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Everton Sabú
Fundador

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8 ferramentas importantes para otimização de processos em franquias

Você pensa em abrir uma franquia? Essa é uma decisão acertada. Afinal, o franchising é um modelo de negócios seguro e que apresenta bom crescimento. Porém, os resultados positivos precisam ser complementados com ferramentas para otimização de processos.

Esses recursos são indispensáveis para garantir a melhoria contínua, aumentar a eficiência dos fluxos de trabalho e agilizar as atividades. Mas você já parou para pensar na quantidade de ferramentas que existem e em como elas podem ajudar sua unidade franqueada?

É o que apresentaremos neste post. Aqui você verá os principais instrumentos para otimizar:

  • processos financeiros;
  • processos de comunicação;
  • organização;
  • produtividade;
  • processos de gestão;
  • gestão de projetos;
  • processos de marketing;
  • processos de venda.

Assim, você terá um panorama bem completo, não é mesmo? Então, aproveite e confira as dicas práticas que vamos repassar a partir de agora. Boa leitura!

1. Ferramentas para otimização de processos financeiros

Quer que sua franquia apresente um crescimento sustentável? Então, você precisa focar nos processos financeiros. Além de trazer o equilíbrio e permitir um bom lucro para a empresa, esse critério evita problemas, possibilita realizar investimentos e assegura a sobrevivência do negócio.

Essa questão é bastante importante — e um levantamento do Sebrae confirma essa afirmação. Segundo o último dado disponível, a taxa de sobrevivência das empresas chegou a 77% em 2014. A análise inclui os Microempreendedores Individuais (MEIs). Ao excluí-los da avaliação, o resultado é de 58%.

Já no setor de franquias, a taxa de mortalidade ficou em 5% em 2017, conforme destaca a Associação Brasileira de Franchising (ABF). Apesar desse número positivo, os motivos que mais impactam a falência dos negócios são derivados de 4 grandes áreas:

  • situação do empreendedor antes de abrir a empresa;
  • planejamento;
  • capacitação em gestão empresarial;
  • gerenciamento do negócio.

Agora que você entendeu a importância do controle financeiro, perceba que é fundamental fazer o fluxo de caixa, definir custos e calcular receitas. Todas as ferramentas que listamos a seguir oferecem essas possibilidades. Confira.

1.1. Conta Azul

Permite controlar as finanças por meio de um acompanhamento próximo e identificar o comprometimento de valores. Os processos de gestão financeira são integrados com outros critérios importantes, como venda, estoque, cadastro de clientes e geração de relatórios.

Todas as transações são registradas e também é possível emitir ordens de serviço e orçamento. O Conta Azul ainda oferece expedição de boletos, controle de propostas de venda, lançamento de notas fiscais eletrônicas (NF-e) e atualização de giro de estoque automática.

Com os relatórios gerados, você consegue verificar os pontos que precisam ser melhorados. A contabilidade também é simplificada, já que são fornecidas informações sobre vendas, estoque e compras.

1.2. Expensify

É um software ideal para pequenas empresas, especialmente aquelas com representantes comerciais, vendedores externos ou outras unidades de negócio. Por meio do próprio smartphone, você consegue escanear notas fiscais, comprovantes de pagamento e recibos.

O empreendedor ainda consegue controlar despesas e reembolsos pelo Expensify. São gerados relatórios em PDF e os dados podem ser exportados para diferentes sistemas de gestão. O aplicativo está disponível para iOS e Android.

1.3. Contabilizei

É como um contador digital voltado para pequenos e médios negócios. O atendimento é feito online com 130 especialistas em contabilidade empresarial. Além disso, é feito o cálculo de impostos e pró-labore dos sócios, emissão de notas e assinatura de documentos por parte do profissional especialista.

O Contabilizei também faz a abertura gratuita de empresas e a migração de regime tributário. Os planos são para serviço (prestadores, freelancers, advogados, consultorias, agências etc.) e comércio (estabelecimentos em geral e e-commerces).

1.4. Superlógica

Foca nas empresas de serviço recorrente. Os principais recursos são emissão de notas e boletos, integração contábil e API para gestão financeira. É bastante utilizado por condomínios, escolas e cursos de idiomas e profissionalizantes, comunicação visual e imobiliárias.

O software da Superlógica pode ser testado gratuitamente para só depois contratar a solução, se atender às suas necessidades. Também possibilita cuidar da inadimplência e da retenção de estudantes.

2. Ferramentas para otimização de processos de comunicação

Ter um bom relacionamento com clientes, com fornecedores e com a marca é a chave para o sucesso da sua unidade. O franqueado precisa dispor de um canal de comunicação aberto com a marca, assim como ouvir consumidores para fazer sugestões de melhorias e verificar o que pode ser ajustado.

A comunicação também serve para que todos os colaboradores conheçam as metas estipuladas, aumentem seu engajamento e produtividade e garantam o melhor atendimento possível para os clientes. Diante desse cenário, as melhores ferramentas para otimizar esse processo são as que listamos abaixo.

2.1. Slack

É uma das ferramentas mais utilizadas no mundo todo, porque integra um aplicativo de chat e colaboração entre os usuários. Por meio dele, é possível:

  • criar salas para colocar apenas alguns integrantes, por exemplo, de um projeto específico;
  • incluir feeds de notícias;
  • enviar arquivos.

Existe uma versão gratuita e outra paga. A primeira tem algumas limitações, mas pode ser suficiente para seu caso, porque o Slack free é o ideal para equipes pequenas.

2.2. Google Analytics

Possibilita analisar e acompanhar as iniciativas de marketing digital de sua franquia. Apesar de a marca ter suas ações, é recomendado atuar localmente para atrair mais clientes para sua unidade.

Com o Google Analytics, você organiza seus canais de comunicação, gera relatórios e avalia a taxa de conversão, o engajamento com as redes sociais etc. Assim, essa ferramenta é essencial para obter relevância online, aproximar sua unidade dos clientes da região e se tornar presente perante potenciais consumidores.

2.3. Google Hangouts

É um recurso que está embutido no Gmail e no Google+. No entanto, você pode usar o Hangouts separadamente. Por meio dele, você pode conversar com uma pessoa ou criar grupos com mais indivíduos. As conversas também podem ser arquivadas, o que evita a perda de informações.

3. Ferramentas para melhorar a organização da franquia

A organização é outro requisito indispensável, porque há muitas tarefas a fazer, cobranças e atribuições. Além de cuidar de aspectos burocráticos, você ainda precisa verificar o atendimento aos clientes, fazer o pagamento e o recebimento de contas, gerenciar os colaboradores, repassar feedbacks e muitas outras tarefas.

Para gerenciar todas essas atividades, há várias ferramentas que podem ajudar. Veja quais são as principais.

3.1. Wunderlist

O foco é criar listas simples de tarefas a realizar. Depois, você marca aquelas que já foram executadas para saber que pode esquecê-las. Outra vantagem do Wunderlist é compartilhar alguma atividade e adicionar lembretes com o prazo de entrega. O aplicativo é gratuito e você pode utilizá-lo nos sistemas iOS, Windows, Mac OS X e Android.

3.2. Trello

Essa ferramenta é uma das mais conhecidas quando o assunto é organização de atividades. Inspirado no método Kanban, que prevê o uso de cartões para gerenciar tarefas, o Trello possibilita criar listas com obrigações a fazer, em andamento e já realizadas — e quantas mais você desejar.

Por sua flexibilidade, você pode criar diferentes fluxos em cada coluna. Por exemplo: para fazer/em processo de pesquisa/em escrita/em revisão/entregue. É possível também delimitar prazos, incluir comentários, inserir anexos e agregar outras pessoas para gerenciar projetos.

