transformamos a vida de milhares de jovens através da educação.

Everton Sabú
Fundador

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5 dicas para começar seu negócio do zero

Listamos passos essenciais para você começar a sua empresa

 

  1. PESQUISE SOBRE O MERCADO

Todas as decisões relacionadas a um novo empreendimento podem conter um certo grau de incerteza. Por isso, é necessário que exista uma pesquisa de mercado. Ela tem o objetivo de orientar o empreendedor nas estratégias a serem tomadas. Defina qual será o seu público-alvo. Perceba a estratégia dos possíveis concorrentes e observe pontos fortes e fracos. Analise os fornecedores e as empresas que fornecerão produtos e serviços, caso seja preciso no seu negócio. As informações obtidas por meio da pesquisa são muito valiosas. São esses dados que permitem ao gestor adotar estratégias para aumentar as chances de sucesso da empresa.

  1. CONHEÇA O SEU CLIENTE

Um bom começo, é conhecer muito bem os seus clientes. Você já estabeleceu qual será o seu público-alvo, então agora precisará de informações como: faixa etária, poder aquisitivo e escolaridade, esses são alguns exemplos de informações a serem pesquisadas. Saber seus interesses e comportamentos, também são fatores importantes. A partir desses dados você poderá pensar melhor sobre os métodos mais adequados para seus negócios e como rentabilizar toda a sua operação.

  1. FAÇA UM PLANEJAMENTO FINANCEIRO

Começar um negócio, pode parecer complicado, mas com um bom planejamento, tudo pode dar certo. Em momentos de incerteza econômica, é essencial que o empreendedor organize todos os processos gerenciais do negócio. É importante ter equilíbrio entre as necessidades e demandas com os recursos disponíveis. A função de um plano é otimizar ações para que os objetivos sejam alcançados, além de poder criar metas e estratégias. Lá na frente, você poderá conferir quais foram as melhores decisões tomadas, e ter um feedback preciso.

É importante saber qual será o seu investimento inicial, custos e despesas. Analisando os indicadores obtidos por meio desses controles, é possível também, ter uma maior percepção sobre futuras alterações nos seus gastos, como por exemplo, a redução do estoque de materiais ou mercadorias. Fique consciente dos seus gastos, e saiba controlar o seu dinheiro, assim, você terá um capital de giro e tudo irá fluir bem.

  1. SE PRECISO, FAÇA UM FINANCIAMENTO

Se após todo o planejamento, você achar que talvez não tenha o capital necessário para abrir o seu negócio, uma solução, pode ser o financiamento. Assim, você terá um contrato com uma instituição financeira, que disponibilizará recursos para ajudar no seu empreendimento. Tenha uma gestão financeira organizada, pois alguns itens são básicos para que os recursos sejam liberados para sua empresa. Além de informações sobre o negócio, e os sócios, caso haja na empresa, não poderá faltar um bom plano de negócio com informações sobre como você pretende utilizar o dinheiro.

  1. TENHA OBJETIVOS E METAS

Os objetivos dão descrições concretas para onde ir, e devem ser estratégicos e abrangentes.  Vislumbrar como e onde você quer estar daqui a 5 anos, por exemplo, é um bom começo. Escrever um texto sobre isso costuma ser um ótimo exercício. A partir daí, será possível estabelecer metas a curto e médio prazo, que nortearão suas ações no presente.

As metas são temporais, ou seja, têm prazos específicos para acontecerem. Quando as metas são atingidas, você consegue alcançar os seus objetivos. Por exemplo, você quer tornar sua empresa conhecida no mercado, esse é o seu objetivo. Então, suas metas serão criar meios de comunicação entre sua corporação e o público-alvo, além de investir em um marketing eficaz.

Basicamente, o objetivo é o que você quer alcançar, e as metas estipulam os passos e prazos para a realização do objetivo. Independentemente da área de atuação, todos precisam estabelecer metas e objetivos, pois são eles que fazem com que haja motivação diária para realizar os feitos necessários, e assim, vê-los concretizados.

ACHOU COMPLICADO E AINDA NÃO SABE QUAL NEGÓCIO COMEÇAR?

Atualmente, o mercado de franchising vem crescendo gradativamente no país, em especial, as franquias de educação, que se destacam por terem movimentado bilhões no ano passado, segundo a ABF (Associação Brasileira de Franchising).

Nesse promissor modelo de empreendimento, uma empresa que se destaca pelo seu tempo no mercado e grande renome, é a JUMPER! Franchising. A franqueadora é dirigida pelo empresário e economista, Everton Sabú, que além de administrar o negócio, dá aulas de consultoria e treinamentos de gestão para os seus franqueados, assim eles garantem maior segurança em gerir suas escolas.

Quando a pessoa se torna um franqueado da JUMPER!, recebe a estrutura completa da escola, com ambientes montados e em pleno funcionamento. Além disso, a metodologia de ensino é desenvolvida da melhor forma, com materiais didáticos de qualidade e estratégias de captação de alunos. A franqueadora não exige que o investidor tenha alguma formação na área de educação para abrir uma unidade, apenas vontade de empreender. Ou seja, o investidor recebe o negócio pronto sem precisar se preocupar com nada.

Sabú comenta que o crescimento das escolas acontece devido à segurança que esse tipo de franquia apresenta. “O empreendedor deve ter consciência de que o negócio já foi testado e o dono da marca já passou por várias experiências quanto à melhor forma de operar e de fazer a gestão do empreendimento. Desde o primeiro dia de operação ele recebe todo apoio e acompanhamento da franqueadora” destaca o diretor.

MAS POR QUE INVESTIR NO MERCADO DE EDUCAÇÃO?

Sabemos que existe uma enorme e preocupante carência na educação brasileira. Há muitas demandas de capacitação e formação pessoal e profissional no Brasil. “Os jovens tendem a procurar por cursos profissionalizantes, para que possam complementar sua formação e se destacar no mercado de trabalho.”, comenta Everton.

Investir em uma rede de idiomas e cursos profissionalizantes é um excelente negócio, pois o serviço é essencial para a população, além disso, o mercado de trabalho tem exigido cada vez mais qualificação profissional e uma segunda língua dos funcionários.

Com isso, podemos concluir que: Investir em uma franquia de educação é um negócio rentável, simples, e com fácil gestão.

Invista já em uma franquia de sucesso. Venha para a JUMPER!

Para mais informações acesse as nossas redes sociais!

Escola realiza Feira de Empreendedorismo

Alunos da JUMPER! Profissões e Idiomas de Jaraguá do Sul – SC expõem projetos em feira de empreendedorismo

Com o objetivo de estimular o espírito empreendedor nos estudantes, a JUMPER! Profissões e Idiomas de Jaraguá do Sul – SC, realizará no sábado (15/12/18) a quinta edição da Feira de Empreendedorismo.  Durante o evento os alunos apresentarão seus projetos nas mais diversas áreas.

“O objetivo da feira é fomentar uma atitude empreendedora em nossos alunos. Ao mesmo tempo, queremos oferecer serviços gratuitos para a comunidade, como aferição de pressão arterial, glicemia e IMC, escova, maquiagem, entre outros”, conta o Diretor da escola Josemar Cristiano Lopes.

O evento já está em sua quinta edição e é sucesso na região. Neste ano, os alunos de inglês farão rodadas de conversação, a classe de Hardware apresentará  projetos de tecnologia renovável, enquanto os estudantes de administração apresentarão a empresa criada por eles, e comercializarão produtos de gastronomia.  Os alunos da área industrial realizarão demonstrações de solda, CNC, elétrica, mecânica de carros e motos, com motores abertos para exibir o seu funcionamento.  Já os alunos dos cursos de capacitação em farmácia e enfermagem, ficarão incumbidos de atender aos que desejarem aferir pressão, glicose e IMC.  Os aprendizes dos cursos de cabeleireiro e maquiagem estarão responsáveis por realizar escova e maquiagem nos visitantes que optarem por estes serviços.

