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Everton Sabú
Fundador

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Conheça 7 habilidades de um empreendedor que são indispensáveis

O cenário econômico atual obrigou muitos trabalhadores a montarem seu próprio negócio para fugir do desemprego. Diante disso, houve um aumento na concorrência e as habilidades de um empreendedor se tornaram ainda mais cruciais para o sucesso da empreitada. Existem os profissionais que saem na frente, pois já nascem com algumas dessas características bem estabelecidas.

Contudo, é possível desenvolvê-las em qualquer pessoa que esteja disposta a encarar o desafio de estar à frente de um empreendimento. Por isso, é fundamental saber quais são essas habilidades e como fazer para aprimorá-las. É justamente isso que vamos abordar neste artigo. Então, confira as nossas dicas e boa leitura!

1. Inteligência emocional

A inteligência emocional é uma habilidade muito importante para que o empreendedor consiga manter suas questões psicológicas em dia. Isso porque ela está relacionada com a capacidade de lidar com situações extremas de forma mais racional e eloquente. Imagine que você seja dono de um restaurante e aconteça um acidente na cozinha e um de seus funcionários se corte.

Nesse momento, é preciso manter a calma, prestar os primeiros socorros e verificar se será necessário pedir ajuda profissional. Como empreendedor, não importa se ele não tem um bom desempenho ou se é seu parente. Existe um procedimento a ser cumprido e, independentemente das circunstâncias, é a inteligência emocional que ajuda a garantir isso.

2. Resiliência

A melhor analogia utilizada para explicar o conceito de resiliência é o exemplo do bambu. Ele é flexível o suficiente para ceder à pressão, ao mesmo tempo em que tem sua estrutura forte o bastante para voltar ao estado normal quando não há mais nenhuma força sendo aplicada sobre ele.

Como habilidade de um bom empreendedor, a resiliência aparece no momento em que é preciso se adaptar a uma determinada situação, sem que isso mude a sua essência. Por exemplo, digamos que seu estabelecimento seja atingido por uma forte chuva e muitos equipamentos e insumos sejam perdidos. Como um líder resiliente, você conseguirá encontrar soluções temporárias para restabelecer o negócio sem se deixar abater ou desistir.

3. Criatividade

O mundo tem evoluído cada vez mais rápido e, com isso, as relações de consumo também. Isso significa que não dá mais para seguir fazendo as mesmas coisas e esperar que os resultados sejam diferentes. Afinal, vários fatores podem ter mudado e sua empresa precisa acompanhar essas mudanças para se manter competitiva.

Nesse sentido, a criatividade ajuda a desenvolver novos métodos, a criar novos produtos ou até mesmo a pensar em novas formas de apresentá-los aos clientes. O ponto importante da questão é que essa característica garante a atratividade da empresa e, consequentemente, a sua perenidade no mercado.

4. Liderança

Foi-se o tempo em que a liderança era uma característica exigida apenas de pessoas com cargos de chefia. Hoje em dia, ela é uma das habilidades mais importantes para um empreendedor que deseja ter sucesso, mesmo que ele não tenha que coordenar uma equipe em sua rotina.

A liderança se caracteriza pela aptidão de pegar as responsabilidades para si e engajar as pessoas ao seu redor na resolução dos problemas. Sendo assim, ela em nada tem a ver com “saber mandar”, mas sim com o comprometimento verdadeiro com as questões e as pessoas, de forma a inspirá-las e motivá-las a fazer o negócio crescer e se destacar.

5. Persuasão

A persuasão é a arte do convencimento. Assim como a liderança, ela não está relacionada com a capacidade de dar ordens, mas sim de fazer com que as pessoas concordem com o que está sendo proposto, pois acreditam ser o melhor a fazer. No cotidiano de uma empresa, o gestor persuasivo é aquele que tem uma equipe bastante alinhada e que acredita nas decisões que foram tomadas.

Para conseguir induzir os funcionários, o empreendedor deve ser seguro e ter convicção das escolhas que faz. Isso só é possível se ele estiver sempre presente e inteirado de tudo o que se passa ao longo do dia. Desse modo, tem todas as informações necessárias para seguir opções mais firmes e convincentes.

Adicionalmente, é importante ressaltar que uma boa argumentação é uma peça essencial. Logo, além de todo o embasamento na tomada de decisão, o líder persuasivo deve saber expor seus argumentos de modo a garantir que todos compreendam bem o que está sendo proposto e acatem a ideia voluntariamente.

6. Humildade

Não tem nada que desmotive mais uma equipe do que um gestor arrogante. A falta de humildade faz com que nenhuma das características anteriores seja alcançada. Dessa forma, essa é, de todas as habilidades de um empreendedor, a mais impactante. Basicamente porque ela permite que as demais possam ser adquiridas quando a pessoa não nasce com elas.

Entretanto, humildade não deve ser confundida com pobreza ou fraqueza. Muito pelo contrário, um líder humilde sabe quais são suas qualidades e, principalmente, suas limitações. Em vista disso, ele usa esse conhecimento de si próprio para evoluir sem, contudo, denegrir ninguém pelo caminho.

7. Ambição

A última habilidade que vamos destacar ainda é vista de forma negativa por algumas pessoas, mas isso é um mito que precisa ser quebrado. A ambição é muito diferente da avareza. Enquanto a primeira busca a evolução constante, a segunda prega o enriquecimento a qualquer custo.

Então, ser ambicioso é querer que a empresa e seus empregados cresçam de forma sustentável e saudável. A conquista de bens é apenas uma consequência desse processo e não o objetivo principal. A falta dessa característica faz com que o negócio fique estagnado, o que, no mundo em que vivemos, é o mesmo que seguir por um caminho que levará ao fracasso.

Enfim, existem diversas outras habilidades de um empreendedor que devem ser aprimoradas, mas essas são as essenciais. Se você tem um empreendimento ou está pensando em montar um, observe essas características e trace um plano de desenvolvimento para a sua carreira. Assim, seu sucesso será ainda maior.

Uma excelente forma de entender melhor como essas habilidades funcionam na prática é por meio de exemplos. Então, aproveite o momento para se inspirar com a história de Nevaldo Rocha, dono das lojas Riachuelo. Boa leitura!

Histórias inspiradoras: Conheça Abílio Diniz, dono do Grupo Pão de Açúcar

Um negócio familiar que cresceu, está presente nas grandes cidades e é uma marca pela qual muitas pessoas têm um grande carinho. Esse é o Pão de Açúcar, que representa uma das grandes histórias inspiradoras de empreendedores brasileiros. Por isso, o foco é Abílio Diniz, um empresário de sucesso que tem muito a ensinar.

Atualmente, ele é considerado o empreendedor mais notável do varejo brasileiro. Além de ter dado continuidade ao legado de sua família com o supermercado Pão de Açúcar, ele também criou um grupo de sucesso e multibilionário, que conta com empresas como Extra, Assaí e Ponto Frio.

Para entender melhor como Abílio Diniz chegou a esse patamar, vamos contar a história dele. Afinal, como ele gosta de dizer, “o bom líder é aquele que inspira e motiva seus liderados”. Então, que tal se inspirar na trajetória desse grande empreendedor? Acompanhe!

A história inspiradora de Abílio Diniz

Abílio dos Santos Diniz é o primeiro filho da família e tem mais 5 irmãos. Nasceu em 1936 e estudou no colégio Anglo-Latino. Apesar de já ter uma boa vida familiar, sofreu bullying na época por ser baixinho, tímido e gordinho.

Com uma base católica por parte de pai e mãe, começou a treinar artes marciais para se proteger e desenvolver a autoconfiança. No entanto, acabou ganhando a fama de “brigão” por ter um temperamento explosivo, o qual foi amenizado com o tempo.

Começou a trabalhar com seu pai aos 12 anos. Ambos começaram a então Doceria Pão de Açúcar, inaugurada em 1948. Pela paixão aos negócios a que foi incentivado, Abílio Diniz se formou em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) em 1956.

Nessa época, pensou em trabalhar em uma multinacional ou ir para os Estados Unidos fazer uma pós-graduação. Ele chegou a se candidatar para a Universidade de Michigan, mas desistiu diante de uma oferta do pai: abrir um supermercado. Esse foi o momento da guinada e de sua entrada definitiva no ambiente corporativo.

Seu início no mundo empresarial

Ao rever sua ida para os Estados Unidos, Abílio Diniz assumiu um cargo executivo na nova empresa do pai. Ele começou a implementar a ideia do primeiro supermercado Pão de Açúcar, que foi inaugurado em 1959, perto de onde funcionava a doceria aberta anteriormente.

Paralelamente a essa iniciativa, o empresário se apaixonou pelos esportes, que se tornaram uma maneira de aliviar a pressão do dia a dia e encontrar o equilíbrio. Ele já se exercitava desde os 11 anos e a disciplina esportiva contribuiu para seu desenvolvimento profissional, como ele sempre gosta de destacar.

Logo no ano seguinte, em 1960, Abílio Diniz se casou com Auri, com quem teve 4 filhos: Ana Maria, João Paulo, Pedro Paulo e Adriana. Com o apoio da família, ele conseguiu abrir o segundo Pão de Açúcar em 1963 e comprou a rede Sirva-se em 1965.

Em 1968, o Grupo Pão de Açúcar já tinha 40 unidades e contava com mais de 1.600 colaboradores. Em outras palavras, o supermercado, que havia começado pequeno, aos poucos se tornava o maior varejista da América Latina.

As principais dificuldades e superações na administração da empresa

Como nem tudo é um mar de rosas, Abílio Diniz também enfrentou muitos obstáculos durante a sua caminhada. Apesar de ter sucesso nos esportes — foi tricampeão brasileiro em motonáutica em 1968, 1969 e 1970 — e na gestão do negócio, um afastamento temporário causou problemas.