Com a equipe da sua franquia interagindo pelo app, há a possibilidade de enviar notificações sobre a mudança de horário de trabalho, por exemplo, para uma pessoa específica. Basta marcá-la e ela receberá o aviso. O Trello é gratuito e está disponível para Windows, iOS e Android.

3.3. Evernote

Funciona como um ambiente virtual de trabalho. Nele, você gerencia todas as suas atividades e ainda adiciona notas, escreve textos, anexa fotos e vídeos, compartilha e troca mensagens e faz apresentações. Achou que são vários recursos? Tem mais.

Uma das funcionalidades mais bacanas é a possibilidade de usá-lo como extensão para navegador. Assim, você salva páginas que deseja ler depois e evita perder esses lembretes. O Evernote também é grátis, mas a versão paga tem alguns recursos extras. Funciona em iOS, Android e Windows Phone.

3.4. Habitica

Essa solução é similar ao Trello e usa o mesmo método. A diferença é que as atividades se transformam em um jogo de RPG, o que torna o trabalho mais divertido. Como isso acontece? Conforme você termina uma tarefa, ganha pontos que vão se acumulando e desbloqueando níveis mais avançados. Por outro lado, se atrasar ou deixar de fazer algo, perde vidas e pode até “morrer”.

Devido a essa característica, o Habitica é ótimo para incentivar sua produtividade e melhorar a organização de tarefas. Por meio das punições e recompensas, você também consegue determinar melhor seus hábitos e objetivos. Ele está disponível para Android, iOS e Windows.

4. Ferramentas para otimizar a produtividade

Seu desejo é ser mais produtivo? Pois saiba que essa é a vontade de boa parte dos brasileiros. Afinal, um estudo divulgado pelo jornal Nexo indicou que um trabalhador aqui tem 25% da capacidade produtiva de um norte-americano.

É claro que nessa conta entram muitos outros quesitos, que pouco têm a ver com o funcionário, mas esse dado também indica que é preciso organizar o tempo. Como fazer isso? Existem alguns métodos, técnicas e ferramentas que contribuem para esse processo. Veja em seguida.

4.1. Things

Esse aplicativo se baseia no método Getting Things Done (GTD). Essa metodologia é bastante simples e tem como finalidade aumentar a produtividade, mas também serve para gerenciar processos e alcançar um nível de desempenho mais elevado. A ideia é cumprir 5 etapas:

  • coleta: liste o que deve ser feito;
  • processamento: avalie as demandas e verifique se alguma delas precisa de uma ação;
  • organização: determine um prazo de conclusão a partir das prioridades definidas;
  • execução: execute o que precisa ser realizado sem interrupções;
  • revisão: reveja as estratégias frequentemente e aplique técnicas de melhoria.

O Things está disponível apenas para iOS. No entanto, você pode usar o método GTD de outras formas e também por meio de outros aplicativos.

4.2. Salpinx

Essa plataforma facilita o acompanhamento da produtividade da equipe e a identificação da necessidade de motivação dos colaboradores. Da mesma forma, também estimula a autogestão, porque permite visualizar seu tempo produtivo, improdutivo ou neutro, neste caso, de inatividade. Dispersões e interrupções também são mensuradas.

De quebra, é possível monitorar indicadores que mostrarão o melhor caminho a ser seguido para aumentar a produtividade dos colaboradores. Isso ocorre especialmente por meio do time tracking inteligente, que ajuda a determinar quanto tempo será destinado para cada atividade.

Dessa forma, cada colaborador participa de uma gamificação, que distribui medalhas, ranking e pontuações pela boa performance. O Salpinx oferece uma versão gratuita para testes.

4.3. Asana

O foco é o monitoramento do trabalho buscando a melhoria da produtividade e o aumento da colaboração entre as equipes. Os times podem criar espaços de trabalho específicos, com tarefas e projetos que são automaticamente atualizados. Você ainda pode inserir comentários e anexos e fazer marcações.

Assim, o Asana favorece o fluxo de trabalho porque todos sabem o que os outros estão fazendo e quando determinada tarefa estará finalizada. Por exemplo: se você tiver uma escola de idiomas e cursos profissionalizantes, o professor pode criar espaços para cada uma das salas em que trabalha.

Já a secretária consegue visualizar as atividades de todos os docentes e suas particularidades para repassar recados corretos e solucionar problemas rapidamente. Dessa forma, fica muito mais fácil obter bons resultados.

5. Ferramentas para otimizar processos de gestão

Administrar um negócio é algo complexo e que envolve diferentes variáveis. No caso da franquia, você precisa seguir as diretrizes da marca e também identificar aquilo que dá certo para sua unidade. Afinal, se algo está errado, é preciso ter liberdade de conversar com a franqueadora e verificar o que pode ser feito, não é mesmo?

O problema é que muitos franqueados ignoram a importância dessa prática e podem até ter grandes dificuldades por falta de conhecimento. É aí que entram as ferramentas para otimização de processos de gestão. Por meio delas, você consegue oferecer o suporte necessário à equipe e ainda cuidar de outras atividades relevantes.

Confira as soluções tecnológicas que podem ser utilizadas com essa finalidade.

5.1. Pipefy

Quer controlar o que acontece na sua franquia? O Pipefy é uma excelente opção. Ele favorece a integração entre empreendedor e equipe e faz um monitoramento online das atividades. Por isso, também contribui para a melhoria da produtividade.

A vantagem é que permite ao gestor criar uma operação e já informar o processo a ser executado e a pessoa responsável. A própria ferramenta orienta o colaborador e indica detalhadamente as etapas a serem feitas. Com isso, imprime uma padronização às atividades. O ponto negativo é que só funciona em desktops.

5.2. Reachr

Otimizar o processo de recrutamento e seleção é uma boa alternativa para evitar problemas na gestão de pessoas. Nesse sentido, o Reachr pode ajudar. Ele é como um aplicativo de relacionamentos, mas que objetiva encontrar o melhor candidato à vaga disponível.

Basta divulgar a necessidade de contratação e a descrição do cargo e aguardar. Os candidatos interessados oferecerão seus perfis e você poderá analisá-los para identificar aqueles que se enquadram melhor. A única limitação é que o Reachr é voltado para profissionais de vendas e estagiários.

5.3. Plano de Negócio

Organizar ideias e informações sobre sua franquia e o segmento de atuação é o objetivo do software Plano de Negócios 3.0, do Sebrae de Minas Gerais. Essa ferramenta é essencial para inserir dados sobre concorrentes, fornecedores e clientes, assim como para analisar pontos fortes e fracos do negócio.

Sua finalidade é ajudar a elaborar o plano de negócios, documento que serve como guia para o empreendedor. A partir dele, é possível identificar oportunidades, traçar objetivos e tomar decisões difíceis de acordo com cada contexto.

5.4. Gestão Click

Controlar compras e estoque, além de outros itens necessários à gestão, é uma atitude primordial. Por mais que existam diversos desafios em ser um empresário, com um sistema como o Gestão Click você consegue gerenciar vários aspectos.

Entre eles estão o fluxo de caixa, contas a pagar e a receber, conciliação bancária, emissão de boletos, controle de estoque e de compras, ordens de serviços, orçamentos e vendas e mais. O resultado é uma organização maior para sua unidade, o que permite evitar ficar com dinheiro parado e possibilita analisar potenciais períodos de sazonalidade que interferem nos resultados.