“A feira de empreendedorismo é aguardada durante todo o ano. Nossos alunos são muito criativos e estão ansiosos para demonstrar tudo o que aprenderam. Eu fico muito feliz em poder empregar  a abordagem prática de ensino, fazendo com o que o aluno possa efetivamente aplicar, vivenciar e experimentar o que está sendo ensinado. Acredito que eventos como esse, permite aos alunos exercitarem sua capacidade de encontrar problemas e explorar soluções de forma autônoma, o que favorece o desenvolvimento de competências empreendedoras que muitas vezes não são exploradas no sistema regular de ensino.”, ressalta Josemar.

A feira de empreendedorismo será aberta ao público, com entrada gratuita, das 09h às 14h na JUMPER! localizada na Rua Leopoldo Malheiro, 67 no centro de Jaraguá do Sul.

 

 

Conheça 7 habilidades de um empreendedor que são indispensáveis

O cenário econômico atual obrigou muitos trabalhadores a montarem seu próprio negócio para fugir do desemprego. Diante disso, houve um aumento na concorrência e as habilidades de um empreendedor se tornaram ainda mais cruciais para o sucesso da empreitada. Existem os profissionais que saem na frente, pois já nascem com algumas dessas características bem estabelecidas.

Contudo, é possível desenvolvê-las em qualquer pessoa que esteja disposta a encarar o desafio de estar à frente de um empreendimento. Por isso, é fundamental saber quais são essas habilidades e como fazer para aprimorá-las. É justamente isso que vamos abordar neste artigo. Então, confira as nossas dicas e boa leitura!

1. Inteligência emocional

A inteligência emocional é uma habilidade muito importante para que o empreendedor consiga manter suas questões psicológicas em dia. Isso porque ela está relacionada com a capacidade de lidar com situações extremas de forma mais racional e eloquente. Imagine que você seja dono de um restaurante e aconteça um acidente na cozinha e um de seus funcionários se corte.

Nesse momento, é preciso manter a calma, prestar os primeiros socorros e verificar se será necessário pedir ajuda profissional. Como empreendedor, não importa se ele não tem um bom desempenho ou se é seu parente. Existe um procedimento a ser cumprido e, independentemente das circunstâncias, é a inteligência emocional que ajuda a garantir isso.

2. Resiliência

A melhor analogia utilizada para explicar o conceito de resiliência é o exemplo do bambu. Ele é flexível o suficiente para ceder à pressão, ao mesmo tempo em que tem sua estrutura forte o bastante para voltar ao estado normal quando não há mais nenhuma força sendo aplicada sobre ele.

Como habilidade de um bom empreendedor, a resiliência aparece no momento em que é preciso se adaptar a uma determinada situação, sem que isso mude a sua essência. Por exemplo, digamos que seu estabelecimento seja atingido por uma forte chuva e muitos equipamentos e insumos sejam perdidos. Como um líder resiliente, você conseguirá encontrar soluções temporárias para restabelecer o negócio sem se deixar abater ou desistir.

3. Criatividade

O mundo tem evoluído cada vez mais rápido e, com isso, as relações de consumo também. Isso significa que não dá mais para seguir fazendo as mesmas coisas e esperar que os resultados sejam diferentes. Afinal, vários fatores podem ter mudado e sua empresa precisa acompanhar essas mudanças para se manter competitiva.

Nesse sentido, a criatividade ajuda a desenvolver novos métodos, a criar novos produtos ou até mesmo a pensar em novas formas de apresentá-los aos clientes. O ponto importante da questão é que essa característica garante a atratividade da empresa e, consequentemente, a sua perenidade no mercado.

4. Liderança

Foi-se o tempo em que a liderança era uma característica exigida apenas de pessoas com cargos de chefia. Hoje em dia, ela é uma das habilidades mais importantes para um empreendedor que deseja ter sucesso, mesmo que ele não tenha que coordenar uma equipe em sua rotina.

A liderança se caracteriza pela aptidão de pegar as responsabilidades para si e engajar as pessoas ao seu redor na resolução dos problemas. Sendo assim, ela em nada tem a ver com “saber mandar”, mas sim com o comprometimento verdadeiro com as questões e as pessoas, de forma a inspirá-las e motivá-las a fazer o negócio crescer e se destacar.

5. Persuasão

A persuasão é a arte do convencimento. Assim como a liderança, ela não está relacionada com a capacidade de dar ordens, mas sim de fazer com que as pessoas concordem com o que está sendo proposto, pois acreditam ser o melhor a fazer. No cotidiano de uma empresa, o gestor persuasivo é aquele que tem uma equipe bastante alinhada e que acredita nas decisões que foram tomadas.

Para conseguir induzir os funcionários, o empreendedor deve ser seguro e ter convicção das escolhas que faz. Isso só é possível se ele estiver sempre presente e inteirado de tudo o que se passa ao longo do dia. Desse modo, tem todas as informações necessárias para seguir opções mais firmes e convincentes.

Adicionalmente, é importante ressaltar que uma boa argumentação é uma peça essencial. Logo, além de todo o embasamento na tomada de decisão, o líder persuasivo deve saber expor seus argumentos de modo a garantir que todos compreendam bem o que está sendo proposto e acatem a ideia voluntariamente.

6. Humildade

Não tem nada que desmotive mais uma equipe do que um gestor arrogante. A falta de humildade faz com que nenhuma das características anteriores seja alcançada. Dessa forma, essa é, de todas as habilidades de um empreendedor, a mais impactante. Basicamente porque ela permite que as demais possam ser adquiridas quando a pessoa não nasce com elas.

Entretanto, humildade não deve ser confundida com pobreza ou fraqueza. Muito pelo contrário, um líder humilde sabe quais são suas qualidades e, principalmente, suas limitações. Em vista disso, ele usa esse conhecimento de si próprio para evoluir sem, contudo, denegrir ninguém pelo caminho.

7. Ambição

A última habilidade que vamos destacar ainda é vista de forma negativa por algumas pessoas, mas isso é um mito que precisa ser quebrado. A ambição é muito diferente da avareza. Enquanto a primeira busca a evolução constante, a segunda prega o enriquecimento a qualquer custo.

Então, ser ambicioso é querer que a empresa e seus empregados cresçam de forma sustentável e saudável. A conquista de bens é apenas uma consequência desse processo e não o objetivo principal. A falta dessa característica faz com que o negócio fique estagnado, o que, no mundo em que vivemos, é o mesmo que seguir por um caminho que levará ao fracasso.

Enfim, existem diversas outras habilidades de um empreendedor que devem ser aprimoradas, mas essas são as essenciais. Se você tem um empreendimento ou está pensando em montar um, observe essas características e trace um plano de desenvolvimento para a sua carreira. Assim, seu sucesso será ainda maior.

Uma excelente forma de entender melhor como essas habilidades funcionam na prática é por meio de exemplos. Então, aproveite o momento para se inspirar com a história de Nevaldo Rocha, dono das lojas Riachuelo. Boa leitura!

Araquari recebe escola de cursos profissionalizantes e idiomas

Na última terça-feira (21), o prefeito da cidade de Araquari- SC, Clenilton Carlos Pereira, recebeu em seu gabinete o casal Anderson e Dayanni Canestraro, proprietários da unidade JUMPER! Profissões e Idiomas em Joinville-SC. O casal de empreendedores está expandindo a área de atuação na região e viram em Araquari um grande potencial de desenvolvimento.

