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Everton Sabú
Fundador

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Franquia de sucesso: guia com passos desde a criação à expansão do negócio

Você pensa em abrir um negócio próprio? Que tal optar pelo franchising? Com ele, é fácil ter uma franquia de sucesso. Quer saber como? Essa pergunta envolve diferentes variáveis. Apostar em uma marca já testada e conhecida é o suficiente para alcançar o êxito. Mas é possível melhorar os resultados a partir de alguns aspectos.

Neste post, mostraremos os passos necessários desde a criação até a expansão da sua unidade, passando pelas vantagens de investir em uma franquia. ​E então, ficou curioso para conhecer as peculiaridades de cada um desses tópicos? Acompanhe e veja como atingir a alta performance!

Conheça as vantagens de investir em uma franquia

Ser um franqueado é ter o direito de comercializar produtos e serviços de uma marca já conhecida e testada pelo mercado. Além desse benefício, você ainda pode ter acesso ao know-how e aos direitos de licença, com a contrapartida de pagar algumas taxas mensais e/ou anuais, dependendo do contrato.

No Brasil, muitas pessoas apostam nesse modelo de negócios pelos resultados positivos que apresenta. Segundo os dados consolidados de 2017 da Associação Brasileira de Franchising (ABF), o crescimento do setor em faturamento foi de 8%, chegando a R$ 163,319 bilhões. O total de unidades também aumentou em 2%, fechando em 146.134.

Já no primeiro trimestre de 2018, a alta foi de 5,1% no faturamento, em comparação ao mesmo período de 2017. O total alcançado foi de R$ 38,762 bilhões. Nos 12 meses anteriores acumulados, o desempenho foi 7% maior. Já o saldo no número de unidades foi positivo em 1%.

Esses números já evidenciam as vantagens de abrir uma franquia. Porém, existem outros benefícios. Veja quais são os principais a seguir.

Expansão rápida

É um dos diferenciais desse modelo de negócio. Para a marca, a vantagem é conseguir ampliar as operações sem fazer grandes investimentos. Para os proprietários das unidades, é a chance de obter retorno rápido e poder investir em outro empreendimento ou na abertura de mais uma unidade.

Aumento do poder de compra

Sabe aquela ideia de que a compra de vários itens tende a diminuir o preço deles? É exatamente isso que a franquia faz. Como é necessário adquirir um volume mais alto de mercadorias para toda a rede, a franqueadora tem um poder de negociação maior.

Com isso, há a tendência de baratear a aquisição dos itens por meio da chamada economia de escala. Esse preço mais baixo é repassado aos proprietários das unidades, que reduzem seus custos de funcionamento.

Acesso ao conhecimento

Compartilhar conhecimentos e informações é uma das melhores prerrogativas do sistema de franchising. Isso ocorre entre marcas e franqueados, assim como entre os próprios donos de unidades. Essa troca constante propicia o aumento do potencial de negócios pela difusão de boas práticas, que elevam a vantagem competitiva.

Além disso, como franqueado, você terá acesso ao produto ou serviço comercializado e também terá pessoas capacitadas pela própria marca para trabalharem na sua unidade. A franqueadora ainda atua diretamente com a divulgação da marca e indicará quais são os quesitos de qualidade necessários.

Suporte da franqueadora

Decidir pela abertura de um negócio é um desafio, porque há vários quesitos a serem considerados. Com o franchising esse processo é facilitado, porque você já conta com um apoio contábil, administrativo, operacional, jurídico e tecnológico.

Apesar de seu negócio ser uma pessoa jurídica independente e você ser responsável pela gestão da unidade, será desonerado de boa parte da burocracia de abrir uma empresa do zero. Com isso, pode focar o operacional e o estratégico da sua unidade.

Da mesma forma, a marca oferece treinamento e capacitação para os colaboradores. Eles aprenderão desde a história da marca, seus produtos e serviços até a forma como o atendimento deve ser realizado e o que é fundamental para garantir o nível de qualidade exigido.

Assim, a marca tem a maior responsabilidade para si, já que cuida de todo o sistema de franchising, tem o dever de inovar e aperfeiçoar produtos e serviços oferecidos e ainda se preocupa com o desempenho das unidades. Para você, cabe atentar aos aspectos do seu negócio para que o êxito seja alcançado.

Abra-seu-próprio-negócio
Abra-seu-próprio-negócio

Saiba o que fazer para abrir uma franquia de sucesso

A verdade é uma só: por mais que você opte pelo franchising, que tem mais chances de bons resultados, apenas chegará a esse objetivo se gostar do que faz. O primeiro passo para começar a trilhar esse caminho é selecionar um empreendimento e uma marca com os quais tenha afinidade.

A partir disso, é preciso considerar outros aspectos que farão toda a diferença. Veja quais são eles a seguir.

Avalie suas habilidades

autoconhecimento é fundamental na hora de definir o melhor negócio e tomar decisões com clareza. Há muitas opções de franquias disponíveis no mercado. Descobrir a mais adequada para seu perfil é o desafio nesse momento.

Para descobrir a resposta, vale a pena fazer a si mesmo algumas perguntas:

  • Como imagina seu futuro?
  • Por que deseja abrir seu negócio?
  • Quais benefícios deseja obter com o empreendimento?
  • Quais são seus hobbies e paixões?

Perceba que o dinheiro é o que menos importa. Aqui, vale a pena pensar naquilo que o move como pessoa. Por exemplo: se você gosta do segmento de educação, uma alternativa interessante é abrir uma franquia de cursos profissionalizantes e idiomas, que prepara o estudante para o mercado de trabalho.

Esse é o caso do Formatec Informática, da Jumper!, que é um curso 3 em 1. Nele, o aluno sai pronto para o mercado de trabalho e tem uma formação completa para conquistar seu espaço.

Avalie o mercado

Esse aspecto deve estar alinhado aos seus objetivos pessoais e profissionais. Analise se há algum produto ou serviço que falta na sua cidade ou região, se as pessoas reclamam e fazem solicitações por alguma coisa, qual é o nível de renda das famílias e quanto os indivíduos estão dispostos a pagar por determinados produtos e serviços.

Esse processo pode ser feito de diferentes maneiras. Uma pesquisa na internet, em sites governamentais e do IBGE, por exemplo, é um bom começo. Mas também vale a pena conversar com as pessoas e identificar ausências e possibilidades de melhoria. Lembre-se: tudo depende de oferta e demanda.

Nesse estudo, levante também a situação da concorrência. Verifique quais ofertas fazem e como estão seus resultados. Esse é um bom termômetro para definir em que investir.

Tenha cuidado com os aspectos financeiros

A abertura de qualquer negócio exige um investimento, que tende a ser arriscado. Por isso, o ideal é ter o montante necessário para começar seu empreendimento com o pé direito.

De cara, elimine qualquer marca cujo valor inicial esteja acima das suas possibilidades. Verifique também qual é sua expectativa de recuperação do capital empregado. As franquias sempre indicam o tempo médio de retorno do investimento e ter esse parâmetro é uma boa ideia para definir se está no caminho certo.

Atente à necessidade de capital de giro, isto é, aquela quantia que será utilizada para o funcionamento da empresa nos primeiros meses. A franqueadora também costuma recomendar o total necessário.

Tenha em mente que, mesmo sendo um negócio com mais chances de sucesso, o início costuma ser mais difícil e você precisa ter uma boa gestão para melhorar as finanças o mais rápido possível. Lembre-se de que é necessário efetuar o pagamento de algumas taxas, como de royalties e publicidade.

Estude o segmento em que pretende atuar

O conhecimento do mercado é importante, mas também é necessário explorar o segmento em que pretende atuar como franqueado. Verifique quais são os principais detalhes da área, quem é seu público-alvo, do que os consumidores gostam e quais são suas frustrações.

Aproveite para identificar também quais são os tipos de ponto de venda aos quais os franqueados mais têm acesso e quais são os elementos comuns. Com isso, você consegue ter uma visão mais ampla sobre o setor e pode detectar os desafios que enfrentará nesse processo.

Avalie a Circular de Oferta de Franquia (COF) e o contrato

Esses dois documentos são os principais na relação entre franqueadora e franqueado. Eles devem trazer informações semelhantes. A diferença é que a COF deve ser entregue 10 dias antes de você efetuar o pagamento de qualquer taxa e de assinar o contrato.

Nessa circular, devem constar dados sobre a situação financeira da marca, possíveis pendências judiciais, aspectos legais da franquia, investimentos necessários, pagamentos que deverão ser realizados, entre outras informações. Já o contrato traz todas as cláusulas que determinarão a relação entre marca e unidade.

Avalie a COF e o contrato atentamente, em todos os seus aspectos. Você verá que as cláusulas são fáceis de entender e você mesmo pode fazer essa avaliação.

Cuide das questões burocráticas

O suporte da franqueadora é essencial, mas existem algumas atividades que dependerão somente de você. Muitas delas estão relacionadas à abertura do negócio. Como sua empresa é uma pessoa jurídica desvinculada da marca, precisará verificar o que é necessário na Prefeitura e Secretaria de Estado da Fazenda (para atividades de comércio e indústria) para abrir sua unidade.

Entre as questões que devem ser levantadas estão:

  • análise de viabilidade, para saber se a escolha do ponto comercial da franquia é permitida pelo município;
  • registro do contrato social ou requerimento de empresário, documentos que indicarão as responsabilidades, direitos e deveres da empresa, bem como apresentarão as relações de sócios e outros dados relevantes;
  • entrega de documentos no cartório de pessoas jurídicas, processo que varia se o negócio se enquadrar como microempresa (ME) ou empreendimento de pequeno porte (EPP);
  • apresentação de documentos na Junta Comercial, com encaminhamento do contrato social para constituir a unidade franqueada.

Novamente, esse processo deve contar com a ajuda de profissionais, especialmente o advogado e o contador, que indicarão os melhores caminhos a seguir.

Elabore um plano de negócios

A ideia desse documento é guiá-lo para indicar o que deve ser feito, quais são os próximos passos e quais dificuldades podem ser encontradas pelo caminho. Perceba que a marca já tem um plano de negócios, no qual identifica oportunidades de mercado em regiões nas quais pretende atuar.

Porém, é recomendado elaborar um plano de negócios para sua unidade, que deve contemplar características e perfis de comportamento do público-alvo específico da sua cidade ou bairro. Por isso, faça uma análise de mercado para conhecer os potenciais clientes e realize uma projeção de lucro líquido mensal.

Multiplique o montante por 12 para ter uma ideia da receita estimada perante o desembolso necessário. Considere ainda seus pontos fortes e fracos para saber o que precisa ser trabalhado para atingir o sucesso. Assim, você terá um retorno melhor em um período de tempo mais curto.

Veja os cuidados necessários para abrir uma franquia

As vantagens e os aspectos práticos de ser um franqueado são importantes, mas devem ser seguidos de alguns cuidados essenciais. Ter essa atitude garante que você tenha mais chances de sucesso, além de também eliminar alguns obstáculos normais que podem surgir pelo caminho.

Conheça, então, quais são os aspectos que requerem uma precaução extra.

Selecione uma franquia confiável

A seleção do segmento em que você vai atuar é o primeiro passo, mas atente também à marca com a qual fará parceria. O empreendimento deve ser confiável e, de preferência, filiado à ABF, instituição que exige critérios de qualidade específicos para que as franqueadoras façam parte.

Consuma os produtos e serviços da marca

A maneira mais fácil de saber se o que você está vendendo tem qualidade é experimentar. Os empreendedores devem usar os produtos ou serviços oferecidos pela marca antes mesmo de se aventurarem em uma parceria. Lembre-se de que você terá que reproduzir o formato. Portanto, se achá-lo ruim, é melhor optar por outro negócio.