6. Ferramentas para gestão de projetos

O foco nesse momento é um pouco diferente. Se antes o gerenciamento se referia a aspectos gerais, aqui está focado nos projetos. O propósito é garantir um bom fluxo de atividades para assegurar que elas sejam terminadas no prazo e com o máximo de qualidade possível.

Então, quais ferramentas são as ideais nesse momento? Listamos as principais.

6.1. 5W2H

Essa checklist serve para garantir que atividades específicas estão sendo desenvolvidas adequadamente. A finalidade é responder 5 perguntas que começam com W e 2 que iniciam com H. São elas:

  • what (o quê);
  • why (por quê);
  • where (onde);
  • when (quando);
  • who (quem);
  • how (como);
  • how much (quanto).

A partir da resposta para todos esses questionamentos, as possíveis dúvidas são eliminadas e todos sabem o que devem realizar, de que forma, em quanto tempo e por aí vai. Por isso, há um impacto imediato na motivação e na produtividade.

6.2. Análise SWOT

O objetivo é identificar forças, fraquezas, oportunidades e ameaças. Com isso, você consegue destacar as potencialidades da sua franquia, verificar qual é seu diferencial e corrigir o que estiver inadequado perante a concorrência.

6.3. Gantt Project

A ferramenta utiliza o método do Gráfico de Gantt, que visa à verificação das atividades em comparação com seu cronograma para garantir que sejam finalizadas no prazo. Para isso, um gráfico de barras é utilizado, o que fornece melhor visualização do andamento.

A principal vantagem do Gantt Project é que, depois do download, é desnecessário usar a internet para utilizar o instrumento. A plataforma também é gratuita e você pode cadastrar as pessoas envolvidas em cada projeto para que visualizem seu andamento.

6.4. WBS Schedule Pro

A base aqui é da Estrutura Analítica de Projetos (EAP), que prevê sua divisão em tarefas e subtarefas. A ferramenta mostra, então, uma separação que facilita identificar prioridades e a ordenação das atividades. O benefício do WBS Schedule Pro é permitir sua integração a outros softwares, como o MS Project. A plataforma é desktop e oferece uma versão para teste.

6.5. Runrun.it

Um dos mais completos e conhecidos, o Runrun.it integra a gestão dos projetos e permite seu acompanhamento por meio de uma interface simples. Você pode analisar os custos por cliente, organizar indicadores de desempenho e ainda melhorar a comunicação com a equipe.

Para atender às demandas de todos os tipos de negócio, há pacotes com diferentes valores e funcionalidades. Com isso, você consegue ter acesso somente aos recursos que são realmente relevantes para sua unidade.

7. Ferramentas para otimizar processos de marketing

A garantia de que sua unidade será conhecida pelos clientes e chamará a atenção de potenciais consumidores depende do marketing, inclusive o local. Por isso, é indicado criar ações separadas da franqueadora para garantir um melhor relacionamento com pessoas interessadas em seus produtos ou serviços.

Para alcançar esse patamar, algumas ferramentas fornecem uma contribuição maior. As principais estão listadas abaixo.

7.1. Hubspot

Essa é uma das empresas mais conhecidas no mundo do inbound marketing e até cunhou essa expressão. Sua ferramenta é bastante completa e entre suas funções estão:

  • gerenciamento de ações promocionais do blog;
  • criação de landing pages para obter dados dos usuários;
  • geração de calls to action (CTAs) para incentivar o cliente a tomar determinada ação;
  • nutrição de leads para uma futura conversão em vendas;
  • gestão de mídias sociais;
  • acompanhamento de campanhas de e-mail marketing etc.

Assim, vale a pena contar com a ferramenta da Hubspot, que ajuda sua empresa a crescer e criar relacionamentos mais profundos.

7.2. RD Station

O software brasileiro é o maior para automação de marketing digital no país. Funciona de maneira similar ao da Hubspot, mas o RD Station ainda possibilita criar conteúdos específicos para os visitantes do site de acordo com seu estágio de compra e simplifica a criação de landing pages.

7.3. MailChimp

Seu direcionamento é para o e-mail marketing e o gerenciamento de campanhas. O MailChimp automatiza o envio de mensagens e integra os dados gerados por e-commerces para simplificar o contato com os clientes.

Outra vantagem é a possibilidade de realizar testes A/B e gerenciar a base de contatos conforme sua preferência. Oferece planos básicos para empresas pequenas e é uma alternativa bastante interessante.

8. Ferramentas para otimizar processos de venda

Nesse último tópico, trabalhamos as ferramentas para automatizar as vendas, um dos setores mais importantes. Por meio desses instrumentos, sua equipe consegue aproveitar melhor as oportunidades, priorizar as tarefas, fazer previsões mais acertadas e aumentar as chances de conversão.

Veja as possibilidades existentes.

8.1. Nex

Esse sistema de automação comercial é fácil de implantar e direcionado mais para comércios. Ele permite controlar estoque e vendas, registrar clientes, fornecedores e produtos, além de outras atividades. Uma das vantagens do Nex é funcionar offline e oferecer um aplicativo para acompanhamento dos resultados por meio de dispositivos móveis.

8.2. Total PDV Client

O objetivo é fazer a automação de vendas, gerenciamento de pagamentos com conciliação eletrônica, controle do caixa, emissão de cupons fiscais e outros requisitos obrigatórios para manter a conformidade de acordo com a legislação brasileira.

Um recurso interessante é a conferência cega do caixa, que traz mais segurança ao fechamento diário e aponta os erros obtidos. Assim, você sabe exatamente quanto deveria ter e pode analisar qual foi a divergência.

Como você pôde perceber, as ferramentas para otimização de processos são bastante variadas e têm funcionalidades diversas. Você pode usar várias delas conjuntamente para fazer uma gestão mais acertada da sua franquia.

E se você quer melhorar ainda mais, escolha uma franqueadora confiável, como a Jumper! Franchising. Entre em contato conosco, conheça nosso sistema e veja por que você pode ter uma história de sucesso!

Quais são os aspectos legais que deverão ser considerados na franquia?

Você procurou um negócio para abrir e optou por uma franquia. Escolheu essa alternativa por ser mais segura e ter o suporte da marca, o que traz mais confiança para todo o processo. No entanto, uma dúvida ainda ronda sua mente: “quais aspectos legais devo considerar?”.

Esse questionamento é bastante válido. Afinal, sua empresa será uma pessoa jurídica independente, com suas obrigações e direitos. E mesmo contando com o apoio da franqueadora, é fundamental correr atrás da informação e se atualizar. Assim, suas chances de sucesso serão ainda maiores.

Para ajudar nessa empreitada, criamos este post. Aqui, você verá os principais critérios da legislação que devem ser conhecidos. Por isso, serão abordados os seguintes tópicos:

  • abertura do negócio;
  • atuação;
  • legislação;
  • diferença entre marca e franchising;
  • Circular de Oferta de Franquia (COF);
  • cuidados básicos.

Então, que tal se preparar para iniciar seu empreendimento com o pé direito? Confira, a seguir, cada um dos itens citados.

Abertura do negócio

Investir em uma franquia é uma decisão segura e que tem mais chances de dar certo. Segundo dados divulgados pelo Estadão, o franchising tem a menor taxa de mortalidade entre os diferentes tipos de empreendimento: seu percentual no fim do primeiro ano é de apenas 3%, enquanto no varejo é de 26% e, para pequenos negócios, chega a 23%.

A diferença gritante é reforçada pelos dados da Associação Brasileira de Franchising (ABF) relativos a 2017. O crescimento no faturamento foi de 8%, se comparado a 2016. Em números absolutos, a receita alcançou R$ 163,319 bilhões.