“A cidade está crescendo exponencialmente e identificamos aqui uma grande oportunidade de negócio” afirma Anderson.

Araquari em tupi-guarani significa “rio de refúgio dos pássaros”. Nos últimos anos, a pequena cidade na região norte catarinense de 24 mil habitantes tem traduzido esse significado de outra forma. Araquari se transformou no oásis industrial de Santa Catarina abrigando empresas de diversos portes, entre elas a coreana Hyosung, e a alemã BMW.

Com a chegada de grandes empresas para a cidade, a demanda por profissionais qualificados aumentou. “Percebemos a necessidade de conscientizar a população que os bons empregos estão aqui, porém que para ocupar as boas vagas, é necessário estar preparado, por isso é com grande prazer que recebemos a JUMPER! na região” informa o Prefeito Clenilton.

Com mais de 150 escolas em todo Brasil, a Jumper! presenteia os araquarienses com uma nova unidade. A rede que já está no ramo educacional há 15 anos, oferece metodologia de ensino própria e pioneira, que permite ao aluno aprendizado de alto nível, em curto espaço de tempo, preparando-o para o mercado de trabalho.

Com parceria com o BEP – Brasil Emprego Profissão, a rede disponibiliza bolsas de estudos para alunos da rede pública, facilitando acesso aos mais de 500 cursos disponibilizados em sete áreas diferentes de conhecimento: saúde, tecnologia, indústria, administração e negócios, preparatório, idiomas e beleza.

A nova escola surge para suprir uma necessidade da população local, que busca por aperfeiçoamento, qualificação profissional e aprendizado de um novo idioma. A JUMPER! Araquari  investe no curso que é um dos mais procurados em todo Brasil, o Formatec, onde o aluno aprende três cursos em um (administração, inglês e informática), saindo preparado para o mercado profissional.

“Nossa metodologia é composta de dois pilares fundamentais, o método rotativo e o método prático de ensino. No sistema rotativo o aluno pode ingressar no curso a qualquer momento, independente do tempo de andamento da turma. Sendo assim, pode iniciar na mesma semana em que fez a matrícula, sem a necessidade de aguardar nova classe. Este processo não traz prejuízo algum para o aluno, tendo em vista que ele não perde aula, pois acompanha as lições que são independentes e práticas. E com o método prático de ensino, o aluno desenvolve suas habilidades sobre o tema proposto a partir da explicação do professor, transformando a teoria em prática por meio dos exemplos aplicados em sala de aula”, explica Anderson Canestraro, proprietário da unidade.

Serviço:

Inauguração dia 10/09

Endereço: BR 280, 6777 sala 108 – 110

Centro – Araquari – SC

Facebook.com/jumpercursosaraquari

Motivação para empreender: como contagiar sua equipe?

Se você é um empreendedor apaixonado, mas não consegue contagiar sua equipe, saiba que existe solução para isso. A motivação para empreender dentro de você pode refletir na sua equipe resultando assim em maior performance de resultados da empresa. Todavia, toda essa energia deve ser repassada por meio de algumas técnicas.

As dicas a seguir vão te ajudar no processo de engajar seu time. E como “o segredo de um grande sucesso está no trabalho de uma grande equipe”, não deixe conferir de este post até o fim!

A importância da motivação

Uma pesquisa divulgada na InfoMoney diz que 33% das empresas iniciadas no Brasil fecham, em média, após dois anos de terem iniciado suas atividades. Entre inúmeros fatores relevantes e que determinam a prosperidade ou a morte de um negócio, a paixão pelo negócio se destaca como uma das mais importantes para manter a empresa no mercado.

Isso acontece porque seus criadores mantêm firme e intacto o objetivo e foco de fazer a empresa sobreviver e crescer independentemente da situação naqueles momentos de real dificuldade.

Invariavelmente todas as empresas enfrentam desafios diários, porém, seus líderes, nesses momentos difíceis, caso estejam motivados, têm a tendência de encarar as circunstâncias sob um ponto de vista diferente, fazendo e provendo o que for necessário para que o negócio atravesse a crise de cabeça erguida.

Além do compromisso, esse líder também deve transmitir segurança e envolver sua equipe, uma tarefa que pode ser facilitada com as dicas a seguir.

Motivação em cadeia

Se você não é o único líder de sua empresa e pode contar com outras pessoas para esse papel — incluindo sócios que te ajudam nessa missão —, pode parecer óbvio, mas é importante começar envolvendo quem tem a capacidade de repassar e, até mesmo, amplificar essa energia.

Isso porque líderes também se desmotivam e podem repassar esse sentimento para os subordinados. Sendo assim, comece observando sinais de desmotivação, reclamações constantes, dificuldades de organização ou qualquer outro padrão de comportamento que indique descontentamento com a empresa.

Procure entender os motivos desse desvio de padrão que indica descontentamento e tire um tempo para ouvir. Depois disso, vale também algumas iniciativas da sua parte.

  • Convide esse líder para reuniões externas e envolva-o em outras tarefas como forma de ampliar seu campo de visão no que tange as atividades da empresa;
  • bonifique quando alcançar resultados;
  • deixe claro os objetivos da empresa para com esse líder;
  • mostre as oportunidades existentes na empresa esperando por essa pessoa.

Estimule habilidades naturais

Aprimorar pontos e habilidades naturais é mais rápido e barato que investir nas aptidões que o indivíduo precisa desenvolver e fará com muita dificuldade. Sendo assim, possibilite que as pessoas aprimorem e exibam essas qualificações inatas, uma vez que, dessa forma, além de conseguir que o colaborador se destaque e se motive cada vez mais, o retorno para a empresa em performance será acelerado.

Deixe claro a função de cada um

Isso é muito importante para que o funcionário entenda como está contribuindo para a empresa. Dessa forma, ele terá direção para as áreas que deve se aplicar, desenvolver, motivar e, então, trazer retorno para a empresa. Isso é importante também, porque ele saberá como crescer e buscar novas posições no empreendimento.

Pense no futuro de todos

Planeje os encargos para que todos saibam que estão contribuindo para a estabilidade pessoal na velhice, o que dá conforto e segurança para os colaboradores da equipe.

Dê treinamentos

Qualifique sua equipe por meio de treinamentos constantes. Isso é importante, pois além de não precisar contratar novos colaboradores, você motiva esse profissional, fazendo com que ele saiba que está se desenvolvendo gradualmente.

Para isso, vale pagar cursos coletivos e internos, criar uma universidade interna colaborativa e, até mesmo, realizar reuniões e fazer um bate-papo de compartilhamento de conhecimento entre equipe.

Seja direto no feedback

Feedback com transparência não deixa margem pra erros e desentendimentos. Sendo assim, diga o que precisa ser dito com firmeza e clareza. Ao sentir o que, de fato, você pensa sobre o colaborador, o indivíduo saberá que está fazendo um bom trabalho e se sentirá mais seguro e reconhecido.

Estabeleça metas

Se o colaborador não souber suas metas, ele não saberá o que você espera dele. Sendo assim, defina-as e o ajude a cumpri-las.

Isso porque, além da possibilidade de um colaborador não suprir suas expectativas ou não saber disso, ele também poder ir além, fazendo mais do que a saúde permite e ainda pensar que não está realizando um bom trabalho. Dessa forma, as metas servirão como um indicador do que se espera daquele indivíduo.

Estimule a criatividade

A criatividade é a liberdade de expressão de um indivíduo enquanto profissional que, quando encorajado, entende que seus conhecimentos e propostas de melhorias são respeitados.

