transformamos a vida de milhares de jovens através da educação.

Everton Sabú
Fundador

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5 dicas para começar seu negócio do zero

Listamos passos essenciais para você começar a sua empresa

 

  1. PESQUISE SOBRE O MERCADO

Todas as decisões relacionadas a um novo empreendimento podem conter um certo grau de incerteza. Por isso, é necessário que exista uma pesquisa de mercado. Ela tem o objetivo de orientar o empreendedor nas estratégias a serem tomadas. Defina qual será o seu público-alvo. Perceba a estratégia dos possíveis concorrentes e observe pontos fortes e fracos. Analise os fornecedores e as empresas que fornecerão produtos e serviços, caso seja preciso no seu negócio. As informações obtidas por meio da pesquisa são muito valiosas. São esses dados que permitem ao gestor adotar estratégias para aumentar as chances de sucesso da empresa.

  1. CONHEÇA O SEU CLIENTE

Um bom começo, é conhecer muito bem os seus clientes. Você já estabeleceu qual será o seu público-alvo, então agora precisará de informações como: faixa etária, poder aquisitivo e escolaridade, esses são alguns exemplos de informações a serem pesquisadas. Saber seus interesses e comportamentos, também são fatores importantes. A partir desses dados você poderá pensar melhor sobre os métodos mais adequados para seus negócios e como rentabilizar toda a sua operação.

  1. FAÇA UM PLANEJAMENTO FINANCEIRO

Começar um negócio, pode parecer complicado, mas com um bom planejamento, tudo pode dar certo. Em momentos de incerteza econômica, é essencial que o empreendedor organize todos os processos gerenciais do negócio. É importante ter equilíbrio entre as necessidades e demandas com os recursos disponíveis. A função de um plano é otimizar ações para que os objetivos sejam alcançados, além de poder criar metas e estratégias. Lá na frente, você poderá conferir quais foram as melhores decisões tomadas, e ter um feedback preciso.

É importante saber qual será o seu investimento inicial, custos e despesas. Analisando os indicadores obtidos por meio desses controles, é possível também, ter uma maior percepção sobre futuras alterações nos seus gastos, como por exemplo, a redução do estoque de materiais ou mercadorias. Fique consciente dos seus gastos, e saiba controlar o seu dinheiro, assim, você terá um capital de giro e tudo irá fluir bem.

  1. SE PRECISO, FAÇA UM FINANCIAMENTO

Se após todo o planejamento, você achar que talvez não tenha o capital necessário para abrir o seu negócio, uma solução, pode ser o financiamento. Assim, você terá um contrato com uma instituição financeira, que disponibilizará recursos para ajudar no seu empreendimento. Tenha uma gestão financeira organizada, pois alguns itens são básicos para que os recursos sejam liberados para sua empresa. Além de informações sobre o negócio, e os sócios, caso haja na empresa, não poderá faltar um bom plano de negócio com informações sobre como você pretende utilizar o dinheiro.

  1. TENHA OBJETIVOS E METAS

Os objetivos dão descrições concretas para onde ir, e devem ser estratégicos e abrangentes.  Vislumbrar como e onde você quer estar daqui a 5 anos, por exemplo, é um bom começo. Escrever um texto sobre isso costuma ser um ótimo exercício. A partir daí, será possível estabelecer metas a curto e médio prazo, que nortearão suas ações no presente.

As metas são temporais, ou seja, têm prazos específicos para acontecerem. Quando as metas são atingidas, você consegue alcançar os seus objetivos. Por exemplo, você quer tornar sua empresa conhecida no mercado, esse é o seu objetivo. Então, suas metas serão criar meios de comunicação entre sua corporação e o público-alvo, além de investir em um marketing eficaz.

Basicamente, o objetivo é o que você quer alcançar, e as metas estipulam os passos e prazos para a realização do objetivo. Independentemente da área de atuação, todos precisam estabelecer metas e objetivos, pois são eles que fazem com que haja motivação diária para realizar os feitos necessários, e assim, vê-los concretizados.

ACHOU COMPLICADO E AINDA NÃO SABE QUAL NEGÓCIO COMEÇAR?

Atualmente, o mercado de franchising vem crescendo gradativamente no país, em especial, as franquias de educação, que se destacam por terem movimentado bilhões no ano passado, segundo a ABF (Associação Brasileira de Franchising).

Nesse promissor modelo de empreendimento, uma empresa que se destaca pelo seu tempo no mercado e grande renome, é a JUMPER! Franchising. A franqueadora é dirigida pelo empresário e economista, Everton Sabú, que além de administrar o negócio, dá aulas de consultoria e treinamentos de gestão para os seus franqueados, assim eles garantem maior segurança em gerir suas escolas.

Quando a pessoa se torna um franqueado da JUMPER!, recebe a estrutura completa da escola, com ambientes montados e em pleno funcionamento. Além disso, a metodologia de ensino é desenvolvida da melhor forma, com materiais didáticos de qualidade e estratégias de captação de alunos. A franqueadora não exige que o investidor tenha alguma formação na área de educação para abrir uma unidade, apenas vontade de empreender. Ou seja, o investidor recebe o negócio pronto sem precisar se preocupar com nada.

Sabú comenta que o crescimento das escolas acontece devido à segurança que esse tipo de franquia apresenta. “O empreendedor deve ter consciência de que o negócio já foi testado e o dono da marca já passou por várias experiências quanto à melhor forma de operar e de fazer a gestão do empreendimento. Desde o primeiro dia de operação ele recebe todo apoio e acompanhamento da franqueadora” destaca o diretor.

MAS POR QUE INVESTIR NO MERCADO DE EDUCAÇÃO?

Sabemos que existe uma enorme e preocupante carência na educação brasileira. Há muitas demandas de capacitação e formação pessoal e profissional no Brasil. “Os jovens tendem a procurar por cursos profissionalizantes, para que possam complementar sua formação e se destacar no mercado de trabalho.”, comenta Everton.

Investir em uma rede de idiomas e cursos profissionalizantes é um excelente negócio, pois o serviço é essencial para a população, além disso, o mercado de trabalho tem exigido cada vez mais qualificação profissional e uma segunda língua dos funcionários.

Com isso, podemos concluir que: Investir em uma franquia de educação é um negócio rentável, simples, e com fácil gestão.

Invista já em uma franquia de sucesso. Venha para a JUMPER!

Para mais informações acesse as nossas redes sociais!

Escola realiza Feira de Empreendedorismo

Alunos da JUMPER! Profissões e Idiomas de Jaraguá do Sul – SC expõem projetos em feira de empreendedorismo

Com o objetivo de estimular o espírito empreendedor nos estudantes, a JUMPER! Profissões e Idiomas de Jaraguá do Sul – SC, realizará no sábado (15/12/18) a quinta edição da Feira de Empreendedorismo.  Durante o evento os alunos apresentarão seus projetos nas mais diversas áreas.

“O objetivo da feira é fomentar uma atitude empreendedora em nossos alunos. Ao mesmo tempo, queremos oferecer serviços gratuitos para a comunidade, como aferição de pressão arterial, glicemia e IMC, escova, maquiagem, entre outros”, conta o Diretor da escola Josemar Cristiano Lopes.

O evento já está em sua quinta edição e é sucesso na região. Neste ano, os alunos de inglês farão rodadas de conversação, a classe de Hardware apresentará  projetos de tecnologia renovável, enquanto os estudantes de administração apresentarão a empresa criada por eles, e comercializarão produtos de gastronomia.  Os alunos da área industrial realizarão demonstrações de solda, CNC, elétrica, mecânica de carros e motos, com motores abertos para exibir o seu funcionamento.  Já os alunos dos cursos de capacitação em farmácia e enfermagem, ficarão incumbidos de atender aos que desejarem aferir pressão, glicose e IMC.  Os aprendizes dos cursos de cabeleireiro e maquiagem estarão responsáveis por realizar escova e maquiagem nos visitantes que optarem por estes serviços.

“A feira de empreendedorismo é aguardada durante todo o ano. Nossos alunos são muito criativos e estão ansiosos para demonstrar tudo o que aprenderam. Eu fico muito feliz em poder empregar  a abordagem prática de ensino, fazendo com o que o aluno possa efetivamente aplicar, vivenciar e experimentar o que está sendo ensinado. Acredito que eventos como esse, permite aos alunos exercitarem sua capacidade de encontrar problemas e explorar soluções de forma autônoma, o que favorece o desenvolvimento de competências empreendedoras que muitas vezes não são exploradas no sistema regular de ensino.”, ressalta Josemar.

A feira de empreendedorismo será aberta ao público, com entrada gratuita, das 09h às 14h na JUMPER! localizada na Rua Leopoldo Malheiro, 67 no centro de Jaraguá do Sul.

 

 

3 vantagens e desvantagens de empreender e ser dono do próprio negócio

Depois de certo tempo tentando se adequar às exigências do mercado de trabalho, é natural ter a sensação de que o retorno recebido não é compatível com o esforço dedicado e que os frutos de seu trabalho estão sendo colhidos por outras pessoas.

