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Everton Sabú
Fundador

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Como elaborar um plano de negócios? Confira em 6 passos!

Montar o próprio negócio envolve uma série de desafios e é muito importante estar preparado para cada um deles. Algumas estratégias, como elaborar um plano de negócios, pode não só ajudar a enfrentar esses desafios, como proporcionar o crescimento sustentável da empresa.

Se você é empreendedor e ainda não fez o planejamento do seu negócio, saiba que sua empresa corre sérios riscos. Mas nunca é tarde para começar. Por isso, criamos este guia para ajudar você a elaborar um bom plano de negócios e garantir o sucesso da sua empresa no mercado. Então, aproveite e boa leitura!

Entenda por que a sua empresa precisa de um plano de negócios

Vamos começar explicando melhor o que é um plano de negócios. Ele é um documento criado para registrar todas as definições importantes que nortearão os trabalhos da empresa. Nele, devem constar todas as principais previsões de oportunidade e desafios que serão enfrentados nos próximos anos, bem como todos os custos e proventos.

Começar uma empresa sem um documento como esse é perigoso. Afinal, é preciso conhecer muito bem o cenário no qual ela estará inserida. As informações sobre os concorrentes, clientes e fornecedores são apenas algumas das peças-chave desse documento, que conta com todo um estudo e planejamento de ações para direcionar os esforços e investimentos.

Por meio dele, você poderá tomar decisões estratégicas com base em dados concretos, sem “achismos”. Além de ser uma atitude mais profissional, a margem de erro nas principais definições da empresa diminui consideravelmente. Automaticamente, as chances de sucesso aumentam e você poderá considerar até mesmo uma expansão dos negócios em algum tempo.

Aprenda como elaborar um plano de negócios em 6 passos

O plano de negócios proporciona diversos benefícios, mas é preciso fazê-lo da forma certa. Por isso, listamos um passo a passo para ajudar a orientar você nessa empreitada. Leia atentamente cada um deles e comece ainda hoje o planejamento da sua empresa. Confira!

1. Sumário executivo

O seu plano de negócios deve iniciar com um sumário executivo. Ele é um resumo de tudo o que será encontrado no documento e, apesar de estar nas primeiras páginas, é uma das últimas partes a ser feita.

É importante que ele seja bastante representativo em relação ao restante do conteúdo, pois ele é feito para que um possível investidor, por exemplo, o leia rapidamente e se interesse pelo todo.

2. Análise de mercado

Esse é o primeiro passo do plano de negócios: conhecer bem o mercado onde sua empresa está inserida. Nessa etapa estão incluídas análises internas e externas.

Assim, identifique todos os seus pontos fortes e fracos, além das oportunidades e ameaças externas. O mais importante aqui é registrar todos esses aspectos para embasar diversas outras atividades que serão realizadas a seguir.

Realize uma pesquisa de mercado, conheça seus principais concorrentes, observe como eles atuam e quais são os pontos fortes e fracos de cada um deles. Não deixe de conhecer também o seu público. Procure saber como são seus hábitos, suas preferências e qualquer informação que possa ser utilizada em sua estratégia de marketing. Faça o seu “dever de casa”.

3. Plano de marketing

Depois de conhecer o mercado, você já será capaz de elaborar o plano de marketing. Nele, você definirá qual o produto ou serviço a sua empresa oferecerá. É importante considerar que a definição do produto ou serviço deve ser feita com base nas informações de mercado identificadas na etapa anterior.

Após essa definição, devem ser estabelecidas as estratégias de marketing tanto para o lançamento quanto para a divulgação constante da empresa no mercado. É nesse momento, inclusive, que são definidos os canais de distribuição, como será a evolução do produto para os próximos anos e diversos outros detalhes que ajudam a vislumbrar o futuro da empresa.

4. Planejamento financeiro

Esse é um dos itens mais delicados do plano de negócios. Ele envolve bastante estudo e pesquisa para ser feito da forma correta. É nessa etapa que se identifica e comprova a viabilidade financeira da empresa. Para isso, as informações adquiridas na pesquisa de mercado serão muito úteis.

Nesse estágio, são feitas as principais projeções de custos e lucros para médio e longo prazos. Assim, ele mostra, do jeito mais próximo da realidade possível, como será a situação financeira da empresa ao longo dos meses e anos vindouros.

Consequentemente, é possível mostrar o ritmo de crescimento esperado e a quantidade de investimentos que serão necessários ao longo desse período de tempo.

5. Plano operacional

O plano operacional retrata a capacidade de produção da sua empresa. Nessa seção, são descritas as informações sobre equipamentos, instalações e todo tipo de recursos necessários para que a sua empresa entregue o produto ou preste o serviço ao cliente.