Pode parecer difícil de entender, mas o respeito é um dos sentimentos mais fortes e importantes que um colaborador pode sentir. Sendo assim, o reconhecimento de sua criatividade enquanto profissional e integrante de um time também são motivadores importantes.

Motivação para empreender

Além das dicas acima, a burocracia em excesso pode desmotivar. Estabelecer processos bem definidos é diferente de criar regras sem sentido e/ou com o objetivo de estabelecer hierarquia apenas. Sendo assim, se livre de processos desnecessários e regras que não têm o objetivo de contribuir e melhorar sua empresa.

Se não puder contratar um profissional para desenhar corretamente seus processos, procure entender melhor sobre essa área importantíssima para sua organização. Uma empresa sem processos claros e bem definidos, além de fazer com que se perca tempo e dinheiro, impactam (e muito!) na performance da sua empresa como um todo.

Clientes não são atendidos de forma correta, boletos são pagos em atraso etc. Então, defina processos claros e seu time saberá o que e como fazer — isso trará mais confiança para todos os envolvidos.

Para manter sua motivação para empreender e repassá-la para sua equipe, é preciso se atualizar constantemente em assuntos concernentes à gestão de pessoas. Com o tempo, descobrirá que existem necessidade individuais de seus colaboradores que impactam diretamente no incentivo interno do time como um todo, sejam elas fisiológicas, de segurança, sociais, competência, autonomia, independência, autocontrole, entre outras.

Quer saber mais como  promover engajamento na sua equipe e dessa forma conseguir maior performance do seu time? Então confira algumas histórias inspiradoras de empreendedorismo e comece motivando a si mesmo!

Ex Office boy fatura hoje R$ 3 milhões com rede de escolas

Conheça Everton Sabu, o empresário inovador que está transformando a educação no Brasil

Nascido em Corumbá, Mato Grosso do Sul, Everton tinha o sonho de ser fazendeiro. Mas com o passar dos anos, e as dificuldades financeiras batendo à porta da sua casa, se viu obrigado a deixar este sonho de lado, e procurar emprego para ajudar à família. Com o pai desempregado, sua mãe vendia doces para ajudar a sustentar os cinco filhos.  Everton não pensou duas vezes quando apareceu uma oportunidade de ser Office boy em uma grande indústria da região.

“O calor escaldante da cidade e as muitas caminhadas, não foram nada fáceis, mas foi de onde tirei um aprendizado que carrego comigo até hoje”, conta Sabú, que ao entregar um documento ao dono da empresa, resolveu questioná-lo. “O que faço para um dia ser como você?” falou timidamente.  A resposta ele se lembra até hoje. “Se capacite. Não é possível chegar a lugar nenhum sem esforço”, respondeu o chefe sem saber a grande influência que exercera sobre o menino naquele momento.

A partir daí, foi o que Everton mais fez. E quando já estava colhendo os frutos e crescendo na empresa, viu-se obrigado a mudar para a cidade de Três Lagoas para acompanhar o novo trabalho do pai. Foram oito meses desempregado, e muitas dificuldades, quando o primeiro emprego na nova cidade surgiu. “Eu estava com 17 anos, e não contratavam ninguém nesta idade devido ao alistamento militar. Mas eu fiz um desafio ao meu novo chefe. Eu tinha convicção que não seria chamado a servir. Mas caso fosse, eu devolveria tudo o que ele tivesse me pago. Eu precisava do emprego, e praticamente me contratei para a vaga”, lembra-se entre risos.

Everton que já tinha aprendido a lição, do que era necessário para ser um bom funcionário, rapidamente se destacou, e conquistou em pouco tempo altos postos dentro da empresa, a conhecida em todo Brasil, Pernambucanas. “Aos 21 anos eu já era gerente e com um bom salário”, conta.

Recém casado, sua primeira filha chegou quando ele ainda pagava as contas do casamento. E a segunda também veio na seqüência, e o então gerente, se viu na crise que acomete muitos pais nesta fase. “Eu ganhava razoavelmente bem, mas ainda não era suficiente para realizar os meus sonhos e da minha família. Eu vivia para pagar contas, não tinha dinheiro para viajar, queria ter minha casa própria, um carro legal, e não me sentia mais feliz em trabalhar como empregado” relembra.

O empreendedor

E foi com o desejo de mudança, que mesmo com receio, Everton pediu demissão das Pernambucanas e uniu-se ao cunhado que também tinha os mesmos anseios, e gosto pelo segmento de educação.  Juntos decidiram criar uma escola de cursos profissionalizantes, a Pet Cursos. Na época cada um com uma escola, testaram modelos e metodologias de ensino.  “Eu dava aula, prospectava alunos, atendia, gerenciava, e todo esse processo era muito novo e desafiador para mim”, conta Everton.

As dificuldades

A primeira dificuldade apareceu ao final do primeiro ano da escola. Os alunos haviam se formado, e junto com a época de férias, o fim do contrato dos alunos. “Eu estava com 18 cheques sem fundo, devendo a muitos fornecedores, e passei a virada de ano com apenas R$ 70,00 no bolso”, relembra emocionado.

A volta por cima

“Eu não pensei em desistir, mas passei em claro a virada do ano, escrevendo em um computador 386, as possíveis estratégias para sair daquela situação. E coloquei uma meta ousada, de conquistar 100 novos alunos em Janeiro”, recorda.

Everton conta que escrever foi libertador, ganhou novo fôlego e é como se estivesse virado a chave do seu futuro. No dia seguinte, negociou com os fornecedores, e principalmente com a gráfica, onde pediu uma segunda chance, e um prazo maior para pagar as dívidas. Com novo material de divulgação, ele saía todas as manhãs para distribuir panfletos pela cidade.

“Saía às cinco da manhã, com milhares de panfletos, um tubo de cola e uma meta clara em minha mente”, relembra.

Desta forma, Everton conseguiu 100 novos alunos em Janeiro, e mais 100 em Fevereiro, e a grande virada começou. Seis meses depois, Everton comprava seu primeiro carro zero. Um sonho realizado em pouco tempo, porém depois de muito esforço.

E quem quase fechou as portas, agora tinha a meta de finalizar o ano com 10 unidades próprias.

A franquia

Já com cinco escolas e motivados pelo sucesso, os sócios receberam a proposta da mãe de uma aluna, que gostaria de ter uma escola como a deles. A “semente” da franquia estava plantada.

Depois de alguns meses estudando o assunto, seu modelo estava pronto, e a expansão Pet Cursos a todo vapor.  Na franquia implantaram um pouco do seu DNA: uma empresa voltada ao desenvolvimento humano, com baixo investimento, ideal para quem estava precisando mudar de vida, porém com poucos recursos.

Novas dificuldades

Com a facilidade de abrir uma franquia, o modelo atraiu muitas pessoas, e o crescimento foi rápido, porém desorganizado. Muitos empresários abriram suas franquias, mas em pouco tempo fechavam as portas, enquanto outros lucravam e cresciam.

E esta falta de padrão, frustrou os planos dos sócios. O cunhado Fernando, decidiu optar por outro ramo e vendeu sua parte na sociedade. Já Everton recorreu ao conselho do seu primeiro chefe, era necessário estudar o mercado.

Com MBA em Franchising, Everton se reinventou, organizou novo padrão na rede, e fundou a Jumper Cursos Profissionalizantes.

 

Abra-seu-próprio-negócio
Abra-seu-próprio-negócio

A JUMPER! Franchising

Com novo modelo de gestão, Everton reformulou toda a rede, tomando medidas necessárias. Entre elas, um teste de perfil empreendedor dos franqueados. “A partir das mudanças, tivemos unidades que passaram de um patamar de faturamento de 35 para 150 mil”, comemora Sabú.