Essas informações evidenciam a capacidade de sucesso de sua empresa. Mas, para isso, é preciso atentar à legislação da área. A Lei de Franquias rege os documentos relativos a esse segmento, que se constituem em 4 itens básicos: COF, pré-contrato, contrato entre marca e unidade franqueada e de locação ou sublocação.

Os 3 primeiros documentos apresentam todas as informações que regulamentarão a relação franqueador e franqueado e permitirão entender em detalhes como ela funciona. Contudo, antes de chegar a essa etapa, é preciso passar por outros estágios.

O primeiro deles é escolher o segmento de atuação e a marca com a qual você firmará a parceria. Depois de ser aprovado nas entrevistas com o franqueador, é preciso analisar a COF para, então, assinar o contrato e efetivamente abrir o negócio.

A partir disso, é necessário preparar toda a documentação exigida. Recomenda-se contar com o auxílio de um advogado e/ou contador nesse momento, porque será preciso emitir o CNPJ e obter a liberação da Prefeitura e da Junta Comercial (ou do Cartório de Registro de Pessoa Jurídica). Geralmente, os documentos solicitados são:

  • contrato social, que determina o interesse das partes e o objetivo empresarial, além de descrever o aspecto societário e como as cotas são integralizadas;
  • documentos pessoais do empreendedor e/ou dos sócios;
  • requerimento ou estatuto de Empresário Individual, quando for o caso;
  • requerimento padrão, também chamado de capa da Junta Comercial;
  • Ficha de Cadastro Nacional (FCN) modelos 1 e 2;
  • pagamento das taxas pelo Documento de Arrecadação de Receitas Federais (DARF).

Esses arquivos permitirão que o empreendedor tenha acesso ao Número de Identificação de Registro de Empresa (NIRE). Somente depois disso será possível emitir o CNPJ e, posteriormente, fazer a inscrição e o registro na Secretaria de Estado da Fazenda. Para isso, é necessário apresentar:

  • Documentos Único e Complementar de Cadastro (DUC e DCC);
  • comprovante de endereço dos sócios;
  • cópia autenticada que comprove direito de uso do imóvel;
  • cadastro fiscal do contador;
  • comprovante de contribuinte do Imposto sobre Serviços (ISS), quando a atividade for a prestação de serviços;
  • certidão simplificada da Junta Comercial, para empreendimentos constituídos há 3 meses ou mais;
  • cópia do ato constitutivo;
  • CNPJ;
  • alvará de funcionamento;
  • documentos pessoais dos sócios.

Ainda podem ser necessários os alvarás de funcionamento, do Corpo de Bombeiros e sanitário, assim como o cadastro na Previdência Social. Nesse ínterim, vale a pena conhecer as vantagens e os desafios de abrir uma franquia. Entre os benefícios estão:

  • know-how adquirido;
  • plano de negócios estruturado;
  • suporte e consultoria;
  • investimento em uma empresa testada e reconhecida pelo mercado.

Por sua vez, os principais obstáculos são:

Como é possível perceber, os pontos positivos são muito mais significativos — e os dados já citados comprovam essa afirmação. No entanto, ainda assim é preciso adotar uma postura de empreendedor. Tenha em mente que sua empresa será independente, ou seja, sua gestão será separada da marca à qual estiver filiada.

Por isso, vale a pena estudar sobre administração, conhecer as leis que regem o setor (como você já está fazendo!) e até acessar um guia completo para escolher e negociar o ponto comercial da sua franquia. Lembre-se: quanto mais informação você tiver, maiores serão suas possibilidades de se destacar.

Além disso, compreender esses aspectos melhora o seu relacionamento com a marca e demonstra seu comprometimento com o projeto. Porém, essas são apenas as primeiras observações a serem feitas antes de abrir seu negócio. Há muito mais a analisar.

Atuação

Em relação a esse quesito, é preciso conhecer os modelos de franquia e descobrir qual é o ideal para seu perfil profissional. Pode ser uma franquia:

  • unitária, que comercializa produtos e serviços de uma marca;
  • master, utilizada por companhias que desejam se internacionalizar ou expandir os negócios;
  • de conversão, na qual uma empresa já existente é adaptada a uma franquia;
  • de desenvolvimento de área, que é parecida com a master, mas o franqueado faz a gestão de modo direto e tem o dever de fazer as unidades progredir;
  • shop in shop, que prevê a agregação de outra marca dentro do mesmo espaço para ampliar o negócio;
  • micro, cujo modelo é mais indicado para pessoas com pouco capital para investir, já que o investimento e os gastos são reduzidos;
  • combinada, que reúne diferentes marcas em um espaço e pode ter o formato shop in shop quando há um ambiente exclusivo para um franqueado.

Com exceção dos modelos master e de desenvolvimento de área, todos os outros se encaixam no formato franqueado. Ou seja, o empreendedor abre sua unidade e tem direito de usar a marca e o sistema fornecido por ela.

Os outros dois padrões têm os mesmos direitos, mas podem explorar certa região para ajudar o sistema de franchising da marca a crescer. Por isso, eles vendem subfranquias nesse território, com as mesmas regras e diretrizes estabelecidas pela franquia.

Em qualquer um dos casos é preciso passar por uma análise de perfil. Primeiramente, você deverá preencher um formulário com diferentes dados. Se passar por essa triagem, serão marcadas uma ou mais entrevistas que ajudarão a determinar se a parceria pode ser firmada e se ela tem chances de ser exitosa.

Quanto ao local de atuação, vale a pena especificar que o contrato indicará o espaço geográfico de abrangência da unidade. Esse território deve ser obrigatoriamente respeitado. Caso o franqueado queira ampliar seu alcance, precisará obter autorização da franqueadora.

Lembre-se ainda de que aspectos legais relativos à localização da unidade dependem também da Prefeitura. Por isso, é fundamental fazer uma análise de viabilidade para verificar se no lugar que você escolheu é possível atuar no segmento pretendido.

Vale a pena reforçar que, como unidade e marca são independentes, esses critérios a serem avaliados com a Prefeitura, a Junta Comercial e a Secretaria de Estado da Fazenda são de responsabilidade do empreendedor. Porém, ele pode contar com a ajuda de um contador e/ou advogado.

Legislação

Os elementos que estruturam o sistema de franchising são:

  • produção e/ou distribuição de produtos e prestação de serviços;
  • colaboração recíproca;
  • preço;
  • cessão de patente ou de direito de uso da marca;
  • independência na relação entre franqueador e franqueado;
  • métodos e assistências técnico-administrativas permanentes;
  • território;
  • exclusividade;
  • semiexclusividade de produtos e de sua comercialização.

Todos esses itens interagem entre si e demonstram o relacionamento necessário entre marca e unidade. Ambas as partes devem atuar em conjunto e empregar esforços para cumprir suas obrigações.

Dentro desse contexto, é responsabilidade da franqueadora oferecer:

  • marca reconhecida e com boa reputação, com experimentação no franchising já comprovada por uma unidade-piloto;
  • negócio estruturado;
  • padronização técnica, com manuais operacionais;
  • sistema de recrutamento e seleção para os candidatos a franqueados;
  • estrutura para difundir o know-how, ou seja, treinamento;
  • documentação específica, especialmente a COP e o contrato de franquia;
  • serviços de supervisão e orientação contínuos;
  • ordenação para planejamento e desenvolvimento de produtos;
  • ajuda técnica na escolha do ponto comercial;
  • centralização das compras;
  • marketing cooperativado.