O ponto de atenção aqui é não deixar nada de lado. Isso pode influenciar até mesmo no planejamento financeiro e de marketing, já que podem ser necessários investimentos em equipamentos, treinamento de pessoal e até mesmo uma contratação em massa para a expansão do negócio em um determinado momento.

6. Execução do projeto

Depois de todas essas definições, sua empresa estará pronta para começar suas atividades de forma organizada e direcionada. Para seguir todas as definições do plano de negócios, é importante elaborar um plano de ação, com base nos objetivos definidos no planejamento de marketing. Determine indicadores e faça o acompanhamento constante deles.

Garanta que a sua empresa está seguindo as ações determinadas no plano de negócios para que as metas sejam alcançadas dentro do previsto. Também é importante revisá-lo periodicamente para que ele esteja sempre atualizado. Lembre-se: o mercado é dinâmico e você precisa estar atento às mudanças.

Como você pôde ver, cada etapa traz uma série de pontos relevantes que podem determinar se a sua empresa obterá ou não o sucesso desejado. E, agora que você já sabe como elaborar um plano de negócios, coloque tudo em prática e faça a sua empresa crescer.

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Qual é o valor do autoconhecimento no seu sucesso profissional?

Conhecer-se é uma habilidade fundamental para todos os aspectos da nossa vida. É possível usar o autoconhecimento para o sucesso profissional, afinal, ele é a chave para você saber o que quer e o que pode fazer para conquistar seus objetivos na carreira.

Um profissional que não se conhece o suficiente pode desperdiçar seus potenciais e perder boas oportunidades no mercado. A falta de autoconhecimento dificulta que você melhore seus pontos fracos e pode, inclusive, basear escolhas equivocadas — como ficar em um emprego que causa insatisfação profissional.

Quer saber como você pode se conhecer mais a aproveitar os benefícios dessa atitude na sua carreira? Veja nossas dicas!

Quais são os benefícios do autoconhecimento?

Conhecer seus pontos fortes

Uma pessoa que reconhece suas potencialidades tem mais segurança em entrevistas de emprego e na sua atuação profissional. Sabendo o que você faz bem, é possível destacar essas habilidades e conseguir mais valor no mercado de trabalho, conquistando boas vagas.

Aprimorar habilidades

Além de conhecer os pontos fortes, é preciso identificar também os aspectos que precisam ser melhorados. Perceber suas limitações no ambiente de trabalho é o primeiro passo para superá-las. Assim, você pode aproveitar os benefícios do autoconhecimento para o sucesso profissional.

Saber se comunicar melhor

A habilidade de comunicação é uma das mais valorizadas no mercado de trabalho atual. Pessoas que desenvolvem o autoconhecimento sabem se comunicar de forma mais efetiva, pois se sentem mais confiantes em relação às suas capacidades e aprendem a identificar as próprias reações e as reações dos outros em uma situação social.

Descobrir onde quer chegar

O autoconhecimento é fundamental em qualquer planejamento pessoal. Sem conhecer seus interesses e potencialidades, você tem dificuldade para definir objetivos e traçar caminhos profissionais. Para crescer profissionalmente é preciso estabelecer metas e saber como conquistá-las.

Profissionais com um bom autoconhecimento têm metas bastante claras e conseguem definir exatamente o que fazer para obtê-las. É mais fácil focar apenas em cargos que tenham sentido na sua caminhada profissional, o que enriquece o currículo e os aproxima da função que almejam para o futuro.

Como melhorar o autoconhecimento?

Depois de se convencer das vantagens do autoconhecimento para o sucesso profissional, você pode exercitar essa habilidade na sua vida. Veja algumas dicas que ajudam a potencializar seu conhecimento sobre si mesmo:

Tire um tempo para si

Para aprofundar o autoconhecimento você precisa de tempo. Reserve alguns momentos da sua rotina para avaliar o que passou e como você se sentiu sobre os últimos acontecimentos. Vale pensar em como se saiu em uma reunião de trabalho, quais foram as atividades que você mais gostou de fazer na semana e quais foram suas dificuldades, por exemplo.

Além de refletir sobre o que acontece no presente, tente avaliar sua carreira como um todo. Faça uma lista dos seus gostos e interesses profissionais e relembre sua caminhada até aqui. Faça um resumo das experiências que teve e identifique o que cada uma contribuiu para sua vida. Pense sobre o que foi bom e o que poderia ser melhorado nos seus trabalhos anteriores.

É preciso também olhar para o futuro: o que você quer para a sua carreira? Quais são os seus planos a partir do seu cargo atual? Questione se a função que você ocupa hoje está de acordo com os seus objetivos profissionais ou se será necessário retomar outras rotas. Talvez você precise buscar uma nova graduação ou outros cursos que facilitem uma mudança na carreira.