O novo modelo das franquias, conta com consultorias e treinamentos de gestão periódicos, ministrados pelo próprio Everton, para que os franqueados tenham mais segurança em gerir suas escolas.

A metodologia de ensino coloca a Jumper como uma das escolas pioneiras do Brasil, que permite ao aluno aprendizado de alto nível, em curto espaço de tempo, preparando-o para o mercado de trabalho. “Com o Formatec, o aluno pode fazer vários cursos em um, podendo assim sair qualificado para diversas áreas de atuação”, esclarece Sabú.

A junção da metodologia de ensino, com o novo modelo de franquia, garantiu ao empresário um negócio sólido e lucrativo, e coloca a rede de escolas, entre as melhores franquias do país para quem deseja investir em um novo negócio.

Com a frase “O sucesso é 1% de inspiração, e 99% de transpiração”, Everton dá a dica para quem deseja empreender. “O fracasso é desistir. Quem deseja ter sucesso, deve sempre procurar formas de se capacitar, estar atento ao mercado, mas principalmente continuar firme no propósito que te fez iniciar o seu negócio”, afirma.

Na contramão da crise, A JUMPER! Franchising começou o ano com 150 franquias espalhadas em todo Brasil. Localizada estrategicamente no coração da cidade de Curitiba/PR a central franqueadora implantou, juntamente a sede administrativa, uma escola piloto que serve de ambiente para treinamento de franqueados e colaboradores, proporcionando assim um aprimoramento constante de toda expertise técnica e prática necessária para o sucesso de suas franquias.

Até o final de 2018, a previsão de faturamento é de R$ 3 milhões e abertura de mais de 48 franquias.

 

 

 

Histórias inspiradoras: Antônio Luiz Seabra — fundador da Natura

A inspiração é um excelente combustível para a ação. Por isso, conhecer histórias inspiradoras é, sem dúvida, uma atitude bastante positiva para desconstruir paradigmas e estimular novas metas.

Neste post, você vai conhecer um pouco mais sobre a trajetória de sucesso de Antônio Luiz Seabra, a mente por trás da Natura, uma das maiores (e mais lucrativas) empresas do país. Preparado? Vamos em frente e boa leitura!

Antônio Luiz Seabra: a trajetória profissional do fundador da Natura

Há um denominador comum na maioria das histórias profissionais de sucesso: o trabalho árduo. Até que um empreendedor seja reconhecido e admirado por sua ideia, é certo que tenha empregado grandes esforços para viabilizar seu sonho.

Com Antônio Luiz Seabra, hoje listado entre os bilionários da Forbes (uma renomada revista americana), não foi diferente. Sua trajetória de trabalho começou cedo e foi repleta de desafios, superações e, é claro, muito empenho!

Já aos 15 anos, Seabra começou a trabalhar na mesma empresa do pai, como calculista de custos indiretos. Mais tarde, identificando afinidade com a área, escolheu a faculdade de Economia.

Logo após concluir sua graduação, conquistou uma vaga de trainee na Remington Rand, empresa multinacional que atuava na fabricação de computadores. Quando deixou o emprego, oito anos depois e com a intenção de migrar para a área de cosméticos, já era superintendente da operação.

Foi, portanto, nessa nova oportunidade profissional que Seabra teve a ideia embrionária da Natura. Ao gerenciar a operação do laboratório, Antônio teve contato com novas expertises e formulou um esboço conciso do que viria a ser, mais tarde, uma das marcas mais valiosas do Brasil.

Aos 27 anos, juntamente ao sócio Jean Pierre Berjeaout, Seabra fundou a Indústria e Comércio de Cosméticos Berjeaout Ltda. A adoção da palavra “Natura” foi feita poucos meses depois, quando a utilização de ativos vegetais foi definida como uma das estratégias do produto.

Começava, então, a história de uma empresa inovadora, ousada e, acima de tudo, muito bem gerida. O resultado dessa combinação pode ser visto no mercado até hoje, dia após dia, em números cada vez mais positivos.

Os principais sucessos de Seabra

Como já mencionamos, o sucesso é o produto de uma série de ações integradas. Não basta, por exemplo, conceber uma ideia e jamais colocá-la em prática. Da mesma forma, é inviável operacionalizar um negócio sem pensar em sua estratégia de mercado.

Não seria equivocado dizer, portanto, que um dos méritos de Seabra está justamente na sua capacidade de aliar competências e expertises, adicionando a elas boas doses de confiança, comprometimento e trabalho duro.

Em sua trajetória empreendedora à frente da Natura, uma convicção esteve sempre muito presente na gestão de Antônio: entender, de fato, a percepção de beleza e os desejos relacionados a esse ideal. De acordo com ele, o contato com o público foi fundamental para endereçar as demandas sociais e, assim, desenvolver estratégias capazes de prosperar.

O empresário inclusive declarou, em diversas entrevistas que concedeu, que o uso de produtos cosméticos nunca foi uma questão puramente estética; tratando-se, ao contrário, de um hábito cotidiano que resgata sentimentos ligados à autoestima, à satisfação pessoal e ao bem-estar.

Com uma visão ampla, centrada no consumidor, e uma proposta de valor diferenciada, optando por insumos naturais, a Natura desenvolveu seu modelo de negócios e intensificou sua abrangência.

As inovações, por outro lado, sempre foram uma característica da empresa. Seabra apostou, de início, no modelo de vendas diretas, recrutando pessoas comuns e transformando-as em consultoras de beleza para compor sua estratégia de penetração e propagação de marca.

Outro feito foi quando, ainda em 2007, a marca foi a primeira a oferecer refis de cosméticos no Brasil. Além disso, em função de sua preocupação com a sustentabilidade, foi pioneira em optar por produtos de carbono neutro — reduzindo e compensando a emissão de gases causadores do efeito estufa.

Já em 2015, a Natura foi contemplada com o prêmio Champions of the Earth, promovido pelo Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), na categoria “Visão Empreendedora”, em reconhecimento aos seus esforços para destacar a sustentabilidade na condução dos negócios.

Muito embora não haja receita pronta para o sucesso, é inquestionável que a Natura, sob o comando de Seabra, trilhou um caminho próspero e de intensa ascensão. A combinação consistente de um modelo de negócios coeso com estratégias diferenciadas de produtos contribuiu para dar gás à operação.

Hoje, a empresa extrapolou as fronteiras brasileiras e mantém atividades também na Argentina, Colômbia, México, Peru, Venezuela e França — organizando, ainda, sua entrada no mercado norte-americano.

São cerca de 7.000 funcionários engajados nos processos internos e mais de um milhão e meio de consultores independentes. A grandeza da operação justifica o valor de mercado da marca: estima-se que a Natura valha, hoje, algo em torno de U$ 3,15 bilhões e lidera o ranking das mais valiosas da América Latina, de acordo com a Interbrand.

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As maiores lições do empreendedor (e como aproveitá-la no seu negócio)

Como tivemos a oportunidade de conhecer, a trajetória profissional de Seabra foi marcada por muito trabalho, desafios e oportunidades. Antônio soube identificar e endereçar as demandas de mercado e, assim, criar produtos pertinentes aos desejos de consumo para a área de cosméticos.

Diante disso, é comum que outros empreendedores se questionem: “como posso me valer da experiência de Seabra para alavancar o meu próprio negócio?”. Veja algumas das principais lições do fundador da Natura e considere aplica-las sob a ótica da sua operação!