Siga as estratégias determinadas pela marca

A principal prerrogativa para os franqueados é seguir o que a franqueadora estabelece. O modelo de negócios deve ser reproduzido, porque foi testado e aperfeiçoado por anos. Caso você tenha alguma ideia, converse com a marca e veja se é possível fazer alguma modificação. Sempre há espaço para conversas.

Atente às questões financeiras da unidade e familiares

O aspecto financeiro é uma das principais preocupações dos empreendedores no começo do negócio. Como é preciso ter o montante relativo ao investimento inicial acrescido de capital de giro, é comum ter que solicitar empréstimos.

No entanto, você também deve pensar no lado financeiro da sua família. É preciso ter uma reserva de emergência para casos de necessidade e também para evitar o comprometimento do estilo de vida. O ideal é que a quantia total seja equivalente a 6 meses de gastos da casa.

Para o negócio, basta ter o capital equivalente ao que a marca indica como necessário. Nesse momento, tenha em mente que o melhor é ser conservador.

Converse com os franqueados

Na COF estão dispostos os contatos das unidades atuais. Vale a pena conversar com eles e questionar sobre a marca, como funciona a parceria, se tudo o que está disposto em contrato é seguido e quais retornos já foram conquistados. Isso trará mais confiança e motivação para atingir o sucesso.

Aprenda sobre gestão

A responsabilidade de administrar o negócio é sua. Cabe a você aprender sobre gestão e saber o que é necessário para incentivar os colaboradores. Por isso, estude, leia livros e faça cursos online. Eles o ajudarão significativamente a atingir bons resultados.

Agora que você já verificou a importância de todas as particularidades burocráticas, judiciais, administrativas etc., precisa pensar no marketing local, porque é ele que fará os clientes chegarem à sua unidade.

Entenda quais estratégias de marketing você pode utilizar

A franqueadora já é encarregada de fazer a divulgação de seus produtos e serviços. Mas as estratégias locais são essenciais para chamar a atenção do público e garantir que sua unidade tenha um bom nível de vendas. Veja, a seguir, o que é possível fazer.

Engaje-se com a marca

Sua unidade representa uma marca. Ter um bom relacionamento com o departamento de marketing garante melhores decisões e o acesso a recursos diferenciados. Foque o trabalho alinhado, que impacta positivamente a rotina operacional. Para isso, compreenda o conceito geral da franqueadora, seu posicionamento no mercado e as expectativas para as unidades.

Repasse o valor da marca aos colaboradores

As pessoas contratadas para sua unidade podem passar pelo treinamento da marca, mas nem sempre internalizarão os valores da franqueadora. Reforce essa questão diariamente e instigue sua prática com os clientes. Isso interfere no desempenho e também na motivação dos colaboradores, que passam a ter um sentimento de valorização.

Invista nas redes sociais

A marca tem seus perfis em redes sociais, mas sua unidade também deve aproveitar essa técnica. Marque sua presença digital e divulgue produtos, serviços, promoções, lançamentos e o que mais achar relevante dentro do contexto da marca.

Esteja disposto a interagir com os clientes a qualquer momento, respondendo às suas dúvidas e reclamações. Essa é uma maneira eficiente de inverter uma impressão ruim e garantir que um cliente que teve uma experiência negativa dê uma nova chance para sua unidade.

Aposte no e-mail marketing

Essa estratégia é uma das mais eficientes, porque o cliente permitiu que você entrasse em contato ao fornecer seu e-mail. Por isso, aposte nessa ideia para divulgar os produtos e serviços, bem como para chamar a atenção dos consumidores.

A dica aqui é adotar uma linguagem mais informal e próxima do leitor, mas condizente com o público-alvo. Crie conteúdos relevantes e envie as mensagens com uma periodicidade predeterminada. Além disso, use uma ferramenta de automação que facilite a captura de dados e o envio das informações.

Lembre-se do marketing local

As mídias tradicionais também são bons canais de divulgação. Use folders, outdoors, campanhas em rádio, TV e jornais locais para chamar a atenção dos potenciais clientes. Esteja próximo do público e crie eventos diferenciados que atraiam as pessoas até seu estabelecimento. O resultado será bastante positivo.

Checklist: 10 segredos das franquias de sucesso

Chegou até aqui? Nesta parte final do post, vamos apresentar os 10 segredos das franquias de sucesso. Ficou curioso? Confira a seguir.

1. Identifique-se com o negócio

Conhecer a empresa e se identificar com ela é imprescindível, como já citamos. A paixão é o que deve mover sua motivação. Então, se o que você ama é educação, abra uma franquia de idiomas. Se preferir moda, abra uma loja de roupas. Tenha em mente: essa é chave para começar bem seu negócio.

2. Dedique-se

Começar um negócio do zero, mesmo que seja uma franquia, exige muito esforço e dedicação. É comum o empreendedor desejar abrir sua unidade para ficar mais tempo com a família. É claro que você terá mais liberdade para equilibrar o tempo, mas no começo terá que investir na disciplina. No entanto, saiba que isso vale a pena. Por isso, esteja disponível.

3. Goste de atender e gerir pessoas

É responsabilidade do dono da unidade gerenciar os colaboradores e ajudá-los quando necessário. Observe que você precisará colocar a mão na massa de vez em quando e também precisará trabalhar para estruturar a equipe. Assim, as atividades continuarão sendo realizadas mesmo que você precise se afastar temporariamente.

4. Capacite-se

Leia e estude sempre. É dessa forma que você se manterá atualizado e encontrará respostas para seus problemas. Procure cursos voltados para suas dificuldades e busque sanar as lacunas de conhecimento existentes. Outra dica relevante é dominar a legislação do franchising, que pode contribuir muito em caso de imprevistos com a marca.

5. Empodere-se do negócio

Ser um franqueado não é ter apenas uma unidade. É também se empoderar da marca e entender que faz parte dela e contribui para seus resultados. Saiba que são suas atividades diárias que fazem o negócio acontecer e que, por mais que tenha que seguir as determinações da marca, você pode resolver alguns obstáculos que surgem no dia a dia.

6. Inspire-se nos franqueados de sucesso

É importante que você mire o sucesso, conheça os cases mais valorizados e entre em contato com os proprietários de unidades que tiveram mais êxito. Questione suas estratégias e veja o que o diferencia. Quem sabe pode ser o caminho para aprimorar seus resultados.

7. Cuide do atendimento

Ter clientes é o que garantirá seu faturamento, o lucro e a existência da sua unidade. Por isso, mais que oferecer produtos e serviços de qualidade, invista no bom atendimento. Trate bem seus clientes e exija isso dos colaboradores. Um atendimento de excelência vale ouro, acredite.

8. Controle as despesas

É fundamental controlar suas receitas e despesas. Faça um fluxo de caixa eficiente e preveja os gastos dos próximos meses para saber quanto precisa faturar. Se precisar, peça dicas para a franqueadora para começar as vendas com o pé direito.

9. Valorize os colaboradores

São eles que garantirão a operação do negócio no dia a dia, então, lembre-se sempre dos funcionários quando os resultados forem positivos. Faça uma pequena comemoração quando as metas forem atingidas, esteja próximo e busque ouvi-los. Atitudes simples fazem a diferença e criam um clima organizacional muito melhor para se trabalhar.

10. Mantenha os produtos em estoque

Armazene os produtos de maneira equilibrada. Evite deixar muitos itens sem giro para que o capital não permaneça parado durante bastante tempo. Porém, evite ficar sem alguma mercadoria, porque isso ensejará a perda de oportunidades.

Agora que você entende o que é uma franquia de sucesso, que tal conhecer uma marca que contempla todos os quesitos que abordamos neste post? Na Jumper Franchising, prezamos pelo suporte aos franqueados e pelo atendimento de excelência. A partir dos nossos cursos, você tem a oportunidade de empreender e ter ganhos rápidos com uma franqueadora de qualidade.

Então, aproveite e entre em contato conosco para conhecer melhor nosso método! A conversa é totalmente sem compromisso e você terá a chance de colocar sua paixão em prática.

Abra o seu próprio negócio

Como elaborar um plano de negócios? Confira em 6 passos!

Montar o próprio negócio envolve uma série de desafios e é muito importante estar preparado para cada um deles. Algumas estratégias, como elaborar um plano de negócios, pode não só ajudar a enfrentar esses desafios, como proporcionar o crescimento sustentável da empresa.

Se você é empreendedor e ainda não fez o planejamento do seu negócio, saiba que sua empresa corre sérios riscos. Mas nunca é tarde para começar. Por isso, criamos este guia para ajudar você a elaborar um bom plano de negócios e garantir o sucesso da sua empresa no mercado. Então, aproveite e boa leitura!

Entenda por que a sua empresa precisa de um plano de negócios

Vamos começar explicando melhor o que é um plano de negócios. Ele é um documento criado para registrar todas as definições importantes que nortearão os trabalhos da empresa. Nele, devem constar todas as principais previsões de oportunidade e desafios que serão enfrentados nos próximos anos, bem como todos os custos e proventos.

Começar uma empresa sem um documento como esse é perigoso. Afinal, é preciso conhecer muito bem o cenário no qual ela estará inserida. As informações sobre os concorrentes, clientes e fornecedores são apenas algumas das peças-chave desse documento, que conta com todo um estudo e planejamento de ações para direcionar os esforços e investimentos.

Por meio dele, você poderá tomar decisões estratégicas com base em dados concretos, sem “achismos”. Além de ser uma atitude mais profissional, a margem de erro nas principais definições da empresa diminui consideravelmente. Automaticamente, as chances de sucesso aumentam e você poderá considerar até mesmo uma expansão dos negócios em algum tempo.

Aprenda como elaborar um plano de negócios em 6 passos

O plano de negócios proporciona diversos benefícios, mas é preciso fazê-lo da forma certa. Por isso, listamos um passo a passo para ajudar a orientar você nessa empreitada. Leia atentamente cada um deles e comece ainda hoje o planejamento da sua empresa. Confira!

1. Sumário executivo

O seu plano de negócios deve iniciar com um sumário executivo. Ele é um resumo de tudo o que será encontrado no documento e, apesar de estar nas primeiras páginas, é uma das últimas partes a ser feita.

É importante que ele seja bastante representativo em relação ao restante do conteúdo, pois ele é feito para que um possível investidor, por exemplo, o leia rapidamente e se interesse pelo todo.

2. Análise de mercado

Esse é o primeiro passo do plano de negócios: conhecer bem o mercado onde sua empresa está inserida. Nessa etapa estão incluídas análises internas e externas.

Assim, identifique todos os seus pontos fortes e fracos, além das oportunidades e ameaças externas. O mais importante aqui é registrar todos esses aspectos para embasar diversas outras atividades que serão realizadas a seguir.

Realize uma pesquisa de mercado, conheça seus principais concorrentes, observe como eles atuam e quais são os pontos fortes e fracos de cada um deles. Não deixe de conhecer também o seu público. Procure saber como são seus hábitos, suas preferências e qualquer informação que possa ser utilizada em sua estratégia de marketing. Faça o seu “dever de casa”.

3. Plano de marketing

Depois de conhecer o mercado, você já será capaz de elaborar o plano de marketing. Nele, você definirá qual o produto ou serviço a sua empresa oferecerá. É importante considerar que a definição do produto ou serviço deve ser feita com base nas informações de mercado identificadas na etapa anterior.

Após essa definição, devem ser estabelecidas as estratégias de marketing tanto para o lançamento quanto para a divulgação constante da empresa no mercado. É nesse momento, inclusive, que são definidos os canais de distribuição, como será a evolução do produto para os próximos anos e diversos outros detalhes que ajudam a vislumbrar o futuro da empresa.

4. Planejamento financeiro

Esse é um dos itens mais delicados do plano de negócios. Ele envolve bastante estudo e pesquisa para ser feito da forma correta. É nessa etapa que se identifica e comprova a viabilidade financeira da empresa. Para isso, as informações adquiridas na pesquisa de mercado serão muito úteis.