Tirar um tempo para si mesmo ajuda a perceber seus desejos, necessidades e motivações. Esses aspectos são essenciais para você tomar decisões mais conscientes. Sabendo de tudo isso, fica mais fácil definir metas e planejar a realização delas.

Outro benefício dessa atitude é descansar o corpo e silenciar a mente. Dessa forma, você desacelera a rotina e conquista mais qualidade de vida. Ter momentos de tranquilidade também é muito importante para manter a saúde e garantir o rendimento no trabalho.

 

Identifique suas qualidades e defeitos

Enquanto estiver pensando sobre as suas experiências anteriores e atuais, liste todos os seus pontos fortes e fracos. Reflita sobre a sua linha do tempo profissional e identifique aquelas dificuldades que você já conseguiu melhorar nas suas experiências e outras que ainda precisam ser trabalhadas.

Muitos pontos negativos que nós temos no começo da carreira acabam se tornando potencialidades depois que determinada experiência profissional nos faz crescer. Por isso, o autoconhecimento é fundamental. Afinal, você só pode superar as dificuldades que reconhece. Ter a humildade de buscar melhorias é o que vai fazer você se destacar profissionalmente.

Converse com seus colegas e líderes

Às vezes não é tão fácil falar de si mesmo ou identificar aspectos da própria personalidade. As pessoas que convivem com você podem ser uma ótima fonte de pesquisa para isso. Comece pensando sobre o que seus amigos e colegas de trabalho costumam falar de você — tanto aspectos positivos quanto negativos.

Também é possível levantar informações pensando sobre o que costumam pedir para você no trabalho. Além das tarefas que normalmente são delegadas para a sua função, as pessoas costumam requisitar ajuda a você sobre algum assunto? Talvez dicas de planejamento, informações tecnológicas ou mesmo conselhos pessoais, por exemplo.

Por fim, o seu chefe, com certeza, tem muitas percepções sobre o seu perfil profissional. Conversar com ele pode elucidar aspectos que você não reconhece na sua personalidade. Pedir feedback sobre a sua atuação e o seu relacionamento com a equipe é uma ótima forma de saber o que você pode fortalecer e o que precisa melhorar.

Busque um profissional

Se você quer alavancar sua carreira por meio do autoconhecimento, vale a pena contratar um profissional que trabalhe diretamente com isso. O serviço de um psicólogo ou de um coach pode ajudar você a se enxergar melhor e fazer um planejamento de carreira mais focado.

Para pessoas que sentem necessidade de um processo que também envolva questões pessoais, a terapia é a mais indicada. Já para quem quer focar no âmbito profissional e quer ajuda para colocar os sonhos no papel e definir metas, o processo de coaching é a melhor opção.

Agora você sabe que é possível usar o autoconhecimento para o sucesso profissional. Especialize-se no conhecimento sobre si mesmo e enriqueça sua caminhada na carreira. Saber quem você é e onde quer chegar é essencial para alcançar os seus sonhos.

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Principais noções de administração para ter uma franquia

Você tem um dinheiro guardado e pensa em empreender. Inclusive, já sabe que apostar no franchising é a melhor ideia. Afinal, é um segmento seguro e que está em crescimento. Porém, uma dúvida ronda a sua mente: “quais são as noções de administração que preciso ter?”.

É fato que o seu negócio só terá sucesso se você souber geri-lo. Além dos conhecimentos técnicos, também é importante ter uma dose de determinação, responsabilidade e planejamento. Assim, você será mais um case de sucesso e alcançará os seus objetivos.

Como chegar a esse patamar? Vamos mostrar o caminho neste artigo. Aqui, você verá as vantagens de abrir uma franquia, quais conceitos importantes deve conhecer, os aspectos que devem ser analisados e livros para ajudá-lo a ampliar seu conhecimento. Que tal saber mais? Aproveite a leitura!

As vantagens de abrir uma franquia

O segmento de franquias é um dos que mais cresce atualmente. O relatório da Associação Brasileira de Franchising (ABF) — com dados preliminares de 2017 e projeções para 2018 — demonstra que o cenário é positivo.

De acordo com o levantamento ainda não consolidado sobre 2017, o faturamento obteve uma alta de 8%, chegando a R$ 163 bilhões. Para 2018, a expectativa é que a receita registre uma elevação de 9% a 10%. O total de unidades, crescimento das redes e do número de empregos também deve permanecer estável ou aumentar.

Esses dados significam que as suas chances de sucesso são maiores. Afinal, você tem todo o apoio da franqueadora e a credibilidade da marca a seu favor. Mas o que são franquias? É um modelo de negócio que prevê o compartilhamento de vantagens entre todos os participantes de sua rede. Nesse cenário, a marca é licenciada para um terceiro e repassa seu conhecimento ao franqueado, para que ele adote as melhores práticas em sua empresa.