Amplie sua visão de negócios

As primeiras experiências de trabalho de Seabra (na área financeira ou na multinacional de tecnologia) não foram propriamente determinantes para seu desejo de empreender na área cosmética. Ainda assim, sua bagagem profissional foi enriquecida a cada contato com variados setores — e isso pode ser importante para construir uma visão ampla e coerente do mercado.

Encontre (e fortaleça) diferenciais competitivos

Ainda que não tenha sido a concepção inicial da Natura, o uso de ativos vegetais foi o que, de fato, proporcionou à marca um diferencial robusto. Por isso, certifique-se de construir, fortalecer e divulgar aquilo que destaca o seu negócio (produto ou serviço) dos demais concorrentes.

Aposte no seu modelo de negócios

A Natura apostou nas vendas diretas para alavancar sua abrangência e expandir sua operação. Atualmente, é possível perceber que a estratégia foi bastante acertada e proporcionou ganhos expressivos para a empresa. Vale a pena, portanto, revisar a estrutura do negócio e ajustar o que for passível de melhorias.

Antônio Luiz Seabra tem uma dessas histórias inspiradoras que costumam revigorar as energias do empreendedorismo. Aproveite as dicas e prepare-se para realizar seus sonhos — um por vez, todos os dias. Boa sorte!

O conteúdo despertou seu interesse e você deseja conhecer histórias semelhantes? Veja a trajetória de Paulo Lemann, um dos principais empreendedores brasileiros.

Histórias inspiradoras: Conheça Abílio Diniz, dono do Grupo Pão de Açúcar

Um negócio familiar que cresceu, está presente nas grandes cidades e é uma marca pela qual muitas pessoas têm um grande carinho. Esse é o Pão de Açúcar, que representa uma das grandes histórias inspiradoras de empreendedores brasileiros. Por isso, o foco é Abílio Diniz, um empresário de sucesso que tem muito a ensinar.

Atualmente, ele é considerado o empreendedor mais notável do varejo brasileiro. Além de ter dado continuidade ao legado de sua família com o supermercado Pão de Açúcar, ele também criou um grupo de sucesso e multibilionário, que conta com empresas como Extra, Assaí e Ponto Frio.

Para entender melhor como Abílio Diniz chegou a esse patamar, vamos contar a história dele. Afinal, como ele gosta de dizer, “o bom líder é aquele que inspira e motiva seus liderados”. Então, que tal se inspirar na trajetória desse grande empreendedor? Acompanhe!

A história inspiradora de Abílio Diniz

Abílio dos Santos Diniz é o primeiro filho da família e tem mais 5 irmãos. Nasceu em 1936 e estudou no colégio Anglo-Latino. Apesar de já ter uma boa vida familiar, sofreu bullying na época por ser baixinho, tímido e gordinho.

Com uma base católica por parte de pai e mãe, começou a treinar artes marciais para se proteger e desenvolver a autoconfiança. No entanto, acabou ganhando a fama de “brigão” por ter um temperamento explosivo, o qual foi amenizado com o tempo.

Começou a trabalhar com seu pai aos 12 anos. Ambos começaram a então Doceria Pão de Açúcar, inaugurada em 1948. Pela paixão aos negócios a que foi incentivado, Abílio Diniz se formou em Administração de Empresas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) em 1956.

Nessa época, pensou em trabalhar em uma multinacional ou ir para os Estados Unidos fazer uma pós-graduação. Ele chegou a se candidatar para a Universidade de Michigan, mas desistiu diante de uma oferta do pai: abrir um supermercado. Esse foi o momento da guinada e de sua entrada definitiva no ambiente corporativo.

Seu início no mundo empresarial

Ao rever sua ida para os Estados Unidos, Abílio Diniz assumiu um cargo executivo na nova empresa do pai. Ele começou a implementar a ideia do primeiro supermercado Pão de Açúcar, que foi inaugurado em 1959, perto de onde funcionava a doceria aberta anteriormente.

Paralelamente a essa iniciativa, o empresário se apaixonou pelos esportes, que se tornaram uma maneira de aliviar a pressão do dia a dia e encontrar o equilíbrio. Ele já se exercitava desde os 11 anos e a disciplina esportiva contribuiu para seu desenvolvimento profissional, como ele sempre gosta de destacar.

Logo no ano seguinte, em 1960, Abílio Diniz se casou com Auri, com quem teve 4 filhos: Ana Maria, João Paulo, Pedro Paulo e Adriana. Com o apoio da família, ele conseguiu abrir o segundo Pão de Açúcar em 1963 e comprou a rede Sirva-se em 1965.

Em 1968, o Grupo Pão de Açúcar já tinha 40 unidades e contava com mais de 1.600 colaboradores. Em outras palavras, o supermercado, que havia começado pequeno, aos poucos se tornava o maior varejista da América Latina.

As principais dificuldades e superações na administração da empresa

Como nem tudo é um mar de rosas, Abílio Diniz também enfrentou muitos obstáculos durante a sua caminhada. Apesar de ter sucesso nos esportes — foi tricampeão brasileiro em motonáutica em 1968, 1969 e 1970 — e na gestão do negócio, um afastamento temporário causou problemas.

Entre 1979 e 1989, o empresário foi convidado por Mário Henrique Simonsen a participar do Conselho Monetário Nacional (CMN). A experiência adquirida foi positiva, mas foi o primeiro passo para 3 fatos marcantes que modificariam sua personalidade e visão de mundo na mudança da década de 1980 para a de 1990.

O primeiro problema foi a ruptura familiar devido a problemas sucessórios no Pão de Açúcar. Abílio e seus irmãos lutaram para ficar no comando, mas assinaram um acordo em 1994 garantindo que o controle ficaria nas mãos do empresário de maior renome.

O segundo fato foi o sequestro do próprio empreendedor em 1989. Depois de 7 dias em cativeiro, trancafiado em um ambiente pequeno e subterrâneo, Abílio Diniz percebeu que poderia ser atingido e destruído. Ou seja, sua visão de que era inalcançável desapareceu.

O último evento marcante foi a quase falência do Pão de Açúcar em 1990. Diante do cenário negativo, o empresário teve que recorrer à humildade, ao amor, à tolerância, à espiritualidade e ao autoconhecimento para ultrapassar o desafio. Foi nesse momento que ele colocou em prática a regra “corte, concentre e simplifique”. A ideia drástica funcionou e fez o empreendimento voltar ao rumo certo por meio da redução de custos e enxugamento da equipe de colaboradores.

 

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O surgimento da franquia

O Grupo Pão de Açúcar começou a considerar o modelo de franquias em 2006 para a nova marca da rede, a Extra Perto. A ideia era abrir lojas de conveniência em vários lugares com baixo investimento.

Já em 2016, o grupo inovou e relançou a bandeira CompreBem, que tinha saída do mercado em 2011. A ideia foi implantar um novo modelo de negócios, a partir de parcerias com pequenos mercados de bairro. Para garantir o sucesso, inexistiria qualquer compra mínima, pagamento de royalties ou taxa de adesão, uma maneira diferente de franquia.

A história do Pão de Açúcar e sua situação atual

Completando 70 anos em 2018, o Grupo Pão de Açúcar está bastante consolidado. O atual CEO é Peter Paul Estermann, já que Abílio Diniz se afastou meses após assumir a presidência do Conselho de Administração da BRF — detentora das marcas Perdigão e Sadia.

O foco do grupo hoje está em melhorar a rentabilidade e realizar uma transformação digital que atenda às demandas dos consumidores. O desafio é grande, já que a rede tem pouco mais da metade do valor de mercado que tinha na época de Abílio Diniz, antes de sair definitivamente em 2013.