Se você sente esse tipo de insatisfação profissional, já deve ter parado para pensar sobre as vantagens de empreender e sobre como sua carreira seria diferente se fosse um empresário.

Pensando nisso, no post de hoje trouxemos alguns pontos que devem ser levados em conta na hora de decidir se empreender é mesmo a solução para você. Veja!

3 vantagens de empreender

Empreender oferece muitas vantagens, principalmente no que diz respeito à autonomia que você passará a ter no seu trabalho. Vamos a elas!

1. Flexibilidade

Esse é, em geral, o principal objetivo que se tem em mente quando se pensa em empreender. Ter seu próprio negócio permite que você decida seu local e horários de trabalho, além de proporcionar autonomia para organizar suas prioridades nos âmbitos profissional e pessoal.

Como empreendedor, você decidirá onde e a que horas começará e parará de trabalhar, bem como o momento ideal para tirar férias.

É claro que isso não significa que você trabalhará menos, afinal de contas, você terá mais responsabilidades como dono do seu negócio do que como funcionário. Por outro lado, esse tipo de decisão partirá de você, equilibrando a saúde do negócio e seu próprio bem-estar.

2. Escolha da própria equipe

Uma parte fundamental de todo negócio é a equipe. Você já deve ter percebido que a desarmonia entre os membros de uma equipe impacta não apenas na motivação dos colaboradores, mas também nos resultados de um trabalho.

Enquanto dono do seu próprio negócio, você não precisará trabalhar com uma equipe que considere incompetente ou tóxica, uma vez que será você que escolherá seus membros e que também terá autoridade para auxiliá-los na resolução dos conflitos, promovendo um ambiente de trabalho agradável e motivador para todos.

3. Realização pessoal e financeira

Essa é uma questão central quando falamos em trabalho. Passamos uma parcela enorme do nosso tempo trabalhando, de forma que há pouquíssimo espaço na nossa rotina para projetos pessoais — principalmente quando é preciso conciliar vida profissional e família.

Desse modo, as oportunidades de encontrar realização pessoal fora do ambiente profissional são muito pequenas. É necessário, portanto, que as horas investidas no trabalho sejam também um investimento naquilo que é importante para você e para o desenvolvimento das suas habilidades.

Além disso, para se sentir motivado a executar suas funções com qualidade, é fundamental que você sinta que está sendo remunerado de forma justa, o que é difícil quando seu salário é muitas vezes inferior ao lucro que você proporciona ao seu empregador.

Empreender possibilita tudo isso, uma vez que cada hora trabalhada significa um investimento no seu próprio futuro e no de sua família. Também é muito mais fácil encontrar uma relação clara entre o seu esforço e o retorno financeiro obtido, uma vez que como empreendedor você trabalhará para si mesmo.

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3 desvantagens de empreender

É claro que vantagens como essas não vêm sozinhas. Empreendedores também precisam superar alguns desafios! Confira as três principais desvantagens de empreender:

1. Burocracia

O primeiro obstáculo do empreendedor é que ninguém se torna empresário da noite para o dia. Há uma série de burocracias que devem ser resolvidas antes de dar esse salto na carreira, que vão desde a criação de um CNPJ a questões específicas do tipo de negócio que você pretende abrir.

Pode ser necessário alugar um ponto comercial, contratar funcionários, retirar alvarás e adequar os equipamentos do seu negócio às regulamentações de segurança e salubridade.

Sendo assim, planeje a abertura de seu empreendimento com certa antecedência e procure entender quais serão as necessidades de seu negócio. Dessa forma, você não será pego de surpresa.

2. Atenção às finanças

Também é muito importante que você esteja sempre de olho no desempenho do seu negócio. Afinal, como empreendedor você não terá mais uma renda fixa: seu esforço e a qualidade de suas estratégias serão determinantes para seus lucros.

Sendo assim, se quiser obter um bom retorno do seu negócio, você precisará registrar as entradas e saídas de produtos, acompanhar de perto as atividades dos seus funcionários e minimizar os seus gastos.

Mesmo que você tenha gestores competentes trabalhando com você, é fundamental ter conhecimento e comprometimento para acompanhar o seu negócio e possibilitar que ele cresça de maneira sólida.

3. Necessidade de investimento inicial

Por fim, mas não menos importante, está um ponto crucial nessa decisão: a disponibilidade de capital inicial para investir no seu empreendimento. A existência e o tamanho desse capital vão possibilitar ou limitar determinados tipos de negócio; dessa forma, é muito importante que você tenha isso em mente antes de escolher o campo em que gostaria de atuar.

Para dar conta dos equipamentos, do espaço e da folha de pagamento dos funcionários necessários para que você abra seu negócio, é fundamental dispor de um montante compatível de dinheiro para investir. Vale lembrar também que alguns negócios demoram mais tempo para se pagar do que outros.

Nesse contexto, também é importante falar dos riscos de empreender: nem sempre um empreendimento é bem-sucedido, de forma que não há garantia de retorno do seu investimento. Esse retorno e um subsequente lucro são consequências de boas estratégias e de muito trabalho duro.

As vantagens de empreender são muito sedutoras, mas tenha em mente que elas também acompanham grandes responsabilidades. De todo modo, essas e outras desvantagens de empreender podem ser contornadas se você souber se organizar antes de se tornar empresário e se mantiver atento ao desempenho do seu negócio.

Esperamos que este post tenha ajudado você a refletir melhor sobre a possibilidade de começar seu próprio negócio. Entender não só as vantagens de empreender, mas também as desvantagens, é o primeiro passo para o sucesso de uma nova empreitada.

Se você se interessa pelo assunto, não deixe de curtir a nossa página no Facebook para ser notificado das novidades do blog!

Modelos de franquia: qual o ideal para seu perfil profissional?

Os números do mercado de franquia continuam a animar as pessoas que decidem investir no segmento. Segundo um estudo sobre desempenho da Associação Brasileira de Franchising (ABF), só em 2017 o faturamento das franquias foi de R$ 163 bilhões distribuídos em mais de 145 mil unidades pelo país.

O documento também apontou uma maior diversificação dos negócios e a interiorização dos empreendimentos, abrindo espaço para os novos modelos de franquia.

A seguir, mostraremos alguns desses modelos e as principais diferenças entre eles. Ao final daremos algumas dicas de como escolher a opção mais adequada ao seu perfil profissional. Confira!

Franquia unitária

Esse modelo é considerado o mais comum entre as diferentes franquias existentes no mercado. O franqueado ganha o direito de trabalhar com a marca, mas para isso precisa atender a algumas exigências contidas em um contrato específico.

Ela se caracteriza por não permitir a instalação de outra franquia da marca no mesmo ponto comercial, como acontece em shoppings centers com determinadas lojas e restaurantes, por exemplo.

Vale lembrar que o local onde será instalada a unidade de negócio também é preestabelecido pelo franqueador.

Franquia master

As franquias master têm uma característica bastante específica, elas são utilizadas pelas marcas que almejam expandir ou mesmo se internacionalizar.

Consequentemente, concedem ao franqueado o poder de abrir ou de terceirizar unidades da franquia em uma região, sendo que ele receberá um percentual dos royalties e das taxas da franquia aberta, repassando parte ao franqueador.

Ou seja, é oferecido ao empreendedor o direito de revender a “marca”. Nesse caso, o conhecimento de operação, subfranqueando unidades. Por esse motivo, é de suma importância que o franqueado possua um alto poder de investimento, já que ele coordenará toda a operação da região — no entanto, se o local comportar, ele terá a chance de obter altos lucros.

Franquia de conversão

A franquia de conversão é uma modalidade na qual o indivíduo, que já possui uma empresa, adapta o negócio a uma franquia existente no mercado.

Ele é adotado, principalmente, por empreendedores que desejam maior especialização da empresa, pois a parceria oferece a ele alguns padrões já desenvolvidos dentro do modelo de franchising, um renome de marca e todo o aporte de uma empresa já reconhecida no mercado.

A conversão costuma apresentar outra vantagem: o investimento do empreendedor precisará ser bem menor. Isso porque ele já terá boa parte do material, pontos de venda e outros insumos importantes para o desenvolvimento do negócio.

Essa adaptação também é uma forma de impulsionar vendas, visto que ele terá acesso a um conhecimento de marketing da franqueadora.

Franquia de desenvolvimento de área

A franquia de desenvolvimento de área se parece bastante com o modelo de franquia master. O franqueado pode abrir várias unidades do negócio em uma região, além de ter a possibilidade de vendê-las.

A diferença para a master é que, nesse modelo, o franqueado tem a obrigação de desenvolver as franquias, gerindo-as de maneira direta e não por meio de subfranqueados.

Entre as vantagens, há uma maior centralização do desenvolvimento do negócio, facilitando o processo de supervisão por parte do franqueador sobre a expansão em determinado território.