Nesse estágio, são feitas as principais projeções de custos e lucros para médio e longo prazos. Assim, ele mostra, do jeito mais próximo da realidade possível, como será a situação financeira da empresa ao longo dos meses e anos vindouros.

Consequentemente, é possível mostrar o ritmo de crescimento esperado e a quantidade de investimentos que serão necessários ao longo desse período de tempo.

5. Plano operacional

O plano operacional retrata a capacidade de produção da sua empresa. Nessa seção, são descritas as informações sobre equipamentos, instalações e todo tipo de recursos necessários para que a sua empresa entregue o produto ou preste o serviço ao cliente.

O ponto de atenção aqui é não deixar nada de lado. Isso pode influenciar até mesmo no planejamento financeiro e de marketing, já que podem ser necessários investimentos em equipamentos, treinamento de pessoal e até mesmo uma contratação em massa para a expansão do negócio em um determinado momento.

6. Execução do projeto

Depois de todas essas definições, sua empresa estará pronta para começar suas atividades de forma organizada e direcionada. Para seguir todas as definições do plano de negócios, é importante elaborar um plano de ação, com base nos objetivos definidos no planejamento de marketing. Determine indicadores e faça o acompanhamento constante deles.

Garanta que a sua empresa está seguindo as ações determinadas no plano de negócios para que as metas sejam alcançadas dentro do previsto. Também é importante revisá-lo periodicamente para que ele esteja sempre atualizado. Lembre-se: o mercado é dinâmico e você precisa estar atento às mudanças.

Como você pôde ver, cada etapa traz uma série de pontos relevantes que podem determinar se a sua empresa obterá ou não o sucesso desejado. E, agora que você já sabe como elaborar um plano de negócios, coloque tudo em prática e faça a sua empresa crescer.

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3 vantagens e desvantagens de empreender e ser dono do próprio negócio

Depois de certo tempo tentando se adequar às exigências do mercado de trabalho, é natural ter a sensação de que o retorno recebido não é compatível com o esforço dedicado e que os frutos de seu trabalho estão sendo colhidos por outras pessoas.

Se você sente esse tipo de insatisfação profissional, já deve ter parado para pensar sobre as vantagens de empreender e sobre como sua carreira seria diferente se fosse um empresário.

Pensando nisso, no post de hoje trouxemos alguns pontos que devem ser levados em conta na hora de decidir se empreender é mesmo a solução para você. Veja!

3 vantagens de empreender

Empreender oferece muitas vantagens, principalmente no que diz respeito à autonomia que você passará a ter no seu trabalho. Vamos a elas!

1. Flexibilidade

Esse é, em geral, o principal objetivo que se tem em mente quando se pensa em empreender. Ter seu próprio negócio permite que você decida seu local e horários de trabalho, além de proporcionar autonomia para organizar suas prioridades nos âmbitos profissional e pessoal.

Como empreendedor, você decidirá onde e a que horas começará e parará de trabalhar, bem como o momento ideal para tirar férias.

É claro que isso não significa que você trabalhará menos, afinal de contas, você terá mais responsabilidades como dono do seu negócio do que como funcionário. Por outro lado, esse tipo de decisão partirá de você, equilibrando a saúde do negócio e seu próprio bem-estar.

2. Escolha da própria equipe

Uma parte fundamental de todo negócio é a equipe. Você já deve ter percebido que a desarmonia entre os membros de uma equipe impacta não apenas na motivação dos colaboradores, mas também nos resultados de um trabalho.

Enquanto dono do seu próprio negócio, você não precisará trabalhar com uma equipe que considere incompetente ou tóxica, uma vez que será você que escolherá seus membros e que também terá autoridade para auxiliá-los na resolução dos conflitos, promovendo um ambiente de trabalho agradável e motivador para todos.

3. Realização pessoal e financeira

Essa é uma questão central quando falamos em trabalho. Passamos uma parcela enorme do nosso tempo trabalhando, de forma que há pouquíssimo espaço na nossa rotina para projetos pessoais — principalmente quando é preciso conciliar vida profissional e família.

Desse modo, as oportunidades de encontrar realização pessoal fora do ambiente profissional são muito pequenas. É necessário, portanto, que as horas investidas no trabalho sejam também um investimento naquilo que é importante para você e para o desenvolvimento das suas habilidades.

Além disso, para se sentir motivado a executar suas funções com qualidade, é fundamental que você sinta que está sendo remunerado de forma justa, o que é difícil quando seu salário é muitas vezes inferior ao lucro que você proporciona ao seu empregador.

Empreender possibilita tudo isso, uma vez que cada hora trabalhada significa um investimento no seu próprio futuro e no de sua família. Também é muito mais fácil encontrar uma relação clara entre o seu esforço e o retorno financeiro obtido, uma vez que como empreendedor você trabalhará para si mesmo.

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Faça já o teste e descubra se você tem Perfil Empreendedor

3 desvantagens de empreender

É claro que vantagens como essas não vêm sozinhas. Empreendedores também precisam superar alguns desafios! Confira as três principais desvantagens de empreender:

1. Burocracia

O primeiro obstáculo do empreendedor é que ninguém se torna empresário da noite para o dia. Há uma série de burocracias que devem ser resolvidas antes de dar esse salto na carreira, que vão desde a criação de um CNPJ a questões específicas do tipo de negócio que você pretende abrir.

Pode ser necessário alugar um ponto comercial, contratar funcionários, retirar alvarás e adequar os equipamentos do seu negócio às regulamentações de segurança e salubridade.

Sendo assim, planeje a abertura de seu empreendimento com certa antecedência e procure entender quais serão as necessidades de seu negócio. Dessa forma, você não será pego de surpresa.

2. Atenção às finanças

Também é muito importante que você esteja sempre de olho no desempenho do seu negócio. Afinal, como empreendedor você não terá mais uma renda fixa: seu esforço e a qualidade de suas estratégias serão determinantes para seus lucros.

Sendo assim, se quiser obter um bom retorno do seu negócio, você precisará registrar as entradas e saídas de produtos, acompanhar de perto as atividades dos seus funcionários e minimizar os seus gastos.

Mesmo que você tenha gestores competentes trabalhando com você, é fundamental ter conhecimento e comprometimento para acompanhar o seu negócio e possibilitar que ele cresça de maneira sólida.

3. Necessidade de investimento inicial

Por fim, mas não menos importante, está um ponto crucial nessa decisão: a disponibilidade de capital inicial para investir no seu empreendimento. A existência e o tamanho desse capital vão possibilitar ou limitar determinados tipos de negócio; dessa forma, é muito importante que você tenha isso em mente antes de escolher o campo em que gostaria de atuar.

Para dar conta dos equipamentos, do espaço e da folha de pagamento dos funcionários necessários para que você abra seu negócio, é fundamental dispor de um montante compatível de dinheiro para investir. Vale lembrar também que alguns negócios demoram mais tempo para se pagar do que outros.

Nesse contexto, também é importante falar dos riscos de empreender: nem sempre um empreendimento é bem-sucedido, de forma que não há garantia de retorno do seu investimento. Esse retorno e um subsequente lucro são consequências de boas estratégias e de muito trabalho duro.

As vantagens de empreender são muito sedutoras, mas tenha em mente que elas também acompanham grandes responsabilidades. De todo modo, essas e outras desvantagens de empreender podem ser contornadas se você souber se organizar antes de se tornar empresário e se mantiver atento ao desempenho do seu negócio.

Esperamos que este post tenha ajudado você a refletir melhor sobre a possibilidade de começar seu próprio negócio. Entender não só as vantagens de empreender, mas também as desvantagens, é o primeiro passo para o sucesso de uma nova empreitada.

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Próprio negócio: como se organizar para começar a ser empresário?

A ideia de ser o seu próprio chefe e poder aproveitar todos os benefícios de trabalhar por conta própria tem se tornado cada vez mais atrativa no Brasil. Mesmo em épocas de crise financeira, ser empresário é um caminho vantajoso.

Além de poder aumentar sua renda progressivamente, o empreendedor também desfruta de horários de trabalho mais flexíveis, aumentando sua qualidade de vida. Mas para ter um negócio de sucesso é fundamental que você saiba se planejar.

A falta de preparação dificulta muito a caminhada da empresa e pode até mesmo causar o seu fracasso. Para ajudar você, trouxemos neste post um passo a passo para montar um negócio. Aproveite!

Escolher um nicho de mercado

A primeira escolha que você vai fazer diz respeito ao seu negócio propriamente dito. Com o que você quer trabalhar? O que você pretende oferecer ao mercado? As possibilidades são infinitas. Você pode vender produtos, oferecer serviços, trabalhar com consultoria, etc.

Para definir seu produto, uma boa dica é pensar no que você já sabe fazer e no que você gosta ou tem facilidade. Suas habilidades e conhecimentos atuais podem ser muito úteis para fazer um negócio independente, que você consiga desenvolver até mesmo sozinho nos primeiros meses.

Outro ponto que deve ser analisado é o mercado. Toda empresa existe para solucionar algum problema ou oferecer algo diante de uma necessidade do mercado consumidor. Nesse sentido, você pode desenvolver um aplicativo que facilite a vida das pessoas ou pode abrir a primeira cafeteria de um bairro, por exemplo.

Um novo negócio não precisa necessariamente ser algo inédito. É possível observar o mercado e ver o que pode ser melhorado. Para isso, a ideia de focar em um nicho é muito interessante. Você pode ter muito sucesso abrindo um comércio comum, mas que foque em um público específico e ofereça a ele experiências diferenciadas.

Verificar a viabilidade do negócio

Para ser empresário e obter sucesso, você precisa de muita preparação. Uma ótima ideia não se sustenta sozinha. Sem um bom modelo de negócio e muita capacidade administrativa, muitos empresários acabam desperdiçando ideias promissoras.

Para evitar isso, é preciso desenvolver uma base sólida para sua empresa. Você deve realizar uma extensa pesquisa e montar um plano de negócio. Ele é um documento que reúne todas as informações relevantes para que seu sonho se torne realidade e conquiste o sucesso. Assim, você conhece o que é necessário para desenvolver sua ideia e pode avaliar a viabilidade dela.

Se você tem pouca experiência, procurar o auxílio de um profissional pode ser muito útil nessa etapa. Há diversos consultores ou órgãos de consultoria que podem ajudar você a entender pontos importantes, como a legislação da área que você quer atuar, a documentação necessária para abrir a empresa, os riscos e potenciais da ideia, etc.

No plano de negócio, você tem uma espécie de mapa que indica os caminhos da empresa. Nele você expressa como sua ideia vai ser colocada em prática: quais são os recursos necessários para o funcionamento, como será a entrega de produtos ou serviços para o cliente e qual é a base financeira. Esse documento é reavaliado frequentemente — você pode rever caminhos e pensar em outras estratégias depois de abrir a empresa.

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Escolher o local do negócio

Essa escolha vai depender bastante do tipo de empresa que você pretende abrir. Alguns negócios podem começar na própria casa do empreendedor, como serviços de consultoria. Mas se você vai montar um escritório ou ponto comercial, a localização é decisiva e precisa ser pensada com cuidado.

O local que você escolhe para abrir uma loja ou escritório vai marcar a experiência dos clientes com a sua empresa. Um dos principais pontos a considerar é a estrutura oferecida para eles. Aspectos como estacionamento próprio, facilidade de acesso e movimento das ruas próximas podem fazer muita diferença para o consumidor.

Além disso, você deve procurar locais que concentram um bom fluxo de clientes em potencial para você. Atenção: não estamos falando apenas de uma localização movimentada, mas de um espaço que concentre o maior número de pessoas dentro do seu perfil de consumidor, ou seja, com potencial de adquirir seus produtos ou serviços.

