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Everton Sabú
Fundador

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Como empreender na crise e alcançar independência financeira? Veja!

Embora a instabilidade econômica seja uma realidade do país, é possível ter sucesso em um empreendimento e alcançar sua independência financeira. Basta ter calma e tomar alguns cuidados importantes. Acredite: empreender na crise é possível!

Neste post, vamos dar dicas valiosas para você começar o seu negócio sem medo. Boa leitura!

Encontre algo com o qual você se identifique

O primeiro passo para empreender na crise é fazer algo de que goste. Mesmo que você nunca tenha sonhado com um negócio específico, é fundamental ter um nível de identificação com a atividade escolhida.

Por isso, fuja das modinhas. De nada adianta montar uma loja de doces se não gosta de cozinhar, ok?

O interesse pelo produto ou serviço ajuda a motivá-lo a enfrentar as dificuldades. Afinal, problemas surgem com frequência. Acreditar 100% no valor do que você oferece é o que vai sustentar seu pensamento positivo.

Faça um planejamento financeiro

Gostar apenas não é o suficiente. Então, a nossa segunda dica é: planeje-se.

O planejamento financeiro deve considerar diversos fatores e cenários. O ponto principal é que ele garanta uma visão aproximada da realidade.

Sendo assim, cuidado ao fazer as previsões. Lembre-se de que, em um cenário de crise, a cautela deve ser redobrada. Portanto, evite contar com um volume muito alto de vendas no começo. Se você se preparar adequadamente, as chances de sucesso são maiores.

Estabeleça sociedade ou parceria

Uma das formas mais comuns de começar um negócio é encontrar alguém para estabelecer uma sociedade. Dessa forma, fica mais viável a divisão dos custos e do trabalho necessário para tirar sua ideia do papel.

Mas, antes de começar, é importante deixar as responsabilidades de cada um bem definidas em contrato. Assim, você evita problemas futuros por falta de acordo ou entendimento entre as partes.

Aposte nas franquias

Com o mercado saturado e em crise, investir em um negócio totalmente inovador é bastante arriscado, principalmente, no que diz respeito ao fator financeiro.

Sendo assim, contar com um negócio já formatado e bem estabelecido é uma grande vantagem. Afinal, toda a parte de investimentos iniciais com a construção e fortalecimento da marca já estão prontos.

Hoje em dia, existem franquias de diversos tipos, setores e tamanhos. Por serem empresas já conhecidas dos consumidores, o retorno sobre o valor investido se dá de forma bem mais rápida. Inclusive, o franqueador presta assistência aos franqueados, ajudando-os no crescimento da unidade.

Além das dicas que demos até aqui, vale ressaltar que organização, foco e comprometimento são indispensáveis. Portanto, seja em negócio próprio ou franquia, seja sozinho ou com um sócio, tais fatores são fundamentais. Só assim, o fator financeiro será apenas mais uma variável a ser observada, deixando de ser o grande vilão do negócio.

Como vimos, empreender na crise é possível e não é tão difícil. É claro que inspira cuidados maiores, mas, com um bom planejamento e determinação, você será capaz de realizar o sonho de montar sua empresa!

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O que é custo? Entenda aqui e saiba como definir os custos da empresa

Na atual situação econômica em que o país se encontra, as preocupações com os custos crescem a cada dia. Saber como controlá-los é fundamental para o sucesso da sua empresa. Entretanto, por mais que a ânsia por reduzir os custos seja grande, você precisa, primeiramente, saber para onde olhar. Afinal, você realmente sabe o que é custo?

Nas próximas linhas deste artigo, vamos explicar o conceito de custo dentro de uma empresa. Além disso, abordaremos também a importância de saber identificá-lo, o conceito de custo fixo e variável e também como calculá-los. Se você tem alguma insegurança sobre algum desses assuntos, respire fundo, pois chegou a hora de esclarecer todas as suas dúvidas. Pronto? Vamos lá!

O conceito de custo

O Instituto dos Auditores Independentes do Brasil (Ibracon) foi constituído no ano de 1971. Ele é decorrente da junção de dois institutos de contadores que se uniram em busca de maior representatividade da profissão no país. Até a criação do Comitê de Pronunciamentos Contábeis (CPC), o Ibracon era o responsável por emitir as Normas e Procedimentos Contábeis (NPCs).