Entre 1979 e 1989, o empresário foi convidado por Mário Henrique Simonsen a participar do Conselho Monetário Nacional (CMN). A experiência adquirida foi positiva, mas foi o primeiro passo para 3 fatos marcantes que modificariam sua personalidade e visão de mundo na mudança da década de 1980 para a de 1990.

O primeiro problema foi a ruptura familiar devido a problemas sucessórios no Pão de Açúcar. Abílio e seus irmãos lutaram para ficar no comando, mas assinaram um acordo em 1994 garantindo que o controle ficaria nas mãos do empresário de maior renome.

O segundo fato foi o sequestro do próprio empreendedor em 1989. Depois de 7 dias em cativeiro, trancafiado em um ambiente pequeno e subterrâneo, Abílio Diniz percebeu que poderia ser atingido e destruído. Ou seja, sua visão de que era inalcançável desapareceu.

O último evento marcante foi a quase falência do Pão de Açúcar em 1990. Diante do cenário negativo, o empresário teve que recorrer à humildade, ao amor, à tolerância, à espiritualidade e ao autoconhecimento para ultrapassar o desafio. Foi nesse momento que ele colocou em prática a regra “corte, concentre e simplifique”. A ideia drástica funcionou e fez o empreendimento voltar ao rumo certo por meio da redução de custos e enxugamento da equipe de colaboradores.

 

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O surgimento da franquia

O Grupo Pão de Açúcar começou a considerar o modelo de franquias em 2006 para a nova marca da rede, a Extra Perto. A ideia era abrir lojas de conveniência em vários lugares com baixo investimento.

Já em 2016, o grupo inovou e relançou a bandeira CompreBem, que tinha saída do mercado em 2011. A ideia foi implantar um novo modelo de negócios, a partir de parcerias com pequenos mercados de bairro. Para garantir o sucesso, inexistiria qualquer compra mínima, pagamento de royalties ou taxa de adesão, uma maneira diferente de franquia.

A história do Pão de Açúcar e sua situação atual

Completando 70 anos em 2018, o Grupo Pão de Açúcar está bastante consolidado. O atual CEO é Peter Paul Estermann, já que Abílio Diniz se afastou meses após assumir a presidência do Conselho de Administração da BRF — detentora das marcas Perdigão e Sadia.

O foco do grupo hoje está em melhorar a rentabilidade e realizar uma transformação digital que atenda às demandas dos consumidores. O desafio é grande, já que a rede tem pouco mais da metade do valor de mercado que tinha na época de Abílio Diniz, antes de sair definitivamente em 2013.

O novo CEO do grupo também deseja dominar o segmento de delivery de produtos de supermercado e pensa em adotar soluções criativas, como drive-thru, entrega na casa do cliente e organização dos itens, entre outras possibilidades.

Em suma, a ideia é honrar a história do grupo, que é de muito sucesso. A verdadeira expansão iniciou na década de 1970 pela aquisição da rede Eletroradiobraz, maior do segmento de eletroeletrônicos e eletrodomésticos na época. Alguns anos depois também foram incorporados novos formatos de loja, como:

  • Sandiz, de departamento;
  • Minibox, de mercearias de desconto;
  • Superbox, loja depósito;
  • Peg & Faça, de bricolagem.

A fusão de todos esses empreendimentos criou a Companhia Brasileira de Distribuição (CBD), nome oficial do Grupo Pão de Açúcar desde então. Outros momentos marcantes foram:

  • realização de uma oferta pública inicial de ações em 1995, com um lance de 112,1 milhões de dólares;
  • captação de 172,5 milhões de dólares na Bolsa de Nova York;
  • compra da rede Ponto Frio em 2009.

A partir dessa e de outras histórias inspiradoras, fica evidente que o primeiro passo pode ser difícil e que haverá obstáculos pelo caminho. Mas com foco, determinação e disciplina, você pode se tornar um empreendedor de sucesso. E você, está preparado para começar?

Se você gostou da trajetória de Abílio Diniz, compartilhe este texto nas suas redes sociais!

Quais são os aspectos legais que deverão ser considerados na franquia?

Você procurou um negócio para abrir e optou por uma franquia. Escolheu essa alternativa por ser mais segura e ter o suporte da marca, o que traz mais confiança para todo o processo. No entanto, uma dúvida ainda ronda sua mente: “quais aspectos legais devo considerar?”.

Esse questionamento é bastante válido. Afinal, sua empresa será uma pessoa jurídica independente, com suas obrigações e direitos. E mesmo contando com o apoio da franqueadora, é fundamental correr atrás da informação e se atualizar. Assim, suas chances de sucesso serão ainda maiores.

Para ajudar nessa empreitada, criamos este post. Aqui, você verá os principais critérios da legislação que devem ser conhecidos. Por isso, serão abordados os seguintes tópicos:

  • abertura do negócio;
  • atuação;
  • legislação;
  • diferença entre marca e franchising;
  • Circular de Oferta de Franquia (COF);
  • cuidados básicos.

Então, que tal se preparar para iniciar seu empreendimento com o pé direito? Confira, a seguir, cada um dos itens citados.

Abertura do negócio

Investir em uma franquia é uma decisão segura e que tem mais chances de dar certo. Segundo dados divulgados pelo Estadão, o franchising tem a menor taxa de mortalidade entre os diferentes tipos de empreendimento: seu percentual no fim do primeiro ano é de apenas 3%, enquanto no varejo é de 26% e, para pequenos negócios, chega a 23%.

A diferença gritante é reforçada pelos dados da Associação Brasileira de Franchising (ABF) relativos a 2017. O crescimento no faturamento foi de 8%, se comparado a 2016. Em números absolutos, a receita alcançou R$ 163,319 bilhões.

Essas informações evidenciam a capacidade de sucesso de sua empresa. Mas, para isso, é preciso atentar à legislação da área. A Lei de Franquias rege os documentos relativos a esse segmento, que se constituem em 4 itens básicos: COF, pré-contrato, contrato entre marca e unidade franqueada e de locação ou sublocação.

Os 3 primeiros documentos apresentam todas as informações que regulamentarão a relação franqueador e franqueado e permitirão entender em detalhes como ela funciona. Contudo, antes de chegar a essa etapa, é preciso passar por outros estágios.

O primeiro deles é escolher o segmento de atuação e a marca com a qual você firmará a parceria. Depois de ser aprovado nas entrevistas com o franqueador, é preciso analisar a COF para, então, assinar o contrato e efetivamente abrir o negócio.

A partir disso, é necessário preparar toda a documentação exigida. Recomenda-se contar com o auxílio de um advogado e/ou contador nesse momento, porque será preciso emitir o CNPJ e obter a liberação da Prefeitura e da Junta Comercial (ou do Cartório de Registro de Pessoa Jurídica). Geralmente, os documentos solicitados são:

  • contrato social, que determina o interesse das partes e o objetivo empresarial, além de descrever o aspecto societário e como as cotas são integralizadas;
  • documentos pessoais do empreendedor e/ou dos sócios;
  • requerimento ou estatuto de Empresário Individual, quando for o caso;
  • requerimento padrão, também chamado de capa da Junta Comercial;
  • Ficha de Cadastro Nacional (FCN) modelos 1 e 2;
  • pagamento das taxas pelo Documento de Arrecadação de Receitas Federais (DARF).

Esses arquivos permitirão que o empreendedor tenha acesso ao Número de Identificação de Registro de Empresa (NIRE). Somente depois disso será possível emitir o CNPJ e, posteriormente, fazer a inscrição e o registro na Secretaria de Estado da Fazenda. Para isso, é necessário apresentar:

  • Documentos Único e Complementar de Cadastro (DUC e DCC);
  • comprovante de endereço dos sócios;
  • cópia autenticada que comprove direito de uso do imóvel;
  • cadastro fiscal do contador;
  • comprovante de contribuinte do Imposto sobre Serviços (ISS), quando a atividade for a prestação de serviços;
  • certidão simplificada da Junta Comercial, para empreendimentos constituídos há 3 meses ou mais;
  • cópia do ato constitutivo;
  • CNPJ;
  • alvará de funcionamento;
  • documentos pessoais dos sócios.

Ainda podem ser necessários os alvarás de funcionamento, do Corpo de Bombeiros e sanitário, assim como o cadastro na Previdência Social. Nesse ínterim, vale a pena conhecer as vantagens e os desafios de abrir uma franquia. Entre os benefícios estão:

  • know-how adquirido;
  • plano de negócios estruturado;
  • suporte e consultoria;
  • investimento em uma empresa testada e reconhecida pelo mercado.

Por sua vez, os principais obstáculos são:

Como é possível perceber, os pontos positivos são muito mais significativos — e os dados já citados comprovam essa afirmação. No entanto, ainda assim é preciso adotar uma postura de empreendedor. Tenha em mente que sua empresa será independente, ou seja, sua gestão será separada da marca à qual estiver filiada.

Por isso, vale a pena estudar sobre administração, conhecer as leis que regem o setor (como você já está fazendo!) e até acessar um guia completo para escolher e negociar o ponto comercial da sua franquia. Lembre-se: quanto mais informação você tiver, maiores serão suas possibilidades de se destacar.

Além disso, compreender esses aspectos melhora o seu relacionamento com a marca e demonstra seu comprometimento com o projeto. Porém, essas são apenas as primeiras observações a serem feitas antes de abrir seu negócio. Há muito mais a analisar.