Portanto, essa é uma relação de ganha-ganha. Para a franqueadora, é a oportunidade de expandir as atividades e fortalecer o empreendimento. Para o franqueado, é uma forma de abrir seu negócio próprio e minimizar os riscos. Outros benefícios de optar por essa modalidade de negócios são:

Confiabilidade da marca

A franqueadora já é uma marca conhecida e respeitada pelos clientes. Assim, tem seu público fiel e conta com uma margem de participação significativa no mercado. Essa consolidação do negócio se traduz em confiabilidade e segurança para quem abre uma unidade.

Aumento do poder de negociação

O modelo de franchising favorece a compra por parte dos franqueados, pelo fato de as marcas já contarem com fornecedores cadastrados. Essa situação facilita a obtenção de condições especiais na realização dos pedidos, como descontos para uma quantidade maior de itens ou prazos mais longos de pagamento.

Reconhecimento dos produtos e serviços

Os itens comercializados já são reconhecidos pelo público. Os clientes conhecem sua qualidade e confiam na marca. Além disso, sempre que um novo produto ou serviço é lançado, são feitos testes e pesquisas de mercado para reduzir o risco de rejeição. No final, isso resulta em vantagem competitiva.

Apoio da franqueadora

empreendedor tem total suporte da marca ao abrir sua unidade e durante todo seu funcionamento. Você conta com o manual de franquia, obtém ajuda para escolher o melhor ponto comercial e seus colaboradores fazem treinamento na marca para manterem o sistema padronizado.

Auxílio no processo de planejamento

A falta de programação pode levar o empreendedor ao fracasso. Na franquia, esse risco é reduzido, porque a marca ajuda a prever o valor necessário para investimento inicial e capital de giro. A franqueadora também repassa o prazo médio de retorno, o que ajuda a fazer um planejamento bem adequado.

Flexibilidade do formato de negócio

A marca pode trabalhar com um ou mais modelos, conforme o perfil de público e os pontos comerciais aceitos em seu planejamento. Os tipos de franquia mais comuns são:

  • home based, no qual o franqueado trabalha de casa;
  • loja em rua;
  • estabelecimento em shopping centers, centros comerciais ou aeroportos;
  • quiosque;
  • móvel ou de food truck;
  • virtual, baseada na internet.

Ainda existem as microfranquias, que são aquelas unidades que exigem um investimento inicial de até R$ 80 mil. Apesar de não fazerem parte do formato de negócio, são uma boa alternativa para quem quer começar a empreender e investir menos dinheiro.

Agora, todos esses benefícios só são conquistados se você tiver conhecimento técnico. Mesmo com o apoio da marca, é necessário aprender sobre gestão para controlar todos os aspectos que levam ao sucesso.

10 noções de administração importantes para quem tem franquia

O começo de um negócio pode ser difícil, especialmente se você desconhecer os elementos necessários para a gestão. É por isso que dados do Sebrae indicam que a sobrevivência das empresas com até dois anos de funcionamento é de 76,6% — índice que tende a diminuir com o passar dos anos.

Mas o que significa fazer uma boa administração do negócio? Esse conceito abrange a estrutura, funcionamento e rentabilidade da empresa. Em outras palavras, envolve toda a organização dos recursos necessários, que podem ser financeiros, humanos, operacionais e mais.

Por isso, entender o gerenciamento como algo simples é errado. O ideal é ter uma visão mais ampla, que considere todos esses aspectos. Para ajudá-lo a entender essa abordagem, a seguir, listamos as 10 principais noções de administração:

1. Remuneração dos colaboradores

O valor pago aos funcionários da sua franquia é um tópico relevante, porque os trabalhadores podem contribuir ou prejudicar o sucesso da sua unidade. Além disso, o salário e os benefícios são alguns dos atrativos para a retenção de talentos.

Para pagar um valor justo, é necessário verificar qual é a referência do mercado, ou seja, a remuneração média paga aos vendedores. Em seguida, divida o montante em: salário fixo, comissões, benefícios e auxílios de custo.

A regra é ter mais empenho dos colaboradores e, consequentemente, melhores resultados quando a porcentagem da quantia variável for maior. Em outras palavras, você deve pagar uma comissão interessante. Os benefícios também são imprescindíveis para a motivação da equipe. Perceba que, aqui, a busca é alcançar um equilíbrio entre os quatro elementos.

2. Recrutamento e seleção

Esse processo costuma ser centralizado no empreendedor em negócios menores, como as franquias. Ainda assim vale a pena contar com um responsável pelo RH para que a metodologia adotada seja a mais apropriada.