De acordo com o item 8 da NPC 2 do Ibracon, custo é “a soma dos gastos incorridos e necessários para a aquisição, conversão e outros procedimentos necessários para trazer os estoques à sua condição e localização atuais (…) de modo a colocá-los em condições de serem vendidos, transformados, utilizados na elaboração de produtos ou na prestação de serviços que façam parte do objeto social da entidade, ou realizados de qualquer outra forma.”

Traduzindo isso para o bom e claro português, custo é, simplesmente, todo e qualquer valor gasto para produzir o produto ou a prestação de serviço que é fornecido pela empresa. São exemplos de custos: matéria-prima, mão de obra, depreciação de máquina e equipamentos, energia elétrica, manutenção e outros.

Os custos fixos e os custos variáveis

Existem duas formas de definir os custos: custos fixos e custos variáveis. Os custos fixos são caracterizados pela constância ao longo do tempo. Como o próprio nome diz, são custos fixos, o que significa que se mantêm constantes independentemente do volume da produção ou de vendas. São considerados como custos fixos: serviços de segurança, planos de telefonia, aluguel, manutenção de equipamentos, etc.

Já os custos variáveis costumam acompanhar a demanda do produto na empresa. Ou seja, sofrem alterações ao longo do tempo à medida que o volume de produção ou de vendas oscila.

Por exemplo, a demanda de matéria prima. Se o número de vendas do seu negócio aumentar, é natural que você gaste mais comprando mais matéria-prima para acompanhar o ritmo da produção. Da mesma forma ocorre se o volume de vendas cair. Quanto menos você vender, menos matéria-prima vai comprar. Daí o nome custo variável.

Além da matéria-prima, outros custos podem ser variáveis, tais como: pagamento de horas extras, comissões de vendas, energia elétrica e água (os dois últimos podem ser caracterizados como custo fixo, dependendo da natureza do seu negócio).

É importante esclarecer que a divisão entre custo fixo e variável pode ser diferente de empresa para empresa, dependendo do ramo de atividade e dos produtos oferecidos. É fundamental conhecer bem a estrutura do seu negócio para identificar quais são os gastos que oscilam e quais são aqueles que permanecem constantes para, assim, identificar os custos fixos e os variáveis.

A metodologia de cálculo

Para calcular os custos fixos e variáveis, basta somar os valores de cada um e, para o custo da produção, basta somar os dois resultados. Já para saber o método de custeio do seu produto, existem duas metodologias conhecidas: o custeio por absorção e o custeio variável.

O custeio por absorção ou integral consiste na apropriação de todos os custos, sendo eles fixos ou variáveis, derivados do uso dos recursos da empresa na produção dos produtos ou serviços. Nessa forma de custeio, todos os gastos relativos à fabricação dos produtos são distribuídos entre todos os produtos feitos.

 

Planilha-de-Controle-Financeiro

 

Na metodologia de custo variável, o valor final do produto ou serviço será representado pela soma de todos os custos variáveis divididos pelo número de produtos finais produzidos ou serviços gerados na fabricação. O custo fixo, nesse caso, é considerado diretamente no resultado do exercício.

Convém ressaltar que, no Brasil, o único método apto a ser utilizado é o custeio por absorção. Ele segue os Princípios Fundamentais da Contabilidade e, por isso, é a metodologia aceita pela legislação comercial e pela legislação fiscal.

Pelo fato de o método de custeio variável não estar de acordo com os principais princípios contábeis no Brasil e também com a legislação do Imposto de Renda, ele não é aceito nas demonstrações contábeis. Apesar disso, é bastante utilizado pois fornece informações essenciais para a tomada de decisão nas empresas.

A diferença entre custo e despesa

Apesar de o senso comum julgá-los como sinônimos, custo e despesa têm significados diferentes quando se trata de assuntos contábeis. Como já dito no texto, custo é todo e qualquer valor gasto para produzir o produto ou a prestação de serviço que é fornecido pela empresa. As despesas, diferentemente dos custos, são todo e qualquer tipo de gasto relativo à administração e à manutenção da empresa.

Marketing, financeiro, materiais de escritório, área comercial, setor de vendas — são todos categorizados como despesa. As despesas são de caráter geral. Não há vinculação com o produto produzido, e os custos são diretamente relacionados e atribuídos ao produto final da companhia.