Capacitar-se para o trabalho

Outro ponto fundamental é a sua capacitação não só para oferecer o serviço, mas também para gerir uma empresa. Muitas pessoas abrem negócios na área em que já trabalham e oferecem produtos de qualidade, mas enfrentam inúmeras dificuldades para consolidar a empresa por não terem se preparado para os desafios do gerenciamento.

Para evitar esse erro muito comum, estude bastante. Pesquise sobre todos os detalhes do negócio que você escolheu e se capacite para atuar na área. Identifique quais são os conhecimentos que você sente falta e busque livros, palestras e cursos sobre o assunto. Se for necessário, contrate um consultor para prestar suporte no início.

Além disso, conheça o perfil necessário para ser empreendedor e prepare-se. Para abrir uma empresa, você deve desenvolver visão estratégica, capacidade de calcular e enfrentar riscos, habilidade de liderança e boa comunicação. Precisa também se preparar para trabalhar muito e ter paciência quanto ao retorno do investimento nos primeiros anos. O apoio da sua família e rede de amigos é muito importante nesse período.

Fazer um planejamento financeiro

Ao sonhar em ser empresário, a independência financeira e o aumento da renda são os benefícios mais buscados. Mas não se pode esquecer que uma empresa precisa de caixa e capital de giro para começar. Assim, é preciso se planejar financeiramente antes de abrir o seu próprio negócio.

Você deve ter em mente que, por mais simples que sua empresa comece, será preciso investir dinheiro nela e o retorno financeiro pode demorar alguns meses ou anos. Para ter saúde financeira e não enfrentar dificuldades ao deixar o emprego formal e virar empreendedor, avalie todas as suas possibilidades e se organize.

Se você não tem dinheiro para abrir o negócio agora, há a opção de adiar os planos e continuar poupando ou procurar alternativas. É possível, por exemplo, encontrar um sócio, conquistar um investidor anjo ou solicitar uma linha de crédito para empreendedorismo no banco. Avalie os pontos positivos e negativos de cada opção antes de decidir.

Para conquistar a independência financeira e aproveitar as vantagens de ser empresário é preciso muito planejamento e cuidado. Uma ótima opção para simplificar esse passo a passo é investir em franquias. Assim, você conta com um modelo de negócio já consolidado e com todo o suporte de empreendedores de sucesso.

Gostou desse post? Então, continue no blog e leia sobre 3 opções para investir seu FGTS!

Empreendendo: devo abrir uma franquia ou negócio próprio?

Empreender é uma jornada fascinante de novas descobertas sobre si e sobre o mundo. É uma atividade que pode trazer mais riqueza, liberdade e sentido para sua vida, mas sempre envolve alguns riscos.

Por isso, diminuir o grau de incerteza sobre onde investir os recursos de acordo com o seu perfil é, sem dúvida, um dos fatores que determina o sucesso da sua empreitada. A franquia, por exemplo, costuma ser a opção dos mais cautelosos, ao passo que abrir um negócio próprio é a alternativa preferida pelos mais audaciosos.

Franquia ou negócio próprio? Confira este post, pois aqui você verá dicas cruciais para fazer uma avaliação certeira sobre qual é o caminho mais seguro.

Boa leitura!

Similaridades entre franquias e negócios próprios

Independentemente da modalidade do negócio, você terá que lidar com questões inerentes ao empreendedorismo. Por isso, antes de mergulhar nas particularidades de cada uma das opções de negócio, o ideal é saber o que elas têm em comum — como administração, departamento financeiro e atendimento ao cliente.

Tanto em uma franquia como em um negócio próprio, você terá que lidar com a administração da empresa. No início, não é recomendado delegar essa responsabilidade a um gestor: faça você mesmo caso queira garantir que o negócio caminhe na direção desejada. Como diz o ditado, “é o olho do dono que engorda o gado”.

Paralelamente à administração, em ambas modalidades de negócios você precisará ter um departamento financeiro. Prepare-se para isso, pois este é um setor estratégico: por meio dele você cuidará do fluxo de caixa, da gestão de contas, dos empregados, da contabilidade, do balanço patrimonial e de vários outros aspectos do negócio.

Essas são atribuições básicas que podem variar de acordo com o porte da empresa. Por fim, você também deverá atender — muito bem — o seu cliente. O setor de atendimento ao cliente é fundamental em qualquer modelo de empresa e segmento do mercado, pois é a satisfação do seu consumidor que garante o sucesso do seu negócio.

Agora que vimos os principais aspectos de um negócio, seja franquia ou próprio, vejamos as particularidades que cada modalidade possui.

Características de uma franquia

O mercado de franquia no Brasil faturou cerca de R$ 151 bilhões em 2016, de acordo com a Associação Brasileira de Franchising (ABF). O faturamento representa um crescimento de 8,3%, se comparado com o registrado em 2015.

São mais de 3 mil marcas em operação com 142.593 unidades. Os dados mostram a solidez desse segmento mesmo em um dos piores anos da crise econômica nacional. A franquia continua sendo, portanto, um investimento seguro para os brasileiros.

As principais particularidades dessa modalidade de negócio são as taxas e a transferência de know-how por meio de diretrizes de instalação, operação e gestão de um modelo de negócio validado no mercado. A seguir nós veremos cada um desses aspectos.

Acompanhe!

Taxas

A taxa de franquia é um valor fixo inicial pago em troca do direito de uso da marca e da exploração comercial do serviço em uma determinada unidade ou região. A taxa varia de acordo com o valor que a marca tem no mercado e o potencial de negócio que ela representa para os franqueados.

Normalmente, essa taxa não ultrapassa 20% dos custos do investimento inicial. Isso significa que a taxa deve ser levada em conta no momento de calcular o Retorno sobre o Investimento (ROI) para determinar se esse é ou não um bom negócio.

Após a compra do direito de uso da marca, o franqueado ainda deve pagar a taxa de royalties, que pode ser cobrada de três formas: porcentagem do faturamento, valor fixo ou um híbrido dos dois tipos.

Na maioria dos casos, a taxa de royalties é cobrada mensalmente por uma porcentagem sobre o faturamento. Ela costuma variar entre 1% a 5%. Além desse modelo, existem algumas franqueadoras cujas taxas de royalties são cobradas com um valor fixo mensal. É o caso mais raro e o valor depende da previsão de lucro da empresa.

Por último, existe o modelo de taxa de royalties híbrido. Nesse caso, a franqueadora estipula tanto um valor mínimo quanto uma porcentagem. Então, ao final do mês, cobra-se o que for maior.

Algumas franquias também cobram uma taxa de publicidade. Nesse caso, o franqueado foca na administração de sua franquia, enquanto a empresa franqueadora cuida da divulgação nacional ou global da marca.

É importante saber que a Lei de Franquia Brasileira (Lei 8.955/94) exige que, na circular de oferta, a empresa franqueadora informe de forma clara e objetiva os valores e as condições das taxas a serem cobradas.

Conforme determina o art. 3º, inciso VIII: “informações claras quanto a taxas periódicas e outros valores a serem pagos pelo franqueado ao franqueador ou a terceiros por este indicados, detalhando as respectivas bases de cálculo e o que as mesmas remuneram ou o fim a que se destinam, indicando, especificamente, o seguinte:

a) remuneração periódica pelo uso do sistema, da marca ou em troca dos serviços efetivamente prestados pelo franqueador ao franqueado (royalties);

b) aluguel de equipamentos ou ponto comercial;

c) taxa de publicidade ou semelhante;

d) seguro mínimo; e

e) outros valores devidos ao franqueador ou a terceiros que a ele sejam ligados”.

Transferência de know-how

Diante de tantas taxas, qual o benefício da franquia? Sem dúvida, a transferência de know-how. O franqueado recebe da franqueadora uma série de diretrizes que facilitam a instalação e a operação de uma unidade, além de receber suporte para conseguir fornecedores, equipamentos, recursos humanos e até apoio jurídico.

Essas diretrizes representam, sobretudo, um know-how de um modelo de negócio comprovado no mercado por unidades em funcionamento. A existência ou a ausência de suporte, em cada um desses aspectos, pode fazer a diferença no momento de decidir-se pela franquia. Então, esteja atendo aos benefícios que a franqueadora oferece.

Outro aspecto importante é a modelo pelo qual o franqueado receberá as diretrizes de implementação e gestão. Ele pode ser passado por meio de manuais de operação, treinamentos presenciais, consultoria, entre outros.

Assim como as áreas de suporte, esse fator pode ser determinante para você. Caso não tenha experiência em gestão, busque uma franquia que ofereça um suporte mais personalizado, com cursos e consultorias presenciais.

No entanto, se deseja ter mais liberdade para tocar o seu negócio, uma franquia com menos burocracia combina mais com o seu perfil. O importante, entretanto, é que você tenha a certeza de que conhecerá o “caminho das pedras”.

Afinal, esse é o grande diferencial das franquias e permite ao empreendedor uma expansão rápida do negócio em um terreno de baixo risco — já que antes mesmo de investir na franquia é possível fazer uma previsão de custos e de vendas com um alto grau de precisão.

Características de um negócio próprio

Segundo o Sebrae, as pequenas e médias empresas representam 27% do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro. No entanto, os desafios para manter um negócio de pequeno e médio porte no Brasil são muitos e, para lidar com eles, o empreendedor precisa de conhecimento, perseverança e flexibilidade.

Se você for um empreendedor com perfil mais ousado, que gosta de correr riscos em busca de grandes conquistas, então ter o próprio negócio pode ser a opção mais adequada para você. Contudo, antes de decidir, veja algumas particularidades de abrir uma empresa própria e de começar um negócio do zero.

Avaliação de mercado

Para abrir um negócio próprio é fundamental fazer uma extensa e profunda avaliação do mercado geral e dos segmentos nos quais você tem pretensão de atuar. Afinal, diferentemente da franquia, um negócio próprio possui um grau de risco muito maior devido às incertezas quanto à recepção do mercado ou à saturação do mesmo.

Ou seja, se o seu serviço for muito diferenciado, pode ser que as pessoas não gostem. Se for muito tradicional, pode ser que ninguém precise. Encontrar o ponto certo entre esses dois extremos é uma capacidade que o empreendedor deve ter.

Na prática, para realizar essa pesquisa, você terá que, no mínimo, levantar informações sobre o faturamento anual, os concorrentes diretos e indiretos e os custos inicial e operacional.

No primeiro caso, você deve checar quanto o segmento faturou nos últimos 10 anos. Dessa forma, você identificará não só o potencial atual, mas como tem sido seu crescimento nos últimos anos e, assim, poderá fazer uma previsão menos arriscada sobre o desempenho do mercado no futuro.

O estudo da concorrência, por sua vez, é importante por dois motivos: identificar se ainda existe espaço no mercado e estudar as melhores práticas dos principais players. Por um lado, você precisa mapear quem resolve os mesmos problemas que você deseja resolver.

Por outro, é preciso entender como essas empresas resolvem esses problemas. No geral, você precisará extrair desse levantamento os buracos deixados por seus concorrentes e o que eles fazem de melhor e, assim, corrigir o primeiro e copiar o segundo.

Por último, você precisará avaliar os custos inicial e operacional do seu negócio. Ou seja, quanto você gastará para tirar a ideia do papel e quais serão os gastos recorrentes para que o negócio continue funcionando. Assim, você terá uma base para fazer o cálculo do ROI.

Prever o faturamento também é importante. No entanto, diferentemente do que acontece com a franquia, essa é uma informação especulativa e, por isso, a recomendação é não dar muito crédito a ela.

O que você pode fazer é o cálculo inverso. Calcule os custos (como explicado acima) e veja quantos clientes você precisa para cobri-los. Dessa forma, você analisa os riscos pelo esforço comercial que terá para chegar no ponto de equilíbrio.