Por sua vez, o franqueado deve fornecer:

  • capacidade financeira para investir conforme o que for determinado na COF e no contrato;
  • desejo de crescer financeira e profissionalmente;
  • perfil para acatar as regras da marca e seguir o que for determinado;
  • espírito de equipe;
  • liderança e habilidades de gestão;
  • objetivos de vida alinhados ao desenvolvimento da unidade.

A legislação vigente é a Lei de Franquias, além dos dispositivos gerais e das cláusulas contratuais. O contrato deve cumprir as diretrizes do Direito Civil, apesar de não haver uma orientação mais clara. A ideia é que esses princípios sirvam para elaboração, avaliação e interpretação do documento.

Em alguns casos, ainda existe o pré-contrato, que é entregue quando o negócio está em vias de ser concretizado, mas ainda inexiste qualquer decisão definitiva. No entanto, esse documento geralmente é substituído pela COF. Quando um ou esses dois arquivos são aceitos, o contrato propriamente dito é entregue. Com sua assinatura, a relação entre marca e franqueado é legalizada e efetivada.

Nesse contexto, o contrato estabelece a relação jurídica entre franqueado e franqueadora, sendo que é cedido ao primeiro o direito de uso da marca ou a patente para distribuição de produtos e serviços.

Entre os direitos do franqueador estão:

  • recebimento dos royalties;
  • exigência de padronização da atividade;
  • determinação de metas a serem cumpridas, com possibilidade de rescisão contratual se forem frequentemente ignoradas;
  • análise do franqueador para identificar se ele tem os requisitos necessários para gerenciar a unidade;
  • escolha do ponto comercial.

Cabe ao franqueado cumprir todas essas exigências, que devem estar obrigatoriamente descritas no contrato e na COF. Se esses documentos estiverem em desacordo, o proprietário da unidade comercial poderá rescindir o contrato e até acionar a marca na justiça.

Os aspectos que devem constar nas cláusulas do contrato estarão especificados em seguida, no tópico sobre a COF.

Diferença entre marca e franchising

Esse é outro aspecto legal relevante que exige do franqueado o conhecimento do que significa cada um desses conceitos. Dessa forma, é possível saber qual deles é mais condizente com o perfil da empresa que você pretende abrir.

Confira o que caracteriza cada uma das possibilidades.

Licença de uso da marca

A denominação desse aspecto já indica a que ele se refere, isto é, trata-se do direito que o dono da marca cede ao empreendedor de ser um representante e comercializar seus produtos ou serviços. Essa relação comercial é um pouco diferenciada e oferece mais liberdade de venda e gestão da unidade.

As principais características da licença de uso da marca são:

  • repasse do direito de uso de uma marca em determinada região;
  • representação, fornecimento e comercialização de produtos ou prestação de serviços;
  • liberdade limitada nos processos de venda;
  • inexistência de modelos de gestão;
  • assistência continuada e restrita.

Em outras palavras, o empreendedor pode usar e comercializar os produtos ou serviços, mas a transferência de know-how é inexistente. Com isso, há uma flexibilização maior dos padrões operacionais e métodos administrativos.

Franchising

Nesse caso, o franqueado tem o direito de usar a marca, mas também recebe o know-how, formações, experiência e assistência ou suporte técnicos sempre que necessário. Por isso, a relação é mais fechada e abrange mais exigências legais, como vimos ao longo deste post.

As principais características do franchising são:

  • oferta do direito de uso de uma marca em determinada região;
  • representação, fornecimento e comercialização de produtos ou prestação de serviços;
  • padronização dos processos de trabalho;
  • transmissão do modelo administrativo para o negócio;
  • suporte continuado em todas as áreas da empresa, como comercial, administração, marketing e mais.

Assim, fica evidente que o sistema de franchising fornece mais direitos, mas também acarreta mais obrigações. O empreendedor que optar por esse modelo precisa ter em mente que deverá seguir o que estiver determinado nas cláusulas contratuais, que também estarão delimitadas na COF.

Circular de Oferta de Franquia (COF)

A Circular de Oferta de Franquia é um documento altamente relevante, tanto quanto o contrato. Ela especifica todas as principais informações que devem ser analisadas pelo franqueado antes de fechar negócio. Por isso, deve ser entregue 10 dias antes da formalização da parceria sem exigência de pagamento antecipado de qualquer taxa ou valor.

O ideal é que um advogado leia esse documento e indique ao franqueado se existe algum ponto de atenção ou dúvida que precisa ser sanada. O propósito da COF é descrever objetivamente como é o sistema de franchising da marca e como o negócio do franqueado deve funcionar.

De acordo com a Lei de Franquias, é obrigatório constar na COF, entre outros aspectos legais:

  • histórico resumido, nome completo, forma societária e razão social da marca e de outras empresas com as quais esteja relacionada;
  • demonstrações financeiras e balanços da franqueadora dos dois últimos exercícios;
  • pendências judiciais da marca, seus titulares, empresas controladoras, direitos autorais e patentes;
  • descrição detalhada do negócio, da franquia e das atividades desempenhadas;
  • perfil esperado do franqueado, com especificação de nível de escolaridade, experiência e características obrigatórias e/ou preferenciais;
  • critérios para o envolvimento do franqueado na operação e gestão da unidade;
  • descrição de investimento inicial necessário, caução e taxas de filiação, bem como custos e valores para instalações, estoque e equipamentos;
  • detalhamento de pagamentos periódicos — de royalties, seguro, aluguéis, entre outros — a serem feitos pelo franqueado ao franqueador ou a terceiros indicados;
  • relação completa de franqueados, subfranqueados, subfranqueadores e daqueles que já se desligaram da rede nos 12 meses anteriores;
  • modelo de contrato que deverá ser assinado.

Assim, a COF traz todos os critérios imprescindíveis para fechar negócio. Essas cláusulas também precisam estar no contrato, não ipsis litteris, mas os documentos devem ser condizentes. Caso contrário, o recomendado é ignorar a parceria.

Perceba que a COF e o contrato são os documentos principais que regem a relação entre franqueador e franqueado. No entanto, também é necessário ter outros cuidados básicos para evitar imprevistos.

Cuidados básicos

A abertura de uma unidade franqueada é o sonho de muitas pessoas — provavelmente, o seu também. Porém, antes de começar essa empreitada, é preciso conhecer as vantagens e desvantagens de empreender e ser dono do próprio negócio.

A parte positiva é ter flexibilidade, poder escolher a própria equipe e alcançar a realização pessoal e financeira. Por outro lado, também existe a burocracia, a atenção às finanças e a necessidade de investimento inicial.

Neste artigo, estamos apresentando a questão burocrática para a qual é preciso atentar. No entanto, ainda há outros critérios a serem analisados. Veja quais são eles a seguir.

Experimentação comprovada

O franqueador precisa fazer um teste com uma unidade-piloto antes de colocar seu sistema de franchising em funcionamento. Esse processo inclui a definição de questões legais, além de comprovação de eficácia e impacto social.

Porém, saiba que existem franquias novas no mercado que tendem a ser mais baratas que as já reconhecidas. O risco, nesse caso, é muito grande, porque a inexperiência em lidar com o franchising e os franqueados pode colocar o negócio a perder.

Por isso, o ideal é observar minuciosamente há quanto tempo a marca está no mercado, há quanto tempo o sistema de franquias existe e se há unidades próprias que representem o teste-piloto e garantam a operação exitosa.

Tenha em mente que, quanto mais estabelecimentos a franqueadora tiver, mais consumidores e mercados abrangerá. Essa é a experiência comprovada, tão necessária para que os clientes conheçam a marca e queiram adquirir seus produtos e serviços.