A importância em saber identificar os custos

É de extrema importância saber identificar e diferenciar os custos dentro de uma empresa, já que essa definição é essencial para o processo de precificação do produto final de acordo com as metodologias de custeio.

Outro motivo pelo qual você deveria se preocupar com a identificação dos custos é a saúde financeira da companhia. Os custos bem definidos facilitam os processos estratégicos para reduzir os gastos e evitar problemas financeiros graves.

Os desafios de ser um empresário não podem ser um obstáculo para você conquistar sua independência financeira.Saber o que é custo, quais são suas categorias e como calculá-los é apenas uma etapas desse processo e, para quem tem perfil empreendedor, isso não será um problema.

Este artigo esclareceu suas dúvidas? Deixe um comentário e conte para a gente o que você achou!

Conheça as características dos principais perfis de empreendedor

Independência financeira, tempo para a família ou liberdade para viajar: quem nunca sonhou com essas regalias, não é mesmo? Contudo, em um trabalho assalariado formal, estes podem ser apenas sonhos distantes. Na vida de quem empreende, porém, se apresentam como realidades palpáveis, cuja execução é possível.

Se você deseja alcançar novos patamares em sua vida profissional, empreender pode ser o melhor caminho. Afinal, ter um negócio próprio, no qual você é seu próprio chefe, permite que certas possibilidades finalmente se concretizem.

Pensando nisso, preparamos este texto com as características de vários perfis de empreendedor. Continue lendo o post para saber qual deles tem mais a ver com você e planeje um novo futuro!

Qualidades que todo empreendedor deve ter

Confira algumas qualidades que fazem parte de muitos empreendedores de sucesso, independentemente do perfil, época ou setor em que atuam.

Iniciativa

De acordo com o dicionário Aulete Digital, o termo “empreender” significa “experimentar, procurar fazer, tomar iniciativa de ação, tarefa, realização etc”.

Ou seja, só empreende algo na vida quem começa alguma coisa. Para que você tenha sucesso em uma empreitada que seja apenas sua, é fundamental que também seja o principal responsável por iniciá-la.

Lembre que ter medo ou insegurança é normal no princípio de qualquer atividade. Portanto, considere que os erros são inerentes a esse processo e não tenha receio de começar.

Visão

Você decidiu iniciar um projeto por conta própria: ótimo! Agora, é preciso pensar no que ele consistirá. De nada adianta apostar em algo que não apresente nenhuma possibilidade concreta de render frutos no futuro.

Por isso, é imprescindível que você tenha visão. E o que isso quer dizer? Primeiramente, que deve existir em seus pensamentos uma capacidade de fazer projeções realistas. Mais do que isso: saber como determinado segmento do comércio ou da indústria se comporta e outras coisas do gênero.

Ser um visionário significa, antes de tudo, conseguir olhar para frente, analisar os detalhes e tirar conclusões proveitosas desses pontos.

Coragem

Muito semelhante à iniciativa, a coragem implica na habilidade de arriscar quando poucos acreditam nas chances apresentadas. Ela é a própria ousadia de quem dá dois passos para frente, quando o recomendado é dar apenas um.

Firmeza

Ser firme é o mesmo que ser consistente: você banca aquilo que decide e lida com suas escolhas a todo custo, pois se vê como responsável por elas.

Além disso, esse traço também se reflete na busca pelos objetivos almejados. É ela quem guia as metas que você propõe e serve como molde para agir do jeito necessário até mesmo nas ocasiões mais complexas ou delicadas.

Decisão

A tomada de decisões é uma ação constante no cotidiano de quem empreende. Pode-se dizer, aliás, que ela é praticamente ininterrupta. Afinal, como o controle está em suas mãos, você sempre precisará escolher o que deve ser feito, como fazer, quem o fará e assim por diante.

Nesse sentido, é preciso saber qual é o momento exato para escolher com mais firmeza e coragem, bem como quando ser moderado e conservador. Decidir corretamente é a chave para que todas as outras características possam fluir bem.

Respeito humano

Engana-se quem pensa que pode passar por cima de outras pessoas. O fato de concentrar as ações e os poderes em suas próprias mãos não lhe dá o direito de ser ríspido ou estúpido com aqueles que estão ao seu lado.

Inclusive, isso também é pouco estratégico para o bom funcionamento de seu negócio. Considere que você depende muito de um bom relacionamento com seus colaboradores, funcionários e fornecedores para que tudo saia exatamente como planejou.

