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Stephen Hawking — a história por trás de tudo!

A história de personalidades ímpares deve ser contada e transmitida de geração em geração, para que encontre ouvidos ávidos e mentes dispostas a trilhar o mesmo caminho. Um desses gênios do conhecimento é, sem dúvida, Stephen Hawking!

Se você deseja mergulhar na vida desse cosmólogo inspirador, conhecendo mais detalhes sobre seu trabalho, encontrou o conteúdo certo! Neste post, você terá mais informações sobre a trajetória de Hawking — de sua infância à luta contra uma doença debilitante, passando pelas teorias que defendeu.

Além disso, você também saberá um pouco mais sobre suas obras e sobre os prêmios que deram a ele o reconhecimento devido por uma vida próspera em descobertas científicas. Preparado? Vamos em frente e boa leitura!

Nasce um gênio: a infância e a juventude de Stephen Hawking

Stephen Hawking nasceu em 8 de janeiro de 1942, em Oxford, na Inglaterra. Na mesma data, comemorava-se o aniversário de 300 anos de outro grande nome da ciência: Galileu Galilei.

Frank Hawking, pai de Stephen, também teve certo destaque na academia. Trabalhando como parasitólogo no Instituto Nacional de Pesquisa Médica de Londres, é quase certo que a influência dele tenha motivado o filho a trilhar o caminho do conhecimento desde cedo.

Na escola, porém, as habilidades intelectuais de Hawking — que, sabe-se hoje, tinha um QI de 160 e, até então, era considerado uma das pessoas mais inteligentes ainda em vida — não eram reconhecidas. Aos 9 anos, Stephen chegou a ser considerado o pior aluno da turma.

Não muito tempo depois, porém, esse estigma equivocado começaria a ruir. Aos 17 anos, após resistir à vontade do pai de que fizesse medicina, Stephen ingressou no curso de física em Oxford. Apenas 3 anos depois, formou-se na universidade e partiu para um doutorado na Trinity Hall, onde os traços de sua genialidade começaram a ganhar força e reconhecimento.

A luta pela vida: Stephen Hawking e a ELA

O desenvolvimento intelectual e acadêmico de Stephen era rápido e consistente. Suas crenças — que, muito em breve, se tornariam teorias reconhecidas — já estavam sendo tecidas quando uma reviravolta ameaçou comprometer seu progresso científico.

Aos 21 anos de idade, no auge de sua juventude e vitalidade, Hawking recebeu o diagnóstico positivo para a Esclerose Lateral Amiotrófica (também chamada de ELA), doença degenerativa que paralisa gradativamente os músculos do corpo. Foi informado, inclusive, de que possivelmente dependeria de uma cadeira de rodas em um futuro não tão distante.

Infelizmente, esse cenário se confirmou. A enfermidade foi se tornando cada vez mais severa e, em poucos anos, Hawking encontrou dificuldades até para sustentar o peso da cabeça.

Em 1985, precisou se submeter a uma traqueostomia e teve sua fala prejudicada, precisando do auxílio de um sintetizador de voz para continuar propagando sua mensagem para o mundo sem nunca mais emitir um som.

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A trajetória de Hawking: publicações e prêmios

Muito embora a doença tenha limitado seus movimentos e dificultado sua comunicação, Stephen Hawking nunca se deixou abater pelos obstáculos. Muito pelo contrário! Sua história é de superação e de intensa sede de conhecimento.

Entre os anos de 1966 e 1973, por exemplo, Stephen lecionou em alguns colégios e iniciou trabalhos no Instituto de Astronomia. De 1979 a 2009, desfrutou da honra de ocupar a cadeira de Isaac Newton na Universidade de Cambridge.

O estudo da cosmologia, na qual conseguiu mais expressão, foi o objeto de sua dedicação a partir de 1974. Foi quando iniciou suas anotações sobre os buracos negros e o comportamento da matéria, por exemplo, partindo para a elaboração de teorias sobre o tema tão logo levantasse as informações de que precisava.

Sua sede por conhecimento e seu empenho na elaboração de teorias científicas deu origem a um extenso legado intelectual. Em 1988, finalmente publicou o seu primeiro livro: “Uma breve história do tempo”, que trata da origem do universo e que, além de recorrer a uma linguagem menos complexa, reúne ilustrações criativas que têm mais apelo para públicos cientificamente mais leigos.

Depois dessa, muitas outras obras foram concebidas — e seguiram quase sempre o mesmo caráter da primeira. “O universo em uma casca de noz” ganhou grande repercussão ao repetir o estilo (leve, descontraído e ricamente ilustrado) para trazer ao leitor comum um compilado das grandes descobertas teóricas da física.

Em 2003, Hawking publicou mais uma obra revolucionária: “A teoria de tudo” propõe uma profunda viagem em busca da descoberta do cosmos e do lugar dos indivíduos nessa grande jornada. O livro traz, ao todo, sete lições que objetivam saciar as mais diversas curiosidades sobre a origem do universo e da natureza.

Uma vida dedicada a desbravar a complexidade da ciência e a tecer teorias sobre o firmamento e o que está acima dele não poderia ter outro resultado: Stephen Hawking foi vastamente reconhecido por sua obra.

Foram, portanto, muitos os prêmios e títulos com os quais foi contemplado ao longo de sua vida.

O primeiro deles, ainda em 1975, foi a medalha Pio XI de Ciência, concedida pelo Vaticano. Em seguida, em 1978, foi contemplado com a medalha Albert Einstein, outorgada pela Sociedade Albert Einstein, na Suíça.

O mais recente, conquistado em 2012, foi o Prêmio Especial de Física Fundamental, que o celebra por suas amplas contribuições no campo da física, inclusive mencionando a descoberta dos buracos negros e a gravidade quântica.

Por fim, vale mencionar que muito se questiona a respeito da ausência do mais importante prêmio científico: o Nobel. Acredita-se que Hawking não tenha sido contemplado com a honraria em função da dificuldade de provar suas teorias.

O legado do gênio: o que Hawking nos deixou

Diante de tudo isso, não seria nenhum exagero dizer que Hawking foi um grande gênio — e que seu legado permanecerá vivo, servindo de base para novas pesquisas e descobertas.

Em seu extenso arcabouço de teorias, fica difícil apontar quais são os aspectos mais marcantes de sua obra. Alguns dos mais comentados são:

  • a associação da Teoria da Relatividade com a mecânica quântica para explicar as propriedades dos buracos negros;
  • a criação do Teorema dos Miniburacos Negros e da Radiação de Hawking;
  • a coparticipação na formulação da Teoria da Inflação Cósmica, essencial na formatação da tese do Big Bang.

Stephen Hawking foi, sem dúvida, um dos grandes cientistas da modernidade. Sua morte, em 14 de março de 2018, também está associada à ciência: na mesma data, em 1879, nascia Albert Einstein, pai da Teoria da Relatividade.

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