Atuação

Em relação a esse quesito, é preciso conhecer os modelos de franquia e descobrir qual é o ideal para seu perfil profissional. Pode ser uma franquia:

  • unitária, que comercializa produtos e serviços de uma marca;
  • master, utilizada por companhias que desejam se internacionalizar ou expandir os negócios;
  • de conversão, na qual uma empresa já existente é adaptada a uma franquia;
  • de desenvolvimento de área, que é parecida com a master, mas o franqueado faz a gestão de modo direto e tem o dever de fazer as unidades progredir;
  • shop in shop, que prevê a agregação de outra marca dentro do mesmo espaço para ampliar o negócio;
  • micro, cujo modelo é mais indicado para pessoas com pouco capital para investir, já que o investimento e os gastos são reduzidos;
  • combinada, que reúne diferentes marcas em um espaço e pode ter o formato shop in shop quando há um ambiente exclusivo para um franqueado.

Com exceção dos modelos master e de desenvolvimento de área, todos os outros se encaixam no formato franqueado. Ou seja, o empreendedor abre sua unidade e tem direito de usar a marca e o sistema fornecido por ela.

Os outros dois padrões têm os mesmos direitos, mas podem explorar certa região para ajudar o sistema de franchising da marca a crescer. Por isso, eles vendem subfranquias nesse território, com as mesmas regras e diretrizes estabelecidas pela franquia.

Em qualquer um dos casos é preciso passar por uma análise de perfil. Primeiramente, você deverá preencher um formulário com diferentes dados. Se passar por essa triagem, serão marcadas uma ou mais entrevistas que ajudarão a determinar se a parceria pode ser firmada e se ela tem chances de ser exitosa.

Quanto ao local de atuação, vale a pena especificar que o contrato indicará o espaço geográfico de abrangência da unidade. Esse território deve ser obrigatoriamente respeitado. Caso o franqueado queira ampliar seu alcance, precisará obter autorização da franqueadora.

Lembre-se ainda de que aspectos legais relativos à localização da unidade dependem também da Prefeitura. Por isso, é fundamental fazer uma análise de viabilidade para verificar se no lugar que você escolheu é possível atuar no segmento pretendido.

Vale a pena reforçar que, como unidade e marca são independentes, esses critérios a serem avaliados com a Prefeitura, a Junta Comercial e a Secretaria de Estado da Fazenda são de responsabilidade do empreendedor. Porém, ele pode contar com a ajuda de um contador e/ou advogado.

Legislação

Os elementos que estruturam o sistema de franchising são:

  • produção e/ou distribuição de produtos e prestação de serviços;
  • colaboração recíproca;
  • preço;
  • cessão de patente ou de direito de uso da marca;
  • independência na relação entre franqueador e franqueado;
  • métodos e assistências técnico-administrativas permanentes;
  • território;
  • exclusividade;
  • semiexclusividade de produtos e de sua comercialização.

Todos esses itens interagem entre si e demonstram o relacionamento necessário entre marca e unidade. Ambas as partes devem atuar em conjunto e empregar esforços para cumprir suas obrigações.

Dentro desse contexto, é responsabilidade da franqueadora oferecer:

  • marca reconhecida e com boa reputação, com experimentação no franchising já comprovada por uma unidade-piloto;
  • negócio estruturado;
  • padronização técnica, com manuais operacionais;
  • sistema de recrutamento e seleção para os candidatos a franqueados;
  • estrutura para difundir o know-how, ou seja, treinamento;
  • documentação específica, especialmente a COP e o contrato de franquia;
  • serviços de supervisão e orientação contínuos;
  • ordenação para planejamento e desenvolvimento de produtos;
  • ajuda técnica na escolha do ponto comercial;
  • centralização das compras;
  • marketing cooperativado.

Por sua vez, o franqueado deve fornecer:

  • capacidade financeira para investir conforme o que for determinado na COF e no contrato;
  • desejo de crescer financeira e profissionalmente;
  • perfil para acatar as regras da marca e seguir o que for determinado;
  • espírito de equipe;
  • liderança e habilidades de gestão;
  • objetivos de vida alinhados ao desenvolvimento da unidade.

A legislação vigente é a Lei de Franquias, além dos dispositivos gerais e das cláusulas contratuais. O contrato deve cumprir as diretrizes do Direito Civil, apesar de não haver uma orientação mais clara. A ideia é que esses princípios sirvam para elaboração, avaliação e interpretação do documento.

Em alguns casos, ainda existe o pré-contrato, que é entregue quando o negócio está em vias de ser concretizado, mas ainda inexiste qualquer decisão definitiva. No entanto, esse documento geralmente é substituído pela COF. Quando um ou esses dois arquivos são aceitos, o contrato propriamente dito é entregue. Com sua assinatura, a relação entre marca e franqueado é legalizada e efetivada.

Nesse contexto, o contrato estabelece a relação jurídica entre franqueado e franqueadora, sendo que é cedido ao primeiro o direito de uso da marca ou a patente para distribuição de produtos e serviços.

Entre os direitos do franqueador estão:

  • recebimento dos royalties;
  • exigência de padronização da atividade;
  • determinação de metas a serem cumpridas, com possibilidade de rescisão contratual se forem frequentemente ignoradas;
  • análise do franqueador para identificar se ele tem os requisitos necessários para gerenciar a unidade;
  • escolha do ponto comercial.

Cabe ao franqueado cumprir todas essas exigências, que devem estar obrigatoriamente descritas no contrato e na COF. Se esses documentos estiverem em desacordo, o proprietário da unidade comercial poderá rescindir o contrato e até acionar a marca na justiça.

Os aspectos que devem constar nas cláusulas do contrato estarão especificados em seguida, no tópico sobre a COF.

Diferença entre marca e franchising

Esse é outro aspecto legal relevante que exige do franqueado o conhecimento do que significa cada um desses conceitos. Dessa forma, é possível saber qual deles é mais condizente com o perfil da empresa que você pretende abrir.

Confira o que caracteriza cada uma das possibilidades.

Licença de uso da marca

A denominação desse aspecto já indica a que ele se refere, isto é, trata-se do direito que o dono da marca cede ao empreendedor de ser um representante e comercializar seus produtos ou serviços. Essa relação comercial é um pouco diferenciada e oferece mais liberdade de venda e gestão da unidade.

As principais características da licença de uso da marca são:

  • repasse do direito de uso de uma marca em determinada região;
  • representação, fornecimento e comercialização de produtos ou prestação de serviços;
  • liberdade limitada nos processos de venda;
  • inexistência de modelos de gestão;
  • assistência continuada e restrita.

Em outras palavras, o empreendedor pode usar e comercializar os produtos ou serviços, mas a transferência de know-how é inexistente. Com isso, há uma flexibilização maior dos padrões operacionais e métodos administrativos.

Franchising

Nesse caso, o franqueado tem o direito de usar a marca, mas também recebe o know-how, formações, experiência e assistência ou suporte técnicos sempre que necessário. Por isso, a relação é mais fechada e abrange mais exigências legais, como vimos ao longo deste post.

As principais características do franchising são:

  • oferta do direito de uso de uma marca em determinada região;
  • representação, fornecimento e comercialização de produtos ou prestação de serviços;
  • padronização dos processos de trabalho;
  • transmissão do modelo administrativo para o negócio;
  • suporte continuado em todas as áreas da empresa, como comercial, administração, marketing e mais.

Assim, fica evidente que o sistema de franchising fornece mais direitos, mas também acarreta mais obrigações. O empreendedor que optar por esse modelo precisa ter em mente que deverá seguir o que estiver determinado nas cláusulas contratuais, que também estarão delimitadas na COF.

Circular de Oferta de Franquia (COF)

A Circular de Oferta de Franquia é um documento altamente relevante, tanto quanto o contrato. Ela especifica todas as principais informações que devem ser analisadas pelo franqueado antes de fechar negócio. Por isso, deve ser entregue 10 dias antes da formalização da parceria sem exigência de pagamento antecipado de qualquer taxa ou valor.

O ideal é que um advogado leia esse documento e indique ao franqueado se existe algum ponto de atenção ou dúvida que precisa ser sanada. O propósito da COF é descrever objetivamente como é o sistema de franchising da marca e como o negócio do franqueado deve funcionar.

De acordo com a Lei de Franquias, é obrigatório constar na COF, entre outros aspectos legais:

  • histórico resumido, nome completo, forma societária e razão social da marca e de outras empresas com as quais esteja relacionada;
  • demonstrações financeiras e balanços da franqueadora dos dois últimos exercícios;
  • pendências judiciais da marca, seus titulares, empresas controladoras, direitos autorais e patentes;
  • descrição detalhada do negócio, da franquia e das atividades desempenhadas;
  • perfil esperado do franqueado, com especificação de nível de escolaridade, experiência e características obrigatórias e/ou preferenciais;
  • critérios para o envolvimento do franqueado na operação e gestão da unidade;
  • descrição de investimento inicial necessário, caução e taxas de filiação, bem como custos e valores para instalações, estoque e equipamentos;
  • detalhamento de pagamentos periódicos — de royalties, seguro, aluguéis, entre outros — a serem feitos pelo franqueado ao franqueador ou a terceiros indicados;
  • relação completa de franqueados, subfranqueados, subfranqueadores e daqueles que já se desligaram da rede nos 12 meses anteriores;
  • modelo de contrato que deverá ser assinado.

Assim, a COF traz todos os critérios imprescindíveis para fechar negócio. Essas cláusulas também precisam estar no contrato, não ipsis litteris, mas os documentos devem ser condizentes. Caso contrário, o recomendado é ignorar a parceria.

Perceba que a COF e o contrato são os documentos principais que regem a relação entre franqueador e franqueado. No entanto, também é necessário ter outros cuidados básicos para evitar imprevistos.

Cuidados básicos

A abertura de uma unidade franqueada é o sonho de muitas pessoas — provavelmente, o seu também. Porém, antes de começar essa empreitada, é preciso conhecer as vantagens e desvantagens de empreender e ser dono do próprio negócio.