Para exercer uma liderança efetiva, que traga resultados positivos, tente ser carismático sempre que possível e respeite as pessoas. Ter autoridade não é sinônimo de ser arrogante.

Agora que você já sabe quais são algumas das qualidades básicas necessárias para ter sucesso com o seu empreendimento, veja e analise alguns tipos de perfil empreendedor.

Empreendedor criativo

Como já antecipa o próprio título, esse empreendedor se destaca pela visão apurada e pela facilidade que tem para criar coisas novas. Ele lida diretamente com a inovação e não suporta ficar parado em sua zona de conforto.

Ao olhar para um problema, o criativo logo imagina mil soluções possíveis, todas muito diferentes entre si. Seus negócios geralmente são atrelados a coisas nas quais poucas pessoas pensaram. Por conta disso, ele costuma sair na frente de seus concorrentes.

O fato de não se conformar com o básico também o ajuda a conquistar aquilo que almeja por vias incomuns, que surpreendem a todos.

Infelizmente, ele corre o risco de ser mal compreendido na maioria das vezes, mas gosta de pagar para ver aonde suas ideias inovadoras podem levá-lo.

O maior exemplo dessa categoria certamente foi Steve Jobs, fundador da Apple. Falecido em outubro de 2011, ele não se contentava com nada que fosse apenas corriqueiro. Embora não tivesse inventado os computadores, celulares e tocadores de MP3, ele revolucionou a forma de se conceber a tecnologia como um todo.

Empreendedor administrador

Caso você tenha uma grande facilidade para pensar a longo prazo, organizar as ideias e pensar em uma gestão completa e bem estruturada, este é o seu perfil de empreendedor!

O administrador controla todas as ações da empresa com pulsos firmes. Suas decisões sempre levam em conta aquilo que foi planejado à risca. Ele integra os setores e vê os diferentes times com igual importância para o andamento do projeto.

Sua administração colabora para que tudo funcione corretamente: da limpeza até as vendas. Detesta ver algo fora de lugar e persegue os índices de qualidade com absoluta determinação.

Se algo não sair como ele quer, avaliará as métricas que ele mesmo definiu e saberá a forma exata de cobrar sua equipe. Preocupa-se bastante com as finanças e confia nos números para melhorar o que é necessário.

Ele se encaixa muito bem em lugares onde tudo está devidamente definido, pois enxerga os processos internos como engrenagens que precisam de um constante alinhamento.

Dificilmente se deixa levar pelo instinto, o que configura seu maior mérito e, simultaneamente, seu grande defeito.

Empreendedor realizador

Diferentemente do anterior, o empreendedor realizador não se apega muito às ideias ou às organizações para se dar bem em sua trajetória. O que está ao seu alcance, ele concretiza; o que não está, dá um jeito de buscar.

É praticamente impossível de enxergar algo como um empecilho: tudo que aparece como obstáculo ele vê como uma oportunidade de mostrar o seu valor e conseguir aquilo que deseja.

Seus traços mais marcantes são:

  • obstinação;
  • perseverança;
  • confiança;
  • independência.

Ou seja, se você se identifica bastante com mais de uma dessas características, provavelmente se encaixa nesse perfil.

Também é curioso notar que ele é, entre os vários empreendedores, aquele que menos encontra dificuldades em relação à abertura de seu negócio. Até mesmo porque vê na vida um grande empreendimento, no qual as conquistas resultam de uma intensa dedicação.

Tem iniciativa para tudo e não se conforma nem um pouco com uma equipe que não consegue cumprir as metas estabelecidas. Desse modo, seu maior desafio é saber reconhecer que as outras pessoas podem ter métodos distintos para chegar aonde querem.

É bastante movido por seus sonhos, já que realizá-los é uma espécie de reafirmação do esforço empreendido. Se dá bem em qualquer área, desde que haja motivação o suficiente.

Empreendedor integrador

Você se lembra das principais qualidades listadas no começo deste texto? O integrador é aquele que mais sabe o quão importante é o respeito humano em um empreendimento. Ele vê no bom relacionamento com os colaboradores a chave para liderar, com eficiência, um grupo de pessoas.

Além disso, tem uma excelente noção sobre como colocá-las em torno de um único objetivo, mostrando para cada uma delas como e porquê fazê-lo.