O ponto de equilíbrio — ou “break even point” — é uma conta simples que pode ser feita avaliando a relação entre os custos e a previsão de lucro no período de dois anos para identificar o mês no qual suas contas estarão zeradas.

Caso haja previsão para equilibrar suas contas nos primeiros 2 anos, avalie se você terá capital para operar no vermelho até o ponto de equilíbrio. Do contrário, o negócio é muito arriscado.

franquia ou negócio próprio

Como escolher seus sócios

Dificilmente um empresário consegue decolar sozinho. É preciso um time muito comprometido e competente para apresentar soluções para os desafios que aparecerão durante a jornada empreendedora. Inicialmente, dois ou três sócios já bastam para fazer uma empresa dar certo.

Escolha sócios que complementem suas habilidades. Essa é uma dica óbvia, mas muitas vezes negligenciada, já que é mais fácil conseguir sócios em ambientes profissionais da nossa área. Portanto, trate de circular por outros contextos profissionais e de fazer networking com pessoas que têm potencial para ser boas parceiras de negócios.

Outro caminho a ser evitado é escolher sócios entre familiares e amigos. Lembre-se de que você quer montar uma empresa e não um clube. Logo, dê prioridade às capacidades profissionais dos sócios em potencial. Afinal, a empresa pode não dar certo e você ainda pode abalar essa relação caso as coisas não saiam conforme o planejado.

Para fechar esse tópico, uma última dica importante para criar uma sociedade é fazer um Memorando de Entendimento — “Memorandum of Understanding” (MoU), em inglês. A grosso modo, o memorando é um acordo entre pessoas físicas e deixa explícito, em um documento formal, quais são os direitos e deveres dos sócios.

Ele substitui o contrato social enquanto o negócio não se constituiu como uma pessoa jurídica. Por que esse documento é importante? Por vários motivos. Um dos sócios pode morrer, desanimar ou conseguir um emprego em Nova York.

Em todos esses cenários e em vários outros, você ficará sozinho e, mesmo assim, ele poderá requerer algum direito sobre a empresa no futuro. Esse documento também é válido para deixar claros os direitos e os deveres de cada um. Isso evita que um dos sócios pense que contribui mais para a empresa e que, por isso, merece maior participação.

O término da sociedade também deve estar previsto no MOU. É comum que um dos empreendedores tenha uma oportunidade de negócio mais vantajosa e queira debandar. Até aí tudo bem. O problema é quando o desertor exige os mesmos direitos que possuía antes ou pede um valor alto demais pela sua parte.

Em suma, ter o MOU evitará dores de cabeça no futuro, pois os acordos estarão formalizados em um documento com validade legal.

Diferencial competitivo

Quando se trata de um negócio novo, é fundamental ter um diferencial competitivo para garantir o seu lugar no mercado. Sua empresa pode adotar diversas formas de se diferenciar — como o lugar, o modelo de negócio ou o processo de produção.

Sobre o lugar, seu empreendimento pode levar uma solução conhecida para uma cidade onde a solução ainda não existe — ou, ao contrário, avaliar qual solução não existe no lugar onde você deseja abrir sua empresa. Ficar atento ao que ocorre fora do Brasil também é uma ótima maneira de encontrar esse diferencial competitivo.

No caso do modelo de negócio, você pode encontrar um meio diferenciado de faturar. Por exemplo, existem serviços que cobram por meio da conta de luz e, dessa forma, diminuem o índice de inadimplência, ficando a frente de seus concorrentes.

Modelos de negócio via web ou aplicativos também estão mudando o cenário de muitos segmentos, pois oferecem comodidade para o consumidor no momento de pagar a conta.

Também pode ser que sua empresa busque se diferenciar pelo processo de produção. Tornar um serviço mais barato ou mais rápido é um diferencial muito grande no mercado. A Toyota é um exemplo disso.

Por meio do seu modelo inovador de produção, ela conseguiu diminuir os desperdícios em suas fábricas, aumentar a produtividade, e consequentemente, ter preços mais competitivos.

Por último, você pode investir na criação de uma marca diferenciada para conseguir se destacar no mercado. O resultado vem no longo prazo e, por isso, é fundamental que você dê atenção à sua marca logo no início.

É um erro pensar que pequenas e médias empresas não precisam se preocupar com suas marcas. Como esse é um assunto importante, o próximo tópico versará sobre ele.

Marca

Diferentemente do que ocorre com a franquia, em um negócio próprio você será responsável pela criação da marca e pela publicidade da sua empresa. Não se assuste: essa é uma oportunidade para que você crie uma identidade diferenciada e se diferencie em meio à concorrência.

A marca não se resume a uma logo bonita. A marca é a responsável por transmitir de forma intuitiva os valores do seu negócio. Ela representa quem sua empresa é para o mundo. É a identidade do seu negócio.

Veja um exemplo: a padaria da esquina e o Starbucks vendem café, certo? Porém, são empresas radicalmente diferentes. Uma é só uma padaria, a outra tem uma identidade.

Para construir sua marca, você precisa saber quais valores representam sua empresa e o que ela entrega para sociedade além do seu produto ou serviço. A Starbucks, por exemplo, tem como proposta de valor criar um elo afetivo com seus clientes por meio de espaços aconchegantes.

Segundo os responsáveis, eles construíram a identidade da empresa com a ideia de transformar as unidades do Starbucks no “terceiro lugar” preferido dos seus clientes depois da casa e do trabalho.

Prós e contras de cada tipo de negócio

Já vimos o que franquias e negócios próprios têm em comum e também suas particularidades. Agora vamos rever esses tópicos de forma resumida e dinâmica em listas de prós e contras. Confira:

Franquia

  • Prós
    • risco baixo: o serviço, a marca e o modelo de negócio já são validados pelo mercado por unidades em operação. Por esse motivo, é fácil fazer previsões de venda para realizar o cálculo do ROI.
    • know-how: o empreendedor começa o negócio com um suporte da franqueadora para instalar e operar a unidade.
    • marca: o empreendedor já começa o negócio com uma marca criada e conhecida no mercado.
    • fornecedores: o franqueado conta com uma rede confiável de fornecedores que garantem a qualidade do serviço prestado.
  • Contras
    • custo inicial: o empreendedor deve arcar com um custo inicial alto — já que, além dos gastos com a instalação da unidade, precisa pagar a taxa de franquia.
    • taxa de royalties: o franqueado sempre terá que repassar uma porcentagem do seu faturamento para a empresa franqueadora.

Negócio próprio

  • Prós
    • custo inicial: o custo inicial é relativamente menor, já que o empreendedor pode ajustar o negócio ao seu capital inicial.
    • independência: como o negócio é 100% dos sócios, existe maior liberdade para se adaptar às possíveis mudanças do mercado.
    • identificação: em um negócio próprio, o empreendedor pode escolher atuar no segmento que tem mais afinidade e identificação, fatores que influenciam diretamente no grau de comprometimento e perseverança no longo prazo.
    • sem taxas: o empreendedor não precisa preocupar-se com taxas no início nem pagar royalties no futuro.
  • Contras
    • risco alto: começar um negócio do zero envolve um grau de risco maior, pois requer do empreendedor mais conhecimento do mercado e capacidade de gestão para enfrentar os desafios.
    • mercado: o empreendedor precisa conhecer profundamente o mercado e o segmento em que atuará para encontrar oportunidades de negócio viáveis para seu aporte de capital.
    • know-how: o empreendedor precisa partir do zero para estruturar seus modelos de operação e gestão, e ter flexibilidade para aperfeiçoá-los frente os gargalos de produção.
    • marca: o empreendedor precisa investir tempo e dinheiro para construir uma identidade forte no mercado e, assim, ter um diferencial competitivo no mercado.

Como fazer a melhor escolha

Franquia ou negócio próprio? A escolha vai depender do seu perfil — mais cauteloso ou audacioso. No caso do cauteloso, a sua opção deve ser a franquia. Afinal, nessa modalidade de negócio você receberá uma estrutura de apoio que lhe ajudará no início e no decorrer do empreendimento.

Além disso, por ser um negócio que já existe, é mais fácil fazer uma previsão do retorno do seu investimento e em quanto tempo isso ocorrerá. A franquia é um investimento mais seguro e, por isso, mais adequado para aqueles que não estão dispostos a arriscar.

Já no caso do perfil audacioso, o negócio próprio seria mais adequado. Ele vai possibilitar mais liberdade para tomar as decisões e para adaptar-se ao mercado, caso seja preciso. Além disso, você ficará livre de taxas. O negócio próprio tem um grau de incerteza maior e, por isso, é mais adequado para empreendedores que conseguem assumir riscos.

Já escolheu qual opção é a mais adequada para seu perfil — franquia ou negócio próprio? Comente aqui embaixo e compartilhe suas ideias ou dúvidas com a gente!

O que são franquias? Seu guia completo!

Atualmente, um novo modelo de negócios tem despertado a atenção dos empreendedores, especialmente aqueles que não contam com recursos financeiros próprios e desejam investir menos ao mesmo tempo em que contam com o apoio de marcas consagradas e experientes.

Neste guia, mostraremos tudo sobre o sistema de franquias: o que são franquias, o seu funcionamento, como abrir esse modelo de negócio, os tipos existentes e algumas boas opções para você escolher. Acompanhe tudo isso nos tópicos que seguem!

1. O que são franquias?

Para saber o que são franquias, considere o significado da palavra. Franquia é uma palavra que significa privilégio, isenção. Tanto é assim que se costuma usar o verbo “franquear” no sentido de “permitir”, “dar passagem”, “favorecer”.

No universo dos negócios, franquia é o nome dado a um sistema de comércio, o franchising. Trata-se de uma espécie de filial da empresa principal, de uma representante da marca que atua em outro lugar.

Podemos definir franquia também como uma estratégia de uma empresa matriz para distribuir e comercializar produtos e serviços em lugares diferentes por meio de representantes físicos (outras empresas). O nome “franquia” é usado tanto para se referir ao modelo de negócio como à pessoa jurídica que integra uma rede de franquias, ou seja, a unidade franqueada.

Lei nº 8.955/94 define franquia empresarial como:

o sistema pelo qual um franqueador cede ao franqueado o direito de uso de marca ou patente, associado ao direito de distribuição exclusiva ou semiexclusiva de produtos ou serviços. Eventualmente, também ao direito de uso de tecnologia de implantação e administração de negócio ou sistema operacional desenvolvidos ou detidos pelo franqueador, mediante remuneração direta ou indireta, sem que, no entanto, fique caracterizado vínculo empregatício”.

2. Franquia ou negócio próprio: qual o meu perfil?

Antes de optar pela franquia, o empreendedor deve ter certeza de que é isso mesmo que ele deseja. Afinal de contas, muitos empreendedores preferem abrir um negócio próprio. O perfil do empreendedor é fundamental para essa decisão. Convém comparar a franquia com um negócio próprio e visualizar as vantagens e desvantagens de cada um conforme seu próprio perfil.

Se você prefere mais autonomia em seu empreendimento, o mais recomendável é abrir um negócio próprio. Assim, você terá mais liberdade e terá total responsabilidade pelas decisões relativas sobre os tipos de produtos que serão vendidos, onde eles serão comercializados, a que preço, quem será o público-alvo e a forma de vender.

Ou seja, para abrir um negócio próprio, você terá que ter a ideia inicial e mais importante, deverá criar sua própria marca, deverá desenvolver ações de marketing para lançar o produto no mercado, deverá definir o perfil do cliente, escolher o ponto e os canais onde os produtos serão vendidos. Deverá também estar a par da legislação sobre o assunto, bem como compreender o mercado onde atua, as possibilidades e as limitações que ele oferece.