Padronização técnica

A organização de processos por meio de manuais é fundamental para garantir uma boa gestão e alcançar os resultados esperados. Esses documentos devem ser oferecidos ao franqueado, bem como supervisão da marca, serviços de orientação, treinamento, layout e padrões arquitetônicos, entre outros aspectos.

Todos esses elementos garantem uma verdadeira padronização e permitem que você, como franqueado, cumpra os requisitos exigidos pela franqueadora. É o caso, por exemplo, de uma franquia de cursos e idiomas. Ela deve oferecer os materiais e repassar o método de ensino para garantir que todas as unidades ofereçam a mesma qualidade.

Difusão assegurada

Esse critério remete aos treinamentos prático e teórico. Tanto o empreendedor quanto seus colaboradores devem passar pela capacitação, a fim de garantir que a operação funcione da melhor forma possível.

Perceba que esse treinamento deve contar com o apoio dos manuais de padronização. A partir deles — os quais devem contemplar desde as vendas até as questões financeiras —, é possível evitar erros. Além disso, as informações de gestão de recursos humanos ajudarão a contratar os melhores profissionais e fornecer a capacitação necessária.

Considere ainda que a Lei de Franquias detalha o treinamento como uma obrigação da marca. A legislação determina também que a duração, os custos e o conteúdo que será repassado devem ser especificados.

Formalização expressa

Esse requisito é assegurado pelo contrato e pela COF. Esses documentos sempre devem ser escritos e assinados para serem efetivamente formalizados. Também deve haver uma minuta que garanta a relação estabelecida entre franqueador e franqueado.

Lembre-se de que, apesar do contrato, sua unidade e a marca são pessoas jurídicas distintas. Portanto, a gestão e as responsabilidades jurídicas são independentes. Ainda assim, você deve cumprir o que estiver estabelecido nos documentos de formalização assinados.

Rentabilidade verificada

Esse é outro critério bastante importante, porque se refere aos lucros. O potencial de retorno está especificado no contrato e na COF. Você também deve saber qual é o investimento necessário e o ponto de equilíbrio (no qual receitas e despesas são iguais).

Além disso, vale a pena pensar no retorno sobre o investimento (ROI), que indica o tempo necessário para que o valor empregado inicialmente retorne para o empreendedor. Esse cálculo também considera despesas mensais, impostos, salários, taxas pagas à franqueadora e outros custos.

Assim, é possível ter uma avaliação mais clara do andamento do seu negócio. Com isso, torna-se mais fácil tomar decisões acertadas e chegar ao sucesso, especialmente se você contar com uma marca consolidada.

Esse é o caso da Jumper! Franchising, que oferece cursos profissionalizantes e de idiomas. Entre os benefícios da franquia estão: baixo investimento, elevada lucratividade, retorno rápido e metodologia pioneira. Na prática, se você tiver apenas 150 alunos, já terá um faturamento de R$ 30 mil e um lucro de R$ 10 a R$ 15 mil por mês.

Além disso, os aspectos legais estão totalmente contemplados. O resultado é mais garantido na hora de fechar negócio e abrir sua unidade.

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O que são franquias? Seu guia completo!

Atualmente, um novo modelo de negócios tem despertado a atenção dos empreendedores, especialmente aqueles que não contam com recursos financeiros próprios e desejam investir menos ao mesmo tempo em que contam com o apoio de marcas consagradas e experientes.

Neste guia, mostraremos tudo sobre o sistema de franquias: o que são franquias, o seu funcionamento, como abrir esse modelo de negócio, os tipos existentes e algumas boas opções para você escolher. Acompanhe tudo isso nos tópicos que seguem!

1. O que são franquias?

Para saber o que são franquias, considere o significado da palavra. Franquia é uma palavra que significa privilégio, isenção. Tanto é assim que se costuma usar o verbo “franquear” no sentido de “permitir”, “dar passagem”, “favorecer”.

No universo dos negócios, franquia é o nome dado a um sistema de comércio, o franchising. Trata-se de uma espécie de filial da empresa principal, de uma representante da marca que atua em outro lugar.

Podemos definir franquia também como uma estratégia de uma empresa matriz para distribuir e comercializar produtos e serviços em lugares diferentes por meio de representantes físicos (outras empresas). O nome “franquia” é usado tanto para se referir ao modelo de negócio como à pessoa jurídica que integra uma rede de franquias, ou seja, a unidade franqueada.

Lei nº 8.955/94 define franquia empresarial como:

o sistema pelo qual um franqueador cede ao franqueado o direito de uso de marca ou patente, associado ao direito de distribuição exclusiva ou semiexclusiva de produtos ou serviços. Eventualmente, também ao direito de uso de tecnologia de implantação e administração de negócio ou sistema operacional desenvolvidos ou detidos pelo franqueador, mediante remuneração direta ou indireta, sem que, no entanto, fique caracterizado vínculo empregatício”.

2. Franquia ou negócio próprio: qual o meu perfil?

Antes de optar pela franquia, o empreendedor deve ter certeza de que é isso mesmo que ele deseja. Afinal de contas, muitos empreendedores preferem abrir um negócio próprio. O perfil do empreendedor é fundamental para essa decisão. Convém comparar a franquia com um negócio próprio e visualizar as vantagens e desvantagens de cada um conforme seu próprio perfil.

Se você prefere mais autonomia em seu empreendimento, o mais recomendável é abrir um negócio próprio. Assim, você terá mais liberdade e terá total responsabilidade pelas decisões relativas sobre os tipos de produtos que serão vendidos, onde eles serão comercializados, a que preço, quem será o público-alvo e a forma de vender.

Ou seja, para abrir um negócio próprio, você terá que ter a ideia inicial e mais importante, deverá criar sua própria marca, deverá desenvolver ações de marketing para lançar o produto no mercado, deverá definir o perfil do cliente, escolher o ponto e os canais onde os produtos serão vendidos. Deverá também estar a par da legislação sobre o assunto, bem como compreender o mercado onde atua, as possibilidades e as limitações que ele oferece.

Outro aspecto a considerar é o seu conhecimento sobre o negócio que vai abrir e sua capacidade administrativa para controlar as finanças e tudo o mais que estiver relacionado à sua empresa.

Se você tem um perfil mais conservador e não está disposto a correr grandes riscos e lidar com a incerteza na construção de uma marca que pode ou não fazer sucesso, a franquia é uma boa opção. Você poderá contar com o know-how de uma marca já famosa ou de uma marca que está em fase de expansão.

Uma das características de uma franquia é que ela representa um modelo de negócio que já foi testado no mercado e já apresenta resultados mais consistentes. Ou seja, o empreendedor tende a correr menos riscos em relação ao investimento em um negócio próprio. Não se trata de risco zero, mas certamente é um modelo de negócio com riscos menores, mais moderados e, em alguns casos, previsíveis.

Contudo, para participar de uma franquia, é preciso renunciar a uma autonomia integral e respeitar um padrão predefinido pela marca franqueadora. As regras dessa empresa deverão ser seguidas e, ao mesmo tempo, ela oferecerá suporte profissional e qualificado para que o empreendedor abra seu negócio, selecione o melhor ponto de venda e de inauguração, bem como oferecerá treinamento ao empreendedor e sua equipe de trabalho.

3. Como funciona uma franquia?

Sabendo o que são franquias, você precisa compreender agora como funciona esse sistema de negócio. Veja alguns conceitos fundamentais para entender o funcionamento de uma franquia:

Franqueador

A empresa que disponibiliza a franquia, ou seja, ela possui os direitos sobre uma marca determinada, formata o modelo de negócio e cede o direito de utilização da marca a terceiros, acompanhado do conhecimento necessário para a abertura, desenvolvimento e divulgação do negócio (por tudo isso, o franqueador é remunerado pelos terceiros beneficiados).