O corretor Jordan Belfort, retratado por Leonardo DiCaprio no longa-metragem “O Lobo de Wall Street”, tem esse perfil. Fato é que sua ética e uma boa parcela dos meios que ele utilizava são passíveis de crítica. Ainda assim, não deixa de ser um exemplo na gestão de grupos, pois sabia motivá-los muito bem.

O integrador reconhece à distância quando um funcionário passa por problemas. Por isso, tende ser altamente compreensível e acreditar naquilo que as pessoas têm de melhor para oferecer.

Aos poucos, constrói um laço forte com aqueles que estão à sua volta, fazendo com que desponte uma legião de pessoas determinadas e comprometidas a defender seu negócio com unhas e dentes.

Curiosamente, apesar de ser um líder notório, ganha pontos justamente por não centralizar suas decisões. Por saber como delegar responsabilidades e tarefas, também otimiza os processos, ganhando tempo para lidar com as prioridades mais relevantes.

Seu senso coletivo ainda colabora para enxergar de forma igualitária os diferentes times. Em virtude disso, entende com grande facilidade quais são as melhores práticas para integrá-los.

Muitos podem achar que, às vezes, ele não passa de um coadjuvante. Vale salientar que essa impressão só acontece porque ele sabe muito bem quando é a hora de ficar nos bastidores.

 

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Empreendedor promotor

Perfil bastante semelhante ao do realizador, porém mais comedido. Para o promotor, tudo para ele é uma questão tática: sua satisfação só vem a partir do momento em que há maneiras definidas de promover seu negócio.

Dessa forma, ele dificilmente dá passos em falso. Assim que possível, as estratégias de marketing, as datas importantes e os eventos estarão todos alinhados e ele fará uma grande ocasião para chamar a atenções dos fornecedores, parceiros e, principalmente, consumidores.

Seu trânsito público merece destaque, já que ele sempre consegue desenrolar uma reunião interessante com figurões importantes da mídia, outros empresários e até gente da política. Nesses casos, evidenciam-se o carisma e as habilidades de comunicação que ele tanto tem.

Vê possibilidades de bons negócios onde ninguém mais consegue enxergar e não tem nenhum receio de apostar. Crê que, com paciência, as coisas aumentarão de tamanho e terão números impressionantes.

Em contrapartida, ele também colabora para que seus parceiros cresçam bastante, pois imediatamente enxerga aquilo que falta para que as empreitadas deles também decolem.

Antenado em tudo que acontece à sua volta, ele encara as relações como oportunidades em potencial. Na ausência destas, se lança em busca de novas, que estejam de acordo com suas vontades empresariais. É especialista em transformar produtos obsoletos em novidades atraentes.

Empreendedor nerd

Bill Gates, fundador da Microsoft, e Mark Zuckerberg, criador do Facebook, são dois exemplos bem-sucedidos desta categoria. O que eles tinham em comum? A engenhosidade de um verdadeiro nerd.

Este esteriótipo é marcado por indivíduos que pensam (muito!) antes de agir. Suas decisões nunca são precipitadas e eles pecam apenas pelo perfeccionismo exagerado.

Se você é aficionado por tecnologia, cultura geek (games, quadrinhos, filmes etc) e inovação, é bem provável que esse seja o seu perfil. Não se esqueça de deixar sua inteligência no comando na hora de abrir um negócio.

Outra “nerdice” recorrente é a capacidade de mergulhar profundamente em um único assunto, a fim de se tornar um perito no tema. Empreendedores nerds criam coisas que só poderiam ser feitas por eles mesmos e por mais ninguém.

Eles se aproximam muito dos criativos, mas com a diferença de que não se arriscam tanto quanto estes. Esse ponto indica, inclusive, qual é o seu grande desafio: executar, tendo em vista que o planejamento sempre é feito com o cuidado e a aplicação necessários.

Também são capazes de descobrir muito por meio de seus estudos. Não têm nenhuma preguiça e encaram com grande prazer a obtenção de pós-graduações, cursos livres e afins, porque o aprimoramento é uma vontade constante.

A paixão por aprender mais também funciona como um motor para que o empreendimento sempre se atualize. Assim, ele nunca fica de fora das tendências tecnológicas e operacionais do momento.

Empreendedor inquieto

Esse é o perfil cujo nome mais deixa claro como ele pensa e age. O empreendedor inquieto não se conforma com nada. Na presença de uma vitória grandiosa, ele só consegue desejar uma próxima, que seja ainda melhor.