O básico é analisar currículos e entrevistar os selecionados nessa primeira etapa. Você ainda pode complementar essas técnicas com provas, indicações, testes individuais e em grupo. No caso dos vendedores, é importante avaliar se os candidatos têm as seguintes características:

  • capacidade de assumir riscos;
  • disposição para solucionar problemas;
  • determinação;
  • habilidade para cuidar dos clientes e estabelecer um relacionamento com eles;
  • empatia;
  • autoconfiança;
  • desejo por serem constantemente desafiados.

3. Supervisão da equipe

O gerente da unidade franqueada precisa fazer um trabalho focado a fim de garantir que as metas estabelecidas sejam atingidas pela equipe. Esse profissional também é responsável por garantir que o negócio funcione de maneira adequada. Nesse sentido, o gestor deve analisar:

  • se as visitas de clientes estão sendo convertidas em vendas;
  • se a equipe é produtiva;
  • quais são os gastos relativos a auxílios de custo;
  • qual é o feedback dos clientes sobre determinado vendedor;
  • se os colaboradores têm alcançado as metas individuais;
  • se a equipe tem um bom relacionamento ou há conflitos entre alguns indivíduos.

Nesse processo, vale a pena contar com softwares de gestão, como os ERPs, e de relacionamento com os clientes, os CRMs. Esses sistemas reúnem os mais diversos dados sobre a administração do negócio, o que facilita a atividade de supervisão.

4. Motivação dos vendedores

Esses profissionais já contam com as comissões, mas é importante oferecer bônus e prêmios quando as metas forem alcançadas. Essa é uma solução bastante válida para melhorar o desempenho da equipe e contar com uma maior eficácia no desenvolvimento das atividades.

Saiba que, segundo a Pesquisa dos Profissionais Brasileiros da Catho, divulgada pelo jornal O Dia, a assistência médica é o benefício mais valorizado, chegando a um índice de 74,6%. Em seguida vêm: participação nos lucros (57,2%), vale-alimentação (52,4%) e vale-refeição (50,7%).

5. Formalização

A franquia impede que você abra sua unidade com pendências nesse aspecto. Ainda assim, é fundamental reforçar a importância da formalização, porque sua ausência pode impedir o crescimento do negócio.

Por mais burocrático que seja, obtenha todos os alvarás necessários, entregue os documentos na Junta Comercial do seu município e registre sua empresa na Secretaria de Estado da Fazenda (Sefaz). Assim, poderá emitir nota fiscal e solicitar empréstimos, se necessário.

Lembre-se ainda de ter uma conta-corrente de pessoa jurídica e de contar com máquinas de cartão, já que muitos clientes optam por adquirir os produtos e serviços por débito ou crédito.

Planilha-de-Controle-Financeiro

 

6. Organização das finanças

A sua empresa só terá resultados positivos se você tiver um bom planejamento financeiro. Aproveite que o investimento inicial e o capital de giro necessário são especificados na Circular de Oferta de Franquia (COF), e só comece seu negócio se tiver a quantia recomendada.

Assim que colocar a unidade em funcionamento, mantenha o fluxo de caixa organizado, e insira todas as entradas e saídas. Além disso, atualize os dados diariamente e faça a comparação com o fechamento de caixa.

Uma dica relevante é usar planilhas financeiras ou softwares de gestão para fazer projeções de despesas e receitas. Na prática, isso significa colocar os valores de contas a pagar e a receber dos próximos meses, para ter uma ideia de quanto é necessário ganhar para quitar todos os gastos e obter lucro.

Lembre-se de que, por ser franqueado, é necessário pagar algumas taxas. Todas as cobranças estão estipuladas em contrato e na COF. Entre elas estão:

  • taxa de franquia: é um valor inicial pago para ter direito a fazer parte do sistema de franchising da marca;
  • taxa de royalties: é uma quantia repassada periodicamente devido ao repasse de tecnologia. Costuma ser um percentual fixo calculado sobre o faturamento bruto;
  • taxa de propaganda e promoção: é paga mensalmente como forma de custear as atividades promocionais promovidas pela marca, como divulgação de produtos;
  • taxa de compras: é cobrada em alguns casos porque o franqueado usa a estrutura da franqueadora. É mais comum quando há fornecimento de insumos, caso das franquias de idiomas;
  • taxa de serviço: incide quando são realizados serviços extras, já que os comuns são remunerados pelos royalties.

7. Retorno sobre o investimento

ROI de uma franquia é um indicador altamente relevante para o empreendedor. Ele ajuda a medir qual foi a rentabilidade obtida com os recursos empregados. Seu cálculo é feito pela divisão entre o lucro líquido e o investimento realizado em um período predeterminado.

A importância do ROI é direcionar as tomadas de decisão e controlar o custo-benefício do projeto executado. No caso do franqueado, é preciso contabilizar todos os gastos essenciais, como taxa de franquia, aluguel e reformas do ponto comercial, custos operacionais — equipamentos, salários, ações de marketing local, impostos etc. —, entre outros.