A parte positiva é ter flexibilidade, poder escolher a própria equipe e alcançar a realização pessoal e financeira. Por outro lado, também existe a burocracia, a atenção às finanças e a necessidade de investimento inicial.

Neste artigo, estamos apresentando a questão burocrática para a qual é preciso atentar. No entanto, ainda há outros critérios a serem analisados. Veja quais são eles a seguir.

Experimentação comprovada

O franqueador precisa fazer um teste com uma unidade-piloto antes de colocar seu sistema de franchising em funcionamento. Esse processo inclui a definição de questões legais, além de comprovação de eficácia e impacto social.

Porém, saiba que existem franquias novas no mercado que tendem a ser mais baratas que as já reconhecidas. O risco, nesse caso, é muito grande, porque a inexperiência em lidar com o franchising e os franqueados pode colocar o negócio a perder.

Por isso, o ideal é observar minuciosamente há quanto tempo a marca está no mercado, há quanto tempo o sistema de franquias existe e se há unidades próprias que representem o teste-piloto e garantam a operação exitosa.

Tenha em mente que, quanto mais estabelecimentos a franqueadora tiver, mais consumidores e mercados abrangerá. Essa é a experiência comprovada, tão necessária para que os clientes conheçam a marca e queiram adquirir seus produtos e serviços.

Padronização técnica

A organização de processos por meio de manuais é fundamental para garantir uma boa gestão e alcançar os resultados esperados. Esses documentos devem ser oferecidos ao franqueado, bem como supervisão da marca, serviços de orientação, treinamento, layout e padrões arquitetônicos, entre outros aspectos.

Todos esses elementos garantem uma verdadeira padronização e permitem que você, como franqueado, cumpra os requisitos exigidos pela franqueadora. É o caso, por exemplo, de uma franquia de cursos e idiomas. Ela deve oferecer os materiais e repassar o método de ensino para garantir que todas as unidades ofereçam a mesma qualidade.

Difusão assegurada

Esse critério remete aos treinamentos prático e teórico. Tanto o empreendedor quanto seus colaboradores devem passar pela capacitação, a fim de garantir que a operação funcione da melhor forma possível.

Perceba que esse treinamento deve contar com o apoio dos manuais de padronização. A partir deles — os quais devem contemplar desde as vendas até as questões financeiras —, é possível evitar erros. Além disso, as informações de gestão de recursos humanos ajudarão a contratar os melhores profissionais e fornecer a capacitação necessária.

Considere ainda que a Lei de Franquias detalha o treinamento como uma obrigação da marca. A legislação determina também que a duração, os custos e o conteúdo que será repassado devem ser especificados.

Formalização expressa

Esse requisito é assegurado pelo contrato e pela COF. Esses documentos sempre devem ser escritos e assinados para serem efetivamente formalizados. Também deve haver uma minuta que garanta a relação estabelecida entre franqueador e franqueado.

Lembre-se de que, apesar do contrato, sua unidade e a marca são pessoas jurídicas distintas. Portanto, a gestão e as responsabilidades jurídicas são independentes. Ainda assim, você deve cumprir o que estiver estabelecido nos documentos de formalização assinados.

Rentabilidade verificada

Esse é outro critério bastante importante, porque se refere aos lucros. O potencial de retorno está especificado no contrato e na COF. Você também deve saber qual é o investimento necessário e o ponto de equilíbrio (no qual receitas e despesas são iguais).

Além disso, vale a pena pensar no retorno sobre o investimento (ROI), que indica o tempo necessário para que o valor empregado inicialmente retorne para o empreendedor. Esse cálculo também considera despesas mensais, impostos, salários, taxas pagas à franqueadora e outros custos.

Assim, é possível ter uma avaliação mais clara do andamento do seu negócio. Com isso, torna-se mais fácil tomar decisões acertadas e chegar ao sucesso, especialmente se você contar com uma marca consolidada.

Esse é o caso da Jumper! Franchising, que oferece cursos profissionalizantes e de idiomas. Entre os benefícios da franquia estão: baixo investimento, elevada lucratividade, retorno rápido e metodologia pioneira. Na prática, se você tiver apenas 150 alunos, já terá um faturamento de R$ 30 mil e um lucro de R$ 10 a R$ 15 mil por mês.

Além disso, os aspectos legais estão totalmente contemplados. O resultado é mais garantido na hora de fechar negócio e abrir sua unidade.

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Como ser um bom líder: 6 características do mindset empreendedor

Quais são as características imprescindíveis a um bom líder? Essa pergunta, embora aparentemente simples, tem o poder de suscitar discussões bastante aprofundadas — as quais, por sua vez, têm sido cada vez mais recorrentes no ambiente empresarial contemporâneo.

Se você busca mais informações (e até mesmo orientações) sobre o assunto, encontrou o conteúdo perfeito! Neste post, você vai entender um pouco mais sobre o mindset empreendedor e descobrir por que é essencial cultivar atributos que favoreçam o sucesso pessoal e profissional.

Além disso, também terá acesso à algumas dicas valiosas para desenvolver seu potencial e, dessa forma, se aproximar cada vez mais da concretização de seus objetivos. Preparado? Boa leitura!

O que é mindset empreendedor?

Em uma tradução livre para o português, a palavra “mindset” remete à configuração da mente. Na prática, o mindset é uma característica altamente individual, formada pelo conjunto de crenças e valores de cada um.

Quando deslocada para o contexto empreendedor, a expressão ganha traços mais específicos, diretamente associados à capacidade pessoal de planejar, arregaçar as mangas e fazer acontecer.

Esse é, justamente, o mote central de um mindset empreendedor. Em uma economia aberta e em um mercado repleto de novas possibilidades, o desejo de reger o próprio negócio é cada vez mais evidente e significativo.

Não se trata, porém, de simplesmente se lançar ao mercado com uma boa ideia em mente. Para empreender, é preciso muito mais — e tudo começa, sem dúvida, na configuração da mente. Afinal, como já foi atestado por grandes nomes (como Albert Einstein e Thomas Edison), “pensamentos são coisas”.

Se você deseja avançar (e imergir) no empreendedorismo, esteja certo de que será necessário adotar um mindset condizente com seus objetivos. Para compô-lo e sustentá-lo, é preciso que sejam desenvolvidas algumas características relevantes. Você saberá quais são em breve!

Por que é importante cultivar características empreendedoras?

Antes de elencar os atributos recomendados para um mindset empreendedor, convém esclarecer os motivos que os tornam necessários aos líderes de sucesso.

Em primeiro lugar, é preciso saber que o mercado contemporâneo é marcado pela alta competitividade. Enfrentar um ambiente de forte concorrência, no qual é preciso acompanhar tendências e otimizar recursos, exige mais do que apenas capacidade técnica: também é necessário dispor de competências mentais e comportamentais.

Da mesma forma, não é possível (nem inteligente) negligenciar os desafios práticos e burocráticos envolvidos na abertura de um novo negócio. Nem só de um plano de negócios bem-feito vive uma nova empresa!

Noções de estruturação de equipe, alocação de investimentos e gestão financeira são importantes para que o líder seja capaz de desenvolver sua empresa de forma sustentável.

Em essência, portanto, as características empreendedoras têm várias vertentes. O segredo está, muitas vezes, na capacidade de trabalhar habilidades e competências diferenciais. O somatório de esforços e experiências canalizados em uma gestão enxuta, coesa e sinérgica certamente molda um bom líder.

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Como ser um bom líder?

Agora que você já entendeu, de modo abrangente, o que é um mindset empreendedor e por que é importante desenvolver qualidades de liderança, chegou a hora de saber quais atributos são essenciais em sua jornada.

1. Seja honesto e resiliente

O mindset empreendedor deve ter profundas raízes naquilo que você acredita e propaga. Por isso, suas características pessoais têm grande influência no seu estilo de liderança!

Certifique-se de adotar e replicar uma postura honesta e resiliente em todas as decisões da nova empresa. Dessa forma, você assegura o respeito de seu círculo profissional e evita que dificuldades do cotidiano abalem seu foco no objetivo.

2. Conquiste confiança

A confiança daqueles que o cercam — sejam eles funcionários, fornecedores ou clientes — é crucial para que você evolua enquanto empresário. Para conquistá-la, seja sempre ético e coeso em suas ações e decisões.

E lembre-se: uma vez depositada, a confiança deve ser rotineiramente honrada. Por isso, esteja atento à ética e à transparência com que conduz os negócios.

3. Defina metas

Em um âmbito mais estratégico, a definição das metas empresariais certamente desponta como um dos itens básicos em um negócio bem-sucedido. Afinal, você só poderá ter os resultados que almeja se souber o que fazer para chegar lá!

Sendo assim, não postergue as análises do seu negócio e formalize os objetivos (em curto, médio e longo prazo), assegurando que a equipe tenha ciência deles e os empregue como norte para as atividades cotidianas.

4. Delegue funções e atividades

Alguns líderes, principalmente aqueles que construíram cada alicerce da operação, têm dificuldade para delegar atividades à equipe. Cuidado! Além de desnecessariamente centralizadora, essa é uma atitude bastante improdutiva!

Para evitar o erro, você precisa selecionar funcionários nos quais confie e acioná-los para as tarefas processuais. Distancie-se da rotina e reserve o seu tempo para o que é mais importante e estratégico: fazer seu negócio crescer.

5. Estabeleça um bom fluxo de comunicação

Um bom fluxo de comunicação é essencial para otimizar rotinas e evitar erros, gerando mais produtividade e minimizando os riscos de prejuízos por desencontro de informações.