Geralmente, os inquietos sofreram com uma crise em sua antiga profissão. Cansados da mesmice e das obrigações costumeiras, resolveram partir para uma nova empreitada, em que pudessem controlar suas próprias ambições.

Eles não se rendem ao mediano: querem aquilo que supera suas próprias expectativas — e elas não são nada baixas.

Este perfil pode até não ser um exímio líder, nem um grande estudioso ou alguém dotado de brilhante criatividade. Contudo, se esforça absurdamente para alcançar a excelência em todos esses aspectos o quanto antes.

Quase nunca se rende a uma conquista: enquanto se move em busca de algo maior, não deixa de olhar para outras questões importantes em seu entorno. Jamais cruzará os braços enquanto não encontrar a solução exata.

Infelizmente, essa jornada multitarefa nem sempre é possível e ele pode se sentir fracassado por isso. Caso você preencha esses requisitos, lembre-se de que reconhecer seus próprios feitos de vez em quando é algo essencial.

Rene Rodrigues, professor da FGV (Fundação Getúlio Vargas), em entrevista concedida à revista Exame, coloca Sean Parker — fundador do Napster — como um representante nato: “Parker é um exemplo típico da geração Y. Irrequieto, sempre buscando coisas novas”.

Empreendedor trabalhador

Parecidos com aqueles que têm a inquietude dentro de si, os trabalhadores também não deixam nada pela metade e não descansam até que tudo esteja devidamente concluído.

Trabalham duro sempre, seja lá qual for o propósito. Estes empreendedores podem, inclusive, desenvolver problemas de estresse e de saúde por conta da rotina incansável que levam.

Portanto, precisam aprender a moderar um pouco mais. O difícil é convencê-los disso. Se você se identificou com este perfil, é porque tem prazer em ver seu empreendimento crescendo e não mede esforços para ajudar nesse desenvolvimento.

A entrega não cessa em nenhuma hipótese: não existem feriados e compromissos paralelos que sejam capazes de tirar seu rigoroso foco do trabalho.

Não se intimida por volumes extensos de tarefas a serem feitas e adora ter responsabilidade sobre diferentes funções. Acredita que empreender é um processo de construção contínua, que carece de comprometimento total com a causa.

O sucesso, para ele, é uma questão de tempo, já que invariavelmente chegará. É possível vê-lo sentindo mais orgulho por fazer algo do que pelas realizações obtidas anteriormente, porque ele nunca para.

É capaz de ler uma pilha de relatórios, fazer várias reuniões e ainda viajar para o exterior em um mesmo dia. Irrita-se com a falta do que fazer e sempre dá um jeito de se envolver com algo que requer sua disposição acentuada.

O trabalhador não se contenta com apenas administrar ou só fazer as projeções: ele almeja se relacionar com todas as atividades de sua empresa, acompanhá-las de perto, colocar a mão na massa e ainda aperfeiçoá-las.

Empreendedor franqueado

Criou-se, com o passar dos anos, a falsa visão de que ser um franqueado é muito diferente de empreender. Afinal, aderir a uma franquia pressupõe o respeito por determinadas regras e condutas prontas.

No entanto, essa percepção está equivocada. Quem garante isso é Filomena Garcia, sócia-diretora da Franchise Store e especialista em marketing, em sua coluna no portal UOL.

Em um de seus textos, a autora diz que “um franqueado terá de saber liderar e motivar uma equipe, decidir sobre as atividades do dia a dia, colocar metas individuais, e acompanhar seus resultados e saber sempre onde ainda pode melhorar”.

Dessa maneira, pode-se dizer que este perfil de empreendedor combina, a sua maneira, às qualidades inerentes aos outros perfis, concatenando-as com o intuito de executar um projeto.

Apesar de esse modelo de negócio ter parte de suas proposições — que partem dos franqueadores — já determinadas, é imprescindível que haja criatividade e capacidade administrativa naqueles que se propõem a investir nessa modalidade.

Engana-se, portanto, quem acredita que ter uma franquia é reproduzir algo preestabelecido. Não há como negar, é claro, a importância de entender a proposta, sabendo de suas particularidades. Para fazê-lo, contudo, é fundamental sair do lugar-comum e agregar novos valores ao conceito.