Outro aspecto a considerar é o seu conhecimento sobre o negócio que vai abrir e sua capacidade administrativa para controlar as finanças e tudo o mais que estiver relacionado à sua empresa.

Se você tem um perfil mais conservador e não está disposto a correr grandes riscos e lidar com a incerteza na construção de uma marca que pode ou não fazer sucesso, a franquia é uma boa opção. Você poderá contar com o know-how de uma marca já famosa ou de uma marca que está em fase de expansão.

Uma das características de uma franquia é que ela representa um modelo de negócio que já foi testado no mercado e já apresenta resultados mais consistentes. Ou seja, o empreendedor tende a correr menos riscos em relação ao investimento em um negócio próprio. Não se trata de risco zero, mas certamente é um modelo de negócio com riscos menores, mais moderados e, em alguns casos, previsíveis.

Contudo, para participar de uma franquia, é preciso renunciar a uma autonomia integral e respeitar um padrão predefinido pela marca franqueadora. As regras dessa empresa deverão ser seguidas e, ao mesmo tempo, ela oferecerá suporte profissional e qualificado para que o empreendedor abra seu negócio, selecione o melhor ponto de venda e de inauguração, bem como oferecerá treinamento ao empreendedor e sua equipe de trabalho.

3. Como funciona uma franquia?

Sabendo o que são franquias, você precisa compreender agora como funciona esse sistema de negócio. Veja alguns conceitos fundamentais para entender o funcionamento de uma franquia:

Franqueador

A empresa que disponibiliza a franquia, ou seja, ela possui os direitos sobre uma marca determinada, formata o modelo de negócio e cede o direito de utilização da marca a terceiros, acompanhado do conhecimento necessário para a abertura, desenvolvimento e divulgação do negócio (por tudo isso, o franqueador é remunerado pelos terceiros beneficiados).

Franqueado

Pessoa física ou jurídica que opta pelo sistema de franchising desenvolvido pelo franqueador, pagando pela concessão desse direito.

Royalty

É o valor que o franqueado paga ao franqueador periodicamente (geralmente, o royalty corresponde a uma porcentagem incidente sobre o faturamento bruto).

Taxa de franquia

Também chamada de taxa inicial ou franchise fee, é um valor único definido pelo franqueador que permite ao franqueado adotar o sistema, sendo pago na assinatura do pré-contrato ou do contrato de franquia (essa taxa também remunera a empresa franqueadora pelos serviços que já foram oferecidos ao franqueado e alguns franqueadores cobram um percentual da franchise fee todas as vezes em que o contrato é renovado).

Fundo de promoção (fundo de propaganda)

Trata-se do valor que é pago pelo franqueado e estabelecimentos próprios dos franqueadores para custear as campanhas de marketing que divulgam a marca (na maioria das vezes, o próprio franqueador administra o fundo, mas sempre coloca o franqueado a par de como o dinheiro foi gasto).

Conselho de franqueados

Grupo formado pelo franqueador e pelos franqueados com caráter consultivo e destinado especialmente à administração do fundo de propaganda.

Circular de oferta de franquia

Trata-se do documento que, conforme determina a lei, precisa ser entregue pelo franqueador ao candidato à proposta de franquia no período que antecede em até 10 dias a assinatura do pré-contrato, contrato ou pagamento de qualquer quantia.

A circular de oferta de franquia deve ser redigida com clareza e entregue por escrito. Nesse documento, devem constar todas as informações sobre a franquia, a rede de franqueados e todas as condições que o franqueado deverá seguir antes e após o contrato ser assinado.

Caso o franqueado resolva desistir do negócio, isso é permitido, ou seja, ele não precisa renovar o contrato. Mas, caso decida desistir antes do final do contrato, precisará pagar uma multa por rescisão. O ponto físico pode ser passado adiante, considerando que seja um patrimônio do franqueado.

Da mesma maneira, o franqueador pode desistir do negócio, considerando que a franquia não está dando os resultados almejados ou por não ter mais interesse no ponto.

4. Quais são as vantagens de ser um franqueado?

Ser franqueado apresenta algumas vantagens, como correr menores riscos, o que não aconteceria se tivesse que iniciar seu negócio do zero. Tendo isso em vista, o franqueado está respaldado por uma marca conhecida do público, com um status garantido e também tem todo o conhecimento da empresa franqueadora à sua disposição.

O franqueador também se favorece do negócio, pois poderá ampliar sua rede por estados, cidades e/ou bairros diferentes, conseguindo sócios que investem algum capital para abrir suas unidades de franquia.

Como o franqueado recebe conhecimento especializado do franqueador, pode se engajar no negócio com mais segurança e confiança, efetivando uma gestão mais eficaz. Esses aspectos contribuem para resultados mais satisfatórios que os conquistados em um negócio próprio. O franqueado trabalhará sempre buscando como objetivos principais a maior lucratividade e a maior rentabilidade — o ROI (retorno sobre o investimento) poderá ser mais rápido do que se pensa.

Em relação aos aspectos jurídicos, o sistema de franquias já tem maturidade suficiente na economia, contando com uma legislação que define de forma explícita as responsabilidades de ambas as partes e a não vincularidade trabalhista e fiscal entre franqueador e franqueado.

Juridicamente estabelecida, a franquia oferece a possibilidade de controlar padrões e procedimentos operacionais, identidade visual e outros detalhes que proporcionam experiências mais efetivas ao consumidor.

Com o conhecimento compartilhado, os franqueados têm a oportunidade de difundir práticas que se mostrem eficientes e lucrativas, aumentando o potencial da rede e gerando vantagens competitivas para eles.

Na verdade, é um sistema de negócio baseado no trabalho conjunto e, trabalhando em parceria, tudo se torna mais fácil, inclusive a expansão da rede (novos espaços poderão ser ocupados com mais rapidez, possibilitando fazer frente à concorrência, especialmente as empresas que não adotam sistemas de franquias). A expansão da marca acontece, portanto, com mais agilidade, mas também com mais economia.

Cada franqueado deve lembrar que o sucesso de cada unidade ajuda a marca a se fortalecer ainda mais e gera maiores possibilidades para cada um deles. Veja o resumo das vantagens específicas para o franqueado:

  • o negócio já começa contando com a credibilidade de uma marca (que pode ser muito consagrada entre os consumidores);
  • o apoio do franqueador;
  • a existência de um plano de negócio: geralmente, empreendedores com menos recursos financeiros e patrimoniais não têm tempo e habilidades suficientes para fazer a previsão de fatos político-sociais e econômicos que podem interferir no negócio. Por outro lado, com o suporte do franqueador, os riscos diminuem, principalmente os financeiros;
  • uma maior garantia de mercado: o franqueado usufrui da vantagem competitiva oferecida pelo franqueador, o qual já testou e vendeu seus produtos em larga escala, além de ter planejado a expansão e deter o conhecimento mais aprofundado de seu público-alvo (o franqueador dispõe de informações importantes sobre o processo de produção e venda, bem como conhece melhor as estratégias das marcas concorrentes);
  • o planejamento otimizado dos custos de instalação: ao oferecer projetos de arquitetura e as plantas de engenharia das edificações, o franqueador calcula e divide os custos com o franqueado (da mesma forma na hora de executar a fiscalização da obra e definir equipamentos e máquinas);
  • uma economia de escala: os gastos com marketing são rateados entre todos os franqueados, reduzindo a necessidade de investimentos mais elevados e permitindo otimizar a qualidade do trabalho publicitário. O franqueado também pode comprar com desconto na rede de compras e adquirir maquinário a preços mais acessíveis devido à quantidade;
  • a possibilidade de pesquisa e de desenvolvimento a baixos custos: os gastos com pesquisas e desenvolvimento de produtos novos e/ou com os aprimoramentos daqueles que já existem são responsabilidade do franqueador (a empresa matriz é quem testa os produtos nas unidades antes de lançá-los);
  • mais independência jurídica e financeira: apesar de o franqueado ter que se submeter às condições definidas pelo franqueador, ele terá sua própria razão social, configurando assim uma pessoa jurídica distinta (nesse caso, as operações financeiras dessa empresa serão de responsabilidade única e exclusiva dela).

 

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5. Como abrir uma franquia?

Veremos agora como abrir uma franquia com segurança e com tudo legalizado. Primeiramente, é importante fazer o cadastro, preenchendo uma ficha específica (geralmente, é possível fazer isso pela internet).

Por meio dessa ficha, o franqueador poderá analisar o perfil do franqueado. Quanto mais perguntas forem respondidas e quanto mais questões forem esclarecidas é melhor para ambas as partes (o franqueado não corre o risco, por exemplo, de entrar em um negócio ao qual não se ajusta).

Caso a empresa franqueadora aprove a ficha, ela convocará o candidato para uma reunião. Nesse encontro, o candidato receberá a COF (circular de oferta de franquia), que registra todas as informações relevantes sobre a franquia, contendo ainda a minuta do contrato.

A COF contém:

  • os valores que deverão ser pagos, como a taxa de franquia, os royalties e os custos com propaganda;
  • o tipo de suporte ofertado e como é o treinamento;
  • a existência ou não de pendências judiciais;
  • se o franqueado tem a obrigação de comprar apenas dos fornecedores indicados pela rede;
  • os nomes, os endereços e os telefones dos franqueados e ex-franqueados do último ano;

Nesse encontro, é importante que o franqueado pergunte ao franqueador:

  • se ele dispõe de um manual para tirar dúvidas;o período de duração do treinamento e o assunto que é tratado nele;
  • se o negócio é afetado pela sazonalidade e o que deve ser feito nesses períodos de movimento escasso;
  • a quantidade de franquias que ele pretende vender ao longo do ano;
  • de que forma a empresa pretende crescer respeitando a sustentabilidade;
  • qual é a estrutura de fornecimento dos produtos e o suporte dado.

Como já é sabido, na circular de oferta de franquia estão registrados os contatos da rede. O candidato deve aproveitar para fazer uma visita a essas unidades e conhecer os franqueados. Comporte-se como se fosse um cliente e fique atento ao atendimento prestado e à opinião dos consumidores.

A legislação oferece um prazo mínimo de 10 dias para que o candidato considere a circular de oferta de franquia. Antes de terminar esse prazo, o candidato não deve pagar nada ao franqueador.

O candidato deve conversar com os outros franqueados (no mínimo, três deles) para ter informações mais precisas das operações de rotina e do relacionamento que o franqueador mantém com eles. Nesse sentido, ele pode perguntar qual o valor efetivo do capital de giro necessário, se o suporte dado pelo franqueador é satisfatório, se os fornecedores são bons e entregam no prazo, qual é o faturamento do ponto e outros detalhes importantes.

É fundamental ler cuidadosamente a minuta do contrato a fim de saber se a relação com o franqueador será realmente positiva. Na maior parte das vezes, as cláusulas seguem um padrão e não existe muita margem para alterações.

Mesmo assim, talvez seja possível combinar alguns aspectos do contrato, como um desconto sobre a taxa inicial ou sobre o valor dos royalties. Também poderá amenizar as multas por invasão territorial. A taxa de franquia é paga no momento em que o contrato ou pré-contrato é assinado.

Depois de assinar o documento de adesão, o franqueado recebe um cronograma explicando o que precisará ser feito. Nesse cronograma, estarão registrados, por exemplo, os prazos para abrir a empresa, reformar o ponto se for necessário, contratar os funcionários e implantar o sistema. Esse processo consome aproximadamente entre 90 a 120 dias.

O franqueado precisa ficar ciente de qual será sua responsabilidade com a marca, como será realizado o fornecimento dos produtos, de que modo pode ser feita a rescisão de contrato e outros aspectos relevantes.

A escolha do ponto comercial também é outro aspecto de fundamental importância para abrir uma franquia. Provavelmente, será necessário realizar algumas adaptações no imóvel para que ele corresponda aos objetivos do negócio. O ponto pode ser tanto próprio como alugado. Caso o franqueado já disponha de um imóvel para estabelecer sua unidade franqueada, melhor ainda, pois significa que ele terá menos custos.