Certifique-se, portanto, de criar (e alimentar) canais eficazes de comunicação, nas dependências da empresa e também externamente, permitindo que a equipe e os demais públicos de interesse possam interagir sem barreiras ou ruídos.

6. Construa e alimente uma boa rede de relacionamentos

Por fim, embora não menos determinante, esforce-se para criar e fortalecer uma rede de networking profissional. Os líderes engajados têm consciência de que os relacionamentos são a grande arte competitiva da atualidade.

Para alimentar a sua, não dispense a aproximação com fornecedores e a participação em eventos do setor, por exemplo. Sempre há oportunidades para expandir sua rede!

Logo, a mensagem final é clara: um bom líder é o resultado de um conjunto harmonioso de predisposições internas e características sociais. Se esse é o seu objetivo, empenhe-se em desenvolver habilidades e competências que te conduzirão ao sucesso na trilha do empreendedorismo.

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Qual o melhor momento para o empreendedor tirar férias?

O sonho de ter seu próprio negócio se realizou e sua rotina agora é tomada por grandes decisões e muito trabalho, certo? Sabemos que se dedicar a uma empresa que é sua faz todo esforço valer a pena, mas é preciso também conhecer os limites e saber a hora de parar um pouco.

Muitos empreendedores não se permitem tirar uns dias de folga para relaxar longe do trabalho. Algo que era um direito quando estavam no regime CLT, vira um privilégio, às vezes carregado de sentimento de culpa.

Mas não precisa ser assim. É muito importante o empreendedor tirar férias, para a saúde dele e da empresa. A sobrecarga de trabalho pode ser exaustiva e acarretar na diminuição da produtividade. Uns dias de descanso deixarão você relaxado e motivado para o trabalho.

Está convencido da importância, mas não sabe como fazer para ficar uns dias longe da empresa? Veja nossas dicas práticas e programe sua folga!

Quando sair de férias?

Essa certamente é uma grande dúvida que surge na hora do empreendedor tirar férias. Se a empresa depende de você, como estabelecer a melhor data de saída? Isso é possível, basta conhecer seu negócio.

Todo empreendimento tem períodos de maior e menor demanda. Alguns são bem claros e não deixam dúvidas. Quem administra um hotel, por exemplo, não pode pensar em viajar de férias na alta estação ou tirar dias de folga nos feriados. Para quem tem uma livraria, a época de volta às aulas exige sua presença diária, já em uma sorveteria, o movimento será bem maior durante o verão.

Se a sua empresa não está em nenhum desses exemplos e você não analisou ainda a sazonalidade dela, faça isso. Observe a movimentação financeira e veja em que épocas o movimento é menor. Esse é o período ideal para você se programar melhor e conseguir tirar uns dias de férias. Afinal, as demandas diminuem e fica mais fácil delegar suas tarefas para os funcionários.

Quanto tempo elas devem durar?

Quem trabalha com carteira assinada costuma tirar trinta dias de férias seguidos, sem preocupações. Para um empreendedor, essa tarefa é praticamente impossível. O ideal, para que você consiga de fato relaxar sabendo que sua empresa está bem, é fatiar suas férias em períodos menores.

Antes de decidir por quantos dias você sairá, é preciso pensar na maturidade do seu negócio. Se a empresa tem menos de três anos, ela provavelmente ainda depende muito da sua presença, assim, tirar uma semana de folga por vez pode ser a melhor opção. Em empresas mais consolidadas, que já caminham com uma independência maior, o proprietário consegue estar distante por até quinze dias seguidos.

Além disso, o tempo das suas férias depende também do seu nível de exaustão. Se o trabalho está exigindo muito e você não tem se sentido bem, poucos dias podem não ser suficientes para recarregar suas energias.

O que deve ser feito antes do empreendedor tirar férias?

Para quem tem o próprio negócio, aproveitar uns dias de folga é um trabalho e tanto. Antes de ir curtir seu descanso, muitas coisas precisam ser organizadas para que a empresa, e você, estejam bem nesse período.

Organização da rotina

Seu empreendimento precisa continuar funcionando enquanto você estiver fora, por isso, cada atividade que você exerce deve ser planejada antes das férias começarem. Se existir um sócio ou um gerente, sua função pode ser temporariamente absorvida por ele.

Caso você administre sozinho, é possível organizar as tarefas entre os funcionários. Prefira delegar ações importantes para os mais experientes e confiáveis da equipe. Verifique a necessidade de treinar alguém para alguma tarefa mais específica e certifique-se de que ela foi compreendida.

Comunicação com clientes e fornecedores

O bom relacionamento com os clientes e com outras empresas é fundamental para o seu negócio. Assim, fazer um comunicado sobre suas férias é interessante para que tudo corra bem durante esse período.

Entre em contato com os fornecedores e já deixe os dias de folga combinados, identificando o funcionário que irá substituir você. Além disso, avise aos clientes — pode ser diretamente, ou por mensagens afixadas na loja ou enviadas por e-mail.

Planejamento financeiro

Essa é outra questão fundamental antes que você tire seus dias de folga. Lembre-se que você está saindo de férias como pessoa física, e não jurídica. Logo, os custos não devem ser repassados para a empresa.

Você precisa se planejar para esse período com o que recebe no pró-labore e na divisão de lucros. Tirar dinheiro do caixa para viajar ou fazer passeios pessoais não é uma maneira interessante de gerir seu negócio. As finanças devem ser bem separadas, para que o seu período de férias não cause dificuldades administrativas.

É possível relaxar nas férias?

Com tantos detalhes para resolver antes do empreendedor tirar férias, você pode estar se perguntando se vai mesmo conseguir relaxar. Sim, é possível descansar o corpo e a mente e voltar para o trabalho mais tranquilo.

Os benefícios da folga não são apenas para o seu bem-estar e saúde, mas também para o funcionamento da empresa. Depois de alguns dias longe, você vai voltar mais motivado e com novas ideias. Além disso, o período de férias pode ser usado também para estudar, fazer cursos e participar de eventos, como feiras de negócios.

Claro, isso sem deixar de lado a necessidade de descanso. Mudar o foco do trabalho é essencial para você se sentir relaxado e feliz. Fazer uma viagem em família é uma ótima ideia para aproveitar as férias. Nesses momentos, evite preocupações com a empresa e não fique buscando trabalho no celular ou computador. Seus familiares certamente sentem falta de passar mais tempo com você desde que abriu a empresa, portanto, aproveite os dias de folga com eles.

Ao tirar suas primeiras férias na empresa, é normal ficar ansioso e inseguro. Com o tempo, você se organiza melhor e sente mais confiança na equipe. Além disso, os benefícios do descanso vão te convencer de que é fundamental o empreendedor tirar férias. Aproveite as suas!

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Trabalho, carreira e profissão: qual a diferença?

Você sabe a diferença entre trabalho, carreira e profissão? Apesar de, geralmente, utilizarmos os três como sinônimos, cada um tem o seu próprio significado. Duas pessoas, por exemplo, podem ter a mesma profissão e seguir carreiras bem distintas.

Ficou confuso? Neste post, explicaremos o conceito de cada um dos termos e ainda daremos dicas para ajudar no planejamento do seu futuro profissional. Continue lendo!

O que é trabalho?

Uma atividade ou conjunto de atividades exercidas por uma pessoa ou um coletivo em prol de um objetivo. Essa é a definição de trabalho. Em uma empresa, por exemplo, é o esforço realizado pelos funcionários de uma organização para desenvolver o negócio. É por meio do trabalho que os indivíduos conseguem se realizar profissionalmente e constroem sua carreira.

Também, é importante diferenciar o conceito de trabalho da definição de emprego, que é uma parte mais burocrática na relação entre o empregado e o empregador. Nele, é celebrado um contrato que determina uma compensação monetária pelas atividades realizadas pelo funcionário. Ou seja, em um emprego, você recebe pelo seu trabalho.

Qual é a definição de profissão?

Quando falamos de profissão, estamos nos referindo ao tipo de trabalho que você decidiu fazer. Para isso, é preciso duas coisas principais: estudo e prática. Ao escolher uma profissão, geralmente, a pessoa determina uma área de atividade em que passará um bom tempo trabalhando e se especializando.

Ter uma profissão permite que você conquiste espaço no mercado de trabalho e tenha uma ocupação que gere renda para suprir suas necessidades. Normalmente, para exercer uma profissão, é necessário adquirir conhecimentos específicos a partir — principalmente — de cursos técnicos ou superiores, assim como vivência naquele campo. Advogado, médico, administrador e professor são alguns exemplos de profissões.

O que é carreira?

Já a carreira é o caminho que você decidiu trilhar em sua vida profissional. Isso envolve suas metas e também os desejos para o futuro. Aqui, é importante frisar que, a partir de uma profissão, é possível seguir diferentes carreiras.

Alguém que fez um curso superior de Administração, por exemplo, pode escolher trabalhar na gestão de uma organização internacional ou seguir a área acadêmica e se tornar professor universitário. Além dessas possibilidades, pode ainda voltar seus conhecimentos para abertura de uma empresa, por exemplo.

A carreira que você vai seguir dependerá do estilo de vida e do tipo de atuação que você deseja ter. Não é obrigatório desenvolver uma trajetória na sua área de formação inicial, é possível, inclusive, mudar de carreira e fazer um novo plano mesmo depois dos 30 anos.

Para direcionar sua carreira, pense no que você pretende conquistar a longo prazo. Reflita quais são suas motivações e o que lhe traria um sentido de crescimento e realização. A partir dos seus interesses e habilidades, você conseguirá definir um plano para sua carreira e manter o foco nas suas metas profissionais.