Quem gosta de superação, tem tudo para se encantar com empreendimento desta estirpe. Uma vantagem é a possibilidade de trabalhar com segmentos distintos: educação, alimentos, cosméticos etc.

Outro ponto interessante de ser um franqueado é poder contar com um apoio significativo para se chegar ao sucesso. Geralmente, profissionais competentes são disponibilizados pelas empresas para dar esse suporte.

Além disso, elas representam um investimento relativamente baixo quando comparadas a outros empreendimentos. O retorno, por sua vez, tende a vir rapidamente, fazendo a iniciativa valer a pena em um período curto.

Você e os perfis de empreendedor

Para entender melhor a ligação entre seus objetivos e as categorias listadas acima, basta olhar para as realizações que você já teve na vida. Sejam profissionais, sejam pessoais. O que você empreendeu? Quais ações partiram de seus desejos? O que, de concreto, você já criou? Do que você gosta?

Responder a essas perguntas e procurar outros exemplos de empreendedores realizados lhe ajudará a encontrar seu perfil. Você também pode fazer um teste de empreendedorismo para sabê-lo com maior precisão.

Faça, antes de tudo, um balanço do quanto você está disposto a investir. Vale frisar que esse investimento não está associado apenas ao dinheiro ou outros recursos materiais. Ele também implica em tempo, comprometimento e todos os outros componentes para que algo seu fique pronto.

Caso você reúna qualidades distintas, de moldes diferentes de empreendedorismo, não se preocupe, porque isso está longe de ser uma má notícia! Ser meio nerd e um pouco integrador pode combinar muito bem com uma franquia. Outras práticas recomendadas são:

  • pesquise;
  • coloque suas vocações à prova;
  • converse com quem te conhece bem;
  • siga seus instintos e escute seus sonhos.

Fazendo isso, logo você saberá em qual segmento pode ter mais sucesso.

Não deixe que detalhes ou a falta de convicção sejam fatores impeditivos para a realização de seu empreendimento. Lembre: quem tem uma empresa e é bem-sucedido hoje já passou por inúmeras dificuldades em momentos anteriores.

Esses perfis de empreendedor são guias para que você se situe em busca do controle de sua rotina e de um futuro melhor para a sua família. Inspire-se neles e tente se identificar para deixar seu próprio legado como empresário.

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Independência financeira: 6 passos para conquistar a sua!

Muitos trabalham por extensos períodos e no final do mês surge uma surpresa bem desagradável: o dinheiro não cobrirá todos os compromissos. E, essa dificuldade em manter a saúde financeira, que atinge boa parte da população brasileira, desequilibra o orçamento familiar e afeta a vida profissional também.

Contudo, é possível reverter essa situação a seu favor. Afinal, para manter as contas no azul, basta ter disciplina e, claro, muita organização. Inicialmente, parece uma tarefa difícil; entretanto, com alguns métodos, deixar o saldo positivo pode ser mais simples do que parece.

Gostaria de saber como conquistar a sua independência financeira, fechar o mês tranquilamente e com chances de criar uma poupança expressiva?  Confira, então, 6 superdicas para garantir um padrão de vida invejável!

1. Registre a movimentação financeira

Colocar cada detalhe no papel e anotar toda a movimentação do dinheiro é o primeiro passar para conseguir a autonomia financeira. O mais recomendado, nesse quesito, é registrar tanto as despesas quanto as receitas. Faça uma planilha completa e especifique tudo.

Em relação às despesas, não se esqueça de discriminar o tipo de gasto. Vale desde uma simples compra no mercado, até mesmo o pagamento do aluguel. O intuito, aqui, é ter pleno conhecimento da utilização da verba e, principalmente no que está sendo gasto o seu dinheiro.

São estratégias para entender melhor o fluxo financeiro e fazer os devidos ajustes para eliminar gastos desnecessários. Portanto, tenha o planejamento e a organização como prioridade, o que tornará todo o processo mais transparente e fácil de você acompanhar.

2. Estabeleça metas e planos

Outro aspecto que vai ajudar a economizar algum dinheiro para utilizar com aquilo que você realmente ama é estabelecer metas — tanto a curto, quanto a médio e longo prazo.

Não existe uma regra aqui. O importante é definir bem os seus propósitos para os próximos anos — seja fazer uma viagem para o exterior, seja abrir o seu próprio negócio, tornando-se um empreendedor. Ao determiná-las, saberá que cada sacrifício feito é em prol de um objetivo maior.