Franqueado

Pessoa física ou jurídica que opta pelo sistema de franchising desenvolvido pelo franqueador, pagando pela concessão desse direito.

Royalty

É o valor que o franqueado paga ao franqueador periodicamente (geralmente, o royalty corresponde a uma porcentagem incidente sobre o faturamento bruto).

Taxa de franquia

Também chamada de taxa inicial ou franchise fee, é um valor único definido pelo franqueador que permite ao franqueado adotar o sistema, sendo pago na assinatura do pré-contrato ou do contrato de franquia (essa taxa também remunera a empresa franqueadora pelos serviços que já foram oferecidos ao franqueado e alguns franqueadores cobram um percentual da franchise fee todas as vezes em que o contrato é renovado).

Fundo de promoção (fundo de propaganda)

Trata-se do valor que é pago pelo franqueado e estabelecimentos próprios dos franqueadores para custear as campanhas de marketing que divulgam a marca (na maioria das vezes, o próprio franqueador administra o fundo, mas sempre coloca o franqueado a par de como o dinheiro foi gasto).

Conselho de franqueados

Grupo formado pelo franqueador e pelos franqueados com caráter consultivo e destinado especialmente à administração do fundo de propaganda.

Circular de oferta de franquia

Trata-se do documento que, conforme determina a lei, precisa ser entregue pelo franqueador ao candidato à proposta de franquia no período que antecede em até 10 dias a assinatura do pré-contrato, contrato ou pagamento de qualquer quantia.

A circular de oferta de franquia deve ser redigida com clareza e entregue por escrito. Nesse documento, devem constar todas as informações sobre a franquia, a rede de franqueados e todas as condições que o franqueado deverá seguir antes e após o contrato ser assinado.

Caso o franqueado resolva desistir do negócio, isso é permitido, ou seja, ele não precisa renovar o contrato. Mas, caso decida desistir antes do final do contrato, precisará pagar uma multa por rescisão. O ponto físico pode ser passado adiante, considerando que seja um patrimônio do franqueado.

Da mesma maneira, o franqueador pode desistir do negócio, considerando que a franquia não está dando os resultados almejados ou por não ter mais interesse no ponto.

4. Quais são as vantagens de ser um franqueado?

Ser franqueado apresenta algumas vantagens, como correr menores riscos, o que não aconteceria se tivesse que iniciar seu negócio do zero. Tendo isso em vista, o franqueado está respaldado por uma marca conhecida do público, com um status garantido e também tem todo o conhecimento da empresa franqueadora à sua disposição.

O franqueador também se favorece do negócio, pois poderá ampliar sua rede por estados, cidades e/ou bairros diferentes, conseguindo sócios que investem algum capital para abrir suas unidades de franquia.

Como o franqueado recebe conhecimento especializado do franqueador, pode se engajar no negócio com mais segurança e confiança, efetivando uma gestão mais eficaz. Esses aspectos contribuem para resultados mais satisfatórios que os conquistados em um negócio próprio. O franqueado trabalhará sempre buscando como objetivos principais a maior lucratividade e a maior rentabilidade — o ROI (retorno sobre o investimento) poderá ser mais rápido do que se pensa.

Em relação aos aspectos jurídicos, o sistema de franquias já tem maturidade suficiente na economia, contando com uma legislação que define de forma explícita as responsabilidades de ambas as partes e a não vincularidade trabalhista e fiscal entre franqueador e franqueado.

Juridicamente estabelecida, a franquia oferece a possibilidade de controlar padrões e procedimentos operacionais, identidade visual e outros detalhes que proporcionam experiências mais efetivas ao consumidor.

Com o conhecimento compartilhado, os franqueados têm a oportunidade de difundir práticas que se mostrem eficientes e lucrativas, aumentando o potencial da rede e gerando vantagens competitivas para eles.

Na verdade, é um sistema de negócio baseado no trabalho conjunto e, trabalhando em parceria, tudo se torna mais fácil, inclusive a expansão da rede (novos espaços poderão ser ocupados com mais rapidez, possibilitando fazer frente à concorrência, especialmente as empresas que não adotam sistemas de franquias). A expansão da marca acontece, portanto, com mais agilidade, mas também com mais economia.

Cada franqueado deve lembrar que o sucesso de cada unidade ajuda a marca a se fortalecer ainda mais e gera maiores possibilidades para cada um deles. Veja o resumo das vantagens específicas para o franqueado:

  • o negócio já começa contando com a credibilidade de uma marca (que pode ser muito consagrada entre os consumidores);
  • o apoio do franqueador;
  • a existência de um plano de negócio: geralmente, empreendedores com menos recursos financeiros e patrimoniais não têm tempo e habilidades suficientes para fazer a previsão de fatos político-sociais e econômicos que podem interferir no negócio. Por outro lado, com o suporte do franqueador, os riscos diminuem, principalmente os financeiros;
  • uma maior garantia de mercado: o franqueado usufrui da vantagem competitiva oferecida pelo franqueador, o qual já testou e vendeu seus produtos em larga escala, além de ter planejado a expansão e deter o conhecimento mais aprofundado de seu público-alvo (o franqueador dispõe de informações importantes sobre o processo de produção e venda, bem como conhece melhor as estratégias das marcas concorrentes);
  • o planejamento otimizado dos custos de instalação: ao oferecer projetos de arquitetura e as plantas de engenharia das edificações, o franqueador calcula e divide os custos com o franqueado (da mesma forma na hora de executar a fiscalização da obra e definir equipamentos e máquinas);
  • uma economia de escala: os gastos com marketing são rateados entre todos os franqueados, reduzindo a necessidade de investimentos mais elevados e permitindo otimizar a qualidade do trabalho publicitário. O franqueado também pode comprar com desconto na rede de compras e adquirir maquinário a preços mais acessíveis devido à quantidade;
  • a possibilidade de pesquisa e de desenvolvimento a baixos custos: os gastos com pesquisas e desenvolvimento de produtos novos e/ou com os aprimoramentos daqueles que já existem são responsabilidade do franqueador (a empresa matriz é quem testa os produtos nas unidades antes de lançá-los);
  • mais independência jurídica e financeira: apesar de o franqueado ter que se submeter às condições definidas pelo franqueador, ele terá sua própria razão social, configurando assim uma pessoa jurídica distinta (nesse caso, as operações financeiras dessa empresa serão de responsabilidade única e exclusiva dela).

 

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5. Como abrir uma franquia?

Veremos agora como abrir uma franquia com segurança e com tudo legalizado. Primeiramente, é importante fazer o cadastro, preenchendo uma ficha específica (geralmente, é possível fazer isso pela internet).

Por meio dessa ficha, o franqueador poderá analisar o perfil do franqueado. Quanto mais perguntas forem respondidas e quanto mais questões forem esclarecidas é melhor para ambas as partes (o franqueado não corre o risco, por exemplo, de entrar em um negócio ao qual não se ajusta).

Caso a empresa franqueadora aprove a ficha, ela convocará o candidato para uma reunião. Nesse encontro, o candidato receberá a COF (circular de oferta de franquia), que registra todas as informações relevantes sobre a franquia, contendo ainda a minuta do contrato.