Em seguida, veja quanto será cobrado por produto ou serviço. Por fim, avalie os ganhos conseguidos ou projetados e os subtraia do investimento inicial. O total é dividido pelo montante aplicado inicialmente.

O resultado é o ROI, que varia conforme o tipo de empreendimento e segmento escolhidos. Perceba que inexiste um valor único a ser batido, mas o objetivo é sempre obter o melhor percentual.

8. Gerenciamento do estoque

Os itens armazenados representam dinheiro parado. Ou seja, o ideal é que o estoque seja suficiente para atender à demanda sem ficar parado por muito tempo. Conseguir esse equilíbrio pode ser difícil, mas a franqueadora pode ajudar.

Geralmente, existe uma quantia mínima que deve ser adquirida em determinado período de tempo. Analise os itens mais solicitados pelos clientes e veja qual é a saída deles. Aposte naqueles que têm maior giro. No caso dos itens com pouca saída, mas cuja margem de lucro é maior, pense em elaborar estratégias específicas para atrair clientes, como criar uma promoção, desde que isso esteja permitido no contrato com a marca.

9. Estratégias de comunicação

A franqueadora já tem ações para a divulgação da marca, mas é importante que você também adote estratégias específicas para que seu estabelecimento seja conhecido localmente. Isso também leva a uma atração maior dos clientes.

É indicado que você tenha um perfil nas redes sociais e até mesmo um site específico da sua unidade, porque, assim, o seu público-alvo pode pesquisar sobre o negócio e entrar em contato sempre que necessário. Estabelecer o envio de newsletter para e-mails cadastrados é outra iniciativa bem-vinda, que pode resultar em fidelização e alavancagem das suas vendas.

10. Clientela

Esse é o último item dessa lista, mas é fundamental. Afinal, sem clientes, é impossível ter um negócio. Antes mesmo de abrir a sua unidade, verifique se os produtos ou serviços da marca atendem às necessidades do público do local em que o estabelecimento será inserido. Essa questão pode ser analisada por meio de uma pesquisa de mercado simples, entrevistas e outras estratégias focadas nos compradores.

Como você pôde perceber, os itens indispensáveis para a administração de um negócio são bastante variados e abordam diferentes critérios. Porém, ainda existem alguns aspectos a considerar.

Os aspectos que você deve analisar antes de adquirir uma franquia

O começo de um negócio exige que você analise algumas questões essenciais. Antes de tomar a sua decisão, considere os seguintes elementos:

Modelo de negócio

O modelo de franchising é mais fechado e exige que o empreendedor siga as diretrizes da marca. Se você não está disposto a fazer isso, desista. O objetivo nesse caso não é inovar e fazer diferente, mas sim seguir um modelo já testado e comprovado.

Segmento de atuação

Sua escolha deve recair em preferências pessoais e pesquisas previamente realizadas. Veja os setores disponíveis para o franchising, as marcas com as quais mais se identifica e suas características. Assim, selecionará a melhor opção para você.

Forças e fraquezas

A franquia escolhida deve ser condizente com suas expectativas. Por exemplo: de nada adianta optar por uma loja de doces se você não entende nada do assunto e detesta vender. Então, converse com seus amigos e familiares, descubra suas peculiaridades, forças e fraquezas para, então, definir a melhor opção.

Recursos financeiros

O investimento inicial e capital de giro necessários já serão destacados na COF. Mas você também precisa considerar o ROI esperado para ter uma ideia de quanto precisará ter para manter a empresa funcionando. Caso não tenha todos os recursos financeiros necessários, busque a melhor forma de consegui-los. O ideal é juntar por si próprio, em vez de optar pelos investimentos.

Reputação da marca

O recomendado é sempre pesquisar sobre o relacionamento da franqueadora com os franqueados. Faça uma pesquisa na internet e converse com antigos e atuais proprietários de unidades. Os contatos estão indicados na COF.

Dessa forma, você consegue saber se há algum problema, se a empresa cumpre tudo o que está estabelecido em contrato, se há o suporte indicado e mais. Uma franqueadora referência em reputação é a Jumper! Franchising, empresa que atua no ramo educacional.

Voltada para cursos profissionalizantes e de idiomas, essa é uma alternativa consolidada para quem quer ter sucesso nesse segmento. A Jumper! Franchising ainda oferece suporte em gestão de empresas, educação e franquias.

Circular de Oferta de Franquia

A COF é o documento principal antes da assinatura do contrato. Ela é entregue pelo menos 10 dias antes de fechar o negócio e especifica todos os detalhes da relação que deverá ser estabelecida com a marca. Tire um tempo e analise os pormenores. Se possível, peça a avaliação de um advogado, porque assim você evita imprevistos e arrependimentos.