Para o franqueado, a possibilidade de deter os direitos de exploração da marca em território permite o estabelecimento de planos de expansão melhores. Esse é um modelo para aqueles indivíduos que desejam crescimento e possuem interesse em coordenar grandes empreendimentos.

Franquia shop in shop

O modelo shop in shop é perfeito para quem almeja a ampliação dos negócios. Nesse caso, o franqueado pode incorporar outra marca dentro do espaço do seu negócio, geralmente, um quiosque. A ideia é comercializar produtos complementares aos que já são vendidos no empreendimento.

O interessante desse modelo é que ele permite ao empreendedor diversificar a sua fonte de lucros e ainda conquistar clientes específicos adeptos à marca que será instalada no negócio.

Microfranquia

As microfranquias são caracterizadas por exigirem investimentos abaixo de R$ 90 mil. Elas são o modelo ideal para quem deseja iniciar o negócio, mas não possui um grande capital para investir. Geralmente, as microfranquias mais comuns são no ramo de serviços.

Devido ao baixo custo, o modelo de operações também costuma ser mais enxuto, permitindo ao empreendedor coordenar o negócio da sua própria residência. O modelo tem crescido no Brasil e é uma das apostas para o ano de 2018.

Franquia combinada

No caso das franquias combinadas, o negócio funciona de maneira distinta das outras opções apresentadas. Isso porque o mesmo empreendimento pode reunir diferentes marcas em um único local. Basicamente, o fornecedor é o franqueador, e o empresário que distribui os produtos é o franqueado.

Normalmente, isso ocorre nas lojas de esportes. Nesse tipo de empreendimento são combinadas diferentes marcas dentro de um único lugar. Desse modo, é bastante comum que esse modelo esteja associado ao shop in shop, pois algumas mantêm espaços exclusivos internamente.

 

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Dicas para escolher entre os modelos de franquias existentes

Depois de conhecer os modelos de franquias que apresentamos é necessário aprender como escolher aquele que mais se encaixa no seu perfil de empreendedor. Para isso é importante levar em consideração as dicas que apresentaremos a seguir!

Saiba quanto tem para investir

Não dá para comprometer 100% do seu orçamento com a instalação da franquia. Afinal, você precisará de capital de giro para iniciar o negócio. Por esse motivo, faça os cálculos do montante disponível a fim de escolher a opção que se encaixe melhor na sua realidade.

Estude o segmento

Depois de saber exatamente quanto tem para investir é hora de estudar as franquias existentes no segmento escolhido por você.

Seja no ramo alimentício, beleza, serviços, educação ou outros, pesquise as franquias que se adequem à realidade do local em que ela será instalada. Algumas das áreas que citamos, como a educação, estão em franca expansão. Isso porque as pessoas estão cada vez mais preocupadas com a qualificação profissional.

Mas lembre-se: independentemente do setor escolhido, veja se a rede exige um número mínimo de habitantes na cidade, algumas estabelecem esses tipos de regras.

Procure se identificar com a marca

Você se identifica com a marca da qual pretende ter uma franquia? Se a resposta for não, é bom repensar essa escolha!

Afinal, você precisa ter afinidade com o segmento para poder desenvolver a franquia e obter sucesso com ela. Só assim você terá motivação para continuar aperfeiçoando os produtos e serviços oferecidos, bem como terá mais facilidade para entender o mercado em que está inserido.

Faça uma análise operacional

Cada franquia tem as suas especificidades operacionais. Ter domínio sobre elas é essencial para evitar dores de cabeça no futuro!

Sendo assim, procure conversar com outros franqueados da marca sobre as dificuldades, o relacionamento que eles têm com a marca franqueadora, e entender sobre o comprometimento da marca-mãe com o aperfeiçoamento e inovação contínuos do empreendimento.

Conhecendo os modelos de franquias existentes no mercado e seguindo as dicas apresentadas, a escolha pelo negócio mais alinhado ao seu perfil será bem mais simples. Consequentemente, as chances de sucesso também se multiplicarão.

Ainda tem alguma dúvida sobre o assunto? Quer saber algo em específico sobre o mercado de franquias? Deixe o seu comentário aqui embaixo!

8 livros indispensáveis para quem quer empreender

Ser um empreendedor de sucesso é algo que requer muito estudo e dedicação. Nesse sentido, existem vários livros para quem quer empreender disponíveis no mercado — e você não deve se esquecer de que manter a leitura em dia é primordial, certo?

Afinal, ser dono da própria empresa envolve dominar diversos assuntos, principalmente os que estão diretamente relacionados a gestão, finanças e negócios.

Pensando nisso, neste post, listamos 8 livros que vão trazer grandes inspirações, lições e dicas para que você empreenda e alcance o sucesso no universo corporativo. Vamos lá? Boa leitura!

1. Empreendedores Extraordinários (John Byrne)

Esse livro é bastante motivador, principalmente para quem está pensando em abrir seu negócio, mas tem medo de não conseguir enfrentar todos os desafios que essa empreitada oferece.

Para escrevê-lo, o autor entrevistou 25 empreendedores que passaram por grandes percalços até conquistarem um lugar de destaque no mercado — atualmente, eles são grandes nomes no mundo dos negócios. São histórias muito inspiradoras, que mostram como é possível vencer mesmo com perspectivas muito adversas.

Entre essas histórias está a de Howard Schultz, dono da Starbucks, que fundou a empresa, se afastou e depois retornou, reinventando tanto o negócio quanto a si mesmo. Tem também a história de Reed Hastings, cofundador da Netflix, que teve a ideia da empresa depois de pagar uma multa de $40 pelo atraso de uma locação de vídeo.

2. DNA do inovador (Clayton Christensen, Hal Gregersen e Jeffrey Dyer)

Os autores desse livro entrevistaram fundadores e CEOs de diversas empresas — como Apple, Amazon, Google e Skype — e identificaram 5 habilidades comuns a todos eles e que os diferenciavam como inovadores frente aos profissionais comuns.

De acordo com eles, um profissional com o DNA inovador tem as habilidades de associar, questionar, observar, trabalhar em rede e experimentar. Eles mostram como qualquer pessoa pode desenvolver essas habilidades para se tornar um profissional criativo, e o livro traz ainda um teste muito interessante que calcula o seu DNA inovador.

É o livro ideal para os empreendedores que buscam aprimorar sua capacidade de gerar novas ideias.

3. O jeito Disney de encantar os clientes (Disney Institute)

Quem já visitou algum dos parques da Disney pôde sentir na pele a excelência em atendimento de toda a equipe de colaboradores. O objetivo dos parques é tornar a experiência de cada visitante mágica e inesquecível.

Nesse livro, são contados os bastidores dos parques no que diz respeito a tudo que envolve o atendimento ao cliente. Ele dá excelentes exemplos que podem — e devem — ser seguidos por todos os empresários para aprimorar o relacionamento com seus clientes.

4. Franquia de A a Z (José Castro Schwartz)

Se você pretende entrar para o mundo das franquias, a leitura desse livro é praticamente obrigatória. Ele traz todos os termos utilizados por franqueados e franqueadores, além de dar um panorama sobre o assunto.

O livro, que funciona como um dicionário, também é muito útil para ter sempre por perto e tirar dúvidas do dia a dia. Seu conteúdo traz importantes direcionamentos e serve como um guia, tanto para quem está começando, quanto para quem já tem uma franquia.

 

5. Vamos juntos! (Renato Saraiva)

O livro conta a trajetória de sucesso de Renato Saraiva, fundador da rede de cursos online CERS, que está presente em vários estados do país. Renato foi concurseiro e viu na educação uma oportunidade de sucesso. Além de empresário, ele também é um autor consagrado na área do direito e procurador da Justiça do Trabalho.

Sua rede foi fundada em 2009 e atualmente conta com 150 mil alunos ativos cadastrados. O negócio teve um crescimento de mais de 50% entre 2012 e 2014, impulsionado pela melhoria do acesso à internet e pela ascensão da classe C, que é seu grande público.

No livro, Saraiva conta como foi essa caminhada e dá dicas de como aproveitar as boas oportunidades. De acordo com o empreendedor, “quando você divide as conquistas e responsabilidades, os benefícios e retornos se multiplicam e todos saem ganhando”.

6. 25 verbos para construir sua vida (Alberto Saraiva)

Nesse livro, Alberto Saraiva — fundador do Habib’s — conta a trajetória da sua vida profissional por meio de verbos como sonhar, conquistar, persistir, confiar, entre outros.

Quando criança, sonhava em ser médico, mas o assassinato do pai na porta da padaria da família mudou os rumos da sua vida. Naquele instante, ele precisou assumir o negócio do pai para ajudar no sustento da casa.

A cada verbo, Saraiva conta um trecho de sua vida e aproveita para dar conselhos diretos para o leitor sobre a vida pessoal, profissional e até mesmo espiritual. O livro também traz uma série de frases para o leitor refletir, tornando-se muito inspirador para quem está pensando em começar seu novo negócio.