 

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Dicas para fazer um planejamento de carreira

De maneira simples, o planejamento de carreira é um conjunto de objetivos estipulados a partir de uma análise das oportunidades, que incluem refletir sobre o que já foi conquistado até o momento e o que ainda pode ser alcançado.

Para isso, é importante fazer uma reflexão profunda sobre si mesmo e estabelecer metas bem definidas que servirão como um guia para o seu crescimento profissional. Assim, você aumenta as chances de sucesso no campo em que deseja atuar. Confira abaixo 5 sugestões para fazer um plano de carreira eficiente!

1. Conheça seu perfil

Não dá para criar um planejamento sem se conhecer. Invista em autoconhecimento e descubra quais são os seus pontos fortes e fracos. Entenda quais são os seus desejos e perceba quem você é e quem você gostaria de ser daqui a alguns anos. Reflita sobre o seu perfil profissional.

Quais são as suas características? Você tem um perfil empreendedor? Gosta da liderança ou prefere ficar nos bastidores da equipe? Quais são suas principais competências e aptidões? A compreensão de quem você é e o que deseja é fundamental para criar o seu plano de carreira.

2. Defina objetivos

O que você espera do seu futuro profissional? Essa pergunta vai servir de base para começar a planejar sua trajetória no mercado de trabalho. Se você já conhece suas características e sabe onde quer chegar, é hora de determinar seus objetivos.

No entanto, para evitar insatisfação, estabeleça metas realistas e bem definidas. Pense, também, de que forma você pode alcançar os seus objetivos e não esqueça de fazer uma revisão periódica desses propósitos. Às vezes, surgem oportunidades que não imaginávamos e pode ser que daqui a um tempo eles não façam mais sentido. Ainda assim, esses objetivos servem como um guia e lhe ajudarão a continuar focado no que você deseja.

3. Estabeleça prazos

Não basta definir objetivos, você também precisa estipular prazos para conquistá-los. Então, estabeleça datas para a realização de cada meta do seu planejamento. Considere o tempo necessário para alcançá-los e reflita sobre o que você precisará para completar cada etapa.

Para começar, veja quais objetivos só dependem de você e foque suas ações neles. As metas que dependem de outras pessoas podem ser mais difíceis de se tornar realidade, mas não desanime!

4. Adquira habilidades

Agora que você já sabe o que quer, o passo a seguir é descobrir o que é preciso para chegar lá. Quais são as competências necessárias? Existe alguma habilidade que você precisa melhorar? Tem alguma capacidade que ainda precisa adquirir? Falta conhecimento em gestão ou em comunicação? Não sabe alguma ferramenta específica?

Identifique o que precisa aprender e desenvolva as habilidades que são importantes para alcançar o seu sonho. Assim, você estará mais perto de fazer o seu planejamento se tornar realidade.

5. Tenha paciência

Em todo percurso existem obstáculos a serem transpassados. Por isso, mantenha a calma se as coisas não saírem como o esperado. Foque em uma meta de cada vez e não deixe de comemorar suas conquistas. Lembre, também, que fracassos são comuns na carreira de qualquer profissional.

Assim, esteja pronto para os desafios que vão surgir e continue focado no seu plano. Não tenha medo de recomeçar e continuar tentando. Com persistência e um bom planejamento de carreira, é possível atingir os seus objetivos.

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Conheça 5 desafios em ser um empresário

Os desafios em ser empresário podem assustar algumas pessoas, mas como a própria palavra diz, não se tratam de problemas e sim de desafios.

Todos os empresários bem-sucedidos, durante a caminhada, aprenderam a extrair o melhor de cada experiência, transformando esses desafios em oportunidades de crescimento pessoal e empresarial.

Neste texto, falaremos sobre o que é preciso para ser um empresário, quais as compensações e desafios e o que fazer para contorná-los. Confira!

O perfil empreendedor

Várias características podem favorecer o empreendedorismo.

Não existe nenhum impedimento para que qualquer pessoa se torne empresária, entretanto, os indivíduos que têm sucesso como empresários geralmente têm em comum as seguintes características:

  • facilidade para identificar oportunidades;
  • gosto por desafios — ou, no mínimo, não ter medo deles;
  • iniciativa;
  • espírito de liderança;
  • coragem e ousadia;
  • sonho de independência;
  • comprometimento e capacidade de “vestir a camisa”.

Se você não se enxergou completamente na lista acima e acredita que estão faltando algumas dessas qualidades em seu perfil, não se preocupe. As habilidades também podem ser desenvolvidas ou aperfeiçoadas.

Esse aperfeiçoamento pode se dar por meio de:

  • cursos;
  • estudos por conta própria;
  • conselhos;
  • reflexões e a própria experiência do dia a dia.

Não subestime a importância de buscar desenvolver-se cada vez mais. Os desafios virão e um empresário precisa estar preparado.

5 desafios em ser um empresário

1. Instabilidade financeira

Um empresário deve estar ciente de que sua renda será flutuante. Não há garantia de entrada de receita, cada dia é uma batalha.

Nos primeiros anos, especialmente, é preciso ter paciência, pois o negócio leva algum tempo até começar a dar lucro e o empresário também precisa de tempo até se acostumar com o padrão de despesas que a empresa demanda.

Existem outros fatores que influenciam na instabilidade dos rendimentos da empresa, entre eles:

  • sazonalidade do mercado (há épocas mais propícias para certos tipos de vendas, assim como há épocas de baixa procura);
  • nível de endividamento da empresa;
  • rotatividade de funcionários (gerando custos com contratações e verbas rescisórias).

Assim, é importante que haja planejamento e muito autocontrole para administrar as finanças de um estabelecimento.

 

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2. Legislação e tributos

A constituição formal e jurídica de uma empresa requer uma série de procedimentos iniciais, como:

  • Confecção e averbação dos contratos (estatuto social, contrato de franquia etc.);
  • Registro na Junta Comercial;
  • Expedição de alvarás de funcionamento perante a Prefeitura;
  • Inscrição Estadual;
  • Licença ambiental, se for o caso;
  • Inspeção pelo Corpo de Bombeiros;
  • Contratações de empregados e assinatura de Carteiras de Trabalho;
  • Contratação de contador.

Pesquisas apontam que o Brasil é o 130º país no ranking mundial de facilidade para abrir um negócio. Isso significa que temos um dos processos mais burocráticos do mundo.

Fora a abertura da empresa, o dia o dia também demanda outras providências, como a observação das normas de direito do consumidor e pagamento de tributos.

A legislação tributária brasileira é complexa, o que faz com que muitos se confundam sobre quais impostos precisam pagar e também quanto a forma de cálculo.

No entanto, todas essas providências são fundamentais para que a empresa opere regularmente, evitando autuações administrativas ou processos judiciais.

3. Gestão de pessoas

Falar em empresa é falar em pessoas, afinal, nenhum negócio sobrevive só com uma grande ideia ou um ótimo produto. São necessárias pessoas para fazer com que o produto chegue ao cliente de forma satisfatória.

No ramo da prestação de serviços, a importância dos recursos humanos é ainda maior, pois os serviços são prestados por eles.

A gestão de pessoas é um assunto que não sai da pauta dos consultores empresariais e estudiosos do mundo dos negócios, sendo considerado o grande desafio do século XXI.

Saber administrar talentos e gerenciar pessoas é um dos talentos que um empresário precisa ter — ou adquirir.

Isso não é fácil, pois além de paciência e sensibilidade, requer conhecimentos de gestão, direitos trabalhistas e até um pouco de psicologia.

Porém, esses são alguns dos conhecimentos que mais agregam à vida do empresário, como pessoa e também ao sucesso da empresa.

4. Fusão entre vida profissional e vida pessoal

Quando você é o dono do negócio, fica mais complicado estabelecer uma jornada de trabalho com início e fim. Muitas vezes, é impossível não levar o trabalho para casa ou passar uma noite ou fim de semana sem pensar nas questões da rotina empresarial.

Um empregado tem funções mais definidas dentro de uma empresa, com carga horária e salário determinados. Para o dono do negócio, não há delimitações: é preciso entender um pouco de tudo e não há um expediente predeterminado.

Eventualmente, a vida pessoal do empresário acaba se fundindo com a da empresa.

Isso é muito evidente nos casos de empresas familiares e de empresários que moram no mesmo prédio da empresa, por exemplo. Em geral, nenhum negócio está imune à possibilidade de interferir na vida do seu dono e vice-versa.

Outro grande desafio é não misturar as finanças pessoais com as finanças da empresa. Esse, inclusive, é um dos fatores que mais leva à falência de negócios.

5. Equilíbrio emocional

Como resultado de todos os desafios citados nos itens anteriores, naturalmente, o emocional do empresário também fica afetado.

Geralmente, essa é a parte que menos o preocupa: a prioridade é fazer a empresa funcionar, manter o caixa positivo e a estrutura funcionando. A saúde é geralmente relegada ao segundo plano.

Entretanto, o empresário precisa estar ciente de que caso tenha um problema de saúde, talvez ele não possa contar com o INSS, diferentemente de seus funcionários.

Além disso, não se pode esquecer que o empresário é peça fundamental no funcionamento da empresa e para que ele não venha a faltar, precisa manter seu equilíbrio emocional e evitar consequências negativas para sua saúde.

As compensações

É claro que, além dos desafios, há os louros a serem colhidos.

O êxito financeiro é apenas uma entre tantas compensações que um negócio pode gerar, aliás, ele é apenas a consequência do sucesso em outras áreas.

Uma empresa, quando bem-sucedida, não transforma só a vida do seu dono: ela gera impacto positivo na vida de clientes e funcionários também.

Ao assumir as rédeas de uma empresa, dificilmente um indivíduo volta a querer estar em outra posição. Não que as demais sejam inferiores! Todas as funções são importantes, o mercado não sobreviveria se todos quisessem e pudessem ser líderes.