No entanto, não é só isso. É preciso também pensar em estratégias capazes de viabilizar as suas metas. Afinal, de nada adianta ter os objetivos bem definidos sem ter uma atitude para torná-los reais, não é mesmo?

A implementação dessas ações vai proporcionar mais motivação para se programar financeiramente. E, logo você perceberá que o seu desejo pode, sim, ser realizado. Sabe aquele sonho que já foi adiado diversas vezes devido a falta de recursos? Pois então, você pode, enfim conseguir colocá-lo em prática.

3. Evite empréstimos

Com o intuito de quitar as contas de uma vez, as pessoas pensam que a solução é realizar outras dívidas. Nesse caso, elas esquecem de analisar as taxas cobradas pelo banco, que normalmente são astronômicas. Ou seja, fuja dos empréstimos.

Se você está endividado, que tal tentar renegociar o valor juntamente ao credor? Empréstimos, em geral, não compensam porque você estará apenas mudando a dívida de lugar. E, ainda com o risco de pagar juros altos.

Renegocie a dívida com parcelas que, de fato, cabem no seu orçamento. Afinal, de nada adianta fazer um compromisso que você não conseguirá honrar.

Vale ressaltar que o empréstimo, muitas vezes, é o principal motivo pelo qual a situação financeira de qualquer indivíduo transforma-se numa bola de neve. Quando  a pessoa percebe, o dinheiro está sendo utilizado simplesmente para pagar multas e juros e a dívida original continua lá.

4. Extermine os cartões de crédito

Claro que se usado corretamente, o cartão de crédito pode ser um grande aliado, visto que o portador tem alguns dias para pagar a conta — isso sem falar na questão da possibilidade de parcelamento.

Mas, quando não há um controle rígido, o uso incorreto dos cartões torna-se no vilão que impede o sonho da estabilidade financeira.

Outro ponto desvantajoso do cartão é que ele pode estimular a pessoa a fazer dívidas, muitas vezes, desnecessárias. O motivo é simples: o dinheiro não está saindo do bolso naquele momento. Porém, quando a fatura chega, a pessoa percebe o estrago feito.

O mais recomendado, nesse contexto, é optar por compras no débito ou à vista. Ainda mais quando a empresa disponibiliza descontos. Deve-se desenvolver essa prática para evitar problemas futuros. Ou seja, se não tem dinheiro, não compra.

5. Adote um estilo de vida equilibrado

Pessoas endividadas, em geral, tentam manter um padrão de vida muito acima do permitido. Em outras palavras, elas vão em restaurantes caros, compram o celular da moda, adquirem roupas para ostentar grifes famosas e andam em automóveis luxuosos.

Entretanto, para manter esse estilo é preciso despender um valor elevado. Contudo, nem sempre o indivíduo tem um salário condizente com a vida que gosta de ostentar.

Talvez seja necessário refletir mais sobre isso, superar o consumismo exacerbado, evitar endividar-se e viver com simplicidade; porém, mais feliz.

O mal da sociedade contemporânea é pensar que a felicidade está nas coisas. De nada adianta usar objetos caros sabendo que não terá dinheiro para pagá-los. Por isso, não caia nesse erro. Saiba administrar bem os seus recursos com sabedoria e equilíbrio.

6. Reserve uma quantia da sua remuneração

Quando alguém quer emagrecer, qual é a atitude mais adequada? Além de malhar e ter uma alimentação balanceada, o ideal é que a quantidade de calorias queimadas no dia a dia seja maior do que as ingeridas, certo?

O raciocínio é o mesmo no mundo das finanças. Para conquistar a tão desejada independência financeira é fundamental gastar menos do que o valor recebido mensalmente. Não tem erro nesse cálculo. Pense nisso!

Faça um planejamento estruturado e certifique-se de guardar uma porcentagem do seu salário. Como já dizia o ditado, de grão em grão, a galinha enche o papo. Isso significa que, em questão de tempo, você conseguirá poupar um montante expressivo.

A conquista da independência financeira acontece por meio de um processo gradual. Não basta, por exemplo, manter as contas em dia e não se programar para poupar recursos. Assim, é preciso seguir à risca todos as etapas, pois cada aspecto está diretamente ligado com o sucesso dessa missão.

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