A COF contém:

  • os valores que deverão ser pagos, como a taxa de franquia, os royalties e os custos com propaganda;
  • o tipo de suporte ofertado e como é o treinamento;
  • a existência ou não de pendências judiciais;
  • se o franqueado tem a obrigação de comprar apenas dos fornecedores indicados pela rede;
  • os nomes, os endereços e os telefones dos franqueados e ex-franqueados do último ano;

Nesse encontro, é importante que o franqueado pergunte ao franqueador:

  • se ele dispõe de um manual para tirar dúvidas;o período de duração do treinamento e o assunto que é tratado nele;
  • se o negócio é afetado pela sazonalidade e o que deve ser feito nesses períodos de movimento escasso;
  • a quantidade de franquias que ele pretende vender ao longo do ano;
  • de que forma a empresa pretende crescer respeitando a sustentabilidade;
  • qual é a estrutura de fornecimento dos produtos e o suporte dado.

Como já é sabido, na circular de oferta de franquia estão registrados os contatos da rede. O candidato deve aproveitar para fazer uma visita a essas unidades e conhecer os franqueados. Comporte-se como se fosse um cliente e fique atento ao atendimento prestado e à opinião dos consumidores.

A legislação oferece um prazo mínimo de 10 dias para que o candidato considere a circular de oferta de franquia. Antes de terminar esse prazo, o candidato não deve pagar nada ao franqueador.

O candidato deve conversar com os outros franqueados (no mínimo, três deles) para ter informações mais precisas das operações de rotina e do relacionamento que o franqueador mantém com eles. Nesse sentido, ele pode perguntar qual o valor efetivo do capital de giro necessário, se o suporte dado pelo franqueador é satisfatório, se os fornecedores são bons e entregam no prazo, qual é o faturamento do ponto e outros detalhes importantes.

É fundamental ler cuidadosamente a minuta do contrato a fim de saber se a relação com o franqueador será realmente positiva. Na maior parte das vezes, as cláusulas seguem um padrão e não existe muita margem para alterações.

Mesmo assim, talvez seja possível combinar alguns aspectos do contrato, como um desconto sobre a taxa inicial ou sobre o valor dos royalties. Também poderá amenizar as multas por invasão territorial. A taxa de franquia é paga no momento em que o contrato ou pré-contrato é assinado.

Depois de assinar o documento de adesão, o franqueado recebe um cronograma explicando o que precisará ser feito. Nesse cronograma, estarão registrados, por exemplo, os prazos para abrir a empresa, reformar o ponto se for necessário, contratar os funcionários e implantar o sistema. Esse processo consome aproximadamente entre 90 a 120 dias.

O franqueado precisa ficar ciente de qual será sua responsabilidade com a marca, como será realizado o fornecimento dos produtos, de que modo pode ser feita a rescisão de contrato e outros aspectos relevantes.

A escolha do ponto comercial também é outro aspecto de fundamental importância para abrir uma franquia. Provavelmente, será necessário realizar algumas adaptações no imóvel para que ele corresponda aos objetivos do negócio. O ponto pode ser tanto próprio como alugado. Caso o franqueado já disponha de um imóvel para estabelecer sua unidade franqueada, melhor ainda, pois significa que ele terá menos custos.

O ponto precisa estar localizado, preferencialmente, em uma região com boa movimentação de pessoas e veículos. Em alguns casos, o franqueador ajuda o franqueado a escolher o melhor ponto. Vale ressaltar que é necessário informar-se na prefeitura se a região escolhida permite a abertura de ponto comercial (caso contrário, não será possível conseguir o alvará de funcionamento).

Se o imóvel for alugado, é recomendado fazer um contrato de locação de, no mínimo, 5 anos, considerando que a maior parte dos contratos de franquia se estende por esse prazo.

Antes da inauguração, o franqueado e sua equipe de funcionários terão que passar pelo treinamento, de modo que seja possível conduzir o negócio de acordo com as regras e o manual de operações do franqueador.

Por fim, o dia da inauguração é especial. A partir dela, o franqueado deve engajar-se ao máximo com seu negócio a fim de que ele ofereça boa rentabilidade e mantenha-se muito tempo no mercado. E lembre-se de procurar orientações e suporte do franqueador sempre que for necessário.

6. Tipos de franquia

Além de saber o que são franquias, é importante conhecer os diferentes tipos que existem.

A franquia individual

O primeiro tipo é a franquia individual, em que não há a possibilidade de divisão de espaço com outras franquias. Nesse caso, o franqueado é exclusivo de uma determinada marca franqueadora. O ponto para estabelecer o negócio é definido a partir de critérios que consideram o potencial do ponto para recebê-lo.

A franquia unitária

A franquia unitária é outro tipo de franquia e caracteriza-se por ser situada em um lugar preestabelecido. Nela, franqueado goza de livre poder de atuação exclusiva. Inclusive, é possível desenvolver outras franquias unitárias, desde que existam recursos financeiros e desempenho suficiente que justifiquem e permitam essa ação.

A franquia shop in shop

A franquia shop in shop é aquela na qual um estabelecimento comercial pretende dividir espaço com uma franquia de segmento diferente. Nesse caso, o franqueado não precisa encontrar um ponto, pois ele já existe. A finalidade desse tipo de franquia é permitir a alavancagem de um negócio que já existe, possibilitando ao empreendedor gozar de outra fonte de renda.

A franquia master

A franquia master representa a possibilidade de terceirizar ou implementar outros pontos de franquia em uma determinada zona. Nesse caso, o franqueado tem direito a um percentual dos royalties e da taxa de franquia. O franqueador recebe pela operação da franquia e pelas comissões de todas as outras da região.

A franquia mista

A franquia mista é o tipo que comercializa tanto produtos como serviços. O franqueador é um fornecedor enquanto o franqueado distribui os produtos e os serviços.

A franquia de distribuição

Na franquia de distribuição, os royalties não são cobrados, nem é cobrada a taxa inicial da franquia. Assim, o franqueado remunera o franqueador vendendo seus produtos/serviços.

7. Veja algumas opções de franquias

Agora, vamos listar algumas opções de franquias. Esta seleção foi adotada pelo Portal do Franchising, considerando as seguintes categorias em ordem alfabética:

  • acessórios pessoais e calçados;
  • alimentação;
  • bares, restaurantes e pizzarias;
  • bebidas, cafés, doces e salgados;
  • beleza, saúde e produtos naturais;
  • comunicação, informática e eletrônicos;
  • construção e imobiliárias;
  • cosméticos e perfumaria;
  • educação e treinamento;
  • escolas de idiomas;
  • fotografia, gráficas e sinalização;
  • hotelaria e turismo;
  • limpeza e conservação;
  • livrarias e papelarias;
  • móveis, decoração e presentes;
  • negócios, serviços e conveniência;
  • serviços automotivos;
  • vestuário.

Apesar de não constar nesta lista, existem franquias de óticas e joalherias, bem como de farmácias.

Depois de compreender o que são franquias, as suas vantagens e as suas limitações, cabe a você decidir se prefere optar por esse sistema ou prefere abrir um negócio próprio. Cabe também a você decidir que tipo de franquia acha mais vantajoso e em que segmento prefere atuar.

As franquias são boas alternativas para o empreendedor que está começando e tem pouco capital de giro disponível, bem como para aquele que deseja mudar de carreira. Mas é fundamental estudar bem antes de escolher qual opção será melhor. Pesquise franqueadores diversos, fale com franqueados, analise seu próprio perfil e só então decida!

O que achou do post? Sente-se mais esclarecido sobre o assunto? Deseja adquirir uma franquia? Qual o ramo que mais atrai seu interesse? Deixe sua opinião ou dúvida no espaço abaixo!