Entre os principais aspectos destacados na COF estão:

  • solidez da empresa com a especificação dos balanços contábeis, pendências jurídicas e quadro societário;
  • descrição do negócio, inclusive, com o detalhamento da exclusividade do território, características do franqueado ideal, prazo de retorno, investimento inicial e canais de comunicação;
  • condições contratuais para o sucesso em caso de morte dos cotistas;
  • serviços que serão prestados;
  • histórico da franquia e seu registro de marca no Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI).

Analisou todos esses aspectos? É só ampliar seus conhecimentos técnicos e começar a atuar!

5 livros sobre administração que você deveria ler

Os livros são uma das melhores maneiras de entender sobre administração e ampliar o seu ponto de vista. Para ajudá-lo a fazer as leituras corretas, a seguir, listamos as melhores indicações:

1. O poder da ação, de Paulo Vieira

Essa obra é definida como um coach integral sistêmico, que foca a elaboração de um plano de ação eficiente e prático. O autor apresenta diversas ferramentas que podem ser usadas no processo, todas relacionadas aos segmentos de contabilidade e financeiro. Entre elas estão o 5W2H, uma das mais conceituadas.

2. Estratégia competitiva, de Michael Porter

Esse livro é dos anos 1980, mas continua bastante atual. O autor é um dos pensadores mais conceituados do mundo corporativo. Por isso, também são recomendadas suas obras posteriores: “Vantagem competitiva” e “A vantagem competitiva das nações”.

Nesse livro, Porter explica como a empresa deve se portar diante da economia e da concorrência. Ele também traz uma metodologia para avaliar o mercado e permitir que o empreendedor se antecipe e se prepare para as mudanças de cenário.

3. Como fazer amigos e influenciar pessoas, de Dale Carnegie

Sua leitura é bastante recomendada para quem quer entender mais sobre vendas e compras. O livro é uma espécie de manual do comportamento do consumidor e traz sugestões para melhorar o atendimento aos clientes.

4. Como organizar sua vida financeira, de Gustavo Cerbasi

Esse autor é mais direcionado para o planejamento financeiro pessoal. Nesse livro, Gustavo Cerbasi indica como o cuidado com as finanças pode ajudar a construir um futuro mais tranquilo. Então, por que ele é importante para o empreendedor? Primeiro, por ajudar a entender que as despesas pessoais devem ficar separadas das empresariais. Segundo, porque traz informações sobre gestão de inadimplência.

5. Getting things done, de David Allen

O método GTD é bastante conhecido no mundo corporativo por ser um aliado da produtividade. Essa metodologia é usada para gerenciar ações e “fazer acontecer”. Por meio dela, você estabelece quais são suas prioridades, o que permite entregar as tarefas no prazo. É bastante recomendado para quem precisa organizar melhor o tempo e quer conciliar a vida pessoal e profissional.

Em resumo, para empreender, você precisa ter noções de administração. Neste post, você viu que é importante reconhecer as vantagens da franquia, conhecer conceitos inerentes à gestão, fazer uma análise pessoal e ler sobre o assunto. Esse é o caminho para o sucesso!

Gostou? Então, conheça a oportunidade de empreender com segurança e fazendo o que gosta! Entre em contato com a Jumper! Franchising e veja como nosso modelo de negócio pode facilitar o alcance dos seus objetivos!

 

Como organizar o tempo no dia a dia? Veja 7 dicas!

Você já teve dúvidas sobre como organizar melhor seu tempo no dia a dia? Às vezes, esse objetivo parece difícil de alcançar em meio a tantos afazeres, não é mesmo?

Porém, com a devida organização, é totalmente possível cuidar do seu tempo para que ele seja utilizado com obrigações, tarefas, hobbies e momentos com familiares e amigos.

Cada um tem uma maneira própria de se organizar, que funciona melhor para seu estilo de vida e personalidade. No entanto, algumas dicas são muito úteis para otimizar a qualidade do seu tempo. Veja a seguir 7 ideias de como organizar o tempo no dia a dia:

1. Crie planejamentos, cronogramas e listas de tarefas

Planeje como você vai usar o seu tempo, anotando tudo o que tem para fazer. Para isso, crie um cronograma ou um planejamento onde você possa colocar todos os seus afazeres com prazos, datas e compromissos. Organize diariamente, semanalmente ou mensalmente, de acordo com sua preferência e necessidade.

Outra possibilidade é fazer listas com suas tarefas e metas. Anote tudo o que precisa ser feito e, para facilitar, divida as atividades em categorias. Por exemplo, separe as obrigações do trabalho das de casa.