No entanto, a satisfação de estar à frente de um projeto de sucesso é insubstituível e as recompensas são diretamente proporcionais ao esforço.

Como driblar os desafios

Todo sonho requer alguns sacrifícios e com uma empresa isso não poderia ser diferente: há responsabilidades a serem assumidas, habilidades a serem desenvolvidas, adversidades a serem contornadas… Mas todos esses fatores são oportunidades de crescimento pessoal, que impactam diretamente no crescimento da empresa também.

A chave para driblar os desafios em ser empresário é seguir se aperfeiçoando para desenvolver as habilidades necessárias, como dissemos acima no item sobre o perfil empreendedor. Faça nosso teste para descobrir se você tem perfil empreendedor e continue em busca do seu sonho!

Conheça as características dos principais perfis de empreendedor

Independência financeira, tempo para a família ou liberdade para viajar: quem nunca sonhou com essas regalias, não é mesmo? Contudo, em um trabalho assalariado formal, estes podem ser apenas sonhos distantes. Na vida de quem empreende, porém, se apresentam como realidades palpáveis, cuja execução é possível.

Se você deseja alcançar novos patamares em sua vida profissional, empreender pode ser o melhor caminho. Afinal, ter um negócio próprio, no qual você é seu próprio chefe, permite que certas possibilidades finalmente se concretizem.

Pensando nisso, preparamos este texto com as características de vários perfis de empreendedor. Continue lendo o post para saber qual deles tem mais a ver com você e planeje um novo futuro!

Qualidades que todo empreendedor deve ter

Confira algumas qualidades que fazem parte de muitos empreendedores de sucesso, independentemente do perfil, época ou setor em que atuam.

Iniciativa

De acordo com o dicionário Aulete Digital, o termo “empreender” significa “experimentar, procurar fazer, tomar iniciativa de ação, tarefa, realização etc”.

Ou seja, só empreende algo na vida quem começa alguma coisa. Para que você tenha sucesso em uma empreitada que seja apenas sua, é fundamental que também seja o principal responsável por iniciá-la.

Lembre que ter medo ou insegurança é normal no princípio de qualquer atividade. Portanto, considere que os erros são inerentes a esse processo e não tenha receio de começar.

Visão

Você decidiu iniciar um projeto por conta própria: ótimo! Agora, é preciso pensar no que ele consistirá. De nada adianta apostar em algo que não apresente nenhuma possibilidade concreta de render frutos no futuro.

Por isso, é imprescindível que você tenha visão. E o que isso quer dizer? Primeiramente, que deve existir em seus pensamentos uma capacidade de fazer projeções realistas. Mais do que isso: saber como determinado segmento do comércio ou da indústria se comporta e outras coisas do gênero.

Ser um visionário significa, antes de tudo, conseguir olhar para frente, analisar os detalhes e tirar conclusões proveitosas desses pontos.

Coragem

Muito semelhante à iniciativa, a coragem implica na habilidade de arriscar quando poucos acreditam nas chances apresentadas. Ela é a própria ousadia de quem dá dois passos para frente, quando o recomendado é dar apenas um.

Firmeza

Ser firme é o mesmo que ser consistente: você banca aquilo que decide e lida com suas escolhas a todo custo, pois se vê como responsável por elas.

Além disso, esse traço também se reflete na busca pelos objetivos almejados. É ela quem guia as metas que você propõe e serve como molde para agir do jeito necessário até mesmo nas ocasiões mais complexas ou delicadas.

Decisão

A tomada de decisões é uma ação constante no cotidiano de quem empreende. Pode-se dizer, aliás, que ela é praticamente ininterrupta. Afinal, como o controle está em suas mãos, você sempre precisará escolher o que deve ser feito, como fazer, quem o fará e assim por diante.

Nesse sentido, é preciso saber qual é o momento exato para escolher com mais firmeza e coragem, bem como quando ser moderado e conservador. Decidir corretamente é a chave para que todas as outras características possam fluir bem.

Respeito humano

Engana-se quem pensa que pode passar por cima de outras pessoas. O fato de concentrar as ações e os poderes em suas próprias mãos não lhe dá o direito de ser ríspido ou estúpido com aqueles que estão ao seu lado.

Inclusive, isso também é pouco estratégico para o bom funcionamento de seu negócio. Considere que você depende muito de um bom relacionamento com seus colaboradores, funcionários e fornecedores para que tudo saia exatamente como planejou.

Para exercer uma liderança efetiva, que traga resultados positivos, tente ser carismático sempre que possível e respeite as pessoas. Ter autoridade não é sinônimo de ser arrogante.

Agora que você já sabe quais são algumas das qualidades básicas necessárias para ter sucesso com o seu empreendimento, veja e analise alguns tipos de perfil empreendedor.

Empreendedor criativo

Como já antecipa o próprio título, esse empreendedor se destaca pela visão apurada e pela facilidade que tem para criar coisas novas. Ele lida diretamente com a inovação e não suporta ficar parado em sua zona de conforto.

Ao olhar para um problema, o criativo logo imagina mil soluções possíveis, todas muito diferentes entre si. Seus negócios geralmente são atrelados a coisas nas quais poucas pessoas pensaram. Por conta disso, ele costuma sair na frente de seus concorrentes.

O fato de não se conformar com o básico também o ajuda a conquistar aquilo que almeja por vias incomuns, que surpreendem a todos.

Infelizmente, ele corre o risco de ser mal compreendido na maioria das vezes, mas gosta de pagar para ver aonde suas ideias inovadoras podem levá-lo.

O maior exemplo dessa categoria certamente foi Steve Jobs, fundador da Apple. Falecido em outubro de 2011, ele não se contentava com nada que fosse apenas corriqueiro. Embora não tivesse inventado os computadores, celulares e tocadores de MP3, ele revolucionou a forma de se conceber a tecnologia como um todo.

Empreendedor administrador

Caso você tenha uma grande facilidade para pensar a longo prazo, organizar as ideias e pensar em uma gestão completa e bem estruturada, este é o seu perfil de empreendedor!

O administrador controla todas as ações da empresa com pulsos firmes. Suas decisões sempre levam em conta aquilo que foi planejado à risca. Ele integra os setores e vê os diferentes times com igual importância para o andamento do projeto.

Sua administração colabora para que tudo funcione corretamente: da limpeza até as vendas. Detesta ver algo fora de lugar e persegue os índices de qualidade com absoluta determinação.

Se algo não sair como ele quer, avaliará as métricas que ele mesmo definiu e saberá a forma exata de cobrar sua equipe. Preocupa-se bastante com as finanças e confia nos números para melhorar o que é necessário.

Ele se encaixa muito bem em lugares onde tudo está devidamente definido, pois enxerga os processos internos como engrenagens que precisam de um constante alinhamento.

Dificilmente se deixa levar pelo instinto, o que configura seu maior mérito e, simultaneamente, seu grande defeito.

Empreendedor realizador

Diferentemente do anterior, o empreendedor realizador não se apega muito às ideias ou às organizações para se dar bem em sua trajetória. O que está ao seu alcance, ele concretiza; o que não está, dá um jeito de buscar.

É praticamente impossível de enxergar algo como um empecilho: tudo que aparece como obstáculo ele vê como uma oportunidade de mostrar o seu valor e conseguir aquilo que deseja.

Seus traços mais marcantes são:

  • obstinação;
  • perseverança;
  • confiança;
  • independência.

Ou seja, se você se identifica bastante com mais de uma dessas características, provavelmente se encaixa nesse perfil.

Também é curioso notar que ele é, entre os vários empreendedores, aquele que menos encontra dificuldades em relação à abertura de seu negócio. Até mesmo porque vê na vida um grande empreendimento, no qual as conquistas resultam de uma intensa dedicação.

Tem iniciativa para tudo e não se conforma nem um pouco com uma equipe que não consegue cumprir as metas estabelecidas. Desse modo, seu maior desafio é saber reconhecer que as outras pessoas podem ter métodos distintos para chegar aonde querem.

É bastante movido por seus sonhos, já que realizá-los é uma espécie de reafirmação do esforço empreendido. Se dá bem em qualquer área, desde que haja motivação o suficiente.

Empreendedor integrador

Você se lembra das principais qualidades listadas no começo deste texto? O integrador é aquele que mais sabe o quão importante é o respeito humano em um empreendimento. Ele vê no bom relacionamento com os colaboradores a chave para liderar, com eficiência, um grupo de pessoas.

Além disso, tem uma excelente noção sobre como colocá-las em torno de um único objetivo, mostrando para cada uma delas como e porquê fazê-lo.

O corretor Jordan Belfort, retratado por Leonardo DiCaprio no longa-metragem “O Lobo de Wall Street”, tem esse perfil. Fato é que sua ética e uma boa parcela dos meios que ele utilizava são passíveis de crítica. Ainda assim, não deixa de ser um exemplo na gestão de grupos, pois sabia motivá-los muito bem.

O integrador reconhece à distância quando um funcionário passa por problemas. Por isso, tende ser altamente compreensível e acreditar naquilo que as pessoas têm de melhor para oferecer.

Aos poucos, constrói um laço forte com aqueles que estão à sua volta, fazendo com que desponte uma legião de pessoas determinadas e comprometidas a defender seu negócio com unhas e dentes.

Curiosamente, apesar de ser um líder notório, ganha pontos justamente por não centralizar suas decisões. Por saber como delegar responsabilidades e tarefas, também otimiza os processos, ganhando tempo para lidar com as prioridades mais relevantes.

Seu senso coletivo ainda colabora para enxergar de forma igualitária os diferentes times. Em virtude disso, entende com grande facilidade quais são as melhores práticas para integrá-los.

