo-as de forma organizada de acordo com o seu tempo. Se você preferir usar tecnologia, existem também diversos aplicativos com essas funções.

2. Organize a sua casa e o espaço de trabalho

Arrumar os ambientes em que você passa a maior parte do seu dia faz muita diferença no momento de organizar o tempo no dia a dia. Sabe por quê?

Além de deixar tudo mais prático para você, um ambiente organizado torna as suas atividades diárias bem mais agradáveis!

Por isso, mantenha a sua casa e o seu espaço de trabalho bem organizados, separando os materiais que você mais precisa em um local de fácil acesso, e cuide para preservar a higiene e o conforto nesses locais.

3. Não perca tempo com a procrastinação

É muito fácil se distrair com qualquer coisa ou adiar tarefas importantes sem motivo. Isso pode ser bastante prejudicial, tanto para a sua produtividade como para o aproveitamento do seu tempo.

Sendo assim, na hora que você se dispôs a fazer suas obrigações, tenha foco, evite distrações como celular, vídeos na internet, troca de mensagens e redes sociais.

Distribua as suas atividades ao longo do dia de modo que não te sobrecarregue e tente realizá-las no momento adequado, sem deixar para depois. O seu tempo vai render muito mais, a sua produtividade vai aumentar e, provavelmente, ainda vão restar momentos livres no dia para você aproveitar!

 

 

4. Crie prazos

Se organize e mantenha o foco nos seus afazeres. Estabeleça prazos para a realização e a conclusão de cada tarefa.

Além de ajudar a distribuir melhor as suas atividades diárias, essa atitude é um incentivo para você se dedicar e não procrastinar. Automaticamente, você busca cumprir a sua meta pessoal de ter tudo pronto dentro do limite estabelecido, o que faz o seu cérebro se empenhar mais naquele foco.

5. Adote técnicas como a Pomodoro

Existem técnicas específicas que ajudam como organizar o tempo no dia a dia e ainda otimizar a sua produtividade. Aqui, vamos usar o exemplo da técnica Pomodoro, desenvolvida por Francesco Cirillo.

O termo “pomodoro” significa “duas horas”. O método consiste no seguinte: você se dedica à sua tarefa durante 25 minutos, sem interrupções. Depois, faz uma pausa de 5 minutos para descansar, retornando à atividade em seguida. Isso vai se repetindo e, quando forem atingidas 2 horas, a pausa pode ser maior (de 30 minutos, por exemplo).

Pode ser difícil você seguir essa técnica à risca, cumprindo os minutos certos. Às vezes, você pode achar que não deve interromper a tarefa naquele prazo, além do mais, cada um tem o seu tempo. No entanto, o que vale é a ideia de fazer pequenas pausas ao longo das atividades. Isso ajuda a não se cansar tanto e, assim, ter um rendimento maior.

6. Conheça e respeite o seu próprio tempo

Como você já viu, cada pessoa funciona de um modo único e, da mesma forma, o tempo de cada um também é diferente. Mesmo assim, ainda temos o mau costume de sempre nos compararmos aos outros. Isso acaba trazendo a falsa ideia de que somos desorganizados e pouco produtivos.

A verdade é que o seu rendimento não é pior ou melhor do que o de alguém, só porque você produz mais ou menos do que o outro ou suas formas de organização são diferentes. Todos têm seus pontos fortes e fracos, facilidades e limitações.

O importante é que você descubra o seu jeito de organizar o tempo no dia a dia, conseguindo produzir sem estresse ou sobrecarga. Se cobrar demais ou tentar imitar alguém que funcione de outro modo dificilmente vai te trazer vantagens.

7. Se recompense a cada tarefa cumprida e separe um tempo livre

Encontre formas de se recompensar pelas tarefas cumpridas. Além de trazer um prazer a mais para a sua rotina, te estimula e aumenta sua motivação e produtividade. São várias as opções: escolha, por exemplo, coisas pequenas e simples, como assistir a um filme, comer algo que goste ou passar um tempinho navegando na internet.

Não se esqueça de separar um tempo para descansar, se divertir e cuidar da saúde! Fazer exercícios, ficar com as pessoas queridas, passear, se dedicar a um hobby ou, simplesmente, não fazer nada e dormir também são partes importantes da vida e precisam de tempo dedicado a elas!

O que você achou das nossas dicas de como organizar o tempo no dia a dia? Esperamos ter ajudado! Se você gostou, compartilhe este post nas suas redes sociais e passe essas ideias a diante. Até mais!