O ponto precisa estar localizado, preferencialmente, em uma região com boa movimentação de pessoas e veículos. Em alguns casos, o franqueador ajuda o franqueado a escolher o melhor ponto. Vale ressaltar que é necessário informar-se na prefeitura se a região escolhida permite a abertura de ponto comercial (caso contrário, não será possível conseguir o alvará de funcionamento).

Se o imóvel for alugado, é recomendado fazer um contrato de locação de, no mínimo, 5 anos, considerando que a maior parte dos contratos de franquia se estende por esse prazo.

Antes da inauguração, o franqueado e sua equipe de funcionários terão que passar pelo treinamento, de modo que seja possível conduzir o negócio de acordo com as regras e o manual de operações do franqueador.

Por fim, o dia da inauguração é especial. A partir dela, o franqueado deve engajar-se ao máximo com seu negócio a fim de que ele ofereça boa rentabilidade e mantenha-se muito tempo no mercado. E lembre-se de procurar orientações e suporte do franqueador sempre que for necessário.

6. Tipos de franquia

Além de saber o que são franquias, é importante conhecer os diferentes tipos que existem.

A franquia individual

O primeiro tipo é a franquia individual, em que não há a possibilidade de divisão de espaço com outras franquias. Nesse caso, o franqueado é exclusivo de uma determinada marca franqueadora. O ponto para estabelecer o negócio é definido a partir de critérios que consideram o potencial do ponto para recebê-lo.

A franquia unitária

A franquia unitária é outro tipo de franquia e caracteriza-se por ser situada em um lugar preestabelecido. Nela, franqueado goza de livre poder de atuação exclusiva. Inclusive, é possível desenvolver outras franquias unitárias, desde que existam recursos financeiros e desempenho suficiente que justifiquem e permitam essa ação.

A franquia shop in shop

A franquia shop in shop é aquela na qual um estabelecimento comercial pretende dividir espaço com uma franquia de segmento diferente. Nesse caso, o franqueado não precisa encontrar um ponto, pois ele já existe. A finalidade desse tipo de franquia é permitir a alavancagem de um negócio que já existe, possibilitando ao empreendedor gozar de outra fonte de renda.

A franquia master

A franquia master representa a possibilidade de terceirizar ou implementar outros pontos de franquia em uma determinada zona. Nesse caso, o franqueado tem direito a um percentual dos royalties e da taxa de franquia. O franqueador recebe pela operação da franquia e pelas comissões de todas as outras da região.

A franquia mista

A franquia mista é o tipo que comercializa tanto produtos como serviços. O franqueador é um fornecedor enquanto o franqueado distribui os produtos e os serviços.

A franquia de distribuição

Na franquia de distribuição, os royalties não são cobrados, nem é cobrada a taxa inicial da franquia. Assim, o franqueado remunera o franqueador vendendo seus produtos/serviços.

7. Veja algumas opções de franquias

Agora, vamos listar algumas opções de franquias. Esta seleção foi adotada pelo Portal do Franchising, considerando as seguintes categorias em ordem alfabética:

  • acessórios pessoais e calçados;
  • alimentação;
  • bares, restaurantes e pizzarias;
  • bebidas, cafés, doces e salgados;
  • beleza, saúde e produtos naturais;
  • comunicação, informática e eletrônicos;
  • construção e imobiliárias;
  • cosméticos e perfumaria;
  • educação e treinamento;
  • escolas de idiomas;
  • fotografia, gráficas e sinalização;
  • hotelaria e turismo;
  • limpeza e conservação;
  • livrarias e papelarias;
  • móveis, decoração e presentes;
  • negócios, serviços e conveniência;
  • serviços automotivos;
  • vestuário.

Apesar de não constar nesta lista, existem franquias de óticas e joalherias, bem como de farmácias.

Depois de compreender o que são franquias, as suas vantagens e as suas limitações, cabe a você decidir se prefere optar por esse sistema ou prefere abrir um negócio próprio. Cabe também a você decidir que tipo de franquia acha mais vantajoso e em que segmento prefere atuar.

As franquias são boas alternativas para o empreendedor que está começando e tem pouco capital de giro disponível, bem como para aquele que deseja mudar de carreira. Mas é fundamental estudar bem antes de escolher qual opção será melhor. Pesquise franqueadores diversos, fale com franqueados, analise seu próprio perfil e só então decida!

O que achou do post? Sente-se mais esclarecido sobre o assunto? Deseja adquirir uma franquia? Qual o ramo que mais atrai seu interesse? Deixe sua opinião ou dúvida no espaço abaixo!

 

É possível trabalhar e empreender ao mesmo tempo?

Muitos trabalhadores sonham em abrir seu próprio negócio. Em épocas de crise, o número de empreendedores costuma aumentar, pois as pessoas procuram oportunidades de complementar a renda e de garantir melhores condições de trabalho. Muitas, entretanto, preferem não sair de seus empregos formais.

Trocar o trabalho atual, algo certo, por um novo empreendimento, em um caminho que ainda está se construindo, não é uma decisão fácil. Por isso, em muitos casos a melhor opção é, de fato, conciliar as duas tarefas: trabalhar e empreender. Assim, é possível reduzir os riscos do trabalho autônomo e ir testando a ideia antes de abrir mão da renda que já existe.

Mas, como alavancar um negócio próprio sem perder o emprego atual? Neste post, organizamos ótimas dicas para quem quer conciliar o emprego de carteira assinada com um trabalho autônomo. Confira!

Tenha foco

Abrir um negócio nunca é uma tarefa simples. Para quem já vai começar em dupla jornada, é preciso ter ainda mais disposição e foco. É importante reconhecer que você tem um emprego em tempo integral e que será preciso trabalhar no terceiro turno para colocar seu negócio para a frente.

Manter duas atividades paralelas exige de você muito compromisso e motivação, mas, antes de tudo, é necessário ter clareza do caminho a ser seguido. Esteja consciente de que o seu negócio trará desafios diários, para os quais é preciso estar preparado. Para conciliar as atividades de trabalhar e empreender, você precisa estar disposto a vencer obstáculos.

Outro aspecto importante é saber que a sua vida não será a mesma depois dessa decisão. Prepare sua família e amigos para que eles entendam que você trabalhará mais e, pelo menos por um tempo, terá retorno financeiro menor.

Todos precisarão compreender que esse momento inicial é mais de investimento do que de colheita. Além disso, contar com a parceria de familiares e amigos para tocar o negócio é um ótimo diferencial.

Planeje seu negócio

Um ponto muito importante para todo empreendedor é entender sua motivação. As chances de sucesso serão maiores se você estiver abrindo uma empresa porquê, de fato, se interessa pela área.

Iniciar uma atividade autônoma sem ter afinidade com ela ou apenas seguir a moda e os conselhos de outras pessoas não é o melhor caminho, principalmente se você está conciliando isso com outro trabalho.

Comece pesquisando tudo sobre o empreendimento que você quer abrir e monte um plano de negócios. Trace os primeiros passos da sua nova carreira, conheça a área, estabeleça objetivos iniciais e faça planos para conquistá-los.

De início, tenha metas realistas e foque em um projeto só — nada de planejar várias frentes de ação para a sua empresa, por exemplo. Lembre-se de que, por enquanto, o seu tempo de dedicação está limitado.

Não se esqueça de separar uma reserva financeira antes de empreender. No início, o retorno é muito baixo ou até inexistente. Você não pode comprometer toda a sua renda atual e, por isso, o ideal é se organizar financeiramente antes de começar o negócio.

 

 

Aproveite bem o tempo

gestão do tempo é essencial para quem se propõe a trabalhar e empreender de forma simultânea. Sua rotina de trabalho será mais desgastante e, por isso, organizar seus horários e atividades é o melhor caminho para superar a exaustão e fazer o dia render.

Mapeie o tempo que você tem disponível para empreender e perceba quais são seus horários e dias de folga no trabalho. Provavelmente, você poderá se dedicar mais ao seu negócio durante o horário de almoço, à noite e nos fins de semana. Assim, é necessário que você pense com cuidado na distribuição das tarefas nesses períodos.

Pode parecer estranho, mas uma dica muito importante é que você não deixe de separar algumas horas para descansar e ter momento de lazer. Trabalhar o dia inteiro é muito cansativo e sobrecarrega sua mente. Negligenciar a saúde é algo negativo para você e pode, inclusive, comprometer seus resultados nos dois trabalhos.

Seja organizado

Para garantir a produtividade ao conciliar o trabalho e o empreendedorismo, é preciso muita organização. Uma boa dica é se dedicar completamente à função que você está realizando em cada momento. Enquanto estiver na empresa para a qual você trabalha, não desvie sua atenção para atividades do seu negócio. Faça o mesmo nos momentos em que estiver se dedicando ao trabalho autônomo.

Outra estratégia importante é anotar todas as informações e organizar cronogramas. Como você está lidando com dois contextos de trabalho, será mais difícil se lembrar das atividades e cumprir prazos. Se você se dedicar a duas tarefas sem se organizar o suficiente, há um grande risco de falhar em ambas.

Evite conflitos éticos

Este ponto é importantíssimo. Se você está entrando no mundo dos empreendedores, vai querer fazer isso do modo mais amigável possível. Assim, evitar mal-estar no seu trabalho é fundamental. Antes de tudo, é preciso ter respeito e consideração pela empresa na qual você está atualmente.

Evite abrir um negócio que seja concorrente direto do seu patrão e não seja desleal em relação aos clientes e fornecedores dele. Evite, também, misturar o trabalho atual com o seu projeto — é falta de ética realizar funções do seu negócio durante o horário de trabalho. Além de não querer prejudicar sua imagem no mercado, você também não quer correr o risco de perder sua renda atual, não é mesmo?

Em algum momento, você se verá diante da decisão de sair do emprego e focar completamente no seu negócio. Quando o retorno financeiro estiver maior e sua empresa passar a exigir mais do seu tempo para crescer e se consolidar, você se sentirá mais seguro em ficar apenas com essa fonte de renda.

Quando isso acontecer, o ideal é sair do seu emprego com uma boa imagem, pois assim você deixa as portas abertas para futuras parcerias e pode até aproveitar o networking construído lá.

Enfim, com nossas dicas você viu que é possível trabalhar e empreender. Conciliar essas duas atividades é algo complexo, mas com organização, ética e visão de negócio você pode conquistar muito sucesso. Aproveitar a estabilidade no emprego atual para iniciar um empreendimento com calma e segurança pode ser uma grande oportunidade!

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Afinal, o que é empreender?

Vemos diariamente diversas notícias, artigos e comentários sobre empreendedorismo, mas, para quem ainda não tem muita familiaridade com esse conceito, ainda pode ficar uma dúvida crucial: afinal, o que é empreender?

Neste post, explicaremos melhor esse conceito e apresentaremos algumas das principais vantagens do empreendedorismo. Continue lendo e confira!

O que é empreender?

Para explicar de uma maneira simples, empreender é utilizar uma ideia inovadora de negócio, na qual se acredita, e trabalhar muito para colocá-la em prática.

Empreender é ter visão, é saber enxergar as possibilidades de sucesso que uma ideia tem, planejá-la e executá-la. Ou seja, não é apenas criar ou abrir o próprio negócio, mas sim gerenciá-lo com muita paixão e força de vontade.

O empreendedorismo compreende tanto a abertura de um novo negócio — físico ou não —, quanto a aquisição de uma franquia, ou ainda a fundação de instituições sociais, que visam a trazer algum benefício para a sociedade.

Até os colaboradores proativos, que dão ideias inovadoras para o desenvolvimento de projetos dentro de uma empresa e participam da sua execução, também podem ser considerados empreendedores.