O novo CEO do grupo também deseja dominar o segmento de delivery de produtos de supermercado e pensa em adotar soluções criativas, como drive-thru, entrega na casa do cliente e organização dos itens, entre outras possibilidades.

Em suma, a ideia é honrar a história do grupo, que é de muito sucesso. A verdadeira expansão iniciou na década de 1970 pela aquisição da rede Eletroradiobraz, maior do segmento de eletroeletrônicos e eletrodomésticos na época. Alguns anos depois também foram incorporados novos formatos de loja, como:

  • Sandiz, de departamento;
  • Minibox, de mercearias de desconto;
  • Superbox, loja depósito;
  • Peg & Faça, de bricolagem.

A fusão de todos esses empreendimentos criou a Companhia Brasileira de Distribuição (CBD), nome oficial do Grupo Pão de Açúcar desde então. Outros momentos marcantes foram:

  • realização de uma oferta pública inicial de ações em 1995, com um lance de 112,1 milhões de dólares;
  • captação de 172,5 milhões de dólares na Bolsa de Nova York;
  • compra da rede Ponto Frio em 2009.

A partir dessa e de outras histórias inspiradoras, fica evidente que o primeiro passo pode ser difícil e que haverá obstáculos pelo caminho. Mas com foco, determinação e disciplina, você pode se tornar um empreendedor de sucesso. E você, está preparado para começar?

Se você gostou da trajetória de Abílio Diniz, compartilhe este texto nas suas redes sociais!

Break even: afinal, como descobrir se ele foi alcançado?

Toda empresa começa a partir de algum investimento — seja pela participação dos sócios, seja por algum tipo de financiamento externo. Sendo assim, o break even é um dos momentos mais aguardados por elas.

Afinal, um dos principais objetivos de uma empresa é atingir uma certa margem de lucros. Sem conseguir arcar nem com todos os seus custos, isso seria impossível.

Mas nem todos os empresários sabem, ao certo, como se planejarem corretamente para alcançar esse ponto o mais rápido possível. Além disso, saber se a sua empresa tem gerado receitas suficientes para determinar que o break even foi alcançado não é assim tão simples.

Mas não precisa se desesperar! Neste post, vamos mostrar como o cálculo deve ser feito e ainda daremos dicas para você preparar toda a sua equipe para alcançar o break even e começar a ver a sua empresa gerando lucros. Confira!

A importância do acompanhamento financeiro constante

Desde a abertura, uma empresa gera diversas movimentações financeiras. A princípio, o volume de saída será bem maior que o de entrada — e isso está totalmente dentro do esperado. Afinal, é preciso fazer diversos investimentos iniciais com a estruturação da empresa, compra de mobiliário, equipamentos, contratação de profissionais, aluguel de espaço, entre outros.

Nesse período, é preciso ficar bastante atento para que as contas não fiquem “no vermelho” além do necessário. Por outro lado, é preciso fazer um esforço grande para conquistar os primeiros clientes e fazer com que a empresa comece a faturar. Assim, “atenção” é a palavra-chave para garantir o controle.

Uma empresa que tem o controle sobre suas entradas e saídas tem muito mais facilidade em encontrar seu ponto de equilíbrio financeiro e ter o retorno sobre o investimento feito. Além de ter uma capacidade de reação muito mais eficaz e rápida quando algo começa a desviar da normalidade. Por isso, é importante fazer um acompanhamento constante e detalhado.

Conhecendo melhor o break even

Antes de dizer como você pode alcançar o break even na sua empresa, é preciso esclarecer o que é. De forma sucinta, ele é como se fosse uma linha que separa dois momentos financeiros muito importantes.

Antes de ultrapassar essa linha, a sua empresa ainda não tem condições de pagar todas suas contas apenas com os valores faturados nas vendas. Ao ultrapassá-la, a sua empresa começa a gerar lucros.

Sendo assim, o break even é o momento em que a sua empresa começa a “caminhar com suas próprias pernas” — já que ela para de depender de investimentos externos ou do uso de fundos de acionistas. Em outras palavras, ela para de dar prejuízos.

Mas nada de parar por aí! Afinal, a empresa apenas chegou ao ponto de transição. Os esforços para aumentar o volume de entrada e para reduzir os custos devem seguir com força total.

O cálculo

Para calcular o ponto de equilíbrio financeiro da sua empresa, é preciso considerar três elementos: custos fixos, custos variáveis e margem de contribuição.

Os custos fixos são os mais fáceis de serem identificados e calculados. Eles envolvem todas as contas a serem pagas todos os meses que não sofrem grandes alterações de valores. São exemplos: aluguel, folha de pagamento, energia elétrica, internet etc.

Já os custos variáveis são aqueles que sofrem alterações diretamente relacionadas à capacidade de confecção de um produto ou de prestação de um serviço. Ou seja, quanto maior for a produção ou a demanda pelos serviços, maior serão os custos variáveis.

A margem de contribuição está relacionada ao valor necessário para produzir cada unidade a ser vendida. Ela é calculada a partir do valor faturado nas vendas, descontados todos os custos fixos e variáveis, além das deduções fiscais. Além disso, é um excelente parâmetro para o dono do negócio definir o quanto precisa receber para cobrir os custos adicionais ao investimento realizado.

Atitudes que ajudam a alcançar o break even na sua empresa

Agora que você já sabe porque é importante se preocupar com o ponto de equilíbrio financeiro da sua empresa e como fazer o cálculo dele, vamos mostrar algumas formas de ajudar, não apenas a alcançá-lo, mas também a superá-lo e garantir que sua organização gere lucro todos os meses. Confira!

Planejamento financeiro

Esse é um dos pontos mais importantes para garantir a saúde financeira da sua empresa. A estruturação de um planejamento é uma excelente ferramenta para ter previsões de curto, médio e longo prazos. Com essas previsões em mãos, a tomada de decisão fica muito mais fácil e certeira.

Não se esqueça de considerar os dados históricos da sua empresa e de direcionar todas as ações do planejamento para as metas corporativas. Outro ponto de atenção é manter os valores o mais próximo do real possível, nada de criar metas e expectativas de faturamento fora da realidade do mercado, hein?

Gestão de processos otimizada

A melhoria da gestão dos processos da empresa tem impacto direto nas questões financeiras. Processos otimizados geram economia de insumos, de tempo e melhor aproveitamento da mão de obra. Além disso, processos mais fluidos ajudam na comunicação interna e no clima organizacional.

Analise cada processo da empresa e identifique pontos de melhoria. Se for preciso, contrate uma consultoria externa para garantir que esse trabalho seja feito de maneira correta e precisa. Implante as correções, estabeleça os parâmetros e metas e acompanhe tudo periodicamente.

Conhecimento profundo dos pontos que influenciam no cálculo

O ponto de partida para conhecer o break even da sua empresa é estar por dentro de tudo o que está envolvido no cálculo. Faça questão de saber cada detalhe sobre os custos, tanto os fixos quanto os variáveis. Acompanhe o andamento de cada número, veja se estão seguindo a tendência esperada de crescimento e queda.

É papel do dono da empresa saber o que se passa em seu cotidiano. Não deixe tudo nas mãos de terceiros — se interesse, se envolva. Só assim é possível tomar todas as providências para, não apenas alcançar o ponto de equilíbrio, mas superá-lo e gerar ganhos reais e sustentáveis.

O break even é apenas o primeiro grande desafio! Quando a sua empresa começar a se tornar autossustentável, o crescimento será apenas uma questão de tempo e dedicação.

Se este post contribuiu para o seu conhecimento sobre o assunto, curta a nossa página no Facebook e fique por dentro de todas as nossas novidades!