7. Sinônimo de Sucesso (Vinícius Almeida Carneiro)

O livro conta a história surpreendente de duas pessoas que pegaram 3 mil reais emprestados e conseguiram montar 4 redes de franquias de sucesso. Vinícius Almeida Carneiro e Alexandre Loudrade são os personagens dessa história — que até parece fictícia, mas não é!

Os dois passaram por várias dificuldades e enfrentaram muitos desafios até alcançarem a marca de 350 franquias espalhadas por todo o Brasil.

É um livro que motiva principalmente aqueles que acham que não é possível começar um negócio com pouco dinheiro. Mesmo que o investimento inicial seja baixo, com trabalho e dedicação é possível transformar sonhos em realidade.

8. Salto (Matthew Syed)

O livro tem um subtítulo que já instiga: “a ciência explica Mozart, Federer, Picasso, Beckham entre outros sucessos”. O autor explica que o sucesso não depende de um talento nato, mas sim de muito estudo e dedicação.

Com isso, ele ressalta a importância de manter a empresa atualizada e buscar sempre aprimorar técnicas e processos, destacando a importância do espírito competitivo e da vontade de querer superar os próprios limites e melhorar as próprias marcas.

Manter a leitura em dia é imprescindível para ser um empresário bem-sucedido. Focar sua leitura em livros que agregarão conhecimentos práticos pode fazer toda a diferença para o sucesso de seu novo negócio. Além disso, esse pode ser o caminho para que você conquiste sua tão sonhada independência financeira.

Se você gostou de nossas sugestões de livros para quem quer empreender, curta nossa página no Facebook e fique sempre por dentro de todas as novidades da Jumper!

Próprio negócio: como se organizar para começar a ser empresário?

A ideia de ser o seu próprio chefe e poder aproveitar todos os benefícios de trabalhar por conta própria tem se tornado cada vez mais atrativa no Brasil. Mesmo em épocas de crise financeira, ser empresário é um caminho vantajoso.

Além de poder aumentar sua renda progressivamente, o empreendedor também desfruta de horários de trabalho mais flexíveis, aumentando sua qualidade de vida. Mas para ter um negócio de sucesso é fundamental que você saiba se planejar.

A falta de preparação dificulta muito a caminhada da empresa e pode até mesmo causar o seu fracasso. Para ajudar você, trouxemos neste post um passo a passo para montar um negócio. Aproveite!

Escolher um nicho de mercado

A primeira escolha que você vai fazer diz respeito ao seu negócio propriamente dito. Com o que você quer trabalhar? O que você pretende oferecer ao mercado? As possibilidades são infinitas. Você pode vender produtos, oferecer serviços, trabalhar com consultoria, etc.

Para definir seu produto, uma boa dica é pensar no que você já sabe fazer e no que você gosta ou tem facilidade. Suas habilidades e conhecimentos atuais podem ser muito úteis para fazer um negócio independente, que você consiga desenvolver até mesmo sozinho nos primeiros meses.

Outro ponto que deve ser analisado é o mercado. Toda empresa existe para solucionar algum problema ou oferecer algo diante de uma necessidade do mercado consumidor. Nesse sentido, você pode desenvolver um aplicativo que facilite a vida das pessoas ou pode abrir a primeira cafeteria de um bairro, por exemplo.

Um novo negócio não precisa necessariamente ser algo inédito. É possível observar o mercado e ver o que pode ser melhorado. Para isso, a ideia de focar em um nicho é muito interessante. Você pode ter muito sucesso abrindo um comércio comum, mas que foque em um público específico e ofereça a ele experiências diferenciadas.

Verificar a viabilidade do negócio

Para ser empresário e obter sucesso, você precisa de muita preparação. Uma ótima ideia não se sustenta sozinha. Sem um bom modelo de negócio e muita capacidade administrativa, muitos empresários acabam desperdiçando ideias promissoras.

Para evitar isso, é preciso desenvolver uma base sólida para sua empresa. Você deve realizar uma extensa pesquisa e montar um plano de negócio. Ele é um documento que reúne todas as informações relevantes para que seu sonho se torne realidade e conquiste o sucesso. Assim, você conhece o que é necessário para desenvolver sua ideia e pode avaliar a viabilidade dela.

Se você tem pouca experiência, procurar o auxílio de um profissional pode ser muito útil nessa etapa. Há diversos consultores ou órgãos de consultoria que podem ajudar você a entender pontos importantes, como a legislação da área que você quer atuar, a documentação necessária para abrir a empresa, os riscos e potenciais da ideia, etc.

No plano de negócio, você tem uma espécie de mapa que indica os caminhos da empresa. Nele você expressa como sua ideia vai ser colocada em prática: quais são os recursos necessários para o funcionamento, como será a entrega de produtos ou serviços para o cliente e qual é a base financeira. Esse documento é reavaliado frequentemente — você pode rever caminhos e pensar em outras estratégias depois de abrir a empresa.

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Escolher o local do negócio

Essa escolha vai depender bastante do tipo de empresa que você pretende abrir. Alguns negócios podem começar na própria casa do empreendedor, como serviços de consultoria. Mas se você vai montar um escritório ou ponto comercial, a localização é decisiva e precisa ser pensada com cuidado.

O local que você escolhe para abrir uma loja ou escritório vai marcar a experiência dos clientes com a sua empresa. Um dos principais pontos a considerar é a estrutura oferecida para eles. Aspectos como estacionamento próprio, facilidade de acesso e movimento das ruas próximas podem fazer muita diferença para o consumidor.

Além disso, você deve procurar locais que concentram um bom fluxo de clientes em potencial para você. Atenção: não estamos falando apenas de uma localização movimentada, mas de um espaço que concentre o maior número de pessoas dentro do seu perfil de consumidor, ou seja, com potencial de adquirir seus produtos ou serviços.

Capacitar-se para o trabalho

Outro ponto fundamental é a sua capacitação não só para oferecer o serviço, mas também para gerir uma empresa. Muitas pessoas abrem negócios na área em que já trabalham e oferecem produtos de qualidade, mas enfrentam inúmeras dificuldades para consolidar a empresa por não terem se preparado para os desafios do gerenciamento.

Para evitar esse erro muito comum, estude bastante. Pesquise sobre todos os detalhes do negócio que você escolheu e se capacite para atuar na área. Identifique quais são os conhecimentos que você sente falta e busque livros, palestras e cursos sobre o assunto. Se for necessário, contrate um consultor para prestar suporte no início.

Além disso, conheça o perfil necessário para ser empreendedor e prepare-se. Para abrir uma empresa, você deve desenvolver visão estratégica, capacidade de calcular e enfrentar riscos, habilidade de liderança e boa comunicação. Precisa também se preparar para trabalhar muito e ter paciência quanto ao retorno do investimento nos primeiros anos. O apoio da sua família e rede de amigos é muito importante nesse período.

Fazer um planejamento financeiro

Ao sonhar em ser empresário, a independência financeira e o aumento da renda são os benefícios mais buscados. Mas não se pode esquecer que uma empresa precisa de caixa e capital de giro para começar. Assim, é preciso se planejar financeiramente antes de abrir o seu próprio negócio.

Você deve ter em mente que, por mais simples que sua empresa comece, será preciso investir dinheiro nela e o retorno financeiro pode demorar alguns meses ou anos. Para ter saúde financeira e não enfrentar dificuldades ao deixar o emprego formal e virar empreendedor, avalie todas as suas possibilidades e se organize.

Se você não tem dinheiro para abrir o negócio agora, há a opção de adiar os planos e continuar poupando ou procurar alternativas. É possível, por exemplo, encontrar um sócio, conquistar um investidor anjo ou solicitar uma linha de crédito para empreendedorismo no banco. Avalie os pontos positivos e negativos de cada opção antes de decidir.

Para conquistar a independência financeira e aproveitar as vantagens de ser empresário é preciso muito planejamento e cuidado. Uma ótima opção para simplificar esse passo a passo é investir em franquias. Assim, você conta com um modelo de negócio já consolidado e com todo o suporte de empreendedores de sucesso.

Gostou desse post? Então, continue no blog e leia sobre 3 opções para investir seu FGTS!

6 principais desafios do empreendedorismo feminino

O empreendedorismo feminino tem ganhado cada vez mais força no Brasil e no mundo. Muitos são os desafios para se tornar um empreendedor de sucesso. Mas, para as mulheres, os desafios são diferentes, pois, além das dificuldades enfrentadas por qualquer pessoa que esteja à frente de seu negócio, elas ainda enfrentam barreiras sociais e sexistas.

De acordo com o site Mulheres Empreendedoras, o Brasil conta com mais de 5,7 milhões de mulheres à frente de seus negócios, além de estarem presentes em 30% das sociedades de empresas ativas. Isso mostra que, apesar de tudo, elas vão à luta e mostram do que são capazes.

Vamos mostrar, a seguir, quais são os principais desafios que as mulheres encontram na hora de empreender. Acompanhe!