Muitos podem achar que, às vezes, ele não passa de um coadjuvante. Vale salientar que essa impressão só acontece porque ele sabe muito bem quando é a hora de ficar nos bastidores.

 

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Empreendedor promotor

Perfil bastante semelhante ao do realizador, porém mais comedido. Para o promotor, tudo para ele é uma questão tática: sua satisfação só vem a partir do momento em que há maneiras definidas de promover seu negócio.

Dessa forma, ele dificilmente dá passos em falso. Assim que possível, as estratégias de marketing, as datas importantes e os eventos estarão todos alinhados e ele fará uma grande ocasião para chamar a atenções dos fornecedores, parceiros e, principalmente, consumidores.

Seu trânsito público merece destaque, já que ele sempre consegue desenrolar uma reunião interessante com figurões importantes da mídia, outros empresários e até gente da política. Nesses casos, evidenciam-se o carisma e as habilidades de comunicação que ele tanto tem.

Vê possibilidades de bons negócios onde ninguém mais consegue enxergar e não tem nenhum receio de apostar. Crê que, com paciência, as coisas aumentarão de tamanho e terão números impressionantes.

Em contrapartida, ele também colabora para que seus parceiros cresçam bastante, pois imediatamente enxerga aquilo que falta para que as empreitadas deles também decolem.

Antenado em tudo que acontece à sua volta, ele encara as relações como oportunidades em potencial. Na ausência destas, se lança em busca de novas, que estejam de acordo com suas vontades empresariais. É especialista em transformar produtos obsoletos em novidades atraentes.

Empreendedor nerd

Bill Gates, fundador da Microsoft, e Mark Zuckerberg, criador do Facebook, são dois exemplos bem-sucedidos desta categoria. O que eles tinham em comum? A engenhosidade de um verdadeiro nerd.

Este esteriótipo é marcado por indivíduos que pensam (muito!) antes de agir. Suas decisões nunca são precipitadas e eles pecam apenas pelo perfeccionismo exagerado.

Se você é aficionado por tecnologia, cultura geek (games, quadrinhos, filmes etc) e inovação, é bem provável que esse seja o seu perfil. Não se esqueça de deixar sua inteligência no comando na hora de abrir um negócio.

Outra “nerdice” recorrente é a capacidade de mergulhar profundamente em um único assunto, a fim de se tornar um perito no tema. Empreendedores nerds criam coisas que só poderiam ser feitas por eles mesmos e por mais ninguém.

Eles se aproximam muito dos criativos, mas com a diferença de que não se arriscam tanto quanto estes. Esse ponto indica, inclusive, qual é o seu grande desafio: executar, tendo em vista que o planejamento sempre é feito com o cuidado e a aplicação necessários.

Também são capazes de descobrir muito por meio de seus estudos. Não têm nenhuma preguiça e encaram com grande prazer a obtenção de pós-graduações, cursos livres e afins, porque o aprimoramento é uma vontade constante.

A paixão por aprender mais também funciona como um motor para que o empreendimento sempre se atualize. Assim, ele nunca fica de fora das tendências tecnológicas e operacionais do momento.

Empreendedor inquieto

Esse é o perfil cujo nome mais deixa claro como ele pensa e age. O empreendedor inquieto não se conforma com nada. Na presença de uma vitória grandiosa, ele só consegue desejar uma próxima, que seja ainda melhor.

Geralmente, os inquietos sofreram com uma crise em sua antiga profissão. Cansados da mesmice e das obrigações costumeiras, resolveram partir para uma nova empreitada, em que pudessem controlar suas próprias ambições.

Eles não se rendem ao mediano: querem aquilo que supera suas próprias expectativas — e elas não são nada baixas.

Este perfil pode até não ser um exímio líder, nem um grande estudioso ou alguém dotado de brilhante criatividade. Contudo, se esforça absurdamente para alcançar a excelência em todos esses aspectos o quanto antes.

Quase nunca se rende a uma conquista: enquanto se move em busca de algo maior, não deixa de olhar para outras questões importantes em seu entorno. Jamais cruzará os braços enquanto não encontrar a solução exata.

Infelizmente, essa jornada multitarefa nem sempre é possível e ele pode se sentir fracassado por isso. Caso você preencha esses requisitos, lembre-se de que reconhecer seus próprios feitos de vez em quando é algo essencial.

Rene Rodrigues, professor da FGV (Fundação Getúlio Vargas), em entrevista concedida à revista Exame, coloca Sean Parker — fundador do Napster — como um representante nato: “Parker é um exemplo típico da geração Y. Irrequieto, sempre buscando coisas novas”.

Empreendedor trabalhador

Parecidos com aqueles que têm a inquietude dentro de si, os trabalhadores também não deixam nada pela metade e não descansam até que tudo esteja devidamente concluído.

Trabalham duro sempre, seja lá qual for o propósito. Estes empreendedores podem, inclusive, desenvolver problemas de estresse e de saúde por conta da rotina incansável que levam.

Portanto, precisam aprender a moderar um pouco mais. O difícil é convencê-los disso. Se você se identificou com este perfil, é porque tem prazer em ver seu empreendimento crescendo e não mede esforços para ajudar nesse desenvolvimento.

A entrega não cessa em nenhuma hipótese: não existem feriados e compromissos paralelos que sejam capazes de tirar seu rigoroso foco do trabalho.

Não se intimida por volumes extensos de tarefas a serem feitas e adora ter responsabilidade sobre diferentes funções. Acredita que empreender é um processo de construção contínua, que carece de comprometimento total com a causa.

O sucesso, para ele, é uma questão de tempo, já que invariavelmente chegará. É possível vê-lo sentindo mais orgulho por fazer algo do que pelas realizações obtidas anteriormente, porque ele nunca para.

É capaz de ler uma pilha de relatórios, fazer várias reuniões e ainda viajar para o exterior em um mesmo dia. Irrita-se com a falta do que fazer e sempre dá um jeito de se envolver com algo que requer sua disposição acentuada.

O trabalhador não se contenta com apenas administrar ou só fazer as projeções: ele almeja se relacionar com todas as atividades de sua empresa, acompanhá-las de perto, colocar a mão na massa e ainda aperfeiçoá-las.

Empreendedor franqueado

Criou-se, com o passar dos anos, a falsa visão de que ser um franqueado é muito diferente de empreender. Afinal, aderir a uma franquia pressupõe o respeito por determinadas regras e condutas prontas.

No entanto, essa percepção está equivocada. Quem garante isso é Filomena Garcia, sócia-diretora da Franchise Store e especialista em marketing, em sua coluna no portal UOL.

Em um de seus textos, a autora diz que “um franqueado terá de saber liderar e motivar uma equipe, decidir sobre as atividades do dia a dia, colocar metas individuais, e acompanhar seus resultados e saber sempre onde ainda pode melhorar”.

Dessa maneira, pode-se dizer que este perfil de empreendedor combina, a sua maneira, às qualidades inerentes aos outros perfis, concatenando-as com o intuito de executar um projeto.

Apesar de esse modelo de negócio ter parte de suas proposições — que partem dos franqueadores — já determinadas, é imprescindível que haja criatividade e capacidade administrativa naqueles que se propõem a investir nessa modalidade.

Engana-se, portanto, quem acredita que ter uma franquia é reproduzir algo preestabelecido. Não há como negar, é claro, a importância de entender a proposta, sabendo de suas particularidades. Para fazê-lo, contudo, é fundamental sair do lugar-comum e agregar novos valores ao conceito.

Quem gosta de superação, tem tudo para se encantar com empreendimento desta estirpe. Uma vantagem é a possibilidade de trabalhar com segmentos distintos: educação, alimentos, cosméticos etc.

Outro ponto interessante de ser um franqueado é poder contar com um apoio significativo para se chegar ao sucesso. Geralmente, profissionais competentes são disponibilizados pelas empresas para dar esse suporte.

Além disso, elas representam um investimento relativamente baixo quando comparadas a outros empreendimentos. O retorno, por sua vez, tende a vir rapidamente, fazendo a iniciativa valer a pena em um período curto.

Você e os perfis de empreendedor

Para entender melhor a ligação entre seus objetivos e as categorias listadas acima, basta olhar para as realizações que você já teve na vida. Sejam profissionais, sejam pessoais. O que você empreendeu? Quais ações partiram de seus desejos? O que, de concreto, você já criou? Do que você gosta?

Responder a essas perguntas e procurar outros exemplos de empreendedores realizados lhe ajudará a encontrar seu perfil. Você também pode fazer um teste de empreendedorismo para sabê-lo com maior precisão.

Faça, antes de tudo, um balanço do quanto você está disposto a investir. Vale frisar que esse investimento não está associado apenas ao dinheiro ou outros recursos materiais. Ele também implica em tempo, comprometimento e todos os outros componentes para que algo seu fique pronto.

Caso você reúna qualidades distintas, de moldes diferentes de empreendedorismo, não se preocupe, porque isso está longe de ser uma má notícia! Ser meio nerd e um pouco integrador pode combinar muito bem com uma franquia. Outras práticas recomendadas são:

  • pesquise;
  • coloque suas vocações à prova;
  • converse com quem te conhece bem;
  • siga seus instintos e escute seus sonhos.

Fazendo isso, logo você saberá em qual segmento pode ter mais sucesso.

Não deixe que detalhes ou a falta de convicção sejam fatores impeditivos para a realização de seu empreendimento. Lembre: quem tem uma empresa e é bem-sucedido hoje já passou por inúmeras dificuldades em momentos anteriores.

Esses perfis de empreendedor são guias para que você se situe em busca do controle de sua rotina e de um futuro melhor para a sua família. Inspire-se neles e tente se identificar para deixar seu próprio legado como empresário.

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