O que é necessário para se tornar um empreendedor?

Apesar de não ser uma regra absoluta, para se tornar empreendedor, algumas características são importantes. Confira!

Autonomia

Para ser empreendedor, o profissional não pode ter nenhum tipo de problema em assumir grandes responsabilidades. Ele deve ter total autonomia, autoconfiança e segurança para decidir os melhores caminhos para o seu negócio.

Boas ideias

Muitas vezes, o lado empreendedor de alguém nasce de uma boa ideia. A criatividade e a inovação são essenciais para empreender, pois são características úteis tanto para criar a ideia de um negócio quanto para lidar com as adversidades de maneira simples, rápida e eficiente.

Empenho

Empenho e dedicação são indispensáveis ao empreendedor, especialmente na fase inicial de seu negócio, onde tudo começa apenas com uma ideia e um grande sonho.

O empreendedor precisa estar disposto a dispender muito tempo em seu projeto e estar preparado para lidar com problemas de todos os tipos, sem desistir. Afinal, é esse empenho e persistência que vão fazê-lo alcançar o sucesso.

Coragem de assumir riscos

Um verdadeiro empreendedor sabe que errar faz parte do processo de crescimento e aprendizado e, por isso, não tem medo de assumir riscos.

E claro que todas as suas decisões são baseadas em muita pesquisa e planejamento, mas ele sabe que a abertura e o gerenciamento de um negócio não é uma ciência exata, e, dentro de seu planejamento, já estabelece outros planos para o caso de algo dar errado.

 

perfil-empreendedor

 

Quais as principais vantagens de empreender?

Para você que está pensando em empreender e estudando tudo sobre o assunto e suas possibilidades, veja, a seguir, algumas das principais vantagens de se tornar um empreendedor:

Horários flexíveis

Quando falamos de horários flexíveis, não queremos dizer que o empreendedor trabalha menos do que um trabalhador comum, já que, na maioria das vezes, ele trabalha muito mais do que um funcionário.

Entretanto, o empreendedor pode escolher quando e onde trabalhar. Ele pode acordar mais cedo para trabalhar em seu projeto ou acordar mais tarde e se dedicar a isso durante a madrugada.

Ele não tem a necessidade de estar sempre presente fisicamente na empresa, por exemplo, já que seu trabalho é muito mais estratégico. Então, pode distribuir suas tarefas de trabalho pelos horários em que achar mais conveniente.

Maior satisfação profissional

Um dos maiores motivos que fazem os profissionais largarem suas carreiras e cargos habituais para começar a empreender é a busca de uma maior satisfação profissional.

Trabalhar com um propósito bem definido é o que faz o empreendedor ter garra e coragem de investir seu tempo e seus recursos na concretização de um projeto.

Facilitar a vida das pessoas, impactar positivamente a sociedade, contribuir com uma educação de qualidade e descobrir novas soluções tecnológicas são apenas alguns dos exemplos de propósitos que o empreendedor incorpora quando inicia sua empresa.

Além de tudo isso, a autonomia para liderar a equipe da sua própria maneira, com base nos valores em que acredita, e colher os resultados de tudo isso, gera uma satisfação profissional — e até pessoal — incomparável.

Mais tempo para a família

Com a possibilidade de ter horários mais flexíveis, os empreendedores passam a disponibilizar muito mais tempo para curtir a sua família e os seus amigos.

Pode escolher quando e onde trabalhar, o que lhe proporciona mais tempo para valorizar o que realmente importa.

Poder participar de reuniões na escola dos filhos ou encontros familiares aos sábados, entre outras coisas que são muito difíceis na vida de um colaborador de uma empresa, também é uma vantagem que pesa bastante na escolha pelo empreendedorismo.

Aprendizado constante

Empreender é um aprendizado constante, já que esse tipo de gestor deve estar sempre ligado à todas as novidades e tendências do segmento ao qual está inserido.

Conversar com outros empresários e empreendedores, participar de cursos, feiras, congressos, palestras, escutar seus clientes, funcionários, fornecedores, entender processos e ferramentas tecnológicas… Tudo isso agrega muita informação e conhecimento na vida do empreendedor, e esse aprendizado constante certamente fará a diferença em sua tomada de decisões.

Além de tudo isso, há também o aprendizado adquirido com os erros. Sim, os erros acontecerão e, por mais detalhista que seja o seu planejamento, nem tudo vai dar certo sempre. O melhor a ser feito é enxergar esses enganos como ensinamentos do que não repetir no futuro.

Poder de decisão

Estar no controle do seu próprio negócio é algo que chama a atenção de muita gente. Ter o poder de fazer as escolhas do seu projeto é algo que vem carregado de muita responsabilidade, mas também satisfação.

Essa liberdade de poder decidir o que é melhor para o seu negócio é uma vantagem poderosa. Afinal, muitos profissionais já carregam consigo o perfil de líder, e não ter autonomia para, ao menos, expressar suas opiniões, é extremamente frustrante.

Não ser punido ou podado ao tomar decisões importantes para o seu negócio e poder buscar as soluções ideais onde você acredita que vai encontrá-las é o que pode fazer com que você crie coragem para tomar a decisão de empreender!

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Confira 8 opções para abrir um negócio próprio

Para muitas pessoas, trabalhar com carteira assinada não é o suficiente. Algumas precisam ter mais autonomia, seja para controlar o próprio horário ou melhorar o faturamento. Felizmente, existem várias opções para abrir um negócio próprio, desde que você saiba onde está entrando.

Claro, não é uma tarefa muito fácil. Você precisa conhecer o setor onde quer trabalhar, estudar o mercado, encontrar o lugar mais adequado para abrir o negócio, talvez fazer alguns cursos para se especializar e comprar um equipamento específico. Exige esforço, isso é fato. Mas se você fizer tudo corretamente, o resultado pode compensar seu trabalho facilmente.

Sabemos que você terá que passar por alguns desafios antes de conseguir retorno financeiro. Para te ajudar com a sua escolha, trouxemos aqui uma lista de negócios bem promissores nos quais você pode investir. Confira:

1. Alimentação diferenciada

Comer é necessário. Ninguém vai deixar de comprar comida, independentemente do corte no orçamento familiar. Por isso, entre todas as opões para abrir um negócio, esta é uma das mais seguras. Porém, nem todo mundo pode comer todo tipo de comida. Alguns têm intolerância a glúten, ou são alérgicos a iodo, entre outras restrições.

Para estas pessoas, é muito difícil conseguir comer em restaurantes sem ter nenhuma complicação. Isso significa que elas são, geralmente, um nicho de mercado bastante inexplorado. Ao criar um restaurante, serviço de entregas ou similar, oferecer opções para esse tipo de pessoa pode ser um ótimo negócio.

2. Beleza masculina

Já notou como vários homens estão cada vez mais vaidosos? Aumentou a preocupação com o estado da barba, o uso de perfumes e de penteados especiais, entre outras coisas para elaborar mais a aparência, e muitos negócios já estão aproveitando essa nova e crescente demanda. Há cada vez mais barbearias se especializando neste público, que promete apenas crescer. Estima-se que este mercado movimentou mais de R$19 bilhões em 2016.

Nesse tipo de negócio, o diferencial não está apenas na beleza, mas em toda a experiência. Pense nisso como uma evolução dos velhos grupos masculinos, como bares. Agora, as barbearias são ponto de encontro para assistir a campeonatos esportivos, jogar videogames, beber e se divertir de forma geral. E, claro, caprichar na barba.

3. Cursos de idiomas

Outra das opções para abrir um negócio próprio que parece nunca sair de moda é o aprendizado de línguas estrangeiras. Afinal, profissionais multilíngues são altamente valorizados no mercado. Se você tem domínio e formação adequados para ensinar esses idiomas, nada mais justo do que ganhar algo em troca.

Certas línguas, como inglês e espanhol, são altamente valorizadas no mercado. Mas outras opções, como alemão, mandarim e francês também possuem bastante busca. E não pense que não haverá tanta demanda para as línguas “secundárias”: muitas pessoas aprendem idiomas apenas por diversão, sem intenções profissionais.

 

 

4. Franquias

Com todos os riscos envolvidos em abrir o próprio negócio, é compreensível que muitos profissionais fiquem intimidados e optem pela maior segurança de um emprego estável. Porém, existe um bom meio termo: o modelo de franquia. Basicamente, você investe em uma grande empresa e ganha o direito de usar seus métodos e propriedade intelectual abrindo uma filial. E algumas opções podem sair por pouco mais de mil reais em investimento inicial.

Em troca, você pagará uma porcentagem do seu lucro, recebendo o equipamento e as instruções necessários para trabalhar. O resultado é que você consegue aproveitar todas as vantagens de uma marca já consolidada sem ter que passar pelas mesmas dificuldades de um novo empreendedor. Mesmo com o pagamento dos royalties, seu rendimento ainda será bem maior do que o de um novo negócio.

5. Lojas virtuais

De todas as opções para abrir um negócio próprio, o e-commerce parece um dos mais recorrentes. A maioria dos produtos comercializados hoje em dia pode ser entregue pelos correios, o que te permite vender para pessoas em qualquer lugar. E, com o alcance da internet, é possível encontrar qualquer pessoa interessada no seu produto.

Com uma loja virtual, você precisa se preocupar bem menos com estoques e pontos de vendas, já que tudo se resolve por meio do computador. Dependendo do produto, você pode fazer pedidos exclusivamente sob demanda, sem jamais ter que liberar espaço para acumular itens para sua loja.

6. Pet shops

Animais de estimação sempre são amados pelos seus donos. E muitos desses humanos estão dispostos a investir bastante no bem estar e na aparência de suas mascotes. Isso pode ir desde um banho especial por mês até uma roupa completamente decorada para um desfile. E, acredite, há muita demanda para isso, pois este setor já fatura mais de R$18 bilhões por ano.

Se você abrir um estabelecimento assim no lugar certo, vai receber dúzias de clientes trazendo seus bichinhos. E se você vender alguns produtos complementares, como pentes especiais, coleiras antipulgas, rações mais saudáveis e petiscos, pode conseguir uma clientela fiel com mais facilidade.

7. Produtos personalizados

Muitos consumidores querem mais do que opções. Eles querem colocar um pedaço de si em cada coisa que compram. Esse é o caso de quem busca roupas, acessórios, eletrônicos, decoração, entre outras peças que podem ser personalizadas para se adequarem às suas demandas. Se você tem alguma habilidade para isso, essa pode ser uma das melhores opções para abrir um negócio próprio.

Algo vantajoso nesse trabalho mais artesanal é que, dependendo do produto, haverá sempre alguma demanda. Camisas com estampas únicas ou roupas feitas para eventos específicos nunca ficam sem procura. Basta focar no nicho certo e sempre haverá um número razoável de clientes.

8. Saúde e bem-estar

Viver com saúde é uma das metas de muitas pessoas. Por isso tantas se exercitam, fazem dietas balanceadas e tentam encontrar outras atividades que melhorem o corpo. Se você tem alguma formação em áreas como fisioterapia, educação física ou nutrição, certamente pode começar um negócio para atender a esse público.

Você não precisa de necessariamente ser um atleta para ensinar alguém a fazer exercícios aeróbicos. Meditação, yoga, entre outras atividades similares, podem melhorar muito o desempenho físico, evitar o cansaço prolongado e melhorar o humor de forma geral. Se você se sente melhor quando pratica essas atividades, pode acreditar que outras pessoas também estarão interessadas.

Agora que você conhece algumas opções para abrir um negócio próprio, que tal ir mais afundo no assunto? Entre em contato com JUMPER! Franchising e tire suas dúvidas sobre o nosso sistema de franquia! Você pode se tornar um de nossos franqueados em nossos cursos e aumentar ainda mais sua renda.