Divida os afazeres de acordo com suas prioridades. Destaque o que é urgente do que é mais ou menos importante e leve isso em conta na hora de decidir o que fazer primeiro.

As listas, cronogramas e planejamentos são ótimos recursos, uma vez que te permitem uma melhor visualização das suas tarefas, distribuindo-as de forma organizada de acordo com o seu tempo. Se você preferir usar tecnologia, existem também diversos aplicativos com essas funções.

2. Organize a sua casa e o espaço de trabalho

Arrumar os ambientes em que você passa a maior parte do seu dia faz muita diferença no momento de organizar o tempo no dia a dia. Sabe por quê?

Além de deixar tudo mais prático para você, um ambiente organizado torna as suas atividades diárias bem mais agradáveis!

Por isso, mantenha a sua casa e o seu espaço de trabalho bem organizados, separando os materiais que você mais precisa em um local de fácil acesso, e cuide para preservar a higiene e o conforto nesses locais.

3. Não perca tempo com a procrastinação

É muito fácil se distrair com qualquer coisa ou adiar tarefas importantes sem motivo. Isso pode ser bastante prejudicial, tanto para a sua produtividade como para o aproveitamento do seu tempo.

Sendo assim, na hora que você se dispôs a fazer suas obrigações, tenha foco, evite distrações como celular, vídeos na internet, troca de mensagens e redes sociais.

Distribua as suas atividades ao longo do dia de modo que não te sobrecarregue e tente realizá-las no momento adequado, sem deixar para depois. O seu tempo vai render muito mais, a sua produtividade vai aumentar e, provavelmente, ainda vão restar momentos livres no dia para você aproveitar!

 

 

4. Crie prazos

Se organize e mantenha o foco nos seus afazeres. Estabeleça prazos para a realização e a conclusão de cada tarefa.

Além de ajudar a distribuir melhor as suas atividades diárias, essa atitude é um incentivo para você se dedicar e não procrastinar. Automaticamente, você busca cumprir a sua meta pessoal de ter tudo pronto dentro do limite estabelecido, o que faz o seu cérebro se empenhar mais naquele foco.

5. Adote técnicas como a Pomodoro

Existem técnicas específicas que ajudam como organizar o tempo no dia a dia e ainda otimizar a sua produtividade. Aqui, vamos usar o exemplo da técnica Pomodoro, desenvolvida por Francesco Cirillo.

O termo “pomodoro” significa “duas horas”. O método consiste no seguinte: você se dedica à sua tarefa durante 25 minutos, sem interrupções. Depois, faz uma pausa de 5 minutos para descansar, retornando à atividade em seguida. Isso vai se repetindo e, quando forem atingidas 2 horas, a pausa pode ser maior (de 30 minutos, por exemplo).

Pode ser difícil você seguir essa técnica à risca, cumprindo os minutos certos. Às vezes, você pode achar que não deve interromper a tarefa naquele prazo, além do mais, cada um tem o seu tempo. No entanto, o que vale é a ideia de fazer pequenas pausas ao longo das atividades. Isso ajuda a não se cansar tanto e, assim, ter um rendimento maior.

6. Conheça e respeite o seu próprio tempo

Como você já viu, cada pessoa funciona de um modo único e, da mesma forma, o tempo de cada um também é diferente. Mesmo assim, ainda temos o mau costume de sempre nos compararmos aos outros. Isso acaba trazendo a falsa ideia de que somos desorganizados e pouco produtivos.

A verdade é que o seu rendimento não é pior ou melhor do que o de alguém, só porque você produz mais ou menos do que o outro ou suas formas de organização são diferentes. Todos têm seus pontos fortes e fracos, facilidades e limitações.

O importante é que você descubra o seu jeito de organizar o tempo no dia a dia, conseguindo produzir sem estresse ou sobrecarga. Se cobrar demais ou tentar imitar alguém que funcione de outro modo dificilmente vai te trazer vantagens.

7. Se recompense a cada tarefa cumprida e separe um tempo livre

Encontre formas de se recompensar pelas tarefas cumpridas. Além de trazer um prazer a mais para a sua rotina, te estimula e aumenta sua motivação e produtividade. São várias as opções: escolha, por exemplo, coisas pequenas e simples, como assistir a um filme, comer algo que goste ou passar um tempinho navegando na internet.

Não se esqueça de separar um tempo para descansar, se divertir e cuidar da saúde! Fazer exercícios, ficar com as pessoas queridas, passear, se dedicar a um hobby ou, simplesmente, não fazer nada e dormir também são partes importantes da vida e precisam de tempo dedicado a elas!

O que você achou das nossas dicas de como organizar o tempo no dia a dia? Esperamos ter ajudado! Se você gostou, compartilhe este post nas suas redes sociais e passe essas ideias a diante. Até mais!