1. Preconceito (sexismo)

Muitas conquistas já melhoraram bastante a vida das mulheres que resolveram abrir as suas próprias empresas. No entanto, muito ainda precisa ser feito, visto que a realidade feminina no mundo dos negócios é muito mais complexa quando comparada à masculina.

O simples fato de ser mulher é o suficiente para que algumas pessoas não confiem na capacidade de gestão da empresária. Isso se dá devido à forte influência social — construída e reiterada por séculos de história —, na qual os homens sempre foram os únicos responsáveis por garantir o sustento de suas famílias.

Entretanto, foi no início do século XX, que as mulheres foram obrigadas a ir para o mercado de trabalho, devido à escassez de mão de obra. Já agora, no século XXI, o trabalho significa muito mais do que a garantia do sustento da família — visto que também diz respeito à independência e à reafirmação de seu papel de protagonismo na economia. Papel esse que elas vêm desempenhando com cada vez mais maestria.

2. Jornada múltipla

Ainda que o cenário tenha evoluído do século XX até os dias atuais, a maioria das mulheres continua responsável pelo seu lar. Segundo a Agência Brasil, um estudo publicado pelo Ipea revelou que mais de 40% dos lares brasileiros são chefiados por mulheres. Além disso, elas têm escolaridade média maior que a dos homens.

Isso significa que as mulheres administram suas empresas, realizam as tarefas domésticas, cuidam dos filhos e ainda estudam. Essa jornada múltipla acarreta uma carga física e psicológica bastante alta. Conciliar empresa, família e estudos não é fácil, ainda assim, essas tarefas são assumidas e realizadas sem que a qualidade de nenhuma delas seja afetada.

 

3. Falta de incentivo

Esse, talvez, seja o pior de todos os desafios, uma vez que ele está diretamente relacionado às pessoas que estão ao redor das mulheres empreendedoras. Muitas delas sofrem com a descrença de suas próprias famílias e amigos, que não confiam no potencial do negócio que estão montando.

Não são raros os relatos de mulheres que hoje são bem-sucedidas em seus negócios, mas que no começo não tiveram o apoio das pessoas que mais consideravam importantes — já que essas pessoas não acreditaram na sua capacidade empreendedora.

Mas, é importante ressaltar que, apesar de ser um problema de forte impacto, ele não engloba 100% das pessoas que estão envolvidas com a empreendedora. Assim como tem as pessoas que não acreditam na mulher, tem as que, não só acreditam, como apoiam e dão todo o suporte necessário para que ela se sinta ainda mais forte.

Nesses momentos, as assistências que vêm de pessoas inesperadas são muito bem-vindas: visto que, além de desenvolver novas amizades, a mulher empreendedora descobre quem são aquelas com quem ela pode contar sempre!

4. Preparo profissional

Essa é uma dificuldade que está muito relacionada à questão social e cultural citada no primeiro desafio. As mulheres, ao longo do tempo, foram criadas para serem mães e esposas exemplares, e não para serem excelentes empresárias.

Ainda nos dias atuais, muitas mulheres têm dificuldade em desenvolver aptidões nas áreas matemáticas da administração de uma empresa. Apesar de terem escolaridade média maior, elas se capacitam menos em áreas gerenciais — o que não é positivo para aquelas que pretendem empreender.

A boa notícia é que esse é um desafio que só depende dela superar. Existem diversos cursos disponíveis no mercado para aquelas que estão dispostas a ter seu próprio negócio. Alguns exemplos de cursos que capacitam para um bom gerenciamento dos negócios são: Técnicas de Contabilidade, Gestão de Empresas, Departamento Pessoal e Auxiliar Administrativo.

5. Limitações de crédito no mercado

Esse desafio é enfrentado por muitos empreendedores, principalmente pelos que estão iniciando no mundo dos negócios. Mas, para as mulheres, a limitação de crédito é ainda maior. Motivada por questões sexistas (principalmente), as linhas de crédito financeiro para as empreendedoras é menor e mais cara do que para os homens.

De acordo com a Rede Mulher Empreendedora, menos de 2% dos recursos de crédito mundiais são direcionados para empresas lideradas por mulheres. Ainda de acordo com o site, entre 1.300 mulheres entrevistadas, 59% investiriam mais na empresa se tivessem acesso a um crédito mais barato e 38% afirmaram que precisam, mas não têm acesso às linhas de crédito.

Para enfrentar esse desafio, elas demonstram bastante criatividade, garra e controle financeiro. Se planejam melhor e crescem de forma mais sustentável.

6. Autoconfiança

O desafio da autoconfiança está diretamente relacionado à falta de apoio. Uma mulher que tem o apoio de seus amigos e familiares dificilmente terá grandes problemas de autoconfiança.

Mas não é só o apoio que exerce influência sobre a confiança da mulher em si mesma, já que a autoconfiança é uma questão muito mais profunda e pessoal — envolvendo questões acerca do histórico de vida, indo desde cada luta que ela teve que enfrentar até todas as conquistas e reconhecimentos que já teve.

Ou seja, é uma questão muito individual e de extrema importância. A autoconfiança deve ser trabalhada junto a um profissional específico (psicólogo ou coach profissional), visto que ele saberá como lidar com essa situação de forma mais eficiente.

Como vimos, os desafios do empreendedorismo feminino existem, mas todos eles podem ⎯ e são ⎯  superados por milhares de mulheres todos os dias. Guerreiras, aumentam a cada dia seu protagonismo na economia mundial e mostram do que são capazes.

Se você está pensando em empreender e quer entender melhor sobre como é começar seu próprio negócio, leia o nosso post Afinal, o que é empreender?. Nos vemos por lá!

Empreendendo: devo abrir uma franquia ou negócio próprio?

Empreender é uma jornada fascinante de novas descobertas sobre si e sobre o mundo. É uma atividade que pode trazer mais riqueza, liberdade e sentido para sua vida, mas sempre envolve alguns riscos.

Por isso, diminuir o grau de incerteza sobre onde investir os recursos de acordo com o seu perfil é, sem dúvida, um dos fatores que determina o sucesso da sua empreitada. A franquia, por exemplo, costuma ser a opção dos mais cautelosos, ao passo que abrir um negócio próprio é a alternativa preferida pelos mais audaciosos.

Franquia ou negócio próprio? Confira este post, pois aqui você verá dicas cruciais para fazer uma avaliação certeira sobre qual é o caminho mais seguro.

Boa leitura!

Similaridades entre franquias e negócios próprios

Independentemente da modalidade do negócio, você terá que lidar com questões inerentes ao empreendedorismo. Por isso, antes de mergulhar nas particularidades de cada uma das opções de negócio, o ideal é saber o que elas têm em comum — como administração, departamento financeiro e atendimento ao cliente.

Tanto em uma franquia como em um negócio próprio, você terá que lidar com a administração da empresa. No início, não é recomendado delegar essa responsabilidade a um gestor: faça você mesmo caso queira garantir que o negócio caminhe na direção desejada. Como diz o ditado, “é o olho do dono que engorda o gado”.

Paralelamente à administração, em ambas modalidades de negócios você precisará ter um departamento financeiro. Prepare-se para isso, pois este é um setor estratégico: por meio dele você cuidará do fluxo de caixa, da gestão de contas, dos empregados, da contabilidade, do balanço patrimonial e de vários outros aspectos do negócio.

Essas são atribuições básicas que podem variar de acordo com o porte da empresa. Por fim, você também deverá atender — muito bem — o seu cliente. O setor de atendimento ao cliente é fundamental em qualquer modelo de empresa e segmento do mercado, pois é a satisfação do seu consumidor que garante o sucesso do seu negócio.

Agora que vimos os principais aspectos de um negócio, seja franquia ou próprio, vejamos as particularidades que cada modalidade possui.

Características de uma franquia

O mercado de franquia no Brasil faturou cerca de R$ 151 bilhões em 2016, de acordo com a Associação Brasileira de Franchising (ABF). O faturamento representa um crescimento de 8,3%, se comparado com o registrado em 2015.

São mais de 3 mil marcas em operação com 142.593 unidades. Os dados mostram a solidez desse segmento mesmo em um dos piores anos da crise econômica nacional. A franquia continua sendo, portanto, um investimento seguro para os brasileiros.

As principais particularidades dessa modalidade de negócio são as taxas e a transferência de know-how por meio de diretrizes de instalação, operação e gestão de um modelo de negócio validado no mercado. A seguir nós veremos cada um desses aspectos.

Acompanhe!

Taxas

A taxa de franquia é um valor fixo inicial pago em troca do direito de uso da marca e da exploração comercial do serviço em uma determinada unidade ou região. A taxa varia de acordo com o valor que a marca tem no mercado e o potencial de negócio que ela representa para os franqueados.

Normalmente, essa taxa não ultrapassa 20% dos custos do investimento inicial. Isso significa que a taxa deve ser levada em conta no momento de calcular o Retorno sobre o Investimento (ROI) para determinar se esse é ou não um bom negócio.