Histórias Inspiradoras: Paulo Lemann — sucesso no empreendedorismo

Uma história de sucesso é, com certeza, permeada de desafios, obstáculos e até mesmo tropeços. As maiores provas de resiliência — que, por si só, já é uma característica dos líderes obstinados — são fortalecer-se na dificuldade, sonhar grande e perseguir os objetivos com cada vez mais empenho. Paulo Lemann, atualmente o homem mais rico do Brasil, é um exemplo que reúne todas essas características!

Se você deseja conhecer e se inspirar na trajetória dele, encontrou o conteúdo perfeito. Neste post, você encontrará informações sobre a vida, as escolhas e as conquistas de Lemann, compreendendo como ele se tornou um ícone de sucesso.

Além disso, você também terá acesso a dicas preciosas para que consiga traçar seu próprio caminho, aproveitando as lições pessoais e profissionais do maior empreendedor do país. Preparado? Vamos em frente e boa leitura!

Paulo Lemann: infância e juventude

Embora seja natural do Rio de Janeiro, Paulo Lemann tem ascendência suíça: filho de mãe brasileira, seu pai emigrou da região de Emmental e se fixou na capital carioca antes de seu nascimento, em agosto de 1939.

Não seria exagerado dizer, também, que o tino empreendedor está no sangue: o pai de Lemann é o fundador da Leco (abreviação de Lemann & Company), fábrica de laticínios que tem expressividade em todo o território nacional e que foi recentemente incorporada à Vigor Alimentos.

No que diz respeito ao seu desenvolvimento, a educação básica de Paulo foi concluída na Escola Americana do Rio de Janeiro, ainda aos 17 anos. Para o ensino superior, sua escolha foi a Faculdade de Economia de Harvard, uma das mais renomadas instituições do mundo.

Na universidade, um episódio de rebeldia marcou a trajetória acadêmica de Lemann: ao participar de uma revolta estudantil, Paulo foi pego pelo reitor ao jogar bombinhas no pátio de Harvard, o que culminou em sua suspensão temporária. Ao retornar, Lemann concluiu o curso antes do previsto, em apenas três anos.

A trajetória do líder: como Paulo Lemann construiu seu império

Em 1961, já formado, Lemann mudou-se para Genebra, na Suíça, e estagiou no Credit Suisse, uma das maiores instituições financeiras do mundo. Não demorou, porém, a voltar para o Brasil, onde, em 1971, adquiriu seu primeiro negócio: a corretora Garantia.

Desde essa época, Lemann contou com a expertise de dois fiéis escudeiros: Marcel Telles e Beto Sicupira, seus sócios. Juntos, trabalharam para expandir e desenvolver o negócio, que posteriormente se tornou o Banco Garantia. Em paralelo, adquiriram as Lojas Americanas, importante rede varejista brasileira.

Quando, pouco antes do ano 2000, o Garantia foi vendido, os três continuaram juntos e fundaram a GP Investimentos, considerada a primeira empresa de private equity do país, perpetuando a injeção de capital e o investimento em negócios promissores, embora momentaneamente cambaleantes. O intuito era reestruturá-los e, em seguida, vendê-los por um preço superior ao da aquisição.

Mais uma vez, a empreitada se mostrou um sucesso. E, em reconhecimento ao bom trabalho de seus funcionários, Lemann entregou parte da companhia àqueles que o ajudaram a prosperar. A GP foi, então, parcialmente desfeita.

Era hora de Lemann, Telles e Sicupira estacionarem sua avidez pelo mercado? Certamente que não! O trio se lançou em mais um desafio e abriu, em 2004, a 3G Capital. A duplicidade de sedes — uma no Rio de Janeiro e outra em Nova York — já indicava que os planos eram ambiciosos. E o tempo apenas comprovou a tese.

O segmento de bebidas interessava a Lemann. Prova disso foi o surgimento da Ambev, com a aquisição da marca Brahma e sua associação com a cervejaria Antarctica, ainda em 1999.

Mais tarde, em 2004, a empresa também comprou a belga Interbrew, dando origem à InBev. E não parou por aí! A AB Inbev é resultado da incorporação da Anheuser-Busch, a maior cervejaria do mundo e detentora da marca Budweiser.

Em 2010, a 3G também incorporou a Restaurant Brands International a seu portfólio, passando a deter marcas globalmente fortes, como Burger King e Popeyes.

Dando continuidade à expansão da holding no segmento alimentício, a compra da gigante Heinz, líder no ramo de molhos e condimentos, foi também um marco na trajetória da 3G: Paulo, em parceria com o megainvestidor (e bilionário) Warren Buffett, a mente por trás da Berkshire Hathaway, passou a deter a Kraft Heinz.

Vale lembrar, por fim, que o trio à frente da 3G também gerencia a Gera Venture e a Innova Capital, aceleradoras destinadas a investir em empreendimentos com grande potencial de crescimento. Além disso, Lemann mantém iniciativas voltadas a estimular a educação de alta qualidade e a prática esportiva: a Fundação Estudar e o Instituto Tênis são ótimos exemplos.

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As lições de Paulo Lemann: aprenda com o sucesso do empresário

Pessoas bem-sucedidas merecem nossa atenção. Afinal, sempre poderemos aprender algo com uma trajetória de êxitos (que nem por isso está isenta de percalços ou fracassos pontuais).

A carreira de Lemann não foi diferente. Os obstáculos enfrentados certamente geraram grandes aprendizados que, mais tarde, endossaram o sucesso do empreendedor.

Entre as lições que ele se dedica a propagar na missão de desenvolver os líderes e os negócios brasileiros, com certeza alguma (senão todas) também será útil para você! Confira algumas delas a seguir.

Aprenda com os erros

O primeiro empreendimento do qual Lemann fez parte (com apenas 2% das ações), a Invesco, foi à falência em 1966, quando ele tinha 27 anos. Apesar da decepção, Paulo não se acanhou e seguiu em frente com ainda mais vontade de fazer acontecer. E, claro, deu certo!

Por isso, Lemann faz questão de reforçar que erros são comuns e, ao mesmo tempo em que nos esforçamos para evitá-los, devemos aprender com cada tropeço.

Foque no essencial

Em um mundo de distrações, Lemann afirma que é preciso identificar o que é fundamental e, assim, focar naquilo que precisa ser feito e que efetivamente fará diferença.

Essa mentalidade formou-se ainda na universidade, quando Paulo estava decidido a terminar o curso no menor tempo possível. Essa ambição fez com que criasse uma metodologia de absorção para cada disciplina: dedicava-se a gravar as cinco coisas mais importantes de cada matéria.

O método deu tão certo que é aplicado até hoje nos empreendimentos de Lemann. Suas companhias e sua equipe, por exemplo, têm cinco metas essenciais.

Valorize as pessoas que trabalham com você

Por fim, embora não menos importante, cabe citar uma frase bastante emblemática, dita por Lemann em uma de suas entrevistas: “Nosso negócio não é cerveja, nem hambúrguer ou ketchup, é gente”.

Com essa mentalidade, o empreendedor reforça seu compromisso com aqueles que o auxiliam no cotidiano operacional e administrativo. Paulo Lemann destaca que investir na equipe, proporcionando um ambiente atrativo de bem-estar e aprendizado, é indispensável para que a empresa tenha sucesso.

Este conteúdo despertou seu interesse e motivou você a querer fazer mais (e melhor)? Então, aproveite para compartilhá-lo nas redes sociais e permita que seu círculo de amigos também tenha acesso às lições desse grande líder. Bons negócios e até a próxima!