Após a compra do direito de uso da marca, o franqueado ainda deve pagar a taxa de royalties, que pode ser cobrada de três formas: porcentagem do faturamento, valor fixo ou um híbrido dos dois tipos.

Na maioria dos casos, a taxa de royalties é cobrada mensalmente por uma porcentagem sobre o faturamento. Ela costuma variar entre 1% a 5%. Além desse modelo, existem algumas franqueadoras cujas taxas de royalties são cobradas com um valor fixo mensal. É o caso mais raro e o valor depende da previsão de lucro da empresa.

Por último, existe o modelo de taxa de royalties híbrido. Nesse caso, a franqueadora estipula tanto um valor mínimo quanto uma porcentagem. Então, ao final do mês, cobra-se o que for maior.

Algumas franquias também cobram uma taxa de publicidade. Nesse caso, o franqueado foca na administração de sua franquia, enquanto a empresa franqueadora cuida da divulgação nacional ou global da marca.

É importante saber que a Lei de Franquia Brasileira (Lei 8.955/94) exige que, na circular de oferta, a empresa franqueadora informe de forma clara e objetiva os valores e as condições das taxas a serem cobradas.

Conforme determina o art. 3º, inciso VIII: “informações claras quanto a taxas periódicas e outros valores a serem pagos pelo franqueado ao franqueador ou a terceiros por este indicados, detalhando as respectivas bases de cálculo e o que as mesmas remuneram ou o fim a que se destinam, indicando, especificamente, o seguinte:

a) remuneração periódica pelo uso do sistema, da marca ou em troca dos serviços efetivamente prestados pelo franqueador ao franqueado (royalties);

b) aluguel de equipamentos ou ponto comercial;

c) taxa de publicidade ou semelhante;

d) seguro mínimo; e

e) outros valores devidos ao franqueador ou a terceiros que a ele sejam ligados”.

Transferência de know-how

Diante de tantas taxas, qual o benefício da franquia? Sem dúvida, a transferência de know-how. O franqueado recebe da franqueadora uma série de diretrizes que facilitam a instalação e a operação de uma unidade, além de receber suporte para conseguir fornecedores, equipamentos, recursos humanos e até apoio jurídico.

Essas diretrizes representam, sobretudo, um know-how de um modelo de negócio comprovado no mercado por unidades em funcionamento. A existência ou a ausência de suporte, em cada um desses aspectos, pode fazer a diferença no momento de decidir-se pela franquia. Então, esteja atendo aos benefícios que a franqueadora oferece.

Outro aspecto importante é a modelo pelo qual o franqueado receberá as diretrizes de implementação e gestão. Ele pode ser passado por meio de manuais de operação, treinamentos presenciais, consultoria, entre outros.

Assim como as áreas de suporte, esse fator pode ser determinante para você. Caso não tenha experiência em gestão, busque uma franquia que ofereça um suporte mais personalizado, com cursos e consultorias presenciais.

No entanto, se deseja ter mais liberdade para tocar o seu negócio, uma franquia com menos burocracia combina mais com o seu perfil. O importante, entretanto, é que você tenha a certeza de que conhecerá o “caminho das pedras”.

Afinal, esse é o grande diferencial das franquias e permite ao empreendedor uma expansão rápida do negócio em um terreno de baixo risco — já que antes mesmo de investir na franquia é possível fazer uma previsão de custos e de vendas com um alto grau de precisão.

Características de um negócio próprio

Segundo o Sebrae, as pequenas e médias empresas representam 27% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. No entanto, os desafios para manter um negócio de pequeno e médio porte no Brasil são muitos e, para lidar com eles, o empreendedor precisa de conhecimento, perseverança e flexibilidade.

Se você for um empreendedor com perfil mais ousado, que gosta de correr riscos em busca de grandes conquistas, então ter o próprio negócio pode ser a opção mais adequada para você. Contudo, antes de decidir, veja algumas particularidades de abrir uma empresa própria e de começar um negócio do zero.

Avaliação de mercado

Para abrir um negócio próprio é fundamental fazer uma extensa e profunda avaliação do mercado geral e dos segmentos nos quais você tem pretensão de atuar. Afinal, diferentemente da franquia, um negócio próprio possui um grau de risco muito maior devido às incertezas quanto à recepção do mercado ou à saturação do mesmo.

Ou seja, se o seu serviço for muito diferenciado, pode ser que as pessoas não gostem. Se for muito tradicional, pode ser que ninguém precise. Encontrar o ponto certo entre esses dois extremos é uma capacidade que o empreendedor deve ter.

Na prática, para realizar essa pesquisa, você terá que, no mínimo, levantar informações sobre o faturamento anual, os concorrentes diretos e indiretos e os custos inicial e operacional.

No primeiro caso, você deve checar quanto o segmento faturou nos últimos 10 anos. Dessa forma, você identificará não só o potencial atual, mas como tem sido seu crescimento nos últimos anos e, assim, poderá fazer uma previsão menos arriscada sobre o desempenho do mercado no futuro.

O estudo da concorrência, por sua vez, é importante por dois motivos: identificar se ainda existe espaço no mercado e estudar as melhores práticas dos principais players. Por um lado, você precisa mapear quem resolve os mesmos problemas que você deseja resolver.

Por outro, é preciso entender como essas empresas resolvem esses problemas. No geral, você precisará extrair desse levantamento os buracos deixados por seus concorrentes e o que eles fazem de melhor e, assim, corrigir o primeiro e copiar o segundo.

Por último, você precisará avaliar os custos inicial e operacional do seu negócio. Ou seja, quanto você gastará para tirar a ideia do papel e quais serão os gastos recorrentes para que o negócio continue funcionando. Assim, você terá uma base para fazer o cálculo do ROI.

Prever o faturamento também é importante. No entanto, diferentemente do que acontece com a franquia, essa é uma informação especulativa e, por isso, a recomendação é não dar muito crédito a ela.

O que você pode fazer é o cálculo inverso. Calcule os custos (como explicado acima) e veja quantos clientes você precisa para cobri-los. Dessa forma, você analisa os riscos pelo esforço comercial que terá para chegar no ponto de equilíbrio.

O ponto de equilíbrio — ou “break even point” — é uma conta simples que pode ser feita avaliando a relação entre os custos e a previsão de lucro no período de dois anos para identificar o mês no qual suas contas estarão zeradas.

Caso haja previsão para equilibrar suas contas nos primeiros 2 anos, avalie se você terá capital para operar no vermelho até o ponto de equilíbrio. Do contrário, o negócio é muito arriscado.

franquia ou negócio próprio

Como escolher seus sócios

Dificilmente um empresário consegue decolar sozinho. É preciso um time muito comprometido e competente para apresentar soluções para os desafios que aparecerão durante a jornada empreendedora. Inicialmente, dois ou três sócios já bastam para fazer uma empresa dar certo.

Escolha sócios que complementem suas habilidades. Essa é uma dica óbvia, mas muitas vezes negligenciada, já que é mais fácil conseguir sócios em ambientes profissionais da nossa área. Portanto, trate de circular por outros contextos profissionais e de fazer networking com pessoas que têm potencial para ser boas parceiras de negócios.

Outro caminho a ser evitado é escolher sócios entre familiares e amigos. Lembre-se de que você quer montar uma empresa e não um clube. Logo, dê prioridade às capacidades profissionais dos sócios em potencial. Afinal, a empresa pode não dar certo e você ainda pode abalar essa relação caso as coisas não saiam conforme o planejado.

Para fechar esse tópico, uma última dica importante para criar uma sociedade é fazer um Memorando de Entendimento — “Memorandum of Understanding” (MoU), em inglês. A grosso modo, o memorando é um acordo entre pessoas físicas e deixa explícito, em um documento formal, quais são os direitos e deveres dos sócios.

Ele substitui o contrato social enquanto o negócio não se constituiu como uma pessoa jurídica. Por que esse documento é importante? Por vários motivos. Um dos sócios pode morrer, desanimar ou conseguir um emprego em Nova York.

Em todos esses cenários e em vários outros, você ficará sozinho e, mesmo assim, ele poderá requerer algum direito sobre a empresa no futuro. Esse documento também é válido para deixar claros os direitos e os deveres de cada um. Isso evita que um dos sócios pense que contribui mais para a empresa e que, por isso, merece maior participação.

O término da sociedade também deve estar previsto no MOU. É comum que um dos empreendedores tenha uma oportunidade de negócio mais vantajosa e queira debandar. Até aí tudo bem. O problema é quando o desertor exige os mesmos direitos que possuía antes ou pede um valor alto demais pela sua parte.

Em suma, ter o MOU evitará dores de cabeça no futuro, pois os acordos estarão formalizados em um documento com validade legal.

Diferencial competitivo

Quando se trata de um negócio novo, é fundamental ter um diferencial competitivo para garantir o seu lugar no mercado. Sua empresa pode adotar diversas formas de se diferenciar — como o lugar, o modelo de negócio ou o processo de produção.

Sobre o lugar, seu empreendimento pode levar uma solução conhecida para uma cidade onde a solução ainda não existe — ou, ao contrário, avaliar qual solução não existe no lugar onde você deseja abrir sua empresa. Ficar atento ao que ocorre fora do Brasil também é uma ótima maneira de encontrar esse diferencial competitivo.

No caso do modelo de negócio, você pode encontrar um meio diferenciado de faturar. Por exemplo, existem serviços que cobram por meio da conta de luz e, dessa forma, diminuem o índice de inadimplência, ficando a frente de seus concorrentes.

Modelos de negócio via web ou aplicativos também estão mudando o cenário de muitos segmentos, pois oferecem comodidade para o consumidor no momento de pagar a conta.

Também pode ser que sua empresa busque se diferenciar pelo processo de produção. Tornar um serviço mais barato ou mais rápido é um diferencial muito grande no mercado. A Toyota é um exemplo disso.

Por meio do seu modelo inovador de produção, ela conseguiu diminuir os desperdícios em suas fábricas, aumentar a produtividade, e consequentemente, ter preços mais competitivos.

Por último, você pode investir na criação de uma marca diferenciada para conseguir se destacar no mercado. O resultado vem no longo prazo e, por isso, é fundamental que você dê atenção à sua marca logo no início.

É um erro pensar que pequenas e médias empresas não precisam se preocupar com suas marcas. Como esse é um assunto importante, o próximo tópico versará sobre ele.

Marca

Diferentemente do que ocorre com a franquia, em um negócio próprio você será responsável pela criação da marca e pela publicidade da sua empresa. Não se assuste: essa é uma oportunidade para que você crie uma identidade diferenciada e se diferencie em meio à concorrência.

A marca não se resume a uma logo bonita. A marca é a responsável por transmitir de forma intuitiva os valores do seu negócio. Ela representa quem sua empresa é para o mundo. É a identidade do seu negócio.

Veja um exemplo: a padaria da esquina e o Starbucks vendem café, certo? Porém, são empresas radicalmente diferentes. Uma é só uma padaria, a outra tem uma identidade.

Para construir sua marca, você precisa saber quais valores representam sua empresa e o que ela entrega para sociedade além do seu produto ou serviço. A Starbucks, por exemplo, tem como proposta de valor criar um elo afetivo com seus clientes por meio de espaços aconchegantes.

Segundo os responsáveis, eles construíram a identidade da empresa com a ideia de transformar as unidades do Starbucks no “terceiro lugar” preferido dos seus clientes depois da casa e do trabalho.

Prós e contras de cada tipo de negócio

Já vimos o que franquias e negócios próprios têm em comum e também suas particularidades. Agora vamos rever esses tópicos de forma resumida e dinâmica em listas de prós e contras. Confira:

Franquia

  • Prós
    • risco baixo: o serviço, a marca e o modelo de negócio já são validados pelo mercado por unidades em operação. Por esse motivo, é fácil fazer previsões de venda para realizar o cálculo do ROI.
    • know-how: o empreendedor começa o negócio com um suporte da franqueadora para instalar e operar a unidade.
    • marca: o empreendedor já começa o negócio com uma marca criada e conhecida no mercado.
    • fornecedores: o franqueado conta com uma rede confiável de fornecedores que garantem a qualidade do serviço prestado.
  • Contras
    • custo inicial: o empreendedor deve arcar com um custo inicial alto — já que, além dos gastos com a instalação da unidade, precisa pagar a taxa de franquia.
    • taxa de royalties: o franqueado sempre terá que repassar uma porcentagem do seu faturamento para a empresa franqueadora.

Negócio próprio

  • Prós
    • custo inicial: o custo inicial é relativamente menor, já que o empreendedor pode ajustar o negócio ao seu capital inicial.
    • independência: como o negócio é 100% dos sócios, existe maior liberdade para se adaptar às possíveis mudanças do mercado.
    • identificação: em um negócio próprio, o empreendedor pode escolher atuar no segmento que tem mais afinidade e identificação, fatores que influenciam diretamente no grau de comprometimento e perseverança no longo prazo.
    • sem taxas: o empreendedor não precisa preocupar-se com taxas no início nem pagar royalties no futuro.
  • Contras
    • risco alto: começar um negócio do zero envolve um grau de risco maior, pois requer do empreendedor mais conhecimento do mercado e capacidade de gestão para enfrentar os desafios.
    • mercado: o empreendedor precisa conhecer profundamente o mercado e o segmento em que atuará para encontrar oportunidades de negócio viáveis para seu aporte de capital.
    • know-how: o empreendedor precisa partir do zero para estruturar seus modelos de operação e gestão, e ter flexibilidade para aperfeiçoá-los frente os gargalos de produção.
    • marca: o empreendedor precisa investir tempo e dinheiro para construir uma identidade forte no mercado e, assim, ter um diferencial competitivo no mercado.

Como fazer a melhor escolha

Franquia ou negócio próprio? A escolha vai depender do seu perfil — mais cauteloso ou audacioso. No caso do cauteloso, a sua opção deve ser a franquia. Afinal, nessa modalidade de negócio você receberá uma estrutura de apoio que lhe ajudará no início e no decorrer do empreendimento.

Além disso, por ser um negócio que já existe, é mais fácil fazer uma previsão do retorno do seu investimento e em quanto tempo isso ocorrerá. A franquia é um investimento mais seguro e, por isso, mais adequado para aqueles que não estão dispostos a arriscar.

Já no caso do perfil audacioso, o negócio próprio seria mais adequado. Ele vai possibilitar mais liberdade para tomar as decisões e para adaptar-se ao mercado, caso seja preciso. Além disso, você ficará livre de taxas. O negócio próprio tem um grau de incerteza maior e, por isso, é mais adequado para empreendedores que conseguem assumir riscos.

Já escolheu qual opção é a mais adequada para seu perfil — franquia ou negócio próprio? Comente aqui embaixo e compartilhe suas ideias ou dúvidas com a gente!

Qual o melhor momento para o empreendedor tirar férias?

O sonho de ter seu próprio negócio se realizou e sua rotina agora é tomada por grandes decisões e muito trabalho, certo? Sabemos que se dedicar a uma empresa que é sua faz todo esforço valer a pena, mas é preciso também conhecer os limites e saber a hora de parar um pouco.

Muitos empreendedores não se permitem tirar uns dias de folga para relaxar longe do trabalho. Algo que era um direito quando estavam no regime CLT, vira um privilégio, às vezes carregado de sentimento de culpa.

Mas não precisa ser assim. É muito importante o empreendedor tirar férias, para a saúde dele e da empresa. A sobrecarga de trabalho pode ser exaustiva e acarretar na diminuição da produtividade. Uns dias de descanso deixarão você relaxado e motivado para o trabalho.

Está convencido da importância, mas não sabe como fazer para ficar uns dias longe da empresa? Veja nossas dicas práticas e programe sua folga!

Quando sair de férias?

Essa certamente é uma grande dúvida que surge na hora do empreendedor tirar férias. Se a empresa depende de você, como estabelecer a melhor data de saída? Isso é possível, basta conhecer seu negócio.

Todo empreendimento tem períodos de maior e menor demanda. Alguns são bem claros e não deixam dúvidas. Quem administra um hotel, por exemplo, não pode pensar em viajar de férias na alta estação ou tirar dias de folga nos feriados. Para quem tem uma livraria, a época de volta às aulas exige sua presença diária, já em uma sorveteria, o movimento será bem maior durante o verão.

Se a sua empresa não está em nenhum desses exemplos e você não analisou ainda a sazonalidade dela, faça isso. Observe a movimentação financeira e veja em que épocas o movimento é menor. Esse é o período ideal para você se programar melhor e conseguir tirar uns dias de férias. Afinal, as demandas diminuem e fica mais fácil delegar suas tarefas para os funcionários.

Quanto tempo elas devem durar?

Quem trabalha com carteira assinada costuma tirar trinta dias de férias seguidos, sem preocupações. Para um empreendedor, essa tarefa é praticamente impossível. O ideal, para que você consiga de fato relaxar sabendo que sua empresa está bem, é fatiar suas férias em períodos menores.

Antes de decidir por quantos dias você sairá, é preciso pensar na maturidade do seu negócio. Se a empresa tem menos de três anos, ela provavelmente ainda depende muito da sua presença, assim, tirar uma semana de folga por vez pode ser a melhor opção. Em empresas mais consolidadas, que já caminham com uma independência maior, o proprietário consegue estar distante por até quinze dias seguidos.

Além disso, o tempo das suas férias depende também do seu nível de exaustão. Se o trabalho está exigindo muito e você não tem se sentido bem, poucos dias podem não ser suficientes para recarregar suas energias.

O que deve ser feito antes do empreendedor tirar férias?

Para quem tem o próprio negócio, aproveitar uns dias de folga é um trabalho e tanto. Antes de ir curtir seu descanso, muitas coisas precisam ser organizadas para que a empresa, e você, estejam bem nesse período.

Organização da rotina

Seu empreendimento precisa continuar funcionando enquanto você estiver fora, por isso, cada atividade que você exerce deve ser planejada antes das férias começarem. Se existir um sócio ou um gerente, sua função pode ser temporariamente absorvida por ele.

Caso você administre sozinho, é possível organizar as tarefas entre os funcionários. Prefira delegar ações importantes para os mais experientes e confiáveis da equipe. Verifique a necessidade de treinar alguém para alguma tarefa mais específica e certifique-se de que ela foi compreendida.

Comunicação com clientes e fornecedores

O bom relacionamento com os clientes e com outras empresas é fundamental para o seu negócio. Assim, fazer um comunicado sobre suas férias é interessante para que tudo corra bem durante esse período.

Entre em contato com os fornecedores e já deixe os dias de folga combinados, identificando o funcionário que irá substituir você. Além disso, avise aos clientes — pode ser diretamente, ou por mensagens afixadas na loja ou enviadas por e-mail.

Planejamento financeiro

Essa é outra questão fundamental antes que você tire seus dias de folga. Lembre-se que você está saindo de férias como pessoa física, e não jurídica. Logo, os custos não devem ser repassados para a empresa.

Você precisa se planejar para esse período com o que recebe no pró-labore e na divisão de lucros. Tirar dinheiro do caixa para viajar ou fazer passeios pessoais não é uma maneira interessante de gerir seu negócio. As finanças devem ser bem separadas, para que o seu período de férias não cause dificuldades administrativas.

É possível relaxar nas férias?

Com tantos detalhes para resolver antes do empreendedor tirar férias, você pode estar se perguntando se vai mesmo conseguir relaxar. Sim, é possível descansar o corpo e a mente e voltar para o trabalho mais tranquilo.

Os benefícios da folga não são apenas para o seu bem-estar e saúde, mas também para o funcionamento da empresa. Depois de alguns dias longe, você vai voltar mais motivado e com novas ideias. Além disso, o período de férias pode ser usado também para estudar, fazer cursos e participar de eventos, como feiras de negócios.

Claro, isso sem deixar de lado a necessidade de descanso. Mudar o foco do trabalho é essencial para você se sentir relaxado e feliz. Fazer uma viagem em família é uma ótima ideia para aproveitar as férias. Nesses momentos, evite preocupações com a empresa e não fique buscando trabalho no celular ou computador. Seus familiares certamente sentem falta de passar mais tempo com você desde que abriu a empresa, portanto, aproveite os dias de folga com eles.

Ao tirar suas primeiras férias na empresa, é normal ficar ansioso e inseguro. Com o tempo, você se organiza melhor e sente mais confiança na equipe. Além disso, os benefícios do descanso vão te convencer de que é fundamental o empreendedor tirar férias. Aproveite as suas!

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É possível trabalhar e empreender ao mesmo tempo?

Muitos trabalhadores sonham em abrir seu próprio negócio. Em épocas de crise, o número de empreendedores costuma aumentar, pois as pessoas procuram oportunidades de complementar a renda e de garantir melhores condições de trabalho. Muitas, entretanto, preferem não sair de seus empregos formais.

Trocar o trabalho atual, algo certo, por um novo empreendimento, em um caminho que ainda está se construindo, não é uma decisão fácil. Por isso, em muitos casos a melhor opção é, de fato, conciliar as duas tarefas: trabalhar e empreender. Assim, é possível reduzir os riscos do trabalho autônomo e ir testando a ideia antes de abrir mão da renda que já existe.

Mas, como alavancar um negócio próprio sem perder o emprego atual? Neste post, organizamos ótimas dicas para quem quer conciliar o emprego de carteira assinada com um trabalho autônomo. Confira!

Tenha foco

Abrir um negócio nunca é uma tarefa simples. Para quem já vai começar em dupla jornada, é preciso ter ainda mais disposição e foco. É importante reconhecer que você tem um emprego em tempo integral e que será preciso trabalhar no terceiro turno para colocar seu negócio para a frente.

Manter duas atividades paralelas exige de você muito compromisso e motivação, mas, antes de tudo, é necessário ter clareza do caminho a ser seguido. Esteja consciente de que o seu negócio trará desafios diários, para os quais é preciso estar preparado. Para conciliar as atividades de trabalhar e empreender, você precisa estar disposto a vencer obstáculos.

Outro aspecto importante é saber que a sua vida não será a mesma depois dessa decisão. Prepare sua família e amigos para que eles entendam que você trabalhará mais e, pelo menos por um tempo, terá retorno financeiro menor.

Todos precisarão compreender que esse momento inicial é mais de investimento do que de colheita. Além disso, contar com a parceria de familiares e amigos para tocar o negócio é um ótimo diferencial.

Planeje seu negócio

Um ponto muito importante para todo empreendedor é entender sua motivação. As chances de sucesso serão maiores se você estiver abrindo uma empresa porquê, de fato, se interessa pela área.

Iniciar uma atividade autônoma sem ter afinidade com ela ou apenas seguir a moda e os conselhos de outras pessoas não é o melhor caminho, principalmente se você está conciliando isso com outro trabalho.

Comece pesquisando tudo sobre o empreendimento que você quer abrir e monte um plano de negócios. Trace os primeiros passos da sua nova carreira, conheça a área, estabeleça objetivos iniciais e faça planos para conquistá-los.

De início, tenha metas realistas e foque em um projeto só — nada de planejar várias frentes de ação para a sua empresa, por exemplo. Lembre-se de que, por enquanto, o seu tempo de dedicação está limitado.

Não se esqueça de separar uma reserva financeira antes de empreender. No início, o retorno é muito baixo ou até inexistente. Você não pode comprometer toda a sua renda atual e, por isso, o ideal é se organizar financeiramente antes de começar o negócio.

 

 

Aproveite bem o tempo

gestão do tempo é essencial para quem se propõe a trabalhar e empreender de forma simultânea. Sua rotina de trabalho será mais desgastante e, por isso, organizar seus horários e atividades é o melhor caminho para superar a exaustão e fazer o dia render.

Mapeie o tempo que você tem disponível para empreender e perceba quais são seus horários e dias de folga no trabalho. Provavelmente, você poderá se dedicar mais ao seu negócio durante o horário de almoço, à noite e nos fins de semana. Assim, é necessário que você pense com cuidado na distribuição das tarefas nesses períodos.

Pode parecer estranho, mas uma dica muito importante é que você não deixe de separar algumas horas para descansar e ter momento de lazer. Trabalhar o dia inteiro é muito cansativo e sobrecarrega sua mente. Negligenciar a saúde é algo negativo para você e pode, inclusive, comprometer seus resultados nos dois trabalhos.

Seja organizado

Para garantir a produtividade ao conciliar o trabalho e o empreendedorismo, é preciso muita organização. Uma boa dica é se dedicar completamente à função que você está realizando em cada momento. Enquanto estiver na empresa para a qual você trabalha, não desvie sua atenção para atividades do seu negócio. Faça o mesmo nos momentos em que estiver se dedicando ao trabalho autônomo.

Outra estratégia importante é anotar todas as informações e organizar cronogramas. Como você está lidando com dois contextos de trabalho, será mais difícil se lembrar das atividades e cumprir prazos. Se você se dedicar a duas tarefas sem se organizar o suficiente, há um grande risco de falhar em ambas.

Evite conflitos éticos

Este ponto é importantíssimo. Se você está entrando no mundo dos empreendedores, vai querer fazer isso do modo mais amigável possível. Assim, evitar mal-estar no seu trabalho é fundamental. Antes de tudo, é preciso ter respeito e consideração pela empresa na qual você está atualmente.

Evite abrir um negócio que seja concorrente direto do seu patrão e não seja desleal em relação aos clientes e fornecedores dele. Evite, também, misturar o trabalho atual com o seu projeto — é falta de ética realizar funções do seu negócio durante o horário de trabalho. Além de não querer prejudicar sua imagem no mercado, você também não quer correr o risco de perder sua renda atual, não é mesmo?

Em algum momento, você se verá diante da decisão de sair do emprego e focar completamente no seu negócio. Quando o retorno financeiro estiver maior e sua empresa passar a exigir mais do seu tempo para crescer e se consolidar, você se sentirá mais seguro em ficar apenas com essa fonte de renda.

Quando isso acontecer, o ideal é sair do seu emprego com uma boa imagem, pois assim você deixa as portas abertas para futuras parcerias e pode até aproveitar o networking construído lá.

Enfim, com nossas dicas você viu que é possível trabalhar e empreender. Conciliar essas duas atividades é algo complexo, mas com organização, ética e visão de negócio você pode conquistar muito sucesso. Aproveitar a estabilidade no emprego atual para iniciar um empreendimento com calma e segurança pode ser uma grande